quinta-feira, 25 de outubro de 2012
AVISO PRO MEUS LINDOS LEITORES.
Meus amores, esses dias fiquei sem postar e infelizmente ficarei até terça. Tenho show do Luan no sábado e os preparativos estão de vento e polpa. Espero que vocês me desculpem e prometo recompensar quando voltar a postar. Amo vocês! <3
terça-feira, 23 de outubro de 2012
CAPÍTULO CINQUENTA E SEIS.
-Acorda Luan! Diego deu um tapa nas
costas do Luan que chegou o corpo todo pra frente.
-Diego, que coisa, pára com isso!
–Ri chegando perto deles. –Foi por isso que você levou um murro naquele dia! Ri
olhando para o Diego.
-Que mão pesada! Luan tentava
alisar as costas e Diego gargalhou quando levantou a blusa dele.
-Ficou minha mão certinha!
-Diego vaza daqui vai! Quem vai te
dá um murro agora sou eu! Olha o que você fez! Olhava às costas do Luan.
-Foi mal! Diego riu.
-Vou descontar! Luan saiu correndo
com Diego pela casa.
-Querem parar crianças?! Ria,
enquanto descia as escadas e via os dois brincando de pega-pega.
-O Luan é fraco dema...! Quando
Diego ia termina a frase Luan meteu a almofada no rosto dele com tudo e
gargalhou.
Ria ao observar eles brincando. Ao ver eles sorrirem meu coração apertava, iria ficar longe deles e teria muito pouco tempo para passar com eles nas férias. Sentei na escada e deixei que eles se cansassem de tanto brincar, apenas observava e guardava cada detalhe, cada sorriso, cada gesto, cada mínimo detalhe que fosse, para levar comigo.
Diego me derrubou no chão rindo e começou a dar leves socos na minha barriga, o empurrei fazendo ele também cair no chão e meti a almofada no rosto dele correndo e me escondi atrás da Manuela rindo.
Quando ele veio para trás de mim, como se procurasse abrigo, eu sorri. Queria ser o conforto dele e o abrigo que ele procurasse em qualquer dificuldade que ele pudesse ter ao longo do tempo que estivéssemos longe, um do outro. Olhei o Diego se aproximando e levantei.
-Nele você não bate! Sorri.
-Ah! Qual foi Luan?! Vai se
esconder atrás da mulherzinha?
-Mulherzinha não, mulherão! Ele
riu.
-Sai dai e vem brigar que nem
homem!
-Eu não! Ele correu e Diego foi
atrás puxando ele pela camisa fazendo ele cair nos últimos degraus da escada.
-Diego, olha isso! Parou os dois!
–Falei serio afastando o Diego do Luan. –Amor machucou?
-Só minha bunda! Ele riu.
-Foi mal! Diego gargalhava.
-Parou mesmo, sério! Parecem duas
crianças! Daqui a pouco vão se machucar sério! Falava séria.
-Paramos, vou terminar de arruma
minha mala!
-Vou te jogar para os tubarões em
Cancun! Luan gargalhou e Diego subiu rindo.
-Vou pegar água, vai querer? Tem
certeza que não machucou nada? Olhei pra ele.
-Machucou! Ele fez bico.
-O que? Olhei preocupada.
-Aqui! Ele apontou pra boca.
-Foi bebê? Sorri.
-Foi amor, aqui ó! Dá beijinho!
-Dou meu amor! –Dei selinhos nele.
–Pronto? Passou?
-Não assim ó!
Sorri me aproximando dela e a beijei, enquanto andava para o sofá guiando-a. Deitei ela com cuidado indo por cima delicadamente e deixei o beijo mais intenso, alisava a cintura dela ao mesmo tempo que apertava e sorri entre o beijo dando uma mordidinha em sua nuca.
-Filha eu j...!
Saí de cima dela com tudo caindo no
chão e cocei a garganta totalmente sem graça quando vi sua mãe em pé ali na
porta nos olhando surpresa e espantada.
-Oi mãe! Sorri sem graça olhando pra ela.
-Oi mãe! Sorri sem graça olhando pra ela.
-Eu... Bom... Licença! Ela saiu constrangida
e subiu para o seu quarto totalmente sem graça.
-Olha o que você fez! Olhei pra
ele.
-Eu não sabia!
-Tudo bem, levanta! Sorri.
-Agora me machuquei! Ele levantou
sentando no sofá.
-Machucou o que? Alisei o rosto
dele.
-Minhas costas! Olha aqui! Ele se
virou de costas.
-Nossa, amor! Levantei a blusa dele
e sorri.
-Que foi?
-Machucou mesmo! Mais quer ver
curar? Sorri.
-Não passa aqueles remédios que
arde não, eu odeio!
-Não vai arder não, eu juro! Confia
em mim?
-Confio!
Sorri e comecei a beijar as costas dele. Mesclava beijos e carinho com a ponta do meu nariz, sentindo ele arrepiar. Fui beijando as costas dele até a nuca. Parei com uma leve mordida em sua orelha.
-Melhorou? Sussurrei em seu ouvido.
-Amor isso é sacanagem!
-É? Mais melhorou, não melhorou?
Sorri baixando a blusa dele.
-Melhorou uma mais pioro a outra!
Ele riu.
-Mais fique quieto ai! Quer que
minha mãe veja coisa pior agora? Acho que não né?! Ri.
-Amor... Vamos para o seu quarto
vai, tô com saudade! Ele se aproximou beijando meu pescoço.
-Pára! Tenho que falar com minha
mãe antes! Sorri me arrepiando.
-Vem comigo, vem! Ele continuou
beijando meu pescoço e colocou a mão em minha coxa apertando de leve.
-Amor não faz isso...! Mordi meu
lábio fechando os olhos.
-Eu quero você, to com saudade do
seu cheiro! –Ele passou o nariz em meu pescoço. –Do seu gosto... –Ele mordeu
meus lábios. –Saudade da sua pele suada sobre a minha! –Ele apertou minha
cintura e desceu pra coxa. –Saudade de você!
-Assim,...! –Respirei fundo, me
afastando dele. –Acho que minha mãe não vai se importar né?! Sorri.
-Vai não! Ele sorriu.
-Então... Vamo que eu também, to
louca de saudade de você! Sorri levantando, puxando ele pela mão.
Depois de me senti constrangida com os dois no sofá, subi para meu quarto para tomar um banho e me trocar. Durante o banho eu pensei; estava dando muitas liberdades para a Manuela e tinha que conversar com ela. Eu entendia que ela iria viajar que eles não iriam se ver mais, por muito tempo. Entendia que eles passavam muito tempo sem se ver, mas eu tinha que impor umas regras. Não me importava com o Luan e ela estarem dentro de casa, mas que fosse em um lugar mais discreto, como o quarto dela, não na sala, onde qualquer pessoa pudesse ver, ao abrir a porta.
