-A banda você já conhece todinha,
né?
-Já! Sorri.
-Então nem preciso mais apresentar! –Ele fez bico. –Ah, você vai querer dormi em um outro quarto ou não se importa de dormi aqui comigo?
-Então nem preciso mais apresentar! –Ele fez bico. –Ah, você vai querer dormi em um outro quarto ou não se importa de dormi aqui comigo?
-Não, tudo bem! –Sorri. –Sabe o que
eu sonhei? Olhei pra ele.
-O que? Ele me olhou curioso e
colocou meu cabelo atrás da orelha.
-Com o Dan, falando que não era pra
eu desgrudar de você...! Sorri alisando o seu rosto.
-Sério... ?! Adorei! Ele
me beijou.
Aquele dia eu cuidei dele como forma de agradecimento pelo o que ele vinha fazendo por mim. Cuidei dele dando carinho e dormindo abraçados, até a hora de irmos nos arrumar para o show. Na hora do show nos arrumamos e fomos na mesma van, mas preferi não chamar atenção de ninguém saindo, depois dele, já perto do local dos camarins. Ele saiu antes para atender as fãs.
Ele atendeu as fãs e a imprensa, enquanto eu ficava de longe observando. Quando ele foi fazer o show fui para o lado do palco para assistir a mais uma das suas apresentações incríveis. Depois de atender mais alguns repórteres voltamos para o hotel no mesmo esquema, eu sempre saia depois dele, para não levantar suspeitas.
Dormimos do mesmo jeito que na minha casa. Ele sempre muito respeitoso comigo e me fazendo carinho. Mais nessa noite nos beijamos mais, eu quis sentir o gosto dele, eu estava começando a descobrir o quão bom era ficar com ele.
Foi um dos finais de semanas mais legais que tive desde que o Dan havia ficado pior da doença, o Luan me fazia esquecer todos meus medos, e frustrações. Ele era muito carinhoso, atencioso e um bobo, sempre que podia estava me fazendo ri e adorava fazer brincadeiras com a banda falando quem seria o padrinho do nosso casamento.
Quando nos despedimos naquele aeroporto em Santa Catarina, senti um aperto enorme no peito e um medo de perdê-lo me dominou. O abracei como se a qualquer momento fosse esmaga-lo e nos beijamos por um bom tempo. Já havia ganhado a simpatia de todos da banda e me despedi deles depois daquele final de semana perfeito estava complicado ficar sem ele.
Cheguei em Salvador e voltei a realidade, Beatriz e Carol me esperavam no aeroporto e de lá seguimos pra minha casa aonde contei com detalhes sobre meu final de semana, elas escutavam tudo com os olhinhos brilhando o me motivava a contar com detalhes.
Após três semanas Luan pegou uma turnê pesada, mais fazia de tudo pra poder me ligar todas as noites nem que fosse pra me deseja "Boa Noite" aquilo só fazia aumenta o que estava sentindo por ele, que a cada dia ficava mais forte. Ele mandava presentes pelas meninas com algum bilhete e dizia que mesmo longe se fazia presente na minha vida todos os dias.
Com o passar do tempo, passei a viajar com ele, sempre quando podia. Não aguentava ficar mais um minuto sem a companhia dele, se ficássemos sem nos falar, nem que fosse para desejar "boa noite", era como se um vazio preenchesse meu coração.
Na faculdade estava tudo bem, mas o sentimento por ele já estava incontrolável. Eu sentia necessidade dele, a cada segundo. Eu tinha que ouvir sua voz, saber sobre o seu dia, trocar mensagens, escutar seu riso, me divertir com suas histórias e dividir com ele o meu dia, também. Ele sempre se fazia presente mesmo de longe, me mandava recados, presentes e sempre conseguia me surpreender quando viajávamos. Nossa relação era regrada a muito respeito e cumplicidade, o que me fazia o admirar ainda mais.
Em mais uma noite longe dele, já tinham se passado três meses depois da morte do Dan, que mesmo assim iria ser presente na minha vida sempre, liguei pra ele para saber o que ele tinha feito e como tinha sido o seu dia. Ele estava em casa descansando, ele preferiu ficar com a família, que, por sinal, toda ela já sabia de nós dois.
