quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

CAPÍTULO CENTO E VINTE DOIS.


-Ele tá bem mesmo? Eu quero falar com ele! Lágrimas inundaram meus olhos.
-Ele tá indo direto para o show, já atrasou quatro horas!
-Eu preciso falar com ele! Olhei para o Dan que dormia feito um anjo, e eu tive certeza que o Luan estava bem.
-Fica calma Manu, daqui a pouco você fala com ele!
-Tá, mas eu preciso ouvir a voz dele!
-Agora? Ele deve estar indo pra Macaé!
-Passa uma mensagem pra ele, dizendo que eu quero falar com ele, por favor!
-Tá!

"Luan, a Manu quer falar contigo, tem como cunhado?"

-Pronto, enviei!
-Tá!

Olhei para o Dan e fiquei alisando a cabecinha dele, ele dormia feito um anjo e isso me deixava calma. Meu pensamento estava no Luan, eu precisava ouvir a voz dele e ter certeza que estava, realmente, tudo bem. Eu estava angustiada e tentava não olhar as horas, no celular, por que a cada minuto que passava eu ficava ansiosa por notícias dele. Fiquei observando o Dan dormir.

Assim que o avião pousou senti meu coração aliviado e a minha única reação foi abraçar a Dagmar, Roberval e o Well. Logo depois liguei para os meus pais, e ouvi a voz deles foi reconfortante. Estava com uma vontade enorme de abraçá-los, o susto havia sido muito forte e meu coração ainda pulsava nervoso. Assim que desliguei recebi a mensagem do Diego, queria ouvi a voz da minha menina e assim que entrei na van seguindo para o local do show liguei pra ela.

Estava olhando o Dan segurar meu dedo, com sua mãozinha quando meu celular tocou. Quando eu vi o nome dele no visor, do celular, meu coração bateu aliviado; eu iria ouvir a voz dele. O Dan abriu o olhinho e ficou a me observar, me fazendo sorrir.


-Oi meu amor! Você está bem, né? Atendi.
-A única coisa que queria agora era seu abraço...!
-Eu também, eu também! Mais você tá bem né?
-Apesar do susto, tô sim meu amor!
-Você não sabe o quanto é bom ouvir isso! O Dan tá aqui me olhando! Sorri.
-Queria esta ai com vocês!
-Você vai está meu amor, logo! Olha a gente tá aqui te esperando e vai dá tudo certo tá? Deus está com vocês, assim como, Nossa Senhora... Vem logo!
-Amém meu amor, cheguei ao local do show, tão vaiando!
-As suas fãs vão entender, elas estam ao seu lado!
-Tenho que ir, cuida do nosso pequeno e se cuida. Te amo!
-Tá bom! Se cuida também!

Desliguei e segui para o local do show, estava lotado mais percebi que algumas pessoas estavam indo embora o que me deixou triste. Desci do carro e entrei diretamente no camarim, bebi um pouco de água e fui logo trocar de roupa, já estava atrasado e não poderia atrasar nem mais um minuto. Segui para o palco e quando subi ao som da música vendo aquela multidão me esperando depois de tanto tempo não segurei a emoção, deixei o público cantar e baixei minha cabeça deixando as lágrimas me dominarem.

-O papai tá bem, filho! Sorri olhando para o Dan.

Quando ele desligou eu olhei para o Dan e fiquei rezando agradecendo por ele está bem e para que tudo desse certo no show. Fiquei ali pedindo a Deus pela proteção dele e de toda a equipe, que eles pudessem voltar seguros para casa e para que fizessem mais um show incrível. Eu sabia que as fãs esperariam por ele não só horas mais dias, elas nunca o deixaria, na mão. Então orei por elas também, para que sempre fossem protegidas e que fossem fortes para realizar o sonho delas.

Durante o show expliquei o motivo do atraso e quando falei elas pareciam assustadas com tudo que havia acontecido comigo e compreendeu o atrasado. O show graças a Deus foi um sucesso, meus fãs, como a Manu disse, estavam lá na frente me prestigiando o que me deixou orgulhoso e emocionado. Assim que acabou segui para o camarim e troquei de roupa, rapidamente, queria abraçar minha mulher e ver meu filho o mais rápido possível. Atendi aos fãs depois do show e elas me abraçavam forte como se quisesse me passar força, agradeci a todas e assim que acabou segui para o aeroporto.


