Dan acordou com fome e fiz
sua sopinha de verdura, ele não mamava mais e meu leite já havia secado. Luan
deu a sopinha pra ele que se melava todo com o pai que era desengonçando me
fazendo ri. Luan me olhava com cara de babão com sorriso nos lábios e Dan
pegava tudo que estava na boca colocando pra fora deixando o Luan maluco.
Dormimos tarde naquele dia, Dan não deu uma trégua, Luan saiu pra dá uma volta com ele de carro pelo condomínio e eu fiquei arrumando minhas coisas para a viagem. Desci pra abri a porta para o Luan que entrou com o Dan dormindo sobre os braços e o colocou no berço. Estava tão cansada que assim que deitei em seus braços dormi embalada a seus carinhos.
Acordei primeiro que ele e preparei o café da manhã com a ajuda da Maria, enquanto lhe dava instruções pra cuidar do Luan e do Dan. Ela sorria e era uma pessoa maravilhosa, em pouco tempo já nos conhecia perfeitamente e nem precisei falar tanto. Luan apareceu na cozinha sem camisa com Dan que também estava sem camisa e ambos de boné me fazendo sorri. Tomamos café, enquanto conversamos, estava ansiosa pra saber qual caso iria pegar e queria vencer.
Tomei um banho, coloquei uma roupa social e Luan desceu com minhas coisas, enquanto descia com Dan nos braços. Almoçamos, enquanto a Maria dava a papa do Dan que fazia menos meleira que com Luan e logo fomos para a porta pra nos despedi. Estava mais tranquila de ir e deixá-los sozinhos, mas com o coração pequeno. O Dan chorou quando me viu na porta e eu fui pegá-lo e cheirei ele o fazendo sorrir.
-Mamãe já volta, tá? O entreguei ao Luan e ele me olhava com uma carinha de choro.
Dormimos tarde naquele dia, Dan não deu uma trégua, Luan saiu pra dá uma volta com ele de carro pelo condomínio e eu fiquei arrumando minhas coisas para a viagem. Desci pra abri a porta para o Luan que entrou com o Dan dormindo sobre os braços e o colocou no berço. Estava tão cansada que assim que deitei em seus braços dormi embalada a seus carinhos.
Acordei primeiro que ele e preparei o café da manhã com a ajuda da Maria, enquanto lhe dava instruções pra cuidar do Luan e do Dan. Ela sorria e era uma pessoa maravilhosa, em pouco tempo já nos conhecia perfeitamente e nem precisei falar tanto. Luan apareceu na cozinha sem camisa com Dan que também estava sem camisa e ambos de boné me fazendo sorri. Tomamos café, enquanto conversamos, estava ansiosa pra saber qual caso iria pegar e queria vencer.
Tomei um banho, coloquei uma roupa social e Luan desceu com minhas coisas, enquanto descia com Dan nos braços. Almoçamos, enquanto a Maria dava a papa do Dan que fazia menos meleira que com Luan e logo fomos para a porta pra nos despedi. Estava mais tranquila de ir e deixá-los sozinhos, mas com o coração pequeno. O Dan chorou quando me viu na porta e eu fui pegá-lo e cheirei ele o fazendo sorrir.
-Mamãe já volta, tá? O entreguei ao Luan e ele me olhava com uma carinha de choro.
-Mamã! Ele estendia os braços pra mim com biquinho.
-Não faz isso pequeno, se não eu choro! Peguei ele, novamente, no colo o
abraçando.
-Nã na! Ele apertava meu pescoço me abraçando.
-Mô quando chegar eu ligo, tá? Falei com o Luan, mas olhava para o Dan que
sorria pra mim brincando com um colar que eu usava.
-Tá bom amor, se cuida lá!
-Me cuido, sim! Cuida do
nosso pequeno, tá? –Entreguei o Dan ao Luan. –Se cuida! Dei um selinho nele.
-Cuido, pode deixar! Ele
beijou minha testa.
-Tchau bebê! Olha o papai,
pra ele não aprontar, tá? –Segurei na mãozinha do Dan e ele fazia cara de
choro. –Mô, coloca a pomadinha dele direito, não dá tudo pra ele comer e olha
os horários da comida, tá? Olhei para o Luan.
-Pode deixar meu amor, ai
o Well chegou com o carro!
-Mamã! Dan puxava minha blusa.
-Oi Well! –Cumprimentei o
Well quando ele pegou minhas malas. –Mamãe já volta, vai ser rápido, prometo!
Dei um beijo no Dan e um selinho no Luan.
-Papai tá aqui filho! Luan beijou a cabeça
dele que começou a chorar.
-Oi Manu! Well sorriu pegando minhas malas.
-Mamãe já volta, é rápido!
Entrei no carro vendo o Dan chorar e meu coração apertou.
O Well seguiu para o aeroporto e meu coração ficou ali, com eles; os homens da minha vida. Eu pensava a cada segundo na hora de voltar e abraçar o Dan, novamente, poder pegar ele no colo e sentir o cheirinho dele.
Quando cheguei ao aeroporto o Well me ajudou com as malas e eu me despedi dele, o agradecendo pela força. Fui para a sala de embarque só pensando em como o Dan estava e olhando no relógio pra ver se já era hora de ele comer. Quando eu entrei no avião foquei em meu trabalho, iria resolver tudo, em São Paulo, o mais rápido possível, para voltar para casa, antes mesmo dos dois dias que haviam me dado
-Papá, mamã! Dan jogava o corpo apontando pra porta chorando.