Depois que coloquei uma roupa, saí do meu quarto decidida a conversar com a Manuela, sobre as coisas que eu pensei. Saí no corredor e quando ia em direção à escada vi os dois se beijando e pareciam muito ligados.
-Manuela! Minha mãe me chamou firme.
Depois de me senti constrangida com os dois no sofá, subi para meu quarto para tomar um banho e me trocar. Durante o banho eu pensei; estava dando muitas liberdades para a Manuela e tinha que conversar com ela. Eu entendia que ela iria viajar que eles não iriam se ver mais, por muito tempo. Entendia que eles passavam muito tempo sem se ver, mas eu tinha que impor umas regras. Não me importava com o Luan e ela estarem dentro de casa, mas que fosse em um lugar mais discreto, como o quarto dela, não na sala, onde qualquer pessoa pudesse ver, ao abrir a porta.
Depois que coloquei uma roupa, saí do meu quarto decidida a conversar com a Manuela, sobre as coisas que eu pensei. Saí no corredor e quando ia em direção à escada vi os dois se beijando e pareciam muito ligados.
-Manuela! Minha mãe me chamou firme.
-Mãe! Afastei o Luan pelo peito
olhando-a.
-Passa aqui agora! Minha mãe
apontou para o quarto dela.
-Mãe o Luan...
-Vai amor, eu te espero na sala!
Ele desceu.
-Já passou Manuela? Ela me olhava
séria.
Olhei o Luan descer a escada e senti minhas bochechas queimando de vergonha, passei na sua frente entrando em seu quarto e fiquei esperando a bronca que ela iria me dá, sabia que ela não gostava disso até por que o Dan nunca foi assim, ele era mais discreto quando a isso. Já o Luan era mais fogoso o que de certa forma me contagiava.
-Aqui eu posso conversar com você, por que na sala não tem mais condições né?
Olhei o Luan descer a escada e senti minhas bochechas queimando de vergonha, passei na sua frente entrando em seu quarto e fiquei esperando a bronca que ela iria me dá, sabia que ela não gostava disso até por que o Dan nunca foi assim, ele era mais discreto quando a isso. Já o Luan era mais fogoso o que de certa forma me contagiava.
-Aqui eu posso conversar com você, por que na sala não tem mais condições né?
-Mãe desculpa! A gente só tava se
beijando...
-E se eu não chegasse ia parar
onde? Manuela eu não proíbo isso, até por que, antes aqui do que por aí, onde
eu não sei o lugar e fico preocupada! Mais minha filha, por favor! Eu chego em
casa e vejo você e seu namorado naquele estado no sofá, da sala. Da sala,
Manuela! E se eu viesse com uma amiga ou com uma vizinha? Imagine a vergonha
que eu passaria, iam dizer que eu não tenho voz nessa casa!
-Desculpa mãe, não vai se repeti!
-Espero! Nem no sofá e piorou no
corredor! Da próxima vez, sinto muito, mas eu vou ter que proibir o Luan de
dormir aqui. Está me ouvindo?
-Tudo bem, te dou razão...
Desculpa!
-E eu estou falando sério! Espero
mesmo que tenha me entendido, por que se não melhorar se eu pensar em outra
dessas, se eu pegar coisa pior, ai sim, o Luan não vem mais aqui em casa! Pode
ir e pergunte ao Luan que horas nós vamos viajar. Eu e seu irmão já estamos com
as malas prontas!
-Vamos pela noite pra São Paulo a
família dele já estar lá e amanhã cedo partimos!
-Ok! Pode ir!Fiquei totalmente constrangido com sua mãe, ela ter visto aquilo do sofá e do corredor me fez ter uma vontade enorme de ir embora dali, estava envergonhado e acabei prejudicando a Manu, com certeza ela havia levado a maior bronca por minha causa. Olhei pra escada e a vi descendo calada, voltei a brincar com meus dedos e respirei fundo.
CAPÍTULO CINQUENTA E CINCO.
O nosso futuro estava inserto,
novamente. Muitas coisas boas aconteceram, ao mesmo tempo, e quando parecia que
tudo iria ser melhor... Algo de ruim tinha que acontecer? Tudo que é bom dura o
tempo necessário para que se torne eterno; eu esperava que esse não fosse o
fim.
Não percebi o caminho, não vi os minutos passarem, não percebi quando o Di chegou. Depois que o Diego destrancou o carro e me olhou com um sorriso, como se me desse apoio, que eu o vi sentado no mesmo lugar. Quando bati a porta do carro ele olhou pra trás, me olhou, e voltou o olhar para o mar. Respirei fundo me aproximando dele, para me preparar para o que estava por vir, sabia que não seria fácil.
-A gente pode conversar?
Não percebi o caminho, não vi os minutos passarem, não percebi quando o Di chegou. Depois que o Diego destrancou o carro e me olhou com um sorriso, como se me desse apoio, que eu o vi sentado no mesmo lugar. Quando bati a porta do carro ele olhou pra trás, me olhou, e voltou o olhar para o mar. Respirei fundo me aproximando dele, para me preparar para o que estava por vir, sabia que não seria fácil.
-A gente pode conversar?
-Como soube que estava aqui?
-Não é difícil presumir...!
-Ah! Ele continuou olhando para o
mar.
-Sua mãe ligou pra mim disse que
você não estava atendendo o celular e você não tinha ligado pra ela quando
chegou...! Sentei ao lado dele.
-É! Esqueci, de ligar pra ela.
-Já falou com ela agora? Perguntei
olhando pra ele.
-Quando... Chegar ao hotel ligo, o
que você disse a ela? Ele me olhou.
-Que você tinha chegado bem e que estava
lá no hotel... Só depois que eu pensei que estivesse aqui!
-Valeu!
-Tudo bem! Mais ela disse que
ligaria lá para o hotel... Acho melhor você pelo menos mandar uma mensagem, sei
lá! Assim ela não fica preocupada!
Peguei o celular do bolso respirando fundo e digitei a mensagem devagar, não sabia o que escrever. Meus pensamentos estavam embolados, minha cabeça passava mil coisas ao mesmo tempo sem saber o que pensar ao certo, quando enviei a mensagem guardei o celular no bolso e voltei a olhar pro mar.
-Quer que eu vá embora?
-Você quem sabe!
-Eu queria conversar com você, mas
to vendo que ainda está pensando... Lú eu só queria te dizer que eu fui errada
mais eu não esperava por isso...!
-Eu sei!
-Sabe? –Olhei pra ele. –Tá pensando
no que eu te falei?
-São dois anos Manuela! Ele me
olhou.
-Eu sei, mas eu volto... Tenho um
mês de férias, cada ano! Eu sei que não é muito mais ajuda, não é?!