Assim que o avião pegou atitude comecei a rezar pra que tudo desse certo e não pegasse nenhuma turbulência. Quando o jato pousou me benzi agradecendo a Deus por ter dado tudo certo e segui para o hospital, onde minha mulher com certeza me aguardava.
Peguei meu carro que estava no estacionamento e segui para o hospital, assim que cheguei estacionei trancando o carro e coloquei a chave no bolso, peguei o elevador indo para o andar que ela estava. Abri a porta do quarto dela devagar e a vi dormindo feito um anjo assim como Dan que estava em seu berço ao lado dela. Me aproximei devagar alisando seu cabelo e senti meus olhos ficarem marejados.

Depois de alguns minutos o Dan acordou para mamar mais uma vez, e em seguida dormiu. O Di o colocou no berço e eu dormi tranquilamente, mas com a cabeça no Luan. Meu sono estava leve, por que eu o esperava. Senti alguém alisar meu cabelo e o cheiro dele me fez abrir os olhos sorrindo. Ver ele ali diante de mim, seguro e bem foi um alívio imenso, uma emoção sem explicação.


CAPÍTULO CENTO E VINTE E UM.


-Amarildo?
-Oi! Amarildo atendeu.
-Sou eu o Anderson! Tentei ligar para o seu celular e ninguém atendeu!
-Ah! Oi Anderson! É que meu celular estava aqui em baixo, por isso não atendi. Mais fala rapaz, o que foi? Aconteceu alguma coisa? 
-Então Amarildo... O Luan estava vindo pra Macaé fazer o show e... No meio do caminho aconteceu uma coisa...!
-Fala Anderson, o que aconteceu com meu filho? Amarildo parecia nervoso.
-Nesse momento o Luan esta passando por uma forte turbulência Amarildo, e acabei de saber que uma das turbinas pararam de funcionar durante uns 30 segundos!
-Nesse momento? O que aconteceu com esse avião Anderson? Não fizeram revisão, não foi? Eu quero meu filho bem!
-Estamos entrando em providencia Amarildo, daqui a pouco ligo com mais notícias! Ele desligou.
-Pai... Eu não tô bem!
-Que foi minha filha? Amarildo virou para a Bruna tentando esconder o medo e a preocupação com o Luan.
-Um aperto no coração,... Sei lá!
-Deve ter sido um pesadelo. Vai para o seu quarto e tenta dormir de novo, vai! Ele olhava pra filha, mas pensava no Luan.
-Tá bom pai, quando vai ao hospital?
-Amanhã pela manhã! Mais a Manu e o Dan voltam pra casa pela tarde, já! Agora vai dormir, vai princesa!
-Tá pai, boa noite! Ela lhe deu um beijo na bochecha e subiu.

Eu estava ainda com o Dan nos braços, enquanto ele segurava firme meu dedo. O Diego tentava ligar para o Luan e só dava na caixa, eu comecei a ficar aflita; algo me dizia que tinha algo errado.

-Diego tenta o Anderson, a Dagmar, o Rober, sei lá! Pelo amor de Deus! Olhei para o Di.
-Fica calma Manuela, se você ficar assim seu leite seca! Vou ligar pro Anderson, aquieta ai! –Ele discou o número de Anderson que atendeu na segunda chamada. –Anderson?
-Oi! O Anderson atendeu.
-Ô cara, aqui é o Diego cunhado do Luan. Então, eu tô tentando falar com ele e não consigo. A Manuela tá aqui agoniada, querendo notícia. Você sabe me informar se ele já chegou em Macaé?
-Cara ele não chegou... Avisa a Manu, com jeito isso que eu vou te dizer agora. Olha, o avião sofreu uma pane e uma das turbinas parou. Parece que eles ficaram no meio de uma nuvem bastante carregada, daquelas de tempestade, e pegaram uma forte turbulência causando a parada de uma das turbinas e uma queda livre de 30 segundos. Mais agora, acabei de receber uma mensagem da Dagmar, o piloto conseguiu permissão para pousar em uma cidade próxima e o Luan está bem!
-Ah, beleza então cara! É... Me liga dando notícias!
-Tá bom! Eu ligo sim! O Anderson desligou.
-Pronto Manu...
-E o Luan? O que o Anderson falou Di? Fala logo! Olhei pra ele aflita.
-O... O avião do Luan sofreu uma pane Manu, a tempestade que eles se meteram chegou a parar uma das turbinas do avião durante uns 30 segundos fazendo o jatinho perder altitude. Mais o Luan já esta bem e eles já receberam permissão pra pousar em São Paulo, estar tudo bem tá?

