segunda-feira, 25 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
AVISO!
Amores, tudo bem? Sentiram minha falta? Sei que não! rs.
Vim avisar que não tenho previsão sobre quando será que minha internet irá voltar. E como eu sei que vocês querem muito saber o final dessa historia, eu farei uma coisa que andei pensando ultimamente.
Me passem os -email de vocês que passarei pra todas as leitoras a historia todinha que estar no word. Quem não tiver um e-mail faz um qualquer e me passa, apenas pra poder enviar a historia e vocês poder ler. Dai quando terminarem, postarem AQUI, o que acharam. E ai? Gostaram? :))
Segunda começarei a mandar por e-mail.
Beijo, amo vocês!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
AVISO.
Oi meus amores.
Vim aqui me desculpar com vocês! Estou a esse longo período sem postar nada pra vocês por que fiquei sem internet em casa, meu modem queimou e estou a espera do meu novo. Me perdoem! Mais prometo que assim que volta posto cada dia 6 capítulos tá? Saudade de vocês. Beijão! ;*
Vim aqui me desculpar com vocês! Estou a esse longo período sem postar nada pra vocês por que fiquei sem internet em casa, meu modem queimou e estou a espera do meu novo. Me perdoem! Mais prometo que assim que volta posto cada dia 6 capítulos tá? Saudade de vocês. Beijão! ;*
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E SEIS.
Me
arrumava devagar tentando afastar meus pensamentos de mim, teria que ficar bem
por que o Dan estava dengoso e ele iria querer ficar comigo a todo o momento e
para receber todos no aniversário dele. Coloquei uma calça, com lavagem de
couro, junta ao corpo e uma blusa com detalhes brilhantes e um sapato
confortável, não muito alto. Soltei meu cabelo depois que coloquei uma
maquiagem leve, marcando, somente, meus olhos.
Quando ela se saltou indo para o quarto o Dan me olhou com uma carinha triste, enquanto balançava as perninhas de leve. Peguei ele no colo beijando sua bochecha e lhe pedi mais uma vez desculpa pelo que havia acontecido e por ter deixando ele cair. Desci com ele nos braços e pedi pra que a Carol cuidasse dele, enquanto eu fosse conversar com a Manu. Subi respirando fundo e entrei no nosso quarto encostando a porta e vendo-a arrumar a maquiagem em frente ao espelho.
-Amor, desculpa! Eu iria te contar...
Enquanto me maquiava me distraí pensando nas coisas que eu iria fazer, antes dos convidados chegarem, queria ver se tudo estava organizado do jeito que eu pedi. Não percebi a porta abrir e tomei um susto ao o ver atrás de mim. Terminei de me maquiar e guardei minhas coisas ainda calada.
-Você ia mesmo me contar? Respirei fundo e o olhei.
Quando ela se saltou indo para o quarto o Dan me olhou com uma carinha triste, enquanto balançava as perninhas de leve. Peguei ele no colo beijando sua bochecha e lhe pedi mais uma vez desculpa pelo que havia acontecido e por ter deixando ele cair. Desci com ele nos braços e pedi pra que a Carol cuidasse dele, enquanto eu fosse conversar com a Manu. Subi respirando fundo e entrei no nosso quarto encostando a porta e vendo-a arrumar a maquiagem em frente ao espelho.
-Amor, desculpa! Eu iria te contar...
Enquanto me maquiava me distraí pensando nas coisas que eu iria fazer, antes dos convidados chegarem, queria ver se tudo estava organizado do jeito que eu pedi. Não percebi a porta abrir e tomei um susto ao o ver atrás de mim. Terminei de me maquiar e guardei minhas coisas ainda calada.
-Você ia mesmo me contar? Respirei fundo e o olhei.
-Claro que iria te contar! O filho é seu também, você tem direito!
-Ok! Vamos, a gente tem que chegar antes de todo mundo!
-Vamos ficar assim? Nesse clima?
-Não! Daqui a pouco passa. Só estou assim por que eu pensei que você não iria
me contar, mas eu vou ficar legal!
-Tudo bem!
Descemos
sem ser de mãos dadas e sabia que tinha errado em não ter contado logo a ela,
assim que todos estavam na sala seguimos cada um em seus carros e seguimos para
o local do aniversário, meus pais já estavam lá com a Bruna e entramos. Estava
tudo lindo e da forma que a Manuela queria, fui observar com o Diego a
segurança do local e meu pai foi conosco. Realmente, era um lugar tranquilo e
seguro onde as crianças que haviam sido convidados poderiam curte assim como o
Dan que adorava correr e andar por todo lugar.
Não demorou muito para os convidados chegarem. Eu e Manu ainda estávamos na mesma, ela mal olhava pra mim e recebia os convidados que chegavam. Estava ao seu lado e, assim como ela, era educado com todos. Dan estava recebendo um presente maior que o outro e riamos da cara de alegria que ele fazia.
Quando todos já haviam chegado fui com o meu pai pegar o presente do Dan, ele sempre quis ganhar uma moto elétrica da forma que ele viu no shopping, uma vez, e disse que queria. Cheguei com a embalagem enorme e Manuela me olhou sem entender, não havia lhe contado nada, queria fazer surpresa. Dan deu um gritinho vindo em minha direção e rasgou toda a embalagem sem acreditar que estava diante daquilo nos fazendo sorrir.
Estávamos ainda naquele clima estranho, mas recebíamos todos de uma forma educada e com sorriso no rosto agradecendo a todos a presença. O Dan brincava, corria de um lado a outro, mas sempre voltava me procurando, ele ainda estava dengoso com a queda.
Conversava com algumas tias do Luan quando o Dan me chamou para lhe dar um pirulito, quando o dei o Luan se aproximou com um presente enorme nas mãos. O Dan logo foi até o pai desembrulhando a moto, que o Luan comprou. Sorri ao ver o Dan sorrir e os olhinhos dele brilhar, ele queria muito aquela motinha elétrica.
O olhei sorrindo e o pai dele se afastou, com o Dan já montado na moto, ele quis brincar no mesmo instante. Me aproximei do Luan e lhe dei um beijo na bochecha sorrindo.
-Tá chato assim! Ainda estou morrendo de saudade... Entendo você não querer contar, talvez por medo de eu brigar, mas da próxima vez conta logo, por que o ruim é você esconder! Olhei pra ele.
Não demorou muito para os convidados chegarem. Eu e Manu ainda estávamos na mesma, ela mal olhava pra mim e recebia os convidados que chegavam. Estava ao seu lado e, assim como ela, era educado com todos. Dan estava recebendo um presente maior que o outro e riamos da cara de alegria que ele fazia.
Quando todos já haviam chegado fui com o meu pai pegar o presente do Dan, ele sempre quis ganhar uma moto elétrica da forma que ele viu no shopping, uma vez, e disse que queria. Cheguei com a embalagem enorme e Manuela me olhou sem entender, não havia lhe contado nada, queria fazer surpresa. Dan deu um gritinho vindo em minha direção e rasgou toda a embalagem sem acreditar que estava diante daquilo nos fazendo sorrir.
Estávamos ainda naquele clima estranho, mas recebíamos todos de uma forma educada e com sorriso no rosto agradecendo a todos a presença. O Dan brincava, corria de um lado a outro, mas sempre voltava me procurando, ele ainda estava dengoso com a queda.
Conversava com algumas tias do Luan quando o Dan me chamou para lhe dar um pirulito, quando o dei o Luan se aproximou com um presente enorme nas mãos. O Dan logo foi até o pai desembrulhando a moto, que o Luan comprou. Sorri ao ver o Dan sorrir e os olhinhos dele brilhar, ele queria muito aquela motinha elétrica.
O olhei sorrindo e o pai dele se afastou, com o Dan já montado na moto, ele quis brincar no mesmo instante. Me aproximei do Luan e lhe dei um beijo na bochecha sorrindo.
-Tá chato assim! Ainda estou morrendo de saudade... Entendo você não querer contar, talvez por medo de eu brigar, mas da próxima vez conta logo, por que o ruim é você esconder! Olhei pra ele.
-Eu ia te
contar, você tinha acabado de chegar da rua não queria te assustar com uma
notícia daquela do nada! Desculpas! Se eu errei foi tentando acertar!