-Nã, mamã! Ele balançava a
cabeça negativamente.
-Nã nã na! Ele continuava a balançar a cabeça
negativamente ainda chorando.
-Pára filhão, daqui a pouco a mamãe liga! Comecei a cantar baixinho pra ele.
-Papá! Ele apontava pra
porta.
-Ela já volta! Quer passear
de carro com o papai? –Peguei a chave do carro. –Vamo ver se você fica
quietinho! Maria vou dar uma volta com o Dan! Avisei e saí com o Dan indo até o
carro.
-Tá certo Seu Luan!
Cheguei em São Paulo e fui direto para o hotel, em um dos carros que o escritório já havia alugado para mim. No hotel me ajeitei e fui tomar banho, estava cansada da viagem. Depois que tomei banho fiz algumas ligações e consegui um jantar com um dos representantes da empresa que defenderia.
Me concentrei nos papeis do caso, lendo-os, durante o resto do dia. Pelo o que eu tinha visto a empresa havia contratado um show tudo correu bem, mas houve uma quebra de contrato quanto ao horário e alguns outros tramites que estavam no contrato, nada muito grave, porém achei falta de profissionalismo da equipe do cantor.
Fiquei curiosa quanto a saber quem era o cantor, em momento nenhum no processo se falava o nome do cantor. Eu fiquei segura por que sobre shows eu sabia e muito bem. A empresa queria, pelo menos, a metade do contrato: 250 mil reais. Lendo aquelas coisas sobre show, cantor, equipe que ao desmontar as coisas acabou danificando alguns aparelhos do palco, lembrei de casa e não resistir a ligar para o Luan.
Já eram sete da noite e em meia hora iria começar a me arrumar para o jantar, eu queria resolver tudo para voltar para casa no outro dia pela tarde ou noite. Liguei para o celular do Luan, depois de ter conversado com a Maria. Ele não atendeu na primeira ligação, apenas na segunda.
-Oi meu amor! Ele falou com voz de sono.
-Te acordei? Desculpa! Só liguei para avisar que talvez eu resolva tudo antes
do que eu pensei e pra saber de vocês!
-Tudo bem, o Dan chorou
bastante mais dei uma volta de carro com ele e fui na casa dos meus pais, já
dei a papa dele, o banho e ele já capotou!
-E você? To com saudade! Vai
ser ruim dormir longe dos meus homens!
-Demais! Dormir nessa cama sem você é torturante!
-Essa aqui é tão fria e não tem o nosso cheirinho... Nossa! Agora eu sei o que
é está na sua pele! Sorri.
-Viu como é ruim... ?!
-To vendo! –Sorri. –Dá um
beijo no nosso pequeno por mim e se ele acordar de noite troca a frauda dele e
põe ele pra dormir com você, com o nosso calor ele fica mais calmo... Ah!
Qualquer coisa me liga, tá?
-Tá mamãe, pode deixar!
-Tenho que ir, vou me
arrumar pra um jantar... Amo muito vocês!
-Hum... Jantar? Com quem?
Homem?
-Tá bom jantar! Luan desligou.
-Mô?
Respirei fundo, tentando segurar minha raiva pela atitude que o Luan tomou; ele tinha desligado, sem nem ao menos me dá um tempo para explicar. Eu estava fazendo aquilo para voltar mais rápido para casa. Fui me arrumar, não iria insistir em ligar pra ele. Lembrei muitas coisas que ele fazia que envolvia o trabalho que eu tinha que engolir meu ciúme e nunca fiz ceninha com ele.
Me vesti com uma roupa social, fui séria, queria mostrar profissionalismo e queria voltar o quanto antes para casa. O representante chegou e me pareceu ser mais jovem do que eu pensei, com o advogado o acompanhando. Mais um advogado que queria se dar bem; deu pra ver pela cara dele. Começamos a conversar e eu fui entendendo o que eles queriam. Eles queriam que o cantor pagasse pelos prejuízos que ele causou danificando os aparelhos do palco e alguns da estrutura do palco.
-Ok! Falamos tanto da equipe desse cantor e até agora não falamos seu nome. Quero saber se vai repercutir na mídia, se ele tem grande influência ou se é um cantor ainda no início de carreira!
Respirei fundo, tentando segurar minha raiva pela atitude que o Luan tomou; ele tinha desligado, sem nem ao menos me dá um tempo para explicar. Eu estava fazendo aquilo para voltar mais rápido para casa. Fui me arrumar, não iria insistir em ligar pra ele. Lembrei muitas coisas que ele fazia que envolvia o trabalho que eu tinha que engolir meu ciúme e nunca fiz ceninha com ele.
Me vesti com uma roupa social, fui séria, queria mostrar profissionalismo e queria voltar o quanto antes para casa. O representante chegou e me pareceu ser mais jovem do que eu pensei, com o advogado o acompanhando. Mais um advogado que queria se dar bem; deu pra ver pela cara dele. Começamos a conversar e eu fui entendendo o que eles queriam. Eles queriam que o cantor pagasse pelos prejuízos que ele causou danificando os aparelhos do palco e alguns da estrutura do palco.
-Ok! Falamos tanto da equipe desse cantor e até agora não falamos seu nome. Quero saber se vai repercutir na mídia, se ele tem grande influência ou se é um cantor ainda no início de carreira!
-Creio que deve já ter ouvido falar do Luan Santana!