Ouvia o Diego falar e segurava mais firme o Dan. Meu coração disparou e eu estava certa; tinha algo errado. O Luan quase... Eu nem gostava de pensar nisso. Eu quase perdi mais uma pessoa que eu amava muito, se eu perdesse o Luan eu iria ficar sem rumo.


CAPÍTULO CENTO E VINTE.


Fui com meu pai e Diego registrar o nosso pequeno, estava tão feliz que não cabia dentro de mim. Chegamos ao fórum e, pra minha sorte, só poucas pessoas me reconheceram arrancando delas olhares curiosos. Entrei com meu pai, o Diego preferiu nos aguardar dentro do carro. Levei todos meus documentos com os de Manuela e o registrei. Daniel Brandão Santana. O nosso anjo. 

Voltamos para o hospital e quando cheguei mostrei a todos a certidão de nascimento do Dan fazendo todos babarem, Bruna me avisou que meus amores estavam dormindo, mas, mesmo assim, decidi ir vê-los. Entrei em silêncio no quarto e fiquei observando nosso pequeno dormir, parecia um anjo e fazia biquinhos fofos que e davam vontade de passar a vida ali admirando.

Dormi por está casada na verdade, cochilava por que meus pensamentos estavam todos no Dan, mesmo ele estando ao meu lado eu queria protegê-lo. Senti alguém se aproximar e me assustei abrindo os olhos. Vi o Luan ao lado filho segurando com o dedo a mãozinha do Dan, e eu sorri.

-Já voltou mô? Já registrou o Dan?
-Oi meu amor! Já sim! Ele me olhou ainda segurando a mãozinha do filho.
-A médica falou alguma coisa sobre quando a gente vai pra casa?
-Amanhã pela tarde, ela disse que vocês dois estão ótimos! Ele se sentou na cama me olhando.
-Que bom! Não aguento mais ficar aqui, é muito chato! Cruzei os braços.
-Amor, eu tenho show hoje à noite...!
-Tem? Mais você volta né? Falei dengosa.
-Prometo que vou tentar, não queria deixar vocês aqui, mais a multa pelo cancelamento do show é altíssima! Ele arregalou os olhos.
-Tudo bem, eu entendo! As fãs estam lá te esperando. Vai e volta! Sorri.
-E tem elas ainda, já tem meninas acampando lá desde cedo, não posso fazer isso com elas. Eu volto! Ele sorriu.
-Eu vou ter ir me acostumando... A gente vai ter que se acostumar! Olhei para o Dan.
-Prometo voltar assim que terminar o show. Cuida dele e se cuida tá? Meus pais, a Bruna, sua mãe e o Di estão ai fora!
-Tá bom! Vou ficar com saudade... Ah! Avisa quando chegar e quando terminar, lá!
-Pode deixar! –Ele me deu um selinho demorado e se aproximou do filho. –Papai tá indo mais volta logo tá campeão? Cuida da mamãe, beleza? Papai te ama muito! Ele beijou a testa do Dan sorrindo e me olhou mais uma vez.

O vi saindo do quarto e me senti menos segura. Sabia que ele voltaria, mas era como se levasse com ele uma parte da minha coragem. Olhei para o Dan e me senti mais responsável ainda pela segurança dele, mesmo com tantas pessoas que eu podia confiar eu sentia certa insegurança de deixar o Dan nos braços de quem quer que fosse, a não ser o meu e o do Luan.

O Di entrou no quarto, logo, depois que o Luan tinha ido embora e me olhou com um sorriso nos lábios se aproximou e beijou minha testa. Ele ainda estava bobo com a chegada do sobrinho o fazendo ficar até um pouco atrapalhado.

Saí daquele quarto com meu coração na mão, não queria deixar eles ali sem minha proteção. Segui para sala de espera onde todos conversavam e respirei fundo me aproximando deles. Me despedi de cada um deles e pedi para que cuidassem deles dois mesmo sabendo que não seria a mesma coisa comigo ali. Abracei meus pais, a Bruna, minha sogra a apertei a mão do Diego saindo, logo em seguida, acompanhado do Roberval e Well. Entrei no carro e durante o caminho fui contanto detalhes de como era meu filho, Roberval aproveitava pra tirar sarro da minha cara e me fazia ri algumas vezes. 