-Tudo bem, você tem razão! Fiz drama demais...! Desculpa!
-Eu entendo sua razão, me desculpa também!
-Tá! Vamos parar com isso! Me dá um beijo aqui! Sorri apontando para a minha
boca.
Sorri me aproximando dela e a beijei discretamente por estarmos em uma festa de criança. Foi um beijo rápido, porém muito gostoso, não aguentávamos mais ficar nem mais um dia brigados, o nosso amor falava, sempre, mais alto. Depois que fizemos as "pazes" fomos tirar as fotos com o Dan para o álbum dele, em todas as fotos ele saia sorridente. Ele estava elétrico e radiante com aquela festa, nunca tinha o visto tão feliz deste então. Vendo-o daquele jeito senti meu coração apertar e vendo o olhar da Manu sobre ele sabia que ela estava sentindo o mesmo.
A festa foi linda, o Dan se divertiu como nunca e fazia amigos com muita facilidade, ele adorou o primo, irmão da minha prima, tinha a mesma idade que a dele e se divertiram muito, ele não desgrudava da sua motinha elétrica e o Diego então nem se fala. Na hora dos parabéns Dan fez a festa, batia palma, soltava beijos, ria, e assoprou a velinha junto a mim e a Manu. Foi tudo lindo e da forma que esperávamos, o Dan estava adorando tudo e isso significa que tínhamos acertado em cada detalhe.
A festa acabou cedo por ser de criança e seguimos pra casa, o Dan já dormia em meus braços, ele estava cansado o dia realmente tinha sido puxado. Chegando em casa tirei a roupa dele com a ajuda da Manu e colocamos uma roupinha mais leve o cobrindo. Diego colocou os presentes dele em um canto e saímos todos indo cada um para o seu quarto.
-Sabe o que eu estava pensado? Olhava para o Luan, enquanto tirava o sapato.
-O quê? Ele me olhou tirando a blusa.
-Na viagem! Nós dois sozinhos...! Sorri tirando a blusa.
-Tá reservado lá... Luan sorriu.
-Será que o Dan vai se importar? Levantei indo até ele.
-Nesses dias a moto vai tirar, um pouco, a sua atenção! Ele segurou minha
cintura sorrindo.
-É! A gente não tem moral nenhuma com ele! Ri.
-Verdade! Luan riu.
Tomamos banho juntos, em meio a carinhos, e beijos, estávamos cansados mais isso nos renovava de uma maneira incrível. Dormimos abraçadinhos e não demorou muito pra que pegasse no sono, o cheirinho dela me transmitia paz e isso me fazia dormir tranquilo, sabendo que minha família estava bem e segura. Acordamos dia seguinte cedo e o Dan já brincava na área da piscina com o Diego que parecia uma criança querendo montar na moto do Dan que batia nele o expulsando nos fazendo ri.
CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E CINCO.
-Amiga
você tá grávida? Olhei pra ela desconfiada.
-Ainda não cunhadinha, mais... Eu e o Di estamos planejando! Ela sorriu.
-Ah! Mais ia ser lindo! Sorri.
-Papai, ola o que eu ganhei do tio Di!
-Que massa filhão! Agradeceu? Como é que fala? Sorri olhando pra ele.
-Bigado tio Di!
-Ah! Moleque, ia te dá uma moto, mais ainda tá pequeno! Diego riu colocando ele
em cima do seu ombro.
Eu e a Carol descemos sorrindo, enquanto conversávamos sobre as maluquices do Diego. Eu estava com saudades da alegria do Di e dos carinhos da minha mãe. Quando chegamos à sala vi o Dan no ombro do Di e meu coração acelerou com medo de ele cair. O Dan estava distraído com um boneco que ele tinha ganhado.
-Que lindo filho! Quem te deu? –Olhei para o Dan. –Diego segura meu filho!
-Foi o tio Di, mamãe! Dan sorriu.
-Tá seguro rapaz! Moleque é forte!
-Agradeceu ao tio? Sorri.
-Já!
Passamos o resto da noite em meio a conversas, meus pais chegaram com a Bruna e jantamos todos juntos, como gostava de ver todo mundo reunido, rindo, conversando e lembrando os momentos alegres que já tínhamos vivido. O Dan não desgrudava da mãe da Manu, adorava o colo dela e ficava alegre ao ver isso, que apesar da distancia o Dan nunca estranhou, nem ela e nem o Diego, de certa forma eu e a Manu mantinha a presença deles sempre presente.
Fomos dormir tarde naquele dia, ficamos conversando até altas horas e meus pais assim que perceberam o horário foram embora. Fiquei na beira da piscina com o Diego e conversamos bastante sobre paternidade, ele se mostrava curioso e me enchia de perguntas sobre como era ser pai, e a sensação que dava em ser chamado de "Papai". Lhe contei um pouco sobre minha experiência e ele parecia gostar sobre o que ouvia. Fomos dormir após um longo papo e abracei a Manu forte dormindo da forma que gostávamos; abraçadinhos.
Acordamos dia seguinte bem cedo, fomos ver a roupa do Dan e ele amou, enquanto vestia imitava o Ben 10 e saia correndo por toda loja deixando a menina que trabalhava lá maluca me arrancando risadas, enquanto a Manuela se mostrava irritada. Voltamos pra casa e lá tomamos café em família, Diego já acordava animado e era impossível ficar ao lado dele sem ri.
O dia foi tranquilo, Manu havia contratado uma promotora e ela tomava conta de tudo, quando tinha alguma duvida ligava pra ela e era o máximo que fazia. Pela tarde elas foram para o salão e eu e o Diego ficamos em casa com o Dan, brincamos durante toda tarde na piscina e apostávamos corrida parecendo três crianças, o Dan gargalhava e parecia se diverti com nós dois.
O dia foi agitado e o melhor foi relaxar no salão entre conversas e sorrisos. Eu adorava saber que minha mãe estava feliz com o "namorado" dela, que não pode vir por causa do trabalho. A Carol me fazia rir das histórias do Di e eu fiquei empolgada quanto ao filho que eles planejavam.
Depois de um tempo fomos para casa no meu carro e pegamos, um pouco, de engarrafamento devido a um acidente que tinha acontecido. Quando chegamos recebi mais uma ligação da promotora me avisando que tudo já estava pronto. Queria chegar mais cedo para ver se, realmente, tudo estava do jeito que eu queria. O Dan dormia no colo do Luan, enquanto ele e o Di viam um filme na TV.
-O Dan dormiu? Mô, vai ser ruim acordar ele agora. Ele odeia ser acordado, igualzinho a você! Sentei ao lado dele.
-Deixa ele dormi amor, ainda falta umas duas horas para o aniversário. Ele tá
cansado!
-O moleque brincou o dia todo; tomou banho de piscina, andou de motinha, as
porra toda! O Di riu.
-Mais a gente precisa chegar mais cedo mô! –Alisei as costas do Dan. –Essa de
andar de motinha é influencia sua né Di? Ri.
-Claro! Quando ele tiver 15 anos dou uma na pegada pra ele! Diego riu e Dan se
mexeu no colo do pai fazendo biquinho.
-Nem venha! Dê para o seu filho! Sorri jogando uma almofada no Di. O Dan me
olhou com uma carinha de choro.
-Mamãe..! Ele estendeu os braços pra mim com apenas uma lágrima caindo dos
olhos.
-Vem cá bebê! –Peguei ele no colo. –Vamos tomar banho pra colocar a roupa do
Ben 10? Olhei pra ele que estava sentado no meu colo, com a cabeça encostada em
mim.
-Tá dodói! Ele fechou os olhinhos e Diego olhou pra Luan.
-Dodói? Tá sentindo alguma coisa filho? Olhei pra ele, preocupada.
-Amor... É que a gente estava brincando e ele... Caiu, mais não foi nada
demais!
-Caiu aonde Luan? Olhei pra ele séria.
-Não foi nada demais Manuela, a gente estava brincando e ele caiu, simples! Não
machucou, ele tá inteiro. Luan deu banho, o lanche dele e dormiu. Pronto!
-Filho tá doendo? Mostra pra mamãe, mostra! Olhei para o Dan.
