Andávamos de mãos dadas e eu olhava
a água bater em nossos pés. Eu estava muito feliz em está naquele lugar com
ele, em está com ele me fazendo perceber o quanto ele me amava, mas o ruim era
saber que eu iria viajar e ficar longe dele, por dois anos. Olhei pra ele e
sorri.
-Amor quer brincar? Ri.
-Amor quer brincar? Ri.
-Depende, de quer? Ele me olhou e
riu.
Olhei pra ele e ri. Soltei a mão dele e andei um pouco mais rápido. Comecei a andar de costas, virada pra ele e ele me olhava sem entender. Tirei meu chinelo, deixando ele na areia e me aproximei dele e toquei no peito dele.
-Tá com você! Saí correndo pela areia.
Não entendi o que ela queria quando fez aquilo, mais quando ela correu já tinha entendido do que ela queria brincar e ri. Tirei o chinelo colocando ao lado do dela e corri atrás dela que escapava dos meus braços toda hora, ria sem parar dela e quando a peguei sai correndo dela rindo também. A trança que estava no cabelo dela acabou se desfazendo e quando a vi correndo em minha direção parei, ela era tão linda, aquele sorriso, o jeito de moleca, apenas sorri e deixei que ela me tocasse.
-Ah! Amor acabou a brincadeira, chato! Parei na frente dele respirando rápido, tinha cansado de correr.
Olhei pra ele e ri. Soltei a mão dele e andei um pouco mais rápido. Comecei a andar de costas, virada pra ele e ele me olhava sem entender. Tirei meu chinelo, deixando ele na areia e me aproximei dele e toquei no peito dele.
-Tá com você! Saí correndo pela areia.
Não entendi o que ela queria quando fez aquilo, mais quando ela correu já tinha entendido do que ela queria brincar e ri. Tirei o chinelo colocando ao lado do dela e corri atrás dela que escapava dos meus braços toda hora, ria sem parar dela e quando a peguei sai correndo dela rindo também. A trança que estava no cabelo dela acabou se desfazendo e quando a vi correndo em minha direção parei, ela era tão linda, aquele sorriso, o jeito de moleca, apenas sorri e deixei que ela me tocasse.
-Ah! Amor acabou a brincadeira, chato! Parei na frente dele respirando rápido, tinha cansado de correr.
-Desculpa... Ele sorriu alisando
meu rosto.
-Ai! Cansei! Ri.
A puxei pela mão devagar e peguei nossos chinelos na mão, chegamos na tenda que mandei montar e lhe abracei por trás, era incrível como conseguia ama-la cada minuto mais. Enquanto, caminhávamos em direção a tenda lhe falava coisas ao pé do ouvindo e sorriamos. A maneira dela me tratar, me amar, e me fazer senti especial era única e era isso que me fazia senti o cara mais sortudo do mundo.
Chegamos na tenda que tinha pouca luminosidade, porém dava um ar romântico. Ela ficou parada olhando aquela cena e eu apenas sorri admirando, aqueles olhinhos brilhando, era muito prazeroso vê-la feliz daquele jeito e se fosse preciso faria de tudo pra ela nunca tirar aquele sorriso do rosto, nem que pra isso tivesse que sacrificar minha própria felicidade.
-Tá! Me avisa se quiser me matar de amor, que eu me preparo! Ri.
A puxei pela mão devagar e peguei nossos chinelos na mão, chegamos na tenda que mandei montar e lhe abracei por trás, era incrível como conseguia ama-la cada minuto mais. Enquanto, caminhávamos em direção a tenda lhe falava coisas ao pé do ouvindo e sorriamos. A maneira dela me tratar, me amar, e me fazer senti especial era única e era isso que me fazia senti o cara mais sortudo do mundo.
Chegamos na tenda que tinha pouca luminosidade, porém dava um ar romântico. Ela ficou parada olhando aquela cena e eu apenas sorri admirando, aqueles olhinhos brilhando, era muito prazeroso vê-la feliz daquele jeito e se fosse preciso faria de tudo pra ela nunca tirar aquele sorriso do rosto, nem que pra isso tivesse que sacrificar minha própria felicidade.
-Tá! Me avisa se quiser me matar de amor, que eu me preparo! Ri.
-Eu disse que essa noite tudo ia se
torna inesquecível, acostumo levar minhas coisas a sério!
-To vendo! –Sorri. –Mais não
precisava, nada disso. Só você sorrir que torna tudo perfeito! Alisei o rosto
dele e o dei um selinho.