Chegamos ao aeroporto e seguimos direto para o jatinho que já estava pronto pra decolar, me sentei na poltrona pegando meu celular e Rober entrou me desconcertando com algo que não havia entendido direito. Quando estávamos no ar sentimos uma forte turbulência e meu coração foi a mil. Por mim se pudesse escolher iria de ônibus para todos meus shows, mas por ser cada um em uma cidade e Estado diferente só me restava essa opção. Ouvi o piloto conversando com o outro e olhei para o Roberval desesperado.

O Di dormiu comigo, enquanto todos foram pra casa, minha mãe foi ajeitar tudo para a minha volta e a chegada do Dan. Ela queria tudo arrumado e queria deixar tudo do jeito mais confortável para nós dois. Acabei cochilando o Diego me passou segurança, mas logo o Dan começou a se mexer e meu corpo já dava sinais de que ele queria comer e foi exatamente o que aconteceu. A enfermeira logo veio e me ajudou a dar mama para o Dan. O Diego, assim como o Luan, observava tudo muito curioso. 


Depois que eu dei mama para o Dan ele adormeceu, novamente, e eu pudi dormir. Dessa vez não foi um sono leve, foi um sono pesado, estava muito cansada. Mais eu tive um sonho estranho; via um acidente de avião. 

-Luan! Acordei assustada, chamando pelo Luan e o Dan se assustou começando a chorar.
-Que foi? Diego se aproximou de mim rápido.
-Liga para o Luan, Diego! Liga pra ele! Olhei para o Di assustada.
-Calma Manuela, seu filho tá chorando! Diego olhava para o Dan que chorava parecendo que sentia algo assim como eu.
-Pega ele pra mim! Mais liga para o Luan, por favor! Olhei para o Dan.
-Tá! Mais fica calma! Diego pegou o Dan que não parava de chorar e me entregou o celular.
-Me dá o Dan, ele não vai parar de chorar com você! –Estendi meus braços para pegar o Dan. –Liga para o Luan, você Di!
-Tá, certo! Ele me entregou o Dan. E assim, que encostei ele sobre meu corpo, aliviou o choro e o olhei para o Diego que tentava ligar para o Luan.
-Pronto meu amor, passou! A mamãe tá aqui! –Olhava para o Dan e ele se acalmou, mas não dormiu. Parecia sentir o mesmo que eu. –E o Luan, Diego?
-Caixa postal Manu! Ele me olhou. 

Quando sentimos que uma das turbinas do avião parou senti meu coração gelar e fechei meus olhos com força apertando a poltrona como se naquele momento pudesse controlar o jato. Não conseguia me mover, apenas colocava toda minha força apertando a poltrona. Ouvi o Roberval falando algo baixinho que não compreendia e também naquele momento pouco me importava. Pedi a Deus que protegesse e que tudo acabasse bem, mas naquele momento o medo já havia dominado por completo. 

Assim que o Anderson soube o que estava ocorrendo, bateu um desespero terrível, ele pegou seu celular totalmente nervoso e ligou para o Amarildo, ninguém atendia, então ele tentou ligar pra casa que foi atendido pelo próprio na quarta chamada. 

CAPÍTULO CENTO E DEZENOVE.

Quando a enfermeira o colocou sobre os braços do Luan, não consegui conter a emoção, mas um medo de que o Luan, sem jeito o machucasse, sem querer, também me dominou. Eu consegui entender, então, todas as vezes que me mãe me falava que eu só entenderia sua preocupação, sua aflição, sua angústia, e seus momentos de estresse quando eu tivesse um filho. E era a pura verdade. Eu queria proteger o Dan de tudo e todos, se eu pudesse afastava qualquer que fosse o perigo que ele corria naquele instante. 

Quando o Luan me olhou uma lágrima caiu dos seus olhos e eu sorri pra ele e o disse que o amava muito. Mais meu corpo começou a demonstrar que o Dan estava com fome e ele foi ficando inquieto nos braços do pai.

-Ele tá ficando com fome papai! A enfermeira o alertou e o Luan pareceu triste.
-Posso levar ele até a minha esposa? 
-Claro! Cuidado! A enfermeira sorriu. 

Levantei devagar segurando firme o Dan, não queria que nada de mal acontecesse com meu filho e muito menos a Manu, era minha família e sentia o dever de protegê-los até o fim. Entreguei com cuidado o Dan a Manu que o pegou devagar e a enfermeira se aproximou lhe mostrando como dá a primeira mama para o nosso pequeno.