-O zoelo mamãe! Ele colocou a mão sobre o joelho.
-Tá doendo muito ou o beijo da mamãe resolve, meu amor?! Olhei o joelho dele
que estava, um pouco, inchado e arranhado.
-Tá dodói um pouquinho, papai cuido de mim!
-Cuidou? E agora quer que a mamãe faça carinho meu dengosinho? Sorri aliviada,
vendo que ele fazia dengo que nem o pai.
-Quelo mamã! Ele colocou rosto no meu pescoço esfregando de leve com a mãozinha
gordinha que nem o do pai sobre meu ombro.
-Vem meu amor, mamãe vai cuidar desse bebê! Levantei olhando feio para o Luan.
Subi para o quarto do Dan que já não estava com a mesma aparência, o berço tinha dado lugar a uma cama e ele tinha escolhido mais algumas coisas, com a carinha dele. Dei um banho quente nele e ele estava dengoso e toda hora me mostrava o joelhinho dele. Enquanto o arrumava cobria ele de beijos arrancando dele risadas. Meu pequeno estava crescendo e meu coração estava apertado por que ele logo não precisaria de mim para mais nada.
Depois que ela me olhou feio fomos todos nos arrumar, tomei um banho demorado e quando saí do banho me vesti com a roupa que ela havia deixado em um canto já separado. Quando terminei de vesti toda a roupa fui arruma meu cabelo da forma que gostava, ajeitei meu tênis e fui até o quarto do Dan onde ele brincava com ela.
-Amor, ele tá pronto? Cuido dele pra você ir se arrumar!
Subi para o quarto do Dan que já não estava com a mesma aparência, o berço tinha dado lugar a uma cama e ele tinha escolhido mais algumas coisas, com a carinha dele. Dei um banho quente nele e ele estava dengoso e toda hora me mostrava o joelhinho dele. Enquanto o arrumava cobria ele de beijos arrancando dele risadas. Meu pequeno estava crescendo e meu coração estava apertado por que ele logo não precisaria de mim para mais nada.
Depois que ela me olhou feio fomos todos nos arrumar, tomei um banho demorado e quando saí do banho me vesti com a roupa que ela havia deixado em um canto já separado. Quando terminei de vesti toda a roupa fui arruma meu cabelo da forma que gostava, ajeitei meu tênis e fui até o quarto do Dan onde ele brincava com ela.
-Amor, ele tá pronto? Cuido dele pra você ir se arrumar!
-Tá sim! –Olhei para o Luan. –Mamãe vai se arrumar tá? Beijei a bochecha do
Dan.
-Tá! Ele sorriu.
- Amor, tá chateada comigo? Luan segurou meu braço quando estava saindo do quarto do Dan.
-Não, tudo bem! Vou me arrumar! Me soltei dele e fui para o quarto.- Amor, tá chateada comigo? Luan segurou meu braço quando estava saindo do quarto do Dan.
Fui para o quarto e entrei diretamente no banheiro, estava chateada com o Luan, eu sabia que ele não iria me contar se o Dan não fizesse dengo. Eu não estava chateada pelo Dan ter caído, isso acontece não tem como evitar, mas pelo fato de ele querer me esconder.
CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E QUATRO.
Subimos
com ela ainda envergonhada mais fiz algumas brincadeiras pra descontrair e ela
sorria parecia gostar. Quando chegamos ao quarto a coloquei no chão devagar e
depois de fechar a porta, que estava atrás da gente, a beijei, estava morto de
saudade dela e aquele beijo mostrava o quanto à saudade e o desejo dominava
aquele momento. Tirei sua camisola, enquanto sorria ainda beijando-a e a
encostei na parede, foi quando ela me deu um leve empurrão fugindo de
mim.
-Vai fugi? A olhei sorrindo e tirei a blusa.
-Vai fugi? A olhei sorrindo e tirei a blusa.
-Me dá um motivo pra não fugir! Sorri o olhando fixamente.
-Tenho dois! Tô morrendo de saudade e quero matá-la podendo de te amar! Ele fez
uma carinha fofa me olhando enquanto se aproximava em passos leves.
Sorri pra ele me aproximando e quando ele foi pegar em minha cintura eu fugi dele de novo, me afastando andando de costas, sorrindo. Ele ficou me olhando com uma carinha linda, me ajoelhei na cama e ainda sorrindo me deitei.
-Então vem matar a saudade, vem! Mordi meu lábio o olhando.
Quando fui pegar em sua cintura ela fugiu de mim andando de costas, já estava ficando maluco com aquela pirraça e meu corpo estremecia só de imaginá-la sendo minha. Ela se ajoelhou na cama me olhando e eu sorri tirando minha calça, ela deitou na cama me chamando com o dedo, enquanto mordia os lábios e fui andando até ela. Deitei meu corpo sobre o dela e a beijei entrando entre sua perna, aquela saudade estava matando mais antes dela me matar de vez eu acabaria com ela.
Ele deitou sobre mim e meu corpo inteiro estremeceu, só de imaginar ele me tocar, novamente, daquele jeito, que só ele sabia. Comecei a beijá-lo intensamente, sentindo ele tocar meu corpo, me arrancando arrepios. Logo, estávamos completamente sem nada e os movimentos dele sobre mim, me levavam a loucura.
Nos amamos sem limite para o prazer. Nossos corpos estavam suados, e coração acelerado, mas o desejo aumentava ainda mais nos deixando fora do controle. Estava tudo intenso, não queríamos desgrudar um do outro e pela gente passava o resto do dia ali. Beijava todo seu corpo e quando encostava minha língua sobre sua barriga sentia ela estremecer me fazendo sorri dando leves mordidas. Queria senti o gosto dela, o nosso cheiro e saber que aquele momento ela era somente minha e só eu poderia lhe dá prazer.
Estava tudo muito intenso e nosso suor a se misturar me dava ainda mais vontade de ficar ali com ele. Ele beijava meu corpo me dando ainda mais prazer e quando ele passava a língua em minha barriga minha respiração falhava e meu corpo estremecia. Ele voltou a beijar minha boca e, logo, foi para o meu pescoço, aumentando o movimento do seu corpo sobre mim. Eu gemia de prazer, nossos corpos pareciam não se importar com a falta de fôlego, por que não se cansavam.
Não cansava de senti e lhe dá prazer, estava tudo gostoso entre nós dois e eu alisava todo seu corpo, enquanto aumentava, cada vez mais, o movimento entre nossos corpos. Sussurrava em seu ouvido e mordia ao mesmo tempo que sorria, aquele clima entre nós dois a cada dia melhorava e isso me fazia explodi de felicidade.
Tudo entre a gente estava melhor e a saudade nos ajudava. Quando ele estava fora eu me dedicava ao Dan e sempre mandava mensagem para ele perguntando se ele estava bem e o mandando comer, quando ele voltava eu contava os minutos para que a gente se trancasse em nosso quarto para que ele me levasse para outro mundo; nosso mundo.
Nossos corpos estavam com saudades um do outro e essa saudade parecia insaciável, a cada segundo nos queríamos mais. Ver ele e o sentir me desejando e com prazer de me dar prazer me fazia sorrir. Fazia carinho por seu corpo, ele estava a cada dia mais lindo e mais forte, amava ficar entregue em seus braços.
-Te amo! Que saudade do nosso cheiro em você! Cheirava o pescoço dele.
Sorri pra ele me aproximando e quando ele foi pegar em minha cintura eu fugi dele de novo, me afastando andando de costas, sorrindo. Ele ficou me olhando com uma carinha linda, me ajoelhei na cama e ainda sorrindo me deitei.
-Então vem matar a saudade, vem! Mordi meu lábio o olhando.
Quando fui pegar em sua cintura ela fugiu de mim andando de costas, já estava ficando maluco com aquela pirraça e meu corpo estremecia só de imaginá-la sendo minha. Ela se ajoelhou na cama me olhando e eu sorri tirando minha calça, ela deitou na cama me chamando com o dedo, enquanto mordia os lábios e fui andando até ela. Deitei meu corpo sobre o dela e a beijei entrando entre sua perna, aquela saudade estava matando mais antes dela me matar de vez eu acabaria com ela.