-Eu gosto de ir além... –Ele sorriu
me dando outro selinho. –Vem, quero te mostrar uma coisa!
A guiei até a tenda e sentamos de frente um para o outro, ela parecia não entender o que eu iria fazer, sorri pra ela e peguei meu violão pondo sobre o colo, a olhei no fundo dos olhos e comecei bem devagar tocar uma canção na qual ela foi dona de cada palavra, cada melodia. A musica resumia tudo que aconteceu e o que estava pra acontecer.
"Quando me sinto só te faço mais presente. Eu fecho os meus olhos e enxergo a gente. Em questão de segundos voo pra outro mundo, outra constelação. Não dá para explicar ao ver você chegando qual a sensação. A gente não precisa tá colado pra tá junto. Nossos corpos se conversam por horas e horas. Sem palavras tão dizendo, a todo instante, um pro outro o quanto se adoram. Eu não preciso te olhar pra te ter em meu mundo. Porque aonde quer que eu vá você está em tudo. Tudo, tudo que eu preciso. Te vivo..."
Enquant,o cantava fechava meus olhos, queria que ela sentisse que a fiz com meu coração, que a fiz com meu amor que sinto por ela e a cada dia que passa cresce mais. Senti algo molhando minha calça, enquanto cantava e senti que todo meu amor por ela que estava ali demonstrando através da música havia explodido e transbordado pelos olhos.
Aquela música foi cantada com a mesma emoção, talvez maior, do que a que eu ouvi ele cantando na varanda do hotel, em São Paulo. Fiquei observando ele, e ele estava lindo. Cada palavra demonstrava o seu amor; o nosso amor. Eu sabia que ele queria que eu sentisse que ele tinha feito àquela canção para nós dois. Todas as palavras daquela música expressavam exatamente o que sentíamos.
Quando estávamos longe um do outro eu o fazia presente, fechando os meus olhos, lembrando tudo o que nós tínhamos vivido; enxergava a gente, juntos. Em questão de segundos eu ia, definitivamente, para outro mundo. Quando estávamos perto de nos encontrar, eu contava as horas, os segundos e os minutos, quase não conseguia dormir, tudo o que eu pensava era nele. Quando ele chegava era impossível descrever a sensação.
Não precisávamos está juntos, por que aonde quer que eu fosse eu lembrava ele, ele se fazia presente a cada segundo. Quando nos amávamos não precisávamos de palavras apenas nossos corpos se amavam, se completavam, era uma coisa inexplicável. Tudo vivíamos intensamente, vivíamos uma ao outro; acho que aquela frase era o melhor resumo para o que sentíamos; "te vivo", era mais forte do que o eu "te amo".
Quando terminei de cantar abri meus olhos após respirar fundo, meu coração estava acelerado e parecia que a qualquer momento iria parar de bater, meus olhos encontraram com os dela e sorri timidamente, apoiei meu braço sobre o violão e a encarei.
-Gostou da música?
A guiei até a tenda e sentamos de frente um para o outro, ela parecia não entender o que eu iria fazer, sorri pra ela e peguei meu violão pondo sobre o colo, a olhei no fundo dos olhos e comecei bem devagar tocar uma canção na qual ela foi dona de cada palavra, cada melodia. A musica resumia tudo que aconteceu e o que estava pra acontecer.
"Quando me sinto só te faço mais presente. Eu fecho os meus olhos e enxergo a gente. Em questão de segundos voo pra outro mundo, outra constelação. Não dá para explicar ao ver você chegando qual a sensação. A gente não precisa tá colado pra tá junto. Nossos corpos se conversam por horas e horas. Sem palavras tão dizendo, a todo instante, um pro outro o quanto se adoram. Eu não preciso te olhar pra te ter em meu mundo. Porque aonde quer que eu vá você está em tudo. Tudo, tudo que eu preciso. Te vivo..."
Enquant,o cantava fechava meus olhos, queria que ela sentisse que a fiz com meu coração, que a fiz com meu amor que sinto por ela e a cada dia que passa cresce mais. Senti algo molhando minha calça, enquanto cantava e senti que todo meu amor por ela que estava ali demonstrando através da música havia explodido e transbordado pelos olhos.
Aquela música foi cantada com a mesma emoção, talvez maior, do que a que eu ouvi ele cantando na varanda do hotel, em São Paulo. Fiquei observando ele, e ele estava lindo. Cada palavra demonstrava o seu amor; o nosso amor. Eu sabia que ele queria que eu sentisse que ele tinha feito àquela canção para nós dois. Todas as palavras daquela música expressavam exatamente o que sentíamos.