-Você disse que não queria, e do
nada você quer ir!
-Eu sei, eu sei...! Mais é uma
oportunidade única, não é todo mundo que consegue! Eu pensei em não fazer, não
aceitar mais o Diego e minha mãe conversaram comigo... Eles me fizeram pensar e
eu percebi que eu tinha que seguir meu sonho. Essa oportunidade é pra poucos!
Eu preciso que entenda! –Segurei sua mão. –Vamos ver se dá certo?
-Não posso pedi que desista dele,
pelo que vi naquele cartão de resposta é uma oportunidade ótima pra você!
-Eu sei que não vai ser fácil pra
você e piorou pra mim, por que eu vou ficar longe da minha família, do meu
país, de você... Mais vamos tentar juntos? Se não der certo, nas minhas
férias... Você termina! Eu vou entender, já que você é homem e vive rodeado de
mulher... Amor não é o suficiente, meu pai me dizia isso! Continuei segurando
sua mão com os olhos fixos nos dele.
-Esse papo de viver rodeado de
mulheres não tem nada a ver!
-Tá, então esquece! Mais o que você
acha? Quer tentar? Comecei a tremer e meu coração disparou, estava com medo da
resposta dele.
-Quando você viaja?
-Viajo em Fevereiro! Sorri,
levemente.
Respirei fundo, voltando meu olhar para o mar e pensei que diante do tamanho do nosso amor poderíamos aguentar por dois anos, não poderia ser egoísta ao ponto de deixa-la desistir ou ir sozinha nessa, ela precisava de mim ao seu lado pra realizar esse sonho como ela sempre esteve ao meu. Segurei sua mão com mais força fechando meus olhos e sabia no fundo que estava fazendo a coisa certa mesmo sendo uma das coisas mais complicadas que iria fazer. Passei meu braço em volta do seu ombro e beijei sua testa.
-Vai tentar? Sorri pra ele, com lágrimas nos olhos.
Respirei fundo, voltando meu olhar para o mar e pensei que diante do tamanho do nosso amor poderíamos aguentar por dois anos, não poderia ser egoísta ao ponto de deixa-la desistir ou ir sozinha nessa, ela precisava de mim ao seu lado pra realizar esse sonho como ela sempre esteve ao meu. Segurei sua mão com mais força fechando meus olhos e sabia no fundo que estava fazendo a coisa certa mesmo sendo uma das coisas mais complicadas que iria fazer. Passei meu braço em volta do seu ombro e beijei sua testa.
-Vai tentar? Sorri pra ele, com lágrimas nos olhos.
-Vamos! Ele me olhou.
-Brigada! O abracei forte e beijei
seu ombro.
-Vou morrer de saudades!
-Eu também! Mais eu te amo muito!
Sorria abraçando ele forte, com os olhos fechados. Não conseguia acreditar
naquilo.
-Também te amo muito! Ele me
apertou no abraço.
-O convite ainda tá de pé? Olhei
pra ele.
-Sim, esta! Vim te buscar, meus
pais e Bruna já estão em São Paulo.
-Então, é bom nos apressarmos, por
que eu tenho uma mala pra arrumar, né?! Mais antes... –Sorri. –Me dá um beijo?
Sorri alisando o cabelo dela e me aproximei, sabia que estando ao lado dela ganharia mais do que perderia, iria ser complicado pra nós dois, mais seria uma prova de que nosso amor tudo suportaria. A beijei carinhosamente e senti um arrepio tomando todo meu corpo, só de pensar que ficaria dois anos sem aquele toque, sem vê-la... Mais preferi apagar tudo que estava se passando na minha cabeça e aproveitar cada segundo que tinha ao seu lado, podendo fazer momentos inesquecíveis como lembranças.
Sorri quando ele me beijou e senti um alívio muito grande quando ele decidiu ficar ao meu lado. Meu coração sentia felicidade e ao mesmo tempo tristeza. Estava feliz por ele está me apoiando com meu sonho e a tristeza estava se formando por que eu iria ficar muito tempo longe dele e da minha família. Mais eu queria curti todos os segundos, todas as horas e todos esses últimos dias com ele. Queria levar as melhores lembranças dele, comigo.
Após um longo beijo colei minha testa com a dela e fiquei alisando sua bochecha, enquanto olhava em seus olhos; como iria suporta tanto tempo sem ela e como seria minha vida sem sua presença?, pensei. Afastei mais uma vez aqueles pensamentos e logo levantamos seguindo para o carro, ela entrou e eu fiz o mesmo dando a partida, durante o caminho fomos em silêncio, talvez até ouvi a respiração um do outro naquele momento era de extrema importância pra nós dois.
Durante o caminho não sabia se olhava pra ele ou para a cidade, ficaria com saudades de tudo o que me rodeava e de todos que eu amava. Eu e ele fomos em silêncio e eu alisava seu rosto, por algumas vezes. Eu observava cada detalhe dele, cada mínimo detalhe da sua pele... Observei até o movimento do seu peito ao respirar.
Chegamos em sua casa e estacionei o carro, quando saímos tranquei o carro e seguimos pra sua casa de mãos dadas, quando entramos Diego nos olhos e sorriu como se não esperasse por aquilo, cumprimentei ele mais uma vez com aperto de mão e sabia que ele ficou feliz em apoia sua irmã nesse sonho dela.
Subi sorrindo, para arrumar minhas coisas. Estava tão atrapalhada com as minhas roupas, pela felicidade; só conseguia pensar na viagem e de como eu não iria desgrudar dele. Arrumei minhas roupas e a mala estava mais cheia do que ela podia suportar, ri sozinha olhando pra mala que não fechava.
Sorri alisando o cabelo dela e me aproximei, sabia que estando ao lado dela ganharia mais do que perderia, iria ser complicado pra nós dois, mais seria uma prova de que nosso amor tudo suportaria. A beijei carinhosamente e senti um arrepio tomando todo meu corpo, só de pensar que ficaria dois anos sem aquele toque, sem vê-la... Mais preferi apagar tudo que estava se passando na minha cabeça e aproveitar cada segundo que tinha ao seu lado, podendo fazer momentos inesquecíveis como lembranças.
Sorri quando ele me beijou e senti um alívio muito grande quando ele decidiu ficar ao meu lado. Meu coração sentia felicidade e ao mesmo tempo tristeza. Estava feliz por ele está me apoiando com meu sonho e a tristeza estava se formando por que eu iria ficar muito tempo longe dele e da minha família. Mais eu queria curti todos os segundos, todas as horas e todos esses últimos dias com ele. Queria levar as melhores lembranças dele, comigo.