-Lú como você tá? Perguntei, assim, que ele foi para o quarto, quando me pediu um tempo para ficar em um lugar mais reservado para falar comigo.
-Cansado, mais tô bem e você meu
amor?
-To bem, também, apesar da prova de
hoje, mas eu acho que fui bem! Então, aproveita e descansa, com sua família,
tá?
-Meus pais querem tanto te
conhecer...!
-É... Quem sabe um dia talvez! Ri.
-A Bruna está louca pra te ver,
também. Mostrei a ela uma foto sua e ela te encheu de elogios!
-Amor depois à gente ver isso,
calma!
-Você me chamou de quê? Repete!
Não tinha percebido que havia o chamado de "amor", era a primeira vez depois de três longos meses juntos, que o chamava assim, e pelo tom da sua voz ele gostou, parecia que era o que ele mais esperava.
-De amor? Falei firme, eu queria o chamar assim, meu coração pedia.
Não tinha percebido que havia o chamado de "amor", era a primeira vez depois de três longos meses juntos, que o chamava assim, e pelo tom da sua voz ele gostou, parecia que era o que ele mais esperava.
-De amor? Falei firme, eu queria o chamar assim, meu coração pedia.
-Esperei tanto e confesso que
imaginei você falando isso olhando em meus olhos!
-É? Então escuta; amor, amor, amor,
amor,...! Sorri.
Sorri enquanto a escutava falar aquela palavra que sempre desde que a vi esperei escutar. Fechei os olhos com sua voz ecoando perfeitamente em meu ouvido e senti meu coração acelerar, estava numa saudades louca dela e a vontade de ir pra Salvador se tornou maior depois daquilo.
-Te amo! Disse no impulso.
Sorri enquanto a escutava falar aquela palavra que sempre desde que a vi esperei escutar. Fechei os olhos com sua voz ecoando perfeitamente em meu ouvido e senti meu coração acelerar, estava numa saudades louca dela e a vontade de ir pra Salvador se tornou maior depois daquilo.
-Te amo! Disse no impulso.
-Mô quero te dizer um segredo, mas
tem que ser pessoalmente! Sorri ao ouvi ele falar "te amo", meu
coração estava disparado.
-Poxa, vou ter que esperar até
amanhã pra saber?
-É que pessoalmente seria melhor...
Mais você quer saber agora, amor?
-Deixa pra quando a gente se
encontra, eu aguento! Ele sorriu.
-Tá bom! Vai dormir direitinho e
não esquece de sonhar comigo tá? Sorri.
-Como se não fizesse isso todas
as noites, dorme bem tá? Te amo muito!
-Tá bom! Boa noite... Amor!
Sussurrei a última palavra.
-Boa minha pequena! Ele desligou.
Dormi, feito criança, lembrando a voz dela, dengosa, me chamar de "amor". Estava doido para que o dia chegasse logo para eu ir ao encontro dela, para saber o que era esse segredo e a ouvir e ver me chamando de "amor".
No dia seguinte levantei, feito um meteoro da cama, me arrumei e quis ir logo para o aeroporto para ir direto a Salvador. Quando cheguei aluguei um carro e segui para a casa dela, bati na porta e ela atendeu com aquele sorriso lindo, que me deixava bobo.
-Oi meu amor! Sorri ao ver ele parado à porta.
Dormi, feito criança, lembrando a voz dela, dengosa, me chamar de "amor". Estava doido para que o dia chegasse logo para eu ir ao encontro dela, para saber o que era esse segredo e a ouvir e ver me chamando de "amor".
No dia seguinte levantei, feito um meteoro da cama, me arrumei e quis ir logo para o aeroporto para ir direto a Salvador. Quando cheguei aluguei um carro e segui para a casa dela, bati na porta e ela atendeu com aquele sorriso lindo, que me deixava bobo.
-Oi meu amor! Sorri ao ver ele parado à porta.