Ele deitou sobre mim e meu corpo inteiro estremeceu, só de imaginar ele me tocar, novamente, daquele jeito, que só ele sabia. Comecei a beijá-lo intensamente, sentindo ele tocar meu corpo, me arrancando arrepios. Logo, estávamos completamente sem nada e os movimentos dele sobre mim, me levavam a loucura.
Nos amamos sem limite para o prazer. Nossos corpos estavam suados, e coração acelerado, mas o desejo aumentava ainda mais nos deixando fora do controle. Estava tudo intenso, não queríamos desgrudar um do outro e pela gente passava o resto do dia ali. Beijava todo seu corpo e quando encostava minha língua sobre sua barriga sentia ela estremecer me fazendo sorri dando leves mordidas. Queria senti o gosto dela, o nosso cheiro e saber que aquele momento ela era somente minha e só eu poderia lhe dá prazer.
Estava tudo muito intenso e nosso suor a se misturar me dava ainda mais vontade de ficar ali com ele. Ele beijava meu corpo me dando ainda mais prazer e quando ele passava a língua em minha barriga minha respiração falhava e meu corpo estremecia. Ele voltou a beijar minha boca e, logo, foi para o meu pescoço, aumentando o movimento do seu corpo sobre mim. Eu gemia de prazer, nossos corpos pareciam não se importar com a falta de fôlego, por que não se cansavam.
Não cansava de senti e lhe dá prazer, estava tudo gostoso entre nós dois e eu alisava todo seu corpo, enquanto aumentava, cada vez mais, o movimento entre nossos corpos. Sussurrava em seu ouvido e mordia ao mesmo tempo que sorria, aquele clima entre nós dois a cada dia melhorava e isso me fazia explodi de felicidade.
Tudo entre a gente estava melhor e a saudade nos ajudava. Quando ele estava fora eu me dedicava ao Dan e sempre mandava mensagem para ele perguntando se ele estava bem e o mandando comer, quando ele voltava eu contava os minutos para que a gente se trancasse em nosso quarto para que ele me levasse para outro mundo; nosso mundo.
Nossos corpos estavam com saudades um do outro e essa saudade parecia insaciável, a cada segundo nos queríamos mais. Ver ele e o sentir me desejando e com prazer de me dar prazer me fazia sorrir. Fazia carinho por seu corpo, ele estava a cada dia mais lindo e mais forte, amava ficar entregue em seus braços.
-Te amo! Que saudade do nosso cheiro em você! Cheirava o pescoço dele.
-Eu te amo, tanto, tanto, tanto! Ele me dava selinhos a cada palavra dita.
-Saudade
mata sabia? Sorri, respirando rápido.
-Mais é muito gostoso matar depois, não é? Ele me olhou e sorriu com a
respiração falha tanto quanto a minha.
-Muito! Mordi o lábio dele.
-O convite para o banho ainda tá de pé? Ele sorriu beijando meu pescoço
enquanto alisava minha perna apertando com força.
-Claro! Sorri me arrepiando.
-Vem comigo! Ele sorriu me colando em sua cintura e me levou para o
banho. Entramos no box e liguei o chuveiro enquanto a beijava, a água molhava nosso corpo e mesmo assim eles continuavam quentes de desejo e amor que estava intenso. Nos amamos, mais uma vez, mais dessa vez com mais tranquilidade, o que tornou tudo ainda mais gostoso. Fazia algumas brincadeiras que nos fazia sorri, eu amava estar com ela, poder te dar prazer e se senti amada.
Quando terminamos o banho saímos abraçados, nos vestimos enquanto trocávamos selinhos e ríamos de eu ser às vezes tão atrapalhado. Descemos encontrando o Dan sentado no sofá assistindo o desenho animado e ele sorriu quando nos viu.
A noite chegou e o Diego, Carol e a mãe da Manu chegaram deixando aquela casa ainda mais alegre, o Dan adorava o tio e se divertia bastante com ele. Carol e Manuela subiram e eu fiquei conversando com minha sogra, era um amor de pessoa e adorava demais tê-la sempre em nossa casa.
Quando o Di, a Carol e a minha mãe chegaram eu fui abraçá-los com força, estava morrendo de saudade. O Dan ao ver o tio não queria desgrudar mais. Conversamos, um pouco, e eu logo subi com a Carol para colocarmos a conversa em dia e mostrá-la onde ela ficaria com o Di. Conversamos de tudo um pouco; sobre o trabalho, nossos casamentos e ela parecia interessada muito mais que antes, no Dan.
CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E TRÊS.
-Mô eu
sei que tá ocupado, mas você chegar amanhã que horas?
-Manu é o Rober, Luan tá meio ocupado. Mais olha ele deve chegar ai pela manhã,
depois do show fica meio perigoso pela chuva que estar caindo aqui!
-Ah! Desculpa Rober! Tudo bem, é melhor não arriscar mesmo. Manda beijo para
todo mundo!
-Pode deixar! Dá beijo no meu afilhado!
-Dou, sim! Tchau!
Desliguei o celular e respirei fundo, olhando para o Dan que dormia tranquilamente. Fiquei com medo de a chuva não passar e o Luan não conseguir chegar. Me vesti e deitei ao lado do Dan.
Acordei com a claridade que entrava no quarto, o Dan acordou, depois me pedindo para preparar o suco que ele gostava. Desci com ele no colo brincando com ele. Ele ficou me olhando preparar o suco dele. Sentei ele ao meu lado na cadeira dando a ele pão e algumas frutas. Olhava a todo o momento para o celular e para a porta esperando alguma notícia do Luan, mas nada acontecia, me fazendo ficar triste.
-Mamãe, o papai vem né? Dan me perguntou quebrando o silêncio que se encontrava.
Desliguei o celular e respirei fundo, olhando para o Dan que dormia tranquilamente. Fiquei com medo de a chuva não passar e o Luan não conseguir chegar. Me vesti e deitei ao lado do Dan.
Acordei com a claridade que entrava no quarto, o Dan acordou, depois me pedindo para preparar o suco que ele gostava. Desci com ele no colo brincando com ele. Ele ficou me olhando preparar o suco dele. Sentei ele ao meu lado na cadeira dando a ele pão e algumas frutas. Olhava a todo o momento para o celular e para a porta esperando alguma notícia do Luan, mas nada acontecia, me fazendo ficar triste.
-Mamãe, o papai vem né? Dan me perguntou quebrando o silêncio que se encontrava.
-Vem filho, ele disse que vinha! –Olhei pra ele sorrindo. –Espero! Falei baixo,
para mim mesma.
Após o show fui direto para o hotel estava com medo da chuva não passar e não poder comparecer ao primeiro aniversário do meu filho. Demorei pra dormir e quando percebi que a chuva havia dado uma trégua acordei todos da equipe e seguimos pra Londrina. O jatinho demorou, um pouco, pra decolar pela autorização ter chegado quando o sol havia nascido. Quando recebemos a autorização de voou seguimos para casa e meu coração apertava a cada vez mais quando percebia que estava perto.
Quando cheguei Well me ajudou com minhas coisas e seguimos para o carro, estava um engarrafamento enorme em Londrina e acabei cochilando pela demora. Senti alguém me cutucando e ouvi o Rober me avisando que já tínhamos chegado. Sorri agradecendo a cada um deles e desci com ajuda do Well que pegava minha mala. Quando tirei tudo me despedi deles que seguiram com o carro e abri a porta.
-Papai! Dan correu vindo em minha direção e eu o abracei o levantando no ar.
Quando terminamos de tomar café ouvi a porta abrir e sorri. Meu coração bateu aliviado com a chegada dele e quando o Dan saiu correndo, desajeitado, até o Luan sorri.
Tirei os pratos da mesa, os que eu tinha sujado com o Dan, enquanto o Dan enchia o pai de perguntas, coloquei os pratos para o Luan e fui até eles.
-Dan vem com mamãe tomar um banho, e deixa seu pai comer alguma coisa, vem? Oi mô! Dei um selinho no Luan.
-Oi meu amor! Ele sorriu sentando à mesa com Dan no colo.
-Vem filho!
-Eu quelo ficar com o papai! Ele abraçou o Luan que riu me olhando.