Após um longo beijo colei minha testa com a dela e fiquei alisando sua bochecha, enquanto olhava em seus olhos; como iria suporta tanto tempo sem ela e como seria minha vida sem sua presença?, pensei. Afastei mais uma vez aqueles pensamentos e logo levantamos seguindo para o carro, ela entrou e eu fiz o mesmo dando a partida, durante o caminho fomos em silêncio, talvez até ouvi a respiração um do outro naquele momento era de extrema importância pra nós dois.
Durante o caminho não sabia se olhava pra ele ou para a cidade, ficaria com saudades de tudo o que me rodeava e de todos que eu amava. Eu e ele fomos em silêncio e eu alisava seu rosto, por algumas vezes. Eu observava cada detalhe dele, cada mínimo detalhe da sua pele... Observei até o movimento do seu peito ao respirar.
Chegamos em sua casa e estacionei o carro, quando saímos tranquei o carro e seguimos pra sua casa de mãos dadas, quando entramos Diego nos olhos e sorriu como se não esperasse por aquilo, cumprimentei ele mais uma vez com aperto de mão e sabia que ele ficou feliz em apoia sua irmã nesse sonho dela.
Subi sorrindo, para arrumar minhas coisas. Estava tão atrapalhada com as minhas roupas, pela felicidade; só conseguia pensar na viagem e de como eu não iria desgrudar dele. Arrumei minhas roupas e a mala estava mais cheia do que ela podia suportar, ri sozinha olhando pra mala que não fechava.
-Amor! Diego! Me ajudem aqui! Chamei os dois.
-Que foi? Diego apareceu com Luan
da porta.
-Me ajuda a fechar a mala? Ri.
-Cara o que é isso? –Diego riu.
–Você tem duas malas e colocou tudo em uma só? Boa essa sua matemática!
-É que eu pensei que iria caber
tudo nessa... Mais se eu sentar, em cima, ela fecha! Me ajuda! Ri olhando para
o Diego.
-Amor, dividi e leva as duas, essa
mala não vai fechar, fora que as roupas tão saindo! Luan se aproximou.
-O Luan tem razão!
-É, né?! –Ri. –Pega, ali, a outra,
em cima do guarda roupa, Di? Olhei pra ele.
Diego foi pegar a mala e eu me encostei à porta cruzando os braços, vê-la arrumando a mala me fez adiantar meus pensamentos quanto a sua viajem. Sabia que ela não estaria com aquele sorriso, mas estaria feliz por dentro, ela estaria realizando o sonho de ser uma grande advogada e isso, de certa forma, me fazia ficar orgulhoso dela. Abaixei a cabeça brincando com meus pés e me imaginei sem ela, durante esse tempo todo. Fechei e abri rapidamente meus olhos e a olhei rindo com Diego arrumando suas coisas, sentiria falta de cada detalhe dela. Imaginei se o Dan estivesse vivo, com certeza ele apoiaria ela, e estaria feliz por ela, não que eu não estivesse; estava sim e muito. Mais naquele momento ainda não sabia como iria lidar com a distância o que me fazia viajar toda vez que olhava aquele sorriso com a incerteza se isso tudo daria certo.
-Pára Diego, que coisa! –Bati no braço do Diego, quando ele soltou outra piadinha, pra mim, por eu não ter pensado em colocar em outra mala, antes. –Fechou! Sorri, fechando a mala.
Diego foi pegar a mala e eu me encostei à porta cruzando os braços, vê-la arrumando a mala me fez adiantar meus pensamentos quanto a sua viajem. Sabia que ela não estaria com aquele sorriso, mas estaria feliz por dentro, ela estaria realizando o sonho de ser uma grande advogada e isso, de certa forma, me fazia ficar orgulhoso dela. Abaixei a cabeça brincando com meus pés e me imaginei sem ela, durante esse tempo todo. Fechei e abri rapidamente meus olhos e a olhei rindo com Diego arrumando suas coisas, sentiria falta de cada detalhe dela. Imaginei se o Dan estivesse vivo, com certeza ele apoiaria ela, e estaria feliz por ela, não que eu não estivesse; estava sim e muito. Mais naquele momento ainda não sabia como iria lidar com a distância o que me fazia viajar toda vez que olhava aquele sorriso com a incerteza se isso tudo daria certo.
-Pára Diego, que coisa! –Bati no braço do Diego, quando ele soltou outra piadinha, pra mim, por eu não ter pensado em colocar em outra mala, antes. –Fechou! Sorri, fechando a mala.
-Se fosse loira entenderia mais...
Diego riu.
-Chato! Ri e olhei para o Luan na porta,
desfazendo o sorriso. Fiquei olhando pra ele, que brincava com o pé, eu sabia o que ele estava pensando e eu também estava; na minha viagem. Eu sabia que, no fundo, ele estava feliz e orgulhoso por mim, mas eu e ele estávamos tristes pela distância, pelos quilômetros que nos separariam. Olhei para o Diego que piscou pra mim, parecia saber, também, o que se passava na minha cabeça e na do Luan.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
CAPÍTULO CINQUENTA E QUATRO.
Os quinze dias se passaram voado e
entre eles viajei com o Luan novamente, passamos cinco dias no sítio com seus
pais, Bruna, Diego, e minha mãe. Foi uma semana inesquecível, Luan me ensinou a
pescar e por sorte de principiante, como ele mesmo disse, peguei um peixe maior
que ele me fazendo ri o resto da noite.
Quando minha carta com a resposta chegou senti um calafrio pelo corpo inteiro e não acreditava que aquilo estava acontecendo, parecia um pesadelo e nem queria imaginar a cara do Luan ao saber disso tudo. Seriam dois anos estagiando e apenas com um mês de férias no Brasil, seria complicado pra mim, mais teria que pensar na minha carreira e no meu futuro.
Por um lado o Diego tinha razão, teria que pensar um pouco em mim, no meu futuro e na minha carreira. Depois que recebi aquela carta pra dormir se tornou complicado, pensava em todas as noites o que fazer e nada vinha em mente, minha cabeça estava a mil e já estava perto de explodir.
Em um final de semana viajei com o Luan, foi um dos shows mais incríveis, estava perto das férias tão merecidas dele e eu estava ansiosa pra viajar com ele pra um lugar tão lindo como Cancun. Fomos para um parque aquático e rimos durante toda à tarde, o pessoal da banda nos acompanhou o que fez daquela tarde maravilhosa.
No outro show da noite seguinte Luan me fez uma surpresa linda, me deu um buquê de rosas no palco cantando "Promete" a música que ele havia feito pra mim. Estávamos completando meses de namoro e a cada mês Luan me surpreendia mais. Saímos pra jantar e foi uma noite mágica, estar com Luan era incrível e ele a cada segundo me fazia o amar mais.
Voltei pra casa e contei tudo ao Diego que amou a ideia pra fazer com a Carol, ri da cara dele querendo fazer alguma surpresa pra ela, estavam completando 2 meses de namoro e eram uns fofos juntos.