Segurei o Dan com cuidado e a enfermeira me ajudou a dar mamar a ele. Eu o observava mamar e cheirava sua cabecinha, ele parecia estar com muita fome. Sorria vendo ele se alimentar e via o olhar do Luan emocionado. Era incrível como o Dan ficava calmo em nosso colo e incrível a ligação mãe e filho. Ele acabou dormindo depois de mamar e a enfermeira me mostrou como alisar as costas dele para ele arrotar. O Luan observava tudo atento o que fazia ele formar caretas lindas. A enfermeira colocou o Dan em uma espécie de berço ao lado da minha cama e saiu, nos deixando sozinhos.

-Doeu pra dá de mamar?
-Não meu amor! Sorri.
-É tão pequenininho! Luan sorriu observando.
-E lindo! É nosso filho! Sorri.
-Amor... –Ele me olhou alisando meu cabelo. –Obrigado!
-Obrigada você por me ajudar a realizar esse sonho de ser mãe, a sentir esse amor...! Olhei nos olhos dele.
-Prometo que vou ser presente na vida de vocês dois, eu te amo muito!
-Eu sei que vai fazer seu melhor! Eu te amo mais! Sorri.
-Será que a mamãe que receber um beijo do papai mais feliz do mundo?
-Claro que a mamãe mais feliz do mundo quer receber muitos beijos do papai mais feliz do mundo! Sorri.

Sorri me aproximando dela e a beijei cariosamente, como se ela fosse algo quebrável. A felicidade que estava dentro de mim parecia que a qualquer momento fosse explodir, meu filho e minha mulher estavam ali cheios de saúde, e bem. Mordi levemente seus lábios recomeçando o beijo e sorri quando finalizamos com vários selinhos.

-Te amo, te amo, te amo, te amo...! Dava selinhos nele.
-Te vivo! Ele me deu um selinho demorado.
-Opa casal! Diego entrou falando baixinho.
-Oi Di! Olha que lindão seu sobrinho! Olhei pra ele sorrindo.
-Luan, seus pais tão lá fora te chamando!
-Ah, tudo bem! Já volto amor! Ele beijou minha testa saindo.
-Cara ele é lindão! Diego falava baixinho pegando na mão do Dan que dormia tranquilamente.
-É sim! Parece com quem? O que você acha?
-O nariz de boi amassado é do Luan! Ele riu.
-Besta! Ri.
-Já viu ele de olhos abertos? Não é zarolho que nem o pai não, né?
-Pára Diego! Não, não é, tá?! E se fosse iria ser lindo que nem o pai! E outra tem tratamento, quando é pequeno, ok?!
-Parei! –Diego riu e respirou fundo tentando se segurar. –Pelo menos a sobrancelha é igual a minha!
-É igual a nossa! Sorri.
-Cunha! Bruna entrou sorrindo.
-Oi meu amor! Sorri a olhando.
-Cadê ele? Ela fechou a porta devagarzinho. 
-Aqui titia chorona! Diego brincou rindo e Bruna se aproximou.
-Ai! Meu Deus! Como ele é lindo! Parece demais com o Luan que saco!
-Nossa! Por que todo mundo é contra parecer com o pai? Olhei pra ela rindo.
-Por que foi você que aguentou o Danzinho na barriga durante nove meses! Diego disse e Bruna concordou.
-Tá! Ele vai crescer gente calma! Ri.
-Meu pai vai ir registrar ele com o Luan, ele tá lá fora todo babão! Bruna riu.
-Ah! Por que não entrou pra ver o Dan?
-Só pode entrar de dois em dois!
-Então vamos sair Bruninha pra eles poderem entrar! O Di a chamou.
-Claro! –A Bruna sorriu. –Cunha eu volto viu?
-Ok! Volta mesmo! Sorri.

Diego beijou minha testa e saiu acompanhado de Bruna fechando a porta, não demorou muito pra Seu Amarildo entrar com Dona Marizete e minha mãe. E era realmente incrível como o Daniel parecia cm o Luan até dormindo, fazia biquinhos e mexia a mão colocando perto da cabeça que nem ele, me fazendo sorrir. Eles não demoraram muito, Amarildo foi com Luan e Diego registrá-lo e Marizete foi em casa com minha mãe, enquanto Bruna ficava comigo no quarto, ela era um amor de menina, me ajudou em tudo que precisava. 