Quando estávamos longe um do outro eu o fazia presente, fechando os meus olhos, lembrando tudo o que nós tínhamos vivido; enxergava a gente, juntos. Em questão de segundos eu ia, definitivamente, para outro mundo. Quando estávamos perto de nos encontrar, eu contava as horas, os segundos e os minutos, quase não conseguia dormir, tudo o que eu pensava era nele. Quando ele chegava era impossível descrever a sensação.
Não precisávamos está juntos, por que aonde quer que eu fosse eu lembrava ele, ele se fazia presente a cada segundo. Quando nos amávamos não precisávamos de palavras apenas nossos corpos se amavam, se completavam, era uma coisa inexplicável. Tudo vivíamos intensamente, vivíamos uma ao outro; acho que aquela frase era o melhor resumo para o que sentíamos; "te vivo", era mais forte do que o eu "te amo".
Quando terminei de cantar abri meus olhos após respirar fundo, meu coração estava acelerado e parecia que a qualquer momento iria parar de bater, meus olhos encontraram com os dela e sorri timidamente, apoiei meu braço sobre o violão e a encarei.
-Gostou da música?
-Não!
-Não? Senti a expressão dele mudar.
-Vivi ela! Sorri.
Sorri ao ouvi essa palavra dela e com cuidado
coloquei meu violão ao meu lado, me aproximei dela, devagar, e alisei seu
rosto, ela fechou os olhos devagar sentindo meus carinhos e com muito cuidado a
beijei, colocando meu amor todo através daquele beijo no qual selava mais uma
vez nosso amor.Ao senti os lábios dele nos meus, imediatamente meu corpo arrepiou e, em seguida, seu gosto inundou meu paladar, que ao reconhecer fez com que meu corpo pedisse o dele, no mesmo instante. Ajoelhei, mas fiz com que o beijo não fosse interrompido. Sentei encaixada no corpo dele e ele sorriu, ainda me beijando. Ele alisava minhas costas e eu queria que aquela noite nunca acabasse; queria que fosse eterna.
Alisava as costas dela e não queria de forma alguma parar com aquele beijo, era bom demais senti o gosto dela. Quando ela sentou em meu colo sorri, enquanto a beijava, algo me dizia que aquela noite iria marca nos dois pra sempre, mesmo com a distância o tempo longe.
Ela tirou delicadamente uma das blusas que eu estava usando e a ajudei sem para um segundo o nosso beijo que estava calmo, delicado e envolvido com muito sentimento. Parei o beijo por alguns minutos e comecei a beijar seu ombro, enquanto abaixava a alça de seu vestido, ela me observava, enquanto alisava a minha nuca e retribui o olhar com um sorriso nos lábios, lhe dei um selinho e com sua ajuda tirei seu vestido.
O ajudei a tirar meu vestido, conduzindo sua mão, com a minha. O fiz tocar todo meu corpo, enquanto sorria ao olhá-lo. Ele me deu um selinho e eu sorri. Quando, finalmente, tirei meu vestido ele começou a beijar meu corpo, inclinando seu corpo, por cima do seu, ficando sobre mim. Meu corpo não parava de arrepiar, em nenhum segundo.
Comecei delicadamente a beijar seu pescoço onde seu perfume me deixou totalmente embriagado. Mesclava beijos com mordidinhas e sorria ao senti seu corpo correspondendo o meu através de arrepios. Me ajoelhei devagar, enquanto ela estava deitada e tirei minha outra blusa jogando no chão, deitei, novamente, com delicadeza sobre o dela e a beijei com toda vontade que tinha dela, queria que tudo fosse bem devagar para que ambos sentissem cada toque.
Enquanto, ele deixava o beijo intenso eu alisava suas costas, com minhas unhas, suavemente. Ele começou a beijar meu pescoço eu beijava seu ombro e fechei meus olhos pedindo que acontecesse algo, para que tudo desse errado na minha viagem, para que fosse um engano aquilo tudo, por que viver sem ele, ao meu lado, seria insuportável.
Ali diante daquele céu cheio de estrelas e uma lua linda na qual iluminava aquela imensidão a amei e tudo que estava ali presente pôde ser testemunha do nosso amor e do quanto ele era grande. Fizemos tudo devagar, queríamos sentir os toques, os beijos, as caricias, as declarações, tudo que tínhamos direito.