Já tinha se passado 4 dias desde que vi o Luan e ele fez aquela surpresa pra mim, tinha terminado de chegar da rua com o Diego, ele estava de férias da faculdade e as vezes íamos para praia nos diverti. Subi pro meu quarto e fui tomar um banho demorado.
Estava finalmente de férias e queria fazer uma surpresa linda pra ela, arrumei minhas coisas e meus pais iriam nos esperar em São Paulo. Estava muito nervoso e ansioso pra vê-la, apesar de estar somente 4 dias longe dela, pareciam que era mais. Peguei o primeiro voo pra Salvador e fui com meu segurança. Cheguei lá já pela tarde e fui direto pra casa dela. Entrei sendo recepcionado pelo Diego e coloquei minha mochila em cima do sofá.
-E ai cunhado? Cadê meu amor?
Quando minha carta com a resposta chegou senti um calafrio pelo corpo inteiro e não acreditava que aquilo estava acontecendo, parecia um pesadelo e nem queria imaginar a cara do Luan ao saber disso tudo. Seriam dois anos estagiando e apenas com um mês de férias no Brasil, seria complicado pra mim, mais teria que pensar na minha carreira e no meu futuro.
Por um lado o Diego tinha razão, teria que pensar um pouco em mim, no meu futuro e na minha carreira. Depois que recebi aquela carta pra dormir se tornou complicado, pensava em todas as noites o que fazer e nada vinha em mente, minha cabeça estava a mil e já estava perto de explodir.
Em um final de semana viajei com o Luan, foi um dos shows mais incríveis, estava perto das férias tão merecidas dele e eu estava ansiosa pra viajar com ele pra um lugar tão lindo como Cancun. Fomos para um parque aquático e rimos durante toda à tarde, o pessoal da banda nos acompanhou o que fez daquela tarde maravilhosa.
No outro show da noite seguinte Luan me fez uma surpresa linda, me deu um buquê de rosas no palco cantando "Promete" a música que ele havia feito pra mim. Estávamos completando meses de namoro e a cada mês Luan me surpreendia mais. Saímos pra jantar e foi uma noite mágica, estar com Luan era incrível e ele a cada segundo me fazia o amar mais.
Voltei pra casa e contei tudo ao Diego que amou a ideia pra fazer com a Carol, ri da cara dele querendo fazer alguma surpresa pra ela, estavam completando 2 meses de namoro e eram uns fofos juntos.
Já tinha se passado 4 dias desde que vi o Luan e ele fez aquela surpresa pra mim, tinha terminado de chegar da rua com o Diego, ele estava de férias da faculdade e as vezes íamos para praia nos diverti. Subi pro meu quarto e fui tomar um banho demorado.
Estava finalmente de férias e queria fazer uma surpresa linda pra ela, arrumei minhas coisas e meus pais iriam nos esperar em São Paulo. Estava muito nervoso e ansioso pra vê-la, apesar de estar somente 4 dias longe dela, pareciam que era mais. Peguei o primeiro voo pra Salvador e fui com meu segurança. Cheguei lá já pela tarde e fui direto pra casa dela. Entrei sendo recepcionado pelo Diego e coloquei minha mochila em cima do sofá.
-E ai cunhado? Cadê meu amor?
-Tá lá em cima, acabou de subir! O
Diego avisou apontando para a escada.
-Tava na praia?
-É! A gente foi andar, um pouco!
Diego sorriu, sentando no sofá.
-Ah! Vou lá vê-la! Ele sorriu.
Subi deixando minha mochila em cima do sofá. Estava ansioso pra reencontra-la. Subi devagar e entrei no seu quarto ouvindo ela cantar uma música que talvez fosse baiana, ri da sua animação e me sentei na cama, queria que ela se sentisse surpresa quando saísse do banheiro e me visse lá. Fui pegar seu celular quando um papel caiu sobre meus pés, franzi a testa não entendendo o que era aquilo e abri começando a ler.
Estava no banho e cantava no chuveiro, enquanto eu lavava meu cabelo, mas eu sabia que o chuveiro era o único que gostava do que eu cantava, ri, saindo do banho, lembrando as brincadeiras do Diego. Abri a porta do banheiro, saindo enxugando meu cabelo, já vestida, com um vestidinho. Quando o vi sentando na cama e sorri, me aproximei e vi o que ele lia, meu coração gelou e eu não soube o que falar. Fiquei o olhando, enquanto meu coração disparava e eu tremia com medo do que poderia acontecer.
Quando li aquelas palavras não acreditei, senti meu coração sangrar, ela disse que não queria passar mais eu sabia, algo dentro de mim já falava que ela iria passar pela capacidade e inteligência que ela tinha que de certa forma me deixava orgulhoso. Levantei minha cabeça olhando-a já com os olhos um pouco avermelhados e não consegui dizer nada.
-Chegou tem quinze dias, mas eu não... Esperava! Olhei pra ele com medo do que ele iria fazer.
Subi deixando minha mochila em cima do sofá. Estava ansioso pra reencontra-la. Subi devagar e entrei no seu quarto ouvindo ela cantar uma música que talvez fosse baiana, ri da sua animação e me sentei na cama, queria que ela se sentisse surpresa quando saísse do banheiro e me visse lá. Fui pegar seu celular quando um papel caiu sobre meus pés, franzi a testa não entendendo o que era aquilo e abri começando a ler.
Estava no banho e cantava no chuveiro, enquanto eu lavava meu cabelo, mas eu sabia que o chuveiro era o único que gostava do que eu cantava, ri, saindo do banho, lembrando as brincadeiras do Diego. Abri a porta do banheiro, saindo enxugando meu cabelo, já vestida, com um vestidinho. Quando o vi sentando na cama e sorri, me aproximei e vi o que ele lia, meu coração gelou e eu não soube o que falar. Fiquei o olhando, enquanto meu coração disparava e eu tremia com medo do que poderia acontecer.
Quando li aquelas palavras não acreditei, senti meu coração sangrar, ela disse que não queria passar mais eu sabia, algo dentro de mim já falava que ela iria passar pela capacidade e inteligência que ela tinha que de certa forma me deixava orgulhoso. Levantei minha cabeça olhando-a já com os olhos um pouco avermelhados e não consegui dizer nada.
-Chegou tem quinze dias, mas eu não... Esperava! Olhei pra ele com medo do que ele iria fazer.
-E por que quando te perguntava
sobre o resultado você ma falava que não sabia? Ele falava baixo, parecia
querer prender o choro.
-Por que eu estava esperando essa
carta chegar, pra cair minha ficha! Eu não acreditei quando a Bia apareceu com
o resultado...!
-Você... Você vai?
-Eu... Amor eu preciso que me
entenda e me escute! Sentei ao lado dele.