-Tudo bem, mas eu ainda tenho que te levar lá pra pegar a fantasia... Chama seu
pai pra te ver de Ben 10! Ri.
-Bola papai! Dan ficou de pé, segurando o rosto do Luan com as duas mãos.
-Claro que vou! Luan riu.
-Você precisa ver! Eu e Bruna rimos muito, quando ele começou a imitar! Olhei
para o Luan e ri.
-Bom dia! –Maria apareceu. –Vamos tomar banho querido?
-Mama! Dan sorriu pulando no colo dela.
-Vou dá banho nele Dona Manu!
-Pode ir Maria, obrigado! Luan sorriu e ela saiu com Dan no colo contando
empolgado sobre a chegada do pai.
-Nossa! To sem moral, nenhuma hoje com ele! Sentei ao lado do Luan.
-Morri de saudades suas sabia? Ele alisou meu cabelo firmando mão em minha
nuca.
-Também senti sua falta! Me dá um beijo com gosto de café? Ri.
-Dou! Ele sorriu.
A puxei para o meu colo e quando ela se sentou de lado a beijei carinhosamente segurando firme sua nuca e minha outra mão em sua coxa alisando com cuidado. Mordia levemente seus lábios e dava leves sugadas, com vontade, puxando os lábios dela pra mim. Entre mim e ela estava tudo maravilhosamente bem desde daquela tarde que tudo foi tão perfeito. A relação havia melhorado em todos os sentidos, nos amávamos e isso nos ajudava bastante, na verdade era o que mais nos ajudava. A compreensão e o respeito reinava entre nós dois e isso estava nos tornando uma família unida. Tínhamos crescido bastante após muitas conversas que tinha rolado, e o nosso casamento estava gostoso de conviver.
A puxei para o meu colo e quando ela se sentou de lado a beijei carinhosamente segurando firme sua nuca e minha outra mão em sua coxa alisando com cuidado. Mordia levemente seus lábios e dava leves sugadas, com vontade, puxando os lábios dela pra mim. Entre mim e ela estava tudo maravilhosamente bem desde daquela tarde que tudo foi tão perfeito. A relação havia melhorado em todos os sentidos, nos amávamos e isso nos ajudava bastante, na verdade era o que mais nos ajudava. A compreensão e o respeito reinava entre nós dois e isso estava nos tornando uma família unida. Tínhamos crescido bastante após muitas conversas que tinha rolado, e o nosso casamento estava gostoso de conviver.
-Mô fiquei com medo de você não chegar... Chega apertou o "colação",
como o Dan diz! Sorri alisando seu rosto.
-Eu disse que faria o possível pra chegar, não disse? Não faltaria o
aniversário do nosso pequeno!
-Disse! Mais eu estava com medo do tempo não melhorar, sei lá!
-Tô aqui, o restante não importa mais! –Ele sorriu. –E o Di, a Carol e sua mãe,
chegam quando?
-Não mesmo! –Dei um selinho nele. –Tão chegando pela tarde! O Dan não parou de
ri com o tio no telefone! Ri.
-Diego tá todo feliz depois do casamento, entendo ele! Luan riu.
-Entende? Sorri.
-Entendo, por que tanto ele como eu demos sorte de encontrar mulheres assim
como vocês. A Carol é uma mulher especial e ama ele, assim como você que além
de especial, essencial, é única!
-E a gente deu sorte de encontrar homens maravilhosos como vocês! E não é pra
me gabar, não, que o Di não me escute, mas eu dei uma sorte enorme de ter
encontrado meu branquelo, lindo e forte. Humilde e muito especial! Meu bebê que
eu amo e que me ama e me deu o melhor presente da minha vida, que tá lá em cima
molhando a Maria toda, tomando banho! Sorri esfregando o meu nariz no dele.
-Preparei uma coisa pra nós dois... Ele sorriu e me falava enquanto me dava
selinhos.
-Gostei disso! O que é? Sorri.
-Já falei com minha mãe pra ficar com o Dan... Reservei um quarto no hotel
fazenda maravilhoso lá em Sampa, só pra nós dois matarmos a saudade sabe...?!
Duas semanas sem te ver dói muito! Ele sorriu ainda me dando selinhos.
-Gostei! Dói demais...! –Sorri. –Quando vamos?
-Depois do aniversário do Dan, lá é lindo...
-Mô, depois do aniversário? Acho que ele vai querer a gente, você sabe como ele
fica quando você chega e quando ele fica cansado...
-Você que sabe amor, eu posso mudar as datas lá!
-Vamos ver como ele vai ficar? Vai ficar chateado? Por que se for tudo bem, a
gente vai depois do aniversário dele!
-Tá tudo bem meu amorzinho, dependendo de como ele ficar... Vamos ou não!
-Tá! Mais a gente pode matar a saudade aqui mesmo, na nossa casinha...
Trancados no quarto, sem precisar esperar tanto! Sussurrei no ouvido dele.
-Gostei demais... Ele mordeu meu lábio com sorriso nos lábios.
-Vamos tomar banho? Morrendo de saudade de dar banho no meu outro neném! Sorri.
-Adorei essa ideia, vamos agora mermo! Ele sorriu se levantando comigo no colo.
-Mô me põe no chão, maluco! Ri.
-Tão bom ass...
-Mamãe, que foi? Dan apareceu tomado banho no colo da Maria.
-Nada filho! Ri olhando para o Dan.
-É que eu vou dá banho na sua mãe, filho! Luan riu.
-Ah! Entendi!
-Luan! Ri ficando envergonhada.
-Vamos assistir Ben 10 Danzinho? Maria parecia sem graça.
-Vamos! Dan levantou as mãozinhas e Maria a levou pra sala.
-Que vergonha Luan! Bati no braço dele.
-Relaxa meu amorzinho, vamos subir! Ele riu subindo os degraus.Subimos, eu ainda sem graça, mas sorria das brincadeiras que ele fazia. Quando entramos no quarto ele me colocou no chão e começou a me beijar, enquanto tirava minha camisola. O beijo estava recheado de saudade e de desejo, foram quatro dias longe e a saudade já sufocava. Ele me encostou à parede e me beijou, eu sorri e fugi dele sorrindo.
CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E DOIS.
Assim que
eles terminaram aplaudiram e riram das próprias caras, e eu ri os observando
voltar. A música era boa e eu gravei ela fácil, ficava na cabeça e com certeza
seria sucesso. Quando eles voltaram eu ri os olhando.
-Dançam bonitinho! Olhei para os três.
Quando terminamos de dançar ri sem graça e cumprimentei eles, mais uma vez, desejando sucesso. Subi com Rober e Guto rindo lembrando o mico que tínhamos pagado e encontrei com a Manu que ria das nossas caras. A puxei pra mim dando um selinho e sussurrei em seu ouvido baixinho colando seu corpo ao meu.
-É hoje que eu te pego e você não escapa não. Se eu te pego, hã! Se eu te beijo, hã! Se eu te pego, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã...!
-Dançam bonitinho! Olhei para os três.
Quando terminamos de dançar ri sem graça e cumprimentei eles, mais uma vez, desejando sucesso. Subi com Rober e Guto rindo lembrando o mico que tínhamos pagado e encontrei com a Manu que ria das nossas caras. A puxei pra mim dando um selinho e sussurrei em seu ouvido baixinho colando seu corpo ao meu.
-É hoje que eu te pego e você não escapa não. Se eu te pego, hã! Se eu te beijo, hã! Se eu te pego, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã...!
-Não iria escapar mesmo! Ri o olhando.
-Não mesmo! Ele sorriu me dando um selinho.
-Vocês passaram cola nessa boca? –Rober nos separou. –Chega! O Dan não quer
irmão por agora!
-Rober não quer mais um afilhado? Brinquei.
-Não agora, por favor! Ele riu.
-Sai
testa! Vai consegui uma pra você! Luan riu me puxando pra ele.
-Tem umas olhando pra cá! Ri.
- Já fui lá e elas perguntaram do Guto e do Luan!
.-Poxa! Quer que eu faça propaganda? Sorri.
-Estou bem sozinho! Rimos.
