-Oi mô!
-Luan é a mãe da Manu, sua sogra!
-Ah! Oi sogrinha, desculpa! Aconteceu alguma coisa? Cadê a
Manu? Fiquei um pouco mais sério e o Rober me olhou curioso.
-Tem alguém do seu lado? Olha fica calmo, ok? Preciso que
fique calmo!
-Tem o Rober, mas... O que aconteceu? Fiquei nervoso e meu
coração disparou.
-Teu filho decidiu se antecipar, a Manu esta sentindo as
contrações!
-O que? O Daniel vai nascer? Mais não era pra agora! –Sorri. –Cara
meu filho vai nascer! Vai nascer testa! Fala lá com o Anderson que eu vou
voltar pra casa, hoje!
-Estamos indo para o hospital, já comuniquei a seus pais!
-Ai! Ouvi a Manu gritar.
-Tá! Mais ela tá bem né? Avisa a ela que eu vou pra casa e
que eu amo muito ela! Vou fazer de tudo pra o show ser mais cedo... Quero ver
meu filho! Sorri.
-Pode deixar Luan, te ligo dando notícias. Tchau! Ela
desligou.
-Pronto, mãe! Avisei a família do Luan e tá aqui as coisas do
bebê.!
-Pega ela no colo Diego a bolsa estourou. Vamos!
-Cuidado Diego, por favor! –Olhei pra ele. –Mãe e o Luan? Respirava
fundo, enquanto o Diego me pegava no colo, com cuidado.
-Vem depois do show querida, calma! Pensa no teu filho agora!
Seguimos para o hospital, com minha mãe falando com a médica. As dores só aumentavam e eu estava sofrendo, apertava forte a mão do Di, que pedia para que eu ficasse calma.
Quando chegamos ao hospital já me esperavam com uma cadeira de rodas e logo eu fui conduzida para um quarto. Encontrei com os pais dele e a Bruna, no caminho e eu recebi o desejo de “boa sorte” de todos eles e o carinho, também. No quarto a médica, com a ajuda da minha mãe me trocou.
Passei por alguns exames para conferir se o Dan estava bem, se minha pressão estava normal, as batidas do meu coração e a posição do Dan em minha barriga. Quando a médica viu que estava tudo em ordem, minhas dores só pioraram, mais ela dizia que eu tinha que esperar as contrações virem seguidas vezes, mas eu não aguentava mais de dor. Minha mãe não saia do meu lado e eu, simplesmente, apertava, cada vez mais forte a mão dela.
-Manu, vou precisar que faça força quando a contração vier ta bom? É seu filho que tá chegando, força!
Seguimos para o hospital, com minha mãe falando com a médica. As dores só aumentavam e eu estava sofrendo, apertava forte a mão do Di, que pedia para que eu ficasse calma.
Quando chegamos ao hospital já me esperavam com uma cadeira de rodas e logo eu fui conduzida para um quarto. Encontrei com os pais dele e a Bruna, no caminho e eu recebi o desejo de “boa sorte” de todos eles e o carinho, também. No quarto a médica, com a ajuda da minha mãe me trocou.
Passei por alguns exames para conferir se o Dan estava bem, se minha pressão estava normal, as batidas do meu coração e a posição do Dan em minha barriga. Quando a médica viu que estava tudo em ordem, minhas dores só pioraram, mais ela dizia que eu tinha que esperar as contrações virem seguidas vezes, mas eu não aguentava mais de dor. Minha mãe não saia do meu lado e eu, simplesmente, apertava, cada vez mais forte a mão dela.
-Manu, vou precisar que faça força quando a contração vier ta bom? É seu filho que tá chegando, força!
-Mais tá doendo muito! Respirava rápido.
-Eu sei que tá doendo querida, mas assim que vier a
contração põe força, ok? Assim seu filho vem ao mundo e essa dor acaba! Somente
uma forcinha, viu? Vai, respira fundo!
-Vai filha, força querida!
-Tá!
E assim eu fiz, quando a contração veio mais forte eu fiz força para o Dan sair. Era uma dor insuportável, eu fazia força e a médica apertava em cima da minha barriga para me ajudar. Eu cheguei a suar e implorar para que o Daniel saísse logo. Minha mãe segurava a minha mão e chorava de emoção, enquanto eu chorava de dor e pela força que eu fazia. Respirava rápido e não via a hora do Daniel nascer, logo.