-Entender eu não sei se vou, agora
escuta eu posso até tentar! Ele se levantou.
-Olha, eu sei que vai ser difícil,
pra mim também vai, mas... Eu pensei demais e conversei com minha mãe e o Di, e
eu pensei muito em nós dois, também. Eu pensei e eu vi como você já realizou o
seu sonho e continua a realizá-lo, o quanto você só está crescendo e todo o seu
sucesso... Eu pensei em mim e me vi como uma formanda sem nada ainda, eu
preciso do seu apoio agora. São só dois anos, e eu preciso de experiência para
seguir com minha carreira... Eu vou depois que eu fizer as provas da OAB!
Preciso de você ao meu lado!
Fechei meus olhos digerindo cada palavra dela e passei a mão no rosto, aquilo só podia ser um pesadelo, tinha tantas outras oportunidades e ela foi pegar uma, justo, fora do Brasil. A olhei e a maldita lágrima que segurava nas pálpebras caiu, não poderia impedi dela ir realizar seus sonhos já que os meus já estavam realizados como ela mesma disse, mas não aguentaria dois anos sem ela, namoro a distância não daria, não com ela tão longe. A olhei mais uma vez balançando minha cabeça negativamente e desci sem dizer uma palavra.
Nos olhamos por alguns segundos e quando vi a lágrima cair do seu olho meu coração pareceu pequeno, queria desistir. Quando fui secar sua lágrima ele balançou a cabeça negativamente e saiu do meu quarto. Eu sabia que iria ser difícil. Eu saí atrás dele e lágrimas caíram, também, eu sabia o que ele pretendia fazer.
-Amor espera, por favor! Segurei seu braço, descendo a escada.
Fechei meus olhos digerindo cada palavra dela e passei a mão no rosto, aquilo só podia ser um pesadelo, tinha tantas outras oportunidades e ela foi pegar uma, justo, fora do Brasil. A olhei e a maldita lágrima que segurava nas pálpebras caiu, não poderia impedi dela ir realizar seus sonhos já que os meus já estavam realizados como ela mesma disse, mas não aguentaria dois anos sem ela, namoro a distância não daria, não com ela tão longe. A olhei mais uma vez balançando minha cabeça negativamente e desci sem dizer uma palavra.
Nos olhamos por alguns segundos e quando vi a lágrima cair do seu olho meu coração pareceu pequeno, queria desistir. Quando fui secar sua lágrima ele balançou a cabeça negativamente e saiu do meu quarto. Eu sabia que iria ser difícil. Eu saí atrás dele e lágrimas caíram, também, eu sabia o que ele pretendia fazer.
-Amor espera, por favor! Segurei seu braço, descendo a escada.
-Segue seus sonhos, não quero
atrapalhar! Ele se soltou de mim pegando sua mochila e Diego nos olhos
abaixando a cabeça logo em seguida.
-Mais amor... Luan eu preciso de
você! Passei rapidamente em sua frente, ficando na frente da porta.
-Você mentiu pra mim pela segunda
vez, me enganou, escondeu de mim uma coisa que era pra ser dividido entre nós
dois, Manuela!
-Desculpa! Até ontem eu não sabia o
que responder! Eu fui até a praia com o Diego para conversarmos sobre isso;
sobre a conversa que eu teria com você! Sobre essa conversa!
-Licença! Ele me tirou da sua
frente com cuidado e seguiu para o carro.
-Luan, não faz isso! Poxa! Eu
pensei que você compreenderia, por ser meu futuro, achei que você ficaria ao
meu lado... Mais eu estava errada né? Quem tá sendo egoísta, agora, é você! Fui
atrás dele.
-Eu tô sendo egoísta? Me importo
tanto com seu futuro que estou lhe deixando livre pra viver ele à vontade!
-Não queria viver ele à vontade,
queria ele com você! Me aproximei dele.
-Mais nem tudo é do jeito que
queremos!
-Custa você ficar do meu lado? Eu
preciso muito de você! Olha pra mim e diz se eu queria isso? Claro que não! As
lágrimas escorriam por meu rosto.
-Vou para o hotel de sempre, não tô
com cabeça pra isso, depois conversamos! Ele entrou no carro falando com seu
segurança que acelerou o carro.
-Que merda! Olha o que ele fez, Di! Ele sempre faz isso! Entrei em casa, depois de ter visto ele ir embora.
-Que merda! Olha o que ele fez, Di! Ele sempre faz isso! Entrei em casa, depois de ter visto ele ir embora.
-No fundo você sabia que ele ia
fazer isso!
-Mais custava ele pensar em mim?
-Olha eu sei que te apoiei desde começo
e continuo a te apoiar, mas pensa pelo lado dele também, ele vai senti sua
falta, dois anos não são dois dias e ele você sabe... Ele é homem!
-Eu sei... Mais tem tantos casais
que fazem isso!
-Só que ele é o Luan Santana,
maninha, ele vai ter mulheres por todo lado dele, acha que vai ser fácil? A
carne é fraca e outra eu avisei pra você ter contado logo a ele, você sabe que
nesse ponto errou!
-Mais ele me ama, não me ama?! Ah!
Isso não é desculpa! Eu disse que eu estava pensando!
-Eu amo a Carol mais não deixei de
desejar ou até mesmo olhar outras mulheres, imagina ele? Manuela o cara é
homem, vai ser difícil pra ele apesar de te amar tanto!
-Ok! Que seja! Afundei no sofá.
-Seu celular tá tocando!
-Olha pra mim quem é?
-Preguiçosa! –Ele se levantou pegando
meu celular e me olhou fazendo careta. –Sua sogra!
-Ah! –Peguei o celular da mão dele.
–Oi Dona Marizete! Atendi.
-Oi querida, o Luan estar com você?
Ele chegou bem? Desculpe te incomodar, é que ele não ligou avisando como sempre
fez e não atende o celular!
-Ah! Ele está bem, sim! Mais ele tá
no hotel...!
-Ah, tudo bem! Obrigado, vou ligar
pra lá! Beijos querida!
-De nada! Beijos!
-O que a sogrona queria? Diego se
sentou ao meu lado comendo uma maçã.
-Pelo jeito ex-sogra! Saber do
Luan...!
-Ah, espero que ele tenha ido para
o hotel mesmo!
-Por que tá falando isso? Acha que
ele foi pra outro lugar? Olhei pra ele.
-Pra onde você iria se tivesse
brigado com ele? Diego me olhou e fez uma cara de como fosse obvio.
-É, pode ser!
-Vem cá, me dá um abraço!
-O que você acha de eu ir lá?
-Quer que eu te leve?
-Não sei...! O que você acha? Olhei
pra ele.
-Vem, vamos lá!