Depois de termos ido dançar, nosso clima melhorou bastante, foi maravilhoso curti aquela noite ao lado dela. A descontração estava gostosa e nos reuni com amigos para colocar conversa em dia me deixou bem e renovado. Ficamos até mais tarde, estávamos tranquilos pelo Dan, que estava em boas mãos. A Marla já tinha cinco filhos e saberia lidar caso o Dan precisasse de algo.
Depois de termos ido dançar, nosso clima melhorou bastante, foi maravilhoso curti aquela noite ao lado dela. A descontração estava gostosa e nos reuni com amigos para colocar conversa em dia me deixou bem e renovado. Ficamos até mais tarde, estávamos tranquilos pelo Dan, que estava em boas mãos. A Marla já tinha cinco filhos e saberia lidar caso o Dan precisasse de algo.
Quando a Manu decidiu querer ir embora, seguimos para o hotel e enquanto
estávamos na van lembrávamos a noite e ríamos do mico que tínhamos pagado.
Chegamos rápido ao hotel e seguimos para o quarto da Marla onde o Dan ainda
dormia. Peguei ele no colo, enquanto a Manu pegava sua mochilinha e seguimos
para o meu quarto.
-A noite foi boa! Sorri, ajeitando o Dan na cama.
-A noite foi boa! Sorri, ajeitando o Dan na cama.
-Demais! Ele sorriu tirando a blusa.
-O Dan vai ter que dormir entre a gente, mô! Olhei pra ele sentando na cama
tirando o sapato.
-Tudo bem! Ele entrou no banheiro.
Quando ele entrou no banho terminei de tirar minha roupa, colocando o roupão. Depois que tirei a maquiagem, prendi o cabelo, em um coque, e o Dan se mexeu abrindo os olhos me olhando e olhando em volta fazendo um bico de choro. Pareceu não reconhecer onde estava. Me aproximei dele, deitando ao seu lado e ele se encostou em mim, sentindo meu calor. Alisava as costas dele, enquanto ele fechava os olhinhos devagar.
Tomei um banho demorado e quando sai do banheiro a vi fazendo carinho no Dan e sorri, parecia que ele dormia novamente. Coloquei uma bermuda e sentei ao lado dela alisando sua perna enquanto a olhava. Ela estava linda de roupão e um coque no cabelo. Ela me deu um selinho e seguiu para o banho. Deitei na cama respirando fundo e não consegui esperar ela pra dormir, o sono falou mais alto.
Tomei um banho, um pouco, demorado e quando terminei me vesti, saindo do banheiro. Quando olhei pra cama sorri, vi os dois dormirem do mesmo jeito. Eles estavam de bruços na mesma posição, os braços, pernas e a mesma carinha. Não resisti e peguei o celular para tirar foto e logo sentei ao lado do Dan.
Os dias se passaram rápido e tê-los ao meu lado foi reconfortante, me sentia melhor e mais aliviado ao saber que estavam ao meu lado a todo tempo. Quando tinha tarde livre passava com eles e chegamos a sair pra levar o nosso pequeno no parque onde ele se divertiu e pareceu gostar.
Depois de passar a semana toda viajando voltamos pra Londrina e meus pais e a Bruna não desgrudavam do Dan dizendo estar com saudade. Passamos o dia em família e nos divertimos muito, Dan adorava minhas primas e só se ouvia as gargalhadas gostadas dele quando estava no colo delas, principalmente no colo da Jenny.
Quando percebemos o Dan já estava próximo de fazer um ano. Manu e a Bruna, junto a minha mãe organizavam toda sua festinha que seria no tema do Ben 10, seu super-herói favorito.
O Dan já estava maior e mais forte, já andava tudo e corria toda a casa. Bagunçava a casa espalhando os brinquedos todos por todos os cantos. Começamos a viajar mais com o Luan, quando eu tinha mais tempo no escritório.
O Dan estava com as mesmas manias do pai e quando ele via o Luan ir para alguma viagem ele ficava na janela olhando e dizia que estava esperando o pai voltar, com a sua fala dengosa e embolada.
Eu e a Bruna, junto com a Marizete estávamos preparando sua festinha de um ano, não convidaríamos muitas pessoas só a família e os amigos mais próximos, queria que fosse bem tranquilo para que o Dan se sentisse mais à vontade; ele ficava envergonhado quando via muitas pessoas estranhas, mas com as fãs do pai, ele se divertia e eu não sabia como mais ele já sabia que quando viajávamos ele iria encontrá-las.
Vendo o Dan crescer daquele jeito meu coração ficava apertado cada vez mais, daqui a uns dias ele se tornaria independente e isso fazia minha imaginação voar alto. Continuei com meus shows e não pude ajudar muito a Manu com os preparativos da festa, mas acompanhava de longe cada detalhe e opinava sempre que podia.
Não chamamos muitas pessoas, seria uma coisa intima entre a família e amigos mais próximos, o Dan era bastante tímido e isso ele havia puxado de mim, assim como eu ele também não tinha vergonha com meus fãs e isso me alegrava.
Voltária no dia do seu aniversário e a Manu ficou nervosa em saber com medo de não comparecer no aniversário, a acalmei lhe dizendo que estaria lá e ela pareceu ter se acalmado. Estava trabalhando menos mais os dias que tinha shows sempre eram muito movimentados com muitos compromissos e eu nunca reclamava, amava aquela agitação e correria, já estava acostumado.
Quando chegou a semana do aniversário do Dan o Luan viajou e só voltaria no dia do aniversário. Eu fiquei com medo de ele não chegar há tempo, de ele não está presente mais ele me tranquilizou pelo telefone, enquanto o Dan pedia pra falar com ele, ao meu lado.
Tudo estava pronto, para o dia seguinte. Eu voltei pra casa tarde, por um processo que eu estava estudando e estava atolada de coisas para fazer no escritório. O Dan ficou com os avós e antes de eu ir pra casa passei para pegá-lo. Quando cheguei ele queria dormir comigo e eu deixei ele na cama. Tomei um banho e logo depois liguei para o Luan, que depois de muito chamar atendeu.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E UM.
Quando o
Alex disse aquilo fiquei sem graça e segurei a mão do Luan, logo senti ele me
puxar para o a área VIP e quando chegamos ele sentou com uma cara séria no
puff. Sentei ao lado dele e fiquei fazendo carinho em sua perna, vi que ele
estava com raiva.
-Se você quiser a gente vai embora! Me aproximei dele.
-Se você quiser a gente vai embora! Me aproximei dele.
-Essa noite foi um saco! Ele passou as mãos no rosto.
Vi ele fazer aquilo e percebi que ele estava morrendo de ciúme vendo olhares direcionados a mim, desde a boate anterior. Ele precisava que todos vissem que ele era meu marido; que eu era dele. Alisei seu cabelo e quando ouvi que tocava uma música mais calma, sorri.
-Vem dançar comigo, agarradinho, pra todo mundo ver que... eu sou sua?! Perguntei baixo no ouvido dele.
Vi ele fazer aquilo e percebi que ele estava morrendo de ciúme vendo olhares direcionados a mim, desde a boate anterior. Ele precisava que todos vissem que ele era meu marido; que eu era dele. Alisei seu cabelo e quando ouvi que tocava uma música mais calma, sorri.
-Vem dançar comigo, agarradinho, pra todo mundo ver que... eu sou sua?! Perguntei baixo no ouvido dele.
-Não sei dançar! Ele ainda cobria o rosto com as mãos.
-Eu te guio! –Levantei puxando a mão dele. –Vem, mô! Sorri.
-Tá! Ele levantou vindo comigo.
Sorri o puxando, bem para o centro, e o abracei o guiando a um balançar leve do meu corpo. Não exigi muito dele, até por que eu sabia que ele não sabia dançar. Cheirava seu pescoço, enquanto sentia ele relaxar, se desprender de toda aquela raiva que o dominava.
-Relaxa, amor! To aqui em seus braços e eu não queria está em outro lugar! Sorri sussurrando em seu ouvido.
Quando ela me puxou pra dançar fiquei um pouco envergonhado por não saber, mas confiei nela e decidi arriscar. Seguimos para o centro da pista de dança e ela me abraçou deixando que meu corpo acompanhasse o seu ritmo. Comecei a pegar o jeito e comecei a relaxar de toda raiva e ciúmes que estava sentindo, ela tinha uma forma de me acalmar enorme. Ela sussurrou algumas palavras no meu ouvido e beijei seu pescoço sentindo seu cheirinho que só ela continha.
