terça-feira, 13 de novembro de 2012

CAPÍTULO SESSENTA E NOVE.


Olhava ele cantar e não acreditava no que estava acontecendo, no que estava para acontecer. Sorri levando meu dedo à boca e feito boba escondi o sorriso que se formou, em meus lábios, quando lembrei nossas noites de amor e meu corpo queimou pedindo o dele.

-Amiga, tava te procurando! Bia se aproximou de mim.
-Oi! Falei sem desgrudar os olhos do Luan.
-O que aconteceu? –Ela olhou na minha direção. –Voltou com o Luan?
-Não sei, mas to deixando rolar...! Mais que foi? Olhei pra ela.
-Vai ter um jantar depois daqui, você vai?
-Amiga não sei... Vou pra onde ele me levar! Apontei para o Luan e sorri.
-O que você tá fazendo com o Gabriel não é legal, você brincou com o sentimento dele!
-Amiga não me julga agora, por favor! Eu sei que não é certo mais, você mais do que ninguém sabe o quanto eu preciso disso... Depois eu resolvo, prometo!
-Só não vem chorar no ombro depois...! Ela saiu e eu respirei fundo.

Quando minha participação acabou, Tiaguinho encerrou o show e eu o ajudei, rimos muito enquanto cantávamos, ele era um cara super bacana e merecia tudo que estava acontecendo de bom na sua vida. Segui para o meu camarim e bebi um copo de água trocando de blusa novamente, já estava todo soado, sentei no sofá entrando no twitter e Roberval entrou acompanhado de meus pais, e a Bruna. Olhei ao redor deles pra ver se encontrava a Manuela e quando a vi entrar logo atrás com a Dagmar sorri respirando aliviado.

-Filho, você vai para o jantar?
 -Não sei pai, tô muito cansado!
-Tudo bem, então vai descansar, eu, sua mãe e Bruna vamos!
-Também, qualquer coisa me liga!
-Pode deixar! Tchau Manuela! Amarildo me olhou sorrindo assim como Marizete e Bruna.
-Tchau! Sorri sem graça, pra eles. 
-Luan, vai pro hotel agora?
-Não Dag, vou ficar mais um pouco, daqui a pouco te chamo!
-Tá certo! Ela saiu fechando a porta.
-E ai? Acho que...só sou eu e você! Sorri olhando pra ele.
-É, só nós dois! Ele sorriu se aproximando de mim.
-E o que a gente vai fazer, se a gente não vai jantar? Me aproximei dele, também.
-Escolhe...! Ele começou a beijar meu pescoço.
-Posso mesmo? Sussurrei no ouvido dele me arrepiando quando ele beijou meu pescoço.
-Pode! Ele abaixava a alça da minha blusa beijando meu ombro dando leves sugadas.
-Quero ser sua! Beijei o pescoço dele e meu corpo queimava, ainda mais.
-Você é minha, e eu sempre serei seu!

A beijei com delicadeza, queria amá-la devagar e matar aos poucos toda saudade que queimava dentro de mim, enquanto a beijava ia andando na direção do sofá que continha ali no meu camarim, tirei minha blusa jogando no chão e deitei ela com cuidado sobre o sofá pondo meu corpo por cima do dela. Beijava seu pescoço, enquanto alisava sua perna e sorria ao perceber que se arrepiava. Mordi sua orelha passando levemente minha língua em seu pescoço e tirei sua blusa com cuidado.

Eu só queria ele, só queria ser dele, não importava onde e nem quando, mas eu queria. Senti ele acariciar meu corpo e me desejar, novamente, me fazia arrepiar. Quando ele tirou minha blusa senti o desejo aumentar. Fechei os olhos para sentir tudo com mais intensidade. Beijava seu pescoço e passava, suavemente, minha unha em suas costas e sentia o corpo dele arrepiar.

Beijei seu ombro descendi pra barriga e com carinho tirei seu short, que saudade estava daquele corpo, daquele calor, daquele cheiro e gosto que só ela tinha. Tirei minha calça sem presa e novamente deitei meu corpo sobre o dela beijando-a na boca, naquele momento desejei que tudo fosse eternizado pra sempre. Enquanto, a beijava meu corpo ficava ainda mais quente de desejo, a queria pra sempre em meus braços. Tirei seu sutiã, enquanto a sentava no meu colo e acariciava suas costas, beijando seu ombro.

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