Fui com o Di no carro, pensando em o que eu ia falar com ele e com medo do que ele iria falar. Com medo de ele não querer falar comigo ou me falar algo que me machucasse. Eu fui errada em não ter dito a ele, mas pra mim foi um choque esse resultado; eu não queria.
CAPÍTULO CINQUENTA E TRÊS.
Quando algumas pessoas começaram a
ir embora minha mãe disse que estava cansada e Diego se despediu de nós indo
embora com ela e a Carol, Luan havia me convidado pra dormir com ele no hotel e
prontamente aceitei. Ele chamou a sua família e seguimos no carro com Rober
dirigindo.
Quando chegamos nos despedimos dos seus pais e da Bruna e o Roberval e entramos em nosso quarto. Tirei o meu sapato que estava acabando com meu pé e me sentei na cama tirando o brinco, Luan tirou o paletó e me olhou com sorriso nos lábios, parecia orgulhoso e realmente ele estava mesmo, fez questão de deixar isso claro.
-To cansadona, sabia? Deitei na cama com tudo.
Quando chegamos nos despedimos dos seus pais e da Bruna e o Roberval e entramos em nosso quarto. Tirei o meu sapato que estava acabando com meu pé e me sentei na cama tirando o brinco, Luan tirou o paletó e me olhou com sorriso nos lábios, parecia orgulhoso e realmente ele estava mesmo, fez questão de deixar isso claro.
-To cansadona, sabia? Deitei na cama com tudo.
-Eu nem tanto, passei o dia em casa
com meu pai!
-Eu to e muito! Meus pés estam me
matando!
-Vou cuida de você! Ele sentou na
cama colocando meus pés em cima de sua perna e começou a massagear.
-Nossa! Se eu gostar da massagem
prometo pagar com beijinhos! Sorri.
-Não precisa de beijos, mais já que
insiste! Ele riu e continuo a massagem.
-Não quer beijo? E você quer o
que? Olhei pra ele sorrindo.
-Depois eu te respondo! Ele riu.
-Ok! –Ri. –Preciso de um banho!
-Pega uma camisa minha já que não
trouxe roupa!
-Pego! Sorri me levantando.
Tirei a blusa ficando apenas de calça e me sentei na cama mexendo no celular, queria ver se tinha alguma notícia sobre mim, e pra meu alívio parecia não ter nada que não gostasse o que tinha eu já esperava que saísse. Deitei na cama ligando a TV e fiquei lhe esperando terminar o banho.
Tomei banho e deixei que a água lavasse todo o meu cansaço. Estava exausta por toda essa correria que havia passado e passar a noite nos braços dele seria incrível. Saí do banho e coloquei uma blusa dele, ri de mim mesma ao me ver no espelho. A blusa era muito maior que eu.
-Amor olha isso! Olhei pra ele que estava deitado vendo TV, e mostrei como tinha ficado a blusa.
Tirei a blusa ficando apenas de calça e me sentei na cama mexendo no celular, queria ver se tinha alguma notícia sobre mim, e pra meu alívio parecia não ter nada que não gostasse o que tinha eu já esperava que saísse. Deitei na cama ligando a TV e fiquei lhe esperando terminar o banho.
Tomei banho e deixei que a água lavasse todo o meu cansaço. Estava exausta por toda essa correria que havia passado e passar a noite nos braços dele seria incrível. Saí do banho e coloquei uma blusa dele, ri de mim mesma ao me ver no espelho. A blusa era muito maior que eu.
-Amor olha isso! Olhei pra ele que estava deitado vendo TV, e mostrei como tinha ficado a blusa.
-Ficou linda! Ele riu.
-Não mesmo! Ri indo até a cama.
-Vou tomar o meu tá? Ficou, linda
demais com essa minha blusa e cabelo molhado!
Fiquei esperando por ele deitada na cama, mexendo no meu celular. Vi algumas fotos que as meninas me passaram por email e sorri ao lembrar os momentos. Não prestava muita atenção na TV, estava distraída; relembrando tudo o que havia acontecido.
"Cantor Luan Santana curti noite em Londrina com seus amigos. O astro teen ficou em um camarote reservado com seu secretário e mais dois amigos, que depois de um tempo ficaram acompanhados de belas mulheres. Em entrevista exclusiva a nossa reportagem o cantor nos disse que a amada Manuela sabia que ele estava presente naquela boate e que ela estaria presente em seus pensamentos. Um fofo, né?"
Ouvi a reportagem na TV, a única que conseguiu prender minha atenção, e sorri ao lembrar de quando ele me ligou avisando sobre essa noite que ele passou com o Roberval. Esperei mais alguns minutos ele sair do banho.
-Não dá vontade de sair do banheiro, água boa! Ele sorriu secando o cabelo com uma toalha.
-Acabou de passar uma reportagem
falando sobre sua saída com o Roberval... Que feio amor, você mentiu pra mim! O
olhei séria fingindo está chateada.
-Mais eu te avisei amor, juro que
avisei e nem fiz nada demais. O que... O que eles falaram? Seja o que for você
tem que acreditar em mim!
-Falaram que você ficou o tempo todo...
Luan o tempo todo...! Levantei fingindo está irritada.
-Amor eu juro, olha pra mim, por
favor! Ele me virou pra ele, sua voz mostrava desespero.
-Você ficou o tempo todo...
Pensando em mim! Sorri.
-Que susto amor! Ele respirou
fundo.
-Tava brincando, foi mal! Dei um
selinho nele.
-Não faz mais isso! Ele fez bico me
dando um selinho.
-Desculpa meu bebê! Sorri.
Passamos a noite juntos, mais logo fui embalada nos braços do Luan pra um sono maravilhoso. Acordamos dia seguinte e tomamos café com sua família no restaurante do hotel, Bruna me lembrava da noite e rimos lembrando alguns meninos que deu em cima dela e o Luan na mesma hora fechou a cara.
Os pais dele ficaram com a gente durante os quatro dias, que por sinal foi muito divertido. Diego nos levou a uma praia deserta aonde curtimos durante todo o dia, ver o sorriso do Luan era a coisa mais grandiosa do mundo. Fiquei sentada na areia observando ele brincar com a Bruna e sorria, pareciam duas crianças e eu sabia que momentos como esse pra eles eram raros.
Aqueles dias se passaram sem ao menos a gente perceber, quando demos por nós o Luan já estava no aeroporto com sua família se despedindo de mim com a promessa de logo nos ver e era o que eu mais queria. Quando o vi se afastar de mim senti meu coração apertar, toda vez era isso mais algo dentro de mim estava diferente e isso fez com que uma lágrima caísse dos meus olhos.
Os dias se passaram e o clima na minha casa era de correria, eu estava analisando umas propostas de alguns escritórios que recebi. Eu e o Diego estávamos muito mais próximos e ele me orientava quanto às análises das propostas.