Meu anjinho acordou mais uma vez e mamou e recebeu o mimos da tia que não parava de admirá-lo, sorria observando-a e percebi que ela seria uma ótima mãe assim como tia. Quando o Dan dormiu ela disse que me faria carinho pra dormi e foi o que aconteceu. Estava tão cansada que peguei rapidamente no sono. 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

CAPÍTULO CENTO E DEZOITO.


-Oi mô!
-Luan é a mãe da Manu, sua sogra!
-Ah! Oi sogrinha, desculpa! Aconteceu alguma coisa? Cadê a Manu? Fiquei um pouco mais sério e o Rober me olhou curioso.
-Tem alguém do seu lado? Olha fica calmo, ok? Preciso que fique calmo!
-Tem o Rober, mas... O que aconteceu? Fiquei nervoso e meu coração disparou.
-Teu filho decidiu se antecipar, a Manu esta sentindo as contrações!
-O que? O Daniel vai nascer? Mais não era pra agora! –Sorri. –Cara meu filho vai nascer! Vai nascer testa! Fala lá com o Anderson que eu vou voltar pra casa, hoje!
-Estamos indo para o hospital, já comuniquei a seus pais!
-Ai! Ouvi a Manu gritar.
-Tá! Mais ela tá bem né? Avisa a ela que eu vou pra casa e que eu amo muito ela! Vou fazer de tudo pra o show ser mais cedo... Quero ver meu filho! Sorri.
-Pode deixar Luan, te ligo dando notícias. Tchau! Ela desligou.
-Pronto, mãe! Avisei a família do Luan e tá aqui as coisas do bebê.!
-Pega ela no colo Diego a bolsa estourou. Vamos!
-Cuidado Diego, por favor! –Olhei pra ele. –Mãe e o Luan? Respirava fundo, enquanto o Diego me pegava no colo, com cuidado.
-Vem depois do show querida, calma! Pensa no teu filho agora!

Seguimos para o hospital, com minha mãe falando com a médica. As dores só aumentavam e eu estava sofrendo, apertava forte a mão do Di, que pedia para que eu ficasse calma. 

Quando chegamos ao hospital já me esperavam com uma cadeira de rodas e logo eu fui conduzida para um quarto. Encontrei com os pais dele e a Bruna, no caminho e eu recebi o desejo de “boa sorte” de todos eles e o carinho, também. No quarto a médica, com a ajuda da minha mãe me trocou.

Passei por alguns exames para conferir se o Dan estava bem, se minha pressão estava normal, as batidas do meu coração e a posição do Dan em minha barriga. Quando a médica viu que estava tudo em ordem, minhas dores só pioraram, mais ela dizia que eu tinha que esperar as contrações virem seguidas vezes, mas eu não aguentava mais de dor. Minha mãe não saia do meu lado e eu, simplesmente, apertava, cada vez mais forte a mão dela.

-Manu, vou precisar que faça força quando a contração vier ta bom? É seu filho que tá chegando, força!
-Mais tá doendo muito! Respirava rápido.
-Eu sei que tá doendo querida, mas assim que vier a contração põe força, ok? Assim seu filho vem ao mundo e essa dor acaba! Somente uma forcinha, viu? Vai, respira fundo!
-Vai filha, força querida!
-Tá! 

E assim eu fiz, quando a contração veio mais forte eu fiz força para o Dan sair. Era uma dor insuportável, eu fazia força e a médica apertava em cima da minha barriga para me ajudar. Eu cheguei a suar e implorar para que o Daniel saísse logo. Minha mãe segurava a minha mão e chorava de emoção, enquanto eu chorava de dor e pela força que eu fazia. Respirava rápido e não via a hora do Daniel nascer, logo. 

Quando a médica disse que uma parte da cabecinha dele tinha saído eu fiz ainda mais força para escutar, logo, seu choro. Quando ouvi o choro dele eu respirei aliviada e chorei de emoção. Eu queria segurar ele no colo e proteger ele daquelas pessoas estranhas e do frio que fazia naquela sala. Quando ele saiu, por inteiro, minha mãe sorriu e falou que ele era lindo.

A médica se aproximou de mim com o Daniel no colo e o colocou sobre meu peito, ele ainda chorava muito. Assim que sentiu meu calor ele se acalmou e eu o dei um beijo. Lágrimas de alegria escorriam por meu rosto. Ele era lindo, tinha os traços do Luan e a boquinha carnuda que nem a minha, porém bem desenhada e pequena como a do pai. 