Quando a médica disse que uma parte da cabecinha dele tinha saído eu fiz ainda mais força para escutar, logo, seu choro. Quando ouvi o choro dele eu respirei aliviada e chorei de emoção. Eu queria segurar ele no colo e proteger ele daquelas pessoas estranhas e do frio que fazia naquela sala. Quando ele saiu, por inteiro, minha mãe sorriu e falou que ele era lindo.
A médica se aproximou de mim com o Daniel no colo e o colocou sobre meu peito, ele ainda chorava muito. Assim que sentiu meu calor ele se acalmou e eu o dei um beijo. Lágrimas de alegria escorriam por meu rosto. Ele era lindo, tinha os traços do Luan e a boquinha carnuda que nem a minha, porém bem desenhada e pequena como a do pai.
Logo a médica o tirou de mim e eu a olhei assustada. Ela disse que precisavam pesá-lo, medi-lo e fazer pequenos exames antes de se juntar a mim no meu quarto. O Dan era o meu anjo, que tinha chegado para mudar minha vida, nossas vidas, e nos ensinar, também.
Assim que sua mãe desligou o celular senti meu coração pulsar nervoso e feliz, saí espalhando pra todos que meu filho estava chegando ao mundo e recebi vários parabéns por toda parte. Liguei novamente para o Diego mais ninguém atendia para o meu desespero. Avisei ao Anderson sobre a chegada do Dan e lhe disse que seguiria pra Londrina queria ver meu filho e minha esposa o mais rápido que pudesse.
Segui para o aeroporto com o Roberval que me acompanhava e a todo o momento ele me dava parabéns e sorria dizendo que seria afilhado dele, quando chegamos em Londrina meu coração pulsou forte e algo dentro de mim falava que o Dan havia acabado de chegar ao mundo. Seguimos para o hospital e assim que entrei vi meus pais, o Diego e Bruna, na sala de espera. Me aproximei de todos e parecia assustados.
-Cadê meu filho e minha mulher?
E assim eu fiz, quando a contração veio mais forte eu fiz força para o Dan sair. Era uma dor insuportável, eu fazia força e a médica apertava em cima da minha barriga para me ajudar. Eu cheguei a suar e implorar para que o Daniel saísse logo. Minha mãe segurava a minha mão e chorava de emoção, enquanto eu chorava de dor e pela força que eu fazia. Respirava rápido e não via a hora do Daniel nascer, logo.
Quando a médica disse que uma parte da cabecinha dele tinha saído eu fiz ainda mais força para escutar, logo, seu choro. Quando ouvi o choro dele eu respirei aliviada e chorei de emoção. Eu queria segurar ele no colo e proteger ele daquelas pessoas estranhas e do frio que fazia naquela sala. Quando ele saiu, por inteiro, minha mãe sorriu e falou que ele era lindo.
A médica se aproximou de mim com o Daniel no colo e o colocou sobre meu peito, ele ainda chorava muito. Assim que sentiu meu calor ele se acalmou e eu o dei um beijo. Lágrimas de alegria escorriam por meu rosto. Ele era lindo, tinha os traços do Luan e a boquinha carnuda que nem a minha, porém bem desenhada e pequena como a do pai.
Logo a médica o tirou de mim e eu a olhei assustada. Ela disse que precisavam pesá-lo, medi-lo e fazer pequenos exames antes de se juntar a mim no meu quarto. O Dan era o meu anjo, que tinha chegado para mudar minha vida, nossas vidas, e nos ensinar, também.
Assim que sua mãe desligou o celular senti meu coração pulsar nervoso e feliz, saí espalhando pra todos que meu filho estava chegando ao mundo e recebi vários parabéns por toda parte. Liguei novamente para o Diego mais ninguém atendia para o meu desespero. Avisei ao Anderson sobre a chegada do Dan e lhe disse que seguiria pra Londrina queria ver meu filho e minha esposa o mais rápido que pudesse.