-Eu te amo muito e a última coisa que quero na vida é te perder!
Sorri o puxando, bem para o centro, e o abracei o guiando a um balançar leve do meu corpo. Não exigi muito dele, até por que eu sabia que ele não sabia dançar. Cheirava seu pescoço, enquanto sentia ele relaxar, se desprender de toda aquela raiva que o dominava.
-Relaxa, amor! To aqui em seus braços e eu não queria está em outro lugar! Sorri sussurrando em seu ouvido.
Quando ela me puxou pra dançar fiquei um pouco envergonhado por não saber, mas confiei nela e decidi arriscar. Seguimos para o centro da pista de dança e ela me abraçou deixando que meu corpo acompanhasse o seu ritmo. Comecei a pegar o jeito e comecei a relaxar de toda raiva e ciúmes que estava sentindo, ela tinha uma forma de me acalmar enorme. Ela sussurrou algumas palavras no meu ouvido e beijei seu pescoço sentindo seu cheirinho que só ela continha.
-Eu te amo muito e a última coisa que quero na vida é te perder!
-E a última que eu quero na minha é me ver sem você! O olhei, sorri e lhe dei
um selinho.
-Eu te amo! Ele me beijou sem ligar pra quem estava ali.
-Viu? Não precisa ciúme! Sorri mordendo, levemente, o lábio dele.
-Impossível não ter ciúmes de você! Ele me deu um selinho demorado.
-Bobo! –Sorri. –Não é por nada, mas eu acho que esse beijo já deve está em
todas as redes sociais! Ri olhando em volta, onde várias pessoas tiravam fotos
nossas.
-É mesmo? Deixa eles pegarem de um ângulo mais gostoso! Ele riu me beijando de
uma forma mais ousada.
Eu sorri quando ele me beijou, não resistindo a fazer o mesmo que ele; esquecer todos a nossa volta. O beijo estava bom e ele me arrancava sorrisos ao fazer brincadeiras. Ainda dançávamos do mesmo jeito, calmamente e em um movimento gostoso.
A beijei de uma forma mais intensa sem ligar pra quem estava olhando ou fotografando, éramos marido e mulher e não devíamos nada a ninguém. Continuamos a dançar levemente ao som da música e fazia algumas brincadeiras com ela, enquanto ainda a beijava. Aquele beijo estava bom demais pra ter que ser interrompido. Coloquei a mão em sua cintura e a outra na nuca deixando aquele beijo, ainda mais, provocante em meio a mordidinhas e sugadinhas bem de leve.
-Mô... Calma! Sorri, sem graça.
-Relaxa! Ele sorriu mordendo meus lábios.
-Ok! Sorri.
Continuamos a dançar e trocar beijos e carinhos, enquanto muitos ainda nos olhavam. Depois de um tempo voltamos para onde estávamos antes, nos juntando aos meninos. Fomos sorrindo e o Luan, uma vez ou outra, parava para tirar uma foto. Um paparazzi que estava no local pediu uma foto de nós dois juntos e ele me puxou me dando um selinho me fazendo ri. Mais quando ele perguntou do Dan, não dissemos nada, não queríamos expor ainda mais nosso filho.
-O casal tá demais! Rober comentou nos fazendo ri.
Continuamos a dançar e trocar beijos e carinhos, enquanto muitos ainda nos olhavam. Depois de um tempo voltamos para onde estávamos antes, nos juntando aos meninos. Fomos sorrindo e o Luan, uma vez ou outra, parava para tirar uma foto. Um paparazzi que estava no local pediu uma foto de nós dois juntos e ele me puxou me dando um selinho me fazendo ri. Mais quando ele perguntou do Dan, não dissemos nada, não queríamos expor ainda mais nosso filho.
-O casal tá demais! Rober comentou nos fazendo ri.
-Mesmo? Nem notei! E você mô? Olhei para o Luan rindo.
-Nem eu! Ele riu também me dando um selinho.
-Então, tá tudo bem! O Rober que tá enxergando coisa demais! Ri.
-Ah! Tá! Rober riu.
Sentamos um pouco pra conversar e o Gutão contava algumas situações entre eles e meus fãs nos fazendo ri. Sentia ciúmes delas, claro, mas sabia que ele levava tudo na brincadeira me deixando aliviado. Rober pegou algumas bebidas pra gente, enquanto uma dupla começava a fazer um show no palco do centro da boate. Prestei atenção neles e sorri a música e os caras eram bastante legais. Levantei com a Manu a abraçando por trás acompanhado o show e mexíamos o corpo de leve no ritmo da música. Quando eles foram avisados sobre minha presença olhou para nós e acenaram.
-Hoje temos a presença do ilustre Luan Santana, vem cá rapaz!
Dei selinho na Manu rindo e desci até eles, cumprimentei eles e todos que estavam ali pra prestigiar eles e junto cantamos uma música minha, que agitou bastante a galera. Assim que terminamos eles avisaram a galera sobre uma nova música que iriam lançar e falaram que queriam me ensinar a dança. Ri envergonhado e eles começaram a cantar "Sinal Disfarçado". Olhei para a Manuela, sem graça, e ela ria.
Sentamos um pouco pra conversar e o Gutão contava algumas situações entre eles e meus fãs nos fazendo ri. Sentia ciúmes delas, claro, mas sabia que ele levava tudo na brincadeira me deixando aliviado. Rober pegou algumas bebidas pra gente, enquanto uma dupla começava a fazer um show no palco do centro da boate. Prestei atenção neles e sorri a música e os caras eram bastante legais. Levantei com a Manu a abraçando por trás acompanhado o show e mexíamos o corpo de leve no ritmo da música. Quando eles foram avisados sobre minha presença olhou para nós e acenaram.
-Hoje temos a presença do ilustre Luan Santana, vem cá rapaz!
Dei selinho na Manu rindo e desci até eles, cumprimentei eles e todos que estavam ali pra prestigiar eles e junto cantamos uma música minha, que agitou bastante a galera. Assim que terminamos eles avisaram a galera sobre uma nova música que iriam lançar e falaram que queriam me ensinar a dança. Ri envergonhado e eles começaram a cantar "Sinal Disfarçado". Olhei para a Manuela, sem graça, e ela ria.
Quando ele desceu o Rober e o Guto ficaram ao meu lado para vermos, melhor o que iriam fazer. Ele cantou uma música dele e a galera animou, eu cantava junto e sorria olhando pra ele. Quando ele estava quase descendo do palco, os cantores chamaram ele para apresentar a ele a nova música de trabalho deles, eles queriam ensinar ao Luan, sorri e junto com o Rober prestei mais atenção.
Quando eles disseram que era para o Luan dançar eu ri, da carinha que ele fez de envergonhado. Logo, ele chamou o Rober e o Guto para pagar o mico junto a ele, eu ri da cara que o Rober fez. Fiquei observando e quando eles começaram a tocar eu os acompanhei de longe, a música era muito boa; "Sinal disfarçado". No refrão o Luan olhou pra mim mordendo os lábios, sorrindo, e eu ri. Eles continuaram a pagar o mico e eu os observava, o Luan dançava atrapalhado igualmente ao Rober e o Guto estava tímido demais.
CAPÍTULO CENTO E SESSENTA.
Quando
chegamos me senti mais à vontade, não fomos parados, mas alguns olhares
pousaram sobre nós. Fomos tranquilamente para a área VIP e pedi, dessa vez, uma
bebida. Ele estava mais à vontade comigo, então trocávamos carinhos, com mais
frequência.
Estava conversando com o Guto, de mãos dadas com o Luan, que conversava com o Rober e o Well, quando eu me distraí com um homem que tinha acabado de chegar na área VIP, fiquei olhando pra ele e sentia que já o conhecia de algum lugar. E o conhecia, sorri, lembrando que ele era um amigo de infância do Daniel e um grande amigo do meu tempo de escola. Ele estava mais bonito que da última vez que o encontrei e pareceu me reconhecer, também, retribuindo o sorriso.