-Oi meu amor! A abracei forte.
-Quer saber o segredo agora?
Perguntei sussurrando em seu ouvido.
-Quero! Ele me olhou alisando meu
rosto.
-Te amo! Sorri.
A olhei sem reação, não conseguia sorri, nem demonstrar nada, havia esperado três longos meses a espera dessas palavras que significavam tanto para mim, sair de sua boca. Meus olhos brilhavam. A olhava sem acreditar e no meu ouvido sua voz ecoava perfeitamente as palavras que ela havia acabado de me dizer.
-Amor você tá bem? Quer que eu chame a ambulância? Ri.
A olhei sem reação, não conseguia sorri, nem demonstrar nada, havia esperado três longos meses a espera dessas palavras que significavam tanto para mim, sair de sua boca. Meus olhos brilhavam. A olhava sem acreditar e no meu ouvido sua voz ecoava perfeitamente as palavras que ela havia acabado de me dizer.
-Amor você tá bem? Quer que eu chame a ambulância? Ri.
-Repete pra mim, por favor!
-O que? Que te amo? Sorri o puxando
para dentro de casa.
-Sim! Ri, ele parecia estar em
transe.
-Te amo, te amo e te amo! Me
aproximei dele e o beijei, intensamente.
Sorri entre o beijo e alisava as costas dela, estava com saudades de senti-la, de beija-la e lhe passar todo amor que sentia por ela em meus toques em sua pele e em meus beijos. A amava e isso a cada dia se tornava uma certeza em minha vida.
Beijei ele com todo o amor que já queria explodir dentro de mim. Alisava sua nuca e mordia, levemente, seu lábio. Dizia a ele que o amava, entre os beijos, nós estávamos morrendo de saudades.
Sentei no sofá com a cautela de não parar o beijo, coloquei ela sobre meu colo e alisava sua perna enquanto explorava cada canto de sua boca com minha língua. Sugava seus lábios e a cada vez que ela me falava "eu te amo" sentia minha pele se arrepiar me fazendo ficar rendido totalmente a ela.
-Estava morrendo de saudade de você! Terminei o beijo, mordendo seu lábio, levemente, deitando no sofá.
Sorri entre o beijo e alisava as costas dela, estava com saudades de senti-la, de beija-la e lhe passar todo amor que sentia por ela em meus toques em sua pele e em meus beijos. A amava e isso a cada dia se tornava uma certeza em minha vida.
Beijei ele com todo o amor que já queria explodir dentro de mim. Alisava sua nuca e mordia, levemente, seu lábio. Dizia a ele que o amava, entre os beijos, nós estávamos morrendo de saudades.
Sentei no sofá com a cautela de não parar o beijo, coloquei ela sobre meu colo e alisava sua perna enquanto explorava cada canto de sua boca com minha língua. Sugava seus lábios e a cada vez que ela me falava "eu te amo" sentia minha pele se arrepiar me fazendo ficar rendido totalmente a ela.
-Estava morrendo de saudade de você! Terminei o beijo, mordendo seu lábio, levemente, deitando no sofá.
-Eu também! A cada dia fica mais
complicado ficar longe de você!
-Nem fale! Vem cá! O puxei pra mim, deitando o
corpo dele sobre o meu, o beijando.Já sabia o que ela queria e naquele momento queria tanto quanto ela. A beijei com mais desejo e alisei sua coxa subindo até sua cintura aonde apertei com força, porém com carinho, parei o beijo mordendo seus lábios, beijei seu queixo e fui descendo para o seu pescoço, aonde comecei dá mordidas e leves sugadas sentindo sua pele arrepiar. Sorri olhando-a nos olhos e passei a ponta do meu dedo sobre seu braço que estava arrepiado.
Deixei que ele percebesse o que eu queria e sabia que ele queria tanto quanto eu. Ele me tocava de uma forma delicada e ao mesmo tempo me arrancava arrepios. Alisava suas costas com minhas unhas arrancando dele arrepios, suspendendo sua blusa. O olhei nos olhos e o vi alisando meu braço que estava arrepiado.