Segui para o aeroporto com o Roberval que me acompanhava e a todo o momento ele me dava parabéns e sorria dizendo que seria afilhado dele, quando chegamos em Londrina meu coração pulsou forte e algo dentro de mim falava que o Dan havia acabado de chegar ao mundo. Seguimos para o hospital e assim que entrei vi meus pais, o Diego e Bruna, na sala de espera. Me aproximei de todos e parecia assustados.
-Cadê meu filho e minha mulher?
-O Dan acabou de nascer e a Manu já está indo para o quarto,
cara! O Diego o avisou com um sorriso enorme.
-Sé... Sério? Luan sorriu e deixou que seus olhos encheram de
lágrimas.
-Sério maninho! A Bruna se aproximou, também emocionada.
-Ah! Luan, que bom você chegou! A Manu já está no quarto! O
Daniel é lindo! A mãe dela chegou e parecia ter chorado, estava bastante
emocionada.
-Eu quero vê-la, por favor. Pode, né?
-Pode! Vai lá! Ela tá no quarto 402! A mãe dela
me avisou sorrindo.Agradeci a mãe dela e segui para onde ela havia me dito. Meu coração estava emocionado e triste ao mesmo tempo, desde que tinha descoberto sua gravidez combinávamos de eu estar ao seu lado e aconteceu totalmente o contrário. Saí procurando informações da numeração do seu quarto e quando achei um sorriso enorme se formou em meu rosto. Abri a porta devagar vendo-a deitada de olhos fechados, e fechei a porta atrás de mim fazendo ela me olhar e assim como eu sorri. Me aproximei dela beijando a sua testa, logo em seguida, lhe dando um selinho e alisei seu cabelo.
-Amor, me perdoa não ter chegado a tempo, eu tentei!
Depois que saí da sala de parto me colocaram no quarto. Minha mãe ajudou a me dar banho, junto a uma enfermeira e logo me deitaram na cama. Eu estava muito cansada e precisava descansar, mas só pensava no Dan. Minha mãe saiu para dar notícias minhas e do Dan para todos que me esperavam.
Quando ela saiu fechei meus olhos e alisei minha barriga, sentindo que faltava um pedaço meu. Me confortei por que eu sabia que logo o Dan chegaria para ele comer, mamar. Ouvi a porta bater e abri os olhos e o ver ali foi incrível. O Luan se aproximou e eu sorri. Quando ele me pediu desculpas eu achei lindo, mas o compreendia.
-Tudo bem, meu amor! Ele daqui a pouco chega, ele é lindo! Meus olhos encheram de lágrimas.
-Doeu muito? Ele fez um biquinho fofo.
-Doeu mais valeu, muito a pena! E outra vou pensar muito
antes de ter outro, ok? Ri.
-Nem vem! –Ele riu. –Queria ter acompanhado o parto, juro!
Quando recebi a ligação da sua mãe nem acredi...
-Olha quem chegou mamãe! Uma enfermeira entrou sorrindo com o
Dan nos braços e eu olhei deixando as lágrimas me dominarem.
-Pega amor, seu filho! Sorri vendo ele emocionado.
-Mais é tão molinho!
-Pode pegar papai, senta aqui que coloco ele
sobre seu colo!Me sentei como a enfermeira mandou e quando ela colocou meu filho sobre meus braços o olhei de olhos fechados quietinho, senti meu coração acelerar de uma forma incrível e naquele momento entendia todos os medos dos meus pais, todos os sermões que, realmente, eles diziam que só entenderiam quando tivesse meu filho. Beijei a testa do Dan, enquanto uma lágrima caia do meu olho e olhei pra Manu que assim como eu estava emocionada.
O Daniel Brandão Santana era lindo, parecia muito comigo e tinha os traços também da Manu, bem poucos. Talvez tivesse mais com o tempo o que me deixaria bobo, por que ela era linda. A boca dele era igual à dela, porém o desenho era igual ao meu, seus olhos eram da cor do dela com o mesmo formato, mais sua mão gordinha e o nariz eram totalmente igual ao meu o que me deixou ainda mais bobo. Cheirei sua cabeça com carinho e fechei meus olhos ao senti aquele cheirinho bom de bebê, as mãozinhas dele eram macias e a vontade de permanecer ali segurando e protegendo meu filho era enorme.