Como estávamos mais à vontade trocamos carinho sem medo, dava selinhos nela e sorria alisando seu rosto com carinho. Comecei a conversar com o Rober e Well de mãos dadas com ela, enquanto ela conversava algo sobre alimentação com o Gutão. Senti o Rober me cutucar apontando pra Manu com a cabeça e reparei que ela encarava um homem, quando a vi sorrindo e o homem retribuindo senti uma raiva que não sabia como controlei me tomando por completo.
Soltei a mão do Luan e fui em direção ao Alex, sorrindo. Cheguei perto e o abracei forte. Ele brincou dizendo que eu era a única da turma que tinha se dado bem na vida. Ele não tinha deixado de ser brincalhão. Ficamos falando da época da escola e ele falava com tristeza da morte do Daniel, eles tinham sido grandes amigos.
Quando ela soltou minha mão indo em direção do cara senti meu rosto queimar de tanta raiva, fechei o punho da mão e Gutão me segurou pelo ombro me mantendo sentado. “Como ela teve coragem de fazer aquilo comigo?”, pensei. Respirei fundo mais senti o quanto minha respiração estava falha ao ver aquela cena patética dela aos sorrisos, com aquele cara.
Estava conversando com o Guto, de mãos dadas com o Luan, que conversava com o Rober e o Well, quando eu me distraí com um homem que tinha acabado de chegar na área VIP, fiquei olhando pra ele e sentia que já o conhecia de algum lugar. E o conhecia, sorri, lembrando que ele era um amigo de infância do Daniel e um grande amigo do meu tempo de escola. Ele estava mais bonito que da última vez que o encontrei e pareceu me reconhecer, também, retribuindo o sorriso.
Como estávamos mais à vontade trocamos carinho sem medo, dava selinhos nela e sorria alisando seu rosto com carinho. Comecei a conversar com o Rober e Well de mãos dadas com ela, enquanto ela conversava algo sobre alimentação com o Gutão. Senti o Rober me cutucar apontando pra Manu com a cabeça e reparei que ela encarava um homem, quando a vi sorrindo e o homem retribuindo senti uma raiva que não sabia como controlei me tomando por completo.
Soltei a mão do Luan e fui em direção ao Alex, sorrindo. Cheguei perto e o abracei forte. Ele brincou dizendo que eu era a única da turma que tinha se dado bem na vida. Ele não tinha deixado de ser brincalhão. Ficamos falando da época da escola e ele falava com tristeza da morte do Daniel, eles tinham sido grandes amigos.
Quando ela soltou minha mão indo em direção do cara senti meu rosto queimar de tanta raiva, fechei o punho da mão e Gutão me segurou pelo ombro me mantendo sentado. “Como ela teve coragem de fazer aquilo comigo?”, pensei. Respirei fundo mais senti o quanto minha respiração estava falha ao ver aquela cena patética dela aos sorrisos, com aquele cara.
Conversamos um pouco, ele me contou que tinha tentado fazer uma faculdade mais se deu bem com um amigo, Dj, e montaram uma boate, já tinham três em Salvador e ele estava pesquisando novos lugares para abrir outras, pelo país. Ele brincou dizendo que pra saber de mim era só era abrir uns sites de fofoca. Rimos um pouco, e me despedi dele sorrindo, dando um abraço nele e o desejando sorte com suas boates. Virei e me deparei com o olhar de raiva do Luan, o que fez meu sorriso sumir do meu rosto.
-Luan, calma ok? Rober me olhava.
Quando a vi se despedindo daquele cara, que ela nem me falou quem era, senti uma raiva maior ainda, que se misturou com ódio, e o ciúmes. Ela sorria de uma forma diferente e aquilo me irritou, ainda mais. Quando ela se virou pra mim desfez o sorriso e se aproximou sentando ao meu lado como se nada tivesse acontecido. Me afastei voltando a conversar com Rober que parecia saber o que estava prestes a acontecer.
Me sentei ao lado dele, e sabia que eu não deveria ter me afastado dele sem antes o avisar. Ele levantou e foi conversar com o Rober que me olhou como um aviso que não estava nada bem. Me levantei e o puxei pela mão, ele resistiu mais veio. O levei até um canto e ele me olhava impaciente. Alisei seu rosto e sorri.
-Desculpa, eu não deveria ter me afastado sem avisar. Era um amigo meu de escola e um amigão de infância do Dan...! Olhei pra ele.
-Pelo jeito o papo estava bom, por que só se via sorrisos! Ele tirou minha mão
do seu rosto.
-Amor, eu não o via há um tempo. A gente andava na mesma galerinha na escola.
Só estávamos conversando sobre o que a gente está fazendo, hoje em dia!
-Tá! Posso voltar a conversar com o Rober ou tem mais algo a me dizer?
-Desculpa
vai! –Me aproximei dele. –Você fica lindo com essa carinha emburrada! Beijei o
pescoço dele.
-Nada disso! Ele fez bico.
-Não mô? Poxa! –Sorri. –Sou sua! Sussurrei no ouvido dele mordendo, levemente,
sua orelha.
-Por que não me levou junto com você e me apresentou como seu marido?
-Fui por impulso, desculpa! Quer ir lá agora? Mais vou logo te avisando ele
sabe que eu tenho meu marido e um filho, também. Foi à primeira coisa que ele
comentou!
-Eu quero conhecer ele!
-Então, vem! Sorri segurando a mão dele.
Fui guiando ele entre as pessoas, com os olhares curiosos e atentos do Rober, Well e do Guto. O Alex estava no bar, pegando uma bebida e conversava com um dos donos da boate, quando me viu sorriu, novamente.
-Fala Manuzinha! Ele me olhou.
Fui guiando ele entre as pessoas, com os olhares curiosos e atentos do Rober, Well e do Guto. O Alex estava no bar, pegando uma bebida e conversava com um dos donos da boate, quando me viu sorriu, novamente.
-Fala Manuzinha! Ele me olhou.
-Alex, meu marido Luan! Sorri.
-Prazer cara! Gosto das suas músicas, do seu trabalho, e não to puxando o saco
não! Comentei com a Manu de quando vocês forem para Salvador aparecerem em uma
das minhas boates, vão ser convidados e muito bem vindos! Ele sorriu estendendo
a mão para o Luan.
-Prazer cara! Que massa, pode deixar que quando formos para Salvador aparecemos
por lá! Pra meu alívio Luan foi gentil e o cumprimentou bem.
-Vai ser um prazer! Ah! A Manu te contou que eu era amarradão na dela? Pedi até
em casamento, no terceiro ano, lembra disso Manu? O Alex sorriu.
-Verdade! Tinha esquecido isso! Ri.
-Nossa, que massa! Luan sorriu forçadamente e apertou minha mão com força.
-Mais ela
não aceitou, fiquei triste com você... Fiquei parecendo um idiota sofrendo
pelos cantos! Ele riu.
-Ah! Pára com isso, que você teve um apoio muito bom! A Renatinha foi logo te
oferecer o ombro amigo dela! Ri.
-É! Mais meu coração queria você! –Ele piscou e eu fiquei sem graça. –Cara de
sorte você Luan! Casar e ter um filho dela... Cara de sorte! Ele olhou para o
Luan.
-É, ao contrário de você ela aceitou casar comigo e ainda me deu um filho,
legal né?
-Muito! Cuida bem dela, por que vai ter sempre um cara disposto a cuidar de uma
mulher linda como ela, mesmo com um filho... E eu não to falando só de mim!
–Ele apontou com a cabeça alguns homens atrás de nós. –Foi bom te ver Manu!
Você tem sorte cara, não vacila! Ele me deu um beijo na testa e bateu de leve
no ombro do Luan, saindo.
Respirei o mais fundo que conseguia e fechei meus olhos tentando relaxar meus músculos que estavam rígidos. Na minha imaginação naquele momento se passava; Eu me afastando da Manuela indo em direção daquele cara e quebrando toda sua cara com minhas próprias mãos. Cheguei ainda a dá um passo pra frente e Manu segurou minha mão, parecia não ter percebido minha raiva. A puxei pelas mãos subindo de volta para o camarote e sentei com tudo no puff.
Assinar:
Comentários (Atom)