A Bia e a Carol chegavam em minha casa com frequência. A Carol por causa do Diego e a Bia por causa do resultado da prova, sempre foi um sonho dela sair do país e ganhar experiência com as culturas diferentes e situações diferentes. Eu não compartilhava com ela a mesma felicidade, apenas ficava feliz por ela está confiante de que iria passar.
Eu e o Luan ficávamos entre ligações e viagens para nos vermos. Estava mais frequente as minhas viagens já que eu estava mais livre, mas estudava para me sair bem na prova da OAB, precisava passar para consegui exercer minha profissão, para colocar em prática nos tribunais tudo o que eu havia aprendido.
Quando parei pra reparar já havia passado um mês depois da minha formatura, estava tudo tão intenso na minha vida que nem havia reparado. Estava na sala vendo TV abraçada com o Diego que fazia gracinha o tempo inteiro, a campainha começou tocar desesperadamente e eu levantei impaciente, Diego levantou pra ir ao banheiro e eu abri fazendo Bia entrar feito um meteoro enquanto chorava.
-Amiga... Ela chorava muito e gaguejava.
Passamos a noite juntos, mais logo fui embalada nos braços do Luan pra um sono maravilhoso. Acordamos dia seguinte e tomamos café com sua família no restaurante do hotel, Bruna me lembrava da noite e rimos lembrando alguns meninos que deu em cima dela e o Luan na mesma hora fechou a cara.
Os pais dele ficaram com a gente durante os quatro dias, que por sinal foi muito divertido. Diego nos levou a uma praia deserta aonde curtimos durante todo o dia, ver o sorriso do Luan era a coisa mais grandiosa do mundo. Fiquei sentada na areia observando ele brincar com a Bruna e sorria, pareciam duas crianças e eu sabia que momentos como esse pra eles eram raros.
Aqueles dias se passaram sem ao menos a gente perceber, quando demos por nós o Luan já estava no aeroporto com sua família se despedindo de mim com a promessa de logo nos ver e era o que eu mais queria. Quando o vi se afastar de mim senti meu coração apertar, toda vez era isso mais algo dentro de mim estava diferente e isso fez com que uma lágrima caísse dos meus olhos.
Os dias se passaram e o clima na minha casa era de correria, eu estava analisando umas propostas de alguns escritórios que recebi. Eu e o Diego estávamos muito mais próximos e ele me orientava quanto às análises das propostas.
A Bia e a Carol chegavam em minha casa com frequência. A Carol por causa do Diego e a Bia por causa do resultado da prova, sempre foi um sonho dela sair do país e ganhar experiência com as culturas diferentes e situações diferentes. Eu não compartilhava com ela a mesma felicidade, apenas ficava feliz por ela está confiante de que iria passar.
Eu e o Luan ficávamos entre ligações e viagens para nos vermos. Estava mais frequente as minhas viagens já que eu estava mais livre, mas estudava para me sair bem na prova da OAB, precisava passar para consegui exercer minha profissão, para colocar em prática nos tribunais tudo o que eu havia aprendido.
Quando parei pra reparar já havia passado um mês depois da minha formatura, estava tudo tão intenso na minha vida que nem havia reparado. Estava na sala vendo TV abraçada com o Diego que fazia gracinha o tempo inteiro, a campainha começou tocar desesperadamente e eu levantei impaciente, Diego levantou pra ir ao banheiro e eu abri fazendo Bia entrar feito um meteoro enquanto chorava.
-Amiga... Ela chorava muito e gaguejava.
-Que foi? O que aconteceu? A olhei
preocupada.
-A gente passou amiga, a gente
passou!
-A gente passou onde doida? Olhei
sem entender.
-Eu, você, nós duas somos as mais
novas estagiarias de um dos maiores escritório dos Estados Unidos Cleary
Gottlieb!
-O que? Gritei e peguei o papel da
mão dela.
Meu coração disparou, eu não estava acreditando. Quando eu vi meu nome na lista meu corpo inteiro gelou. Não estava entendendo como eu havia passado se eu não havia me dedicado tanto, aquela prova, só a fiz para dá apoio a Bia. Eu não sabia o que fazer nem o que pensar, apenas tremia muito.
-Ainda não acredito amiga! Meu Deus! Bia me abraçou chorando.
Meu coração disparou, eu não estava acreditando. Quando eu vi meu nome na lista meu corpo inteiro gelou. Não estava entendendo como eu havia passado se eu não havia me dedicado tanto, aquela prova, só a fiz para dá apoio a Bia. Eu não sabia o que fazer nem o que pensar, apenas tremia muito.
-Ainda não acredito amiga! Meu Deus! Bia me abraçou chorando.
-Nem eu! Diego! Chamei ele.
-Oi maninha! Ah! Oi Bia!
-Oi Di! Ela sorriu.
-Que foi? Tá chorando?
-Diego eu passei na merda da prova!
O que eu faço? Entreguei o papel a ele.
-Caramba...! Ele olhou surpreso.
-Me diz o que eu faço, pelo amor de
Deus! Olhei pra ele.
- Primeiramente parabéns, né? Não é
pra qualquer passar nessa prova! –Ele me abraçou. –E segundo você não pode
desperdiçar essa chance, ela é única!
-Mais Diego...! O que eu faço? E
o Luan? Como é que eu digo isso a ele se eu não estava querendo nem passar
nisso!
-Bom, eu vou indo! Ainda tenho que
avisar a minha mãe! Parabéns, pra nós amiga! Ela saiu e Diego o levou até a
porta, fechou e voltou sentando ao meu lado.
-Maninha essa é a chance da sua
vida, tem certeza que vale a pena arriscar tudo pelo Luan? Ele me olhou e nunca
tinha visto o Diego tão sério em toda minha vida.
-Não sei...! Que merda! Por que
isso tinha que acontecer?
-Olha pra mim! –Ele segurou em
minhas mãos. –O Luan ele já realizou a maioria dos sonhos dele, é um cantor de
sucesso, tem o respeito de todo o Brasil, fãs espalhadas pelos quatro cantos da
terra e você ainda é apenas uma advogada recém formada, precisa de coisas boas
no seu currículo. Sei que você ama ele e ele também ama, mais se ele amar tanto
como diz ele pode sim te esperar o tempo que for pra ver você realizar seu
sonho!
-Tá! Mais eu vou ter quinze dias
para pensar, até a carta de resposta chegar... Eu vou pensar direitinho! Mais
eu não esperava isso!
-Vai contar para o Luan?
-Deixa essa carta chegar e eu resolver minha
mente!Os dias se passaram rápido, não contei ao Luan sobre nada, achava melhor eu ter a confirmação daquilo tudo, ainda estava em choque e pra falar a verdade não queria ir, não só pelo Luan, mais também pelo Diego e minha mãe. Morreria de saudade deles e ficar longe seria ruim demais.
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