Logo a médica o tirou de mim e eu a olhei assustada. Ela disse que precisavam pesá-lo, medi-lo e fazer pequenos exames antes de se juntar a mim no meu quarto. O Dan era o meu anjo, que tinha chegado para mudar minha vida, nossas vidas, e nos ensinar, também.

Assim que sua mãe desligou o celular senti meu coração pulsar nervoso e feliz, saí espalhando pra todos que meu filho estava chegando ao mundo e recebi vários parabéns por toda parte. Liguei novamente para o Diego mais ninguém atendia para o meu desespero. Avisei ao Anderson sobre a chegada do Dan e lhe disse que seguiria pra Londrina queria ver meu filho e minha esposa o mais rápido que pudesse. 


Segui para o aeroporto com o Roberval que me acompanhava e a todo o momento ele me dava parabéns e sorria dizendo que seria afilhado dele, quando chegamos em Londrina meu coração pulsou forte e algo dentro de mim falava que o Dan havia acabado de chegar ao mundo. Seguimos para o hospital e assim que entrei vi meus pais, o Diego e Bruna, na sala de espera. Me aproximei de todos e parecia assustados. 

-Cadê meu filho e minha mulher?
-O Dan acabou de nascer e a Manu já está indo para o quarto, cara! O Diego o avisou com um sorriso enorme.
-Sé... Sério? Luan sorriu e deixou que seus olhos encheram de lágrimas.
-Sério maninho! A Bruna se aproximou, também emocionada.
-Ah! Luan, que bom você chegou! A Manu já está no quarto! O Daniel é lindo! A mãe dela chegou e parecia ter chorado, estava bastante emocionada.
-Eu quero vê-la, por favor. Pode, né?
-Pode! Vai lá! Ela tá no quarto 402! A mãe dela me avisou sorrindo.

Agradeci a mãe dela e segui para onde ela havia me dito. Meu coração estava emocionado e triste ao mesmo tempo, desde que tinha descoberto sua gravidez combinávamos de eu estar ao seu lado e aconteceu totalmente o contrário. Saí procurando informações da numeração do seu quarto e quando achei um sorriso enorme se formou em meu rosto. Abri a porta devagar vendo-a deitada de olhos fechados, e fechei a porta atrás de mim fazendo ela me olhar e assim como eu sorri. Me aproximei dela beijando a sua testa, logo em seguida, lhe dando um selinho e alisei seu cabelo. 



-Amor, me perdoa não ter chegado a tempo, eu tentei!

Depois que saí da sala de parto me colocaram no quarto. Minha mãe ajudou a me dar banho, junto a uma enfermeira e logo me deitaram na cama. Eu estava muito cansada e precisava descansar, mas só pensava no Dan. Minha mãe saiu para dar notícias minhas e do Dan para todos que me esperavam. 

Quando ela saiu fechei meus olhos e alisei minha barriga, sentindo que faltava um pedaço meu. Me confortei por que eu sabia que logo o Dan chegaria para ele comer, mamar. Ouvi a porta bater e abri os olhos e o ver ali foi incrível. O Luan se aproximou e eu sorri. Quando ele me pediu desculpas eu achei lindo, mas o compreendia.

-Tudo bem, meu amor! Ele daqui a pouco chega, ele é lindo! Meus olhos encheram de lágrimas.
-Doeu muito? Ele fez um biquinho fofo.
-Doeu mais valeu, muito a pena! E outra vou pensar muito antes de ter outro, ok? Ri.
-Nem vem! –Ele riu. –Queria ter acompanhado o parto, juro! Quando recebi a ligação da sua mãe nem acredi...
-Olha quem chegou mamãe! Uma enfermeira entrou sorrindo com o Dan nos braços e eu olhei deixando as lágrimas me dominarem.
-Pega amor, seu filho! Sorri vendo ele emocionado.
-Mais é tão molinho!
-Pode pegar papai, senta aqui que coloco ele sobre seu colo!

Me sentei como a enfermeira mandou e quando ela colocou meu filho sobre meus braços o olhei de olhos fechados quietinho, senti meu coração acelerar de uma forma incrível e naquele momento entendia todos os medos dos meus pais, todos os sermões que, realmente, eles diziam que só entenderiam quando tivesse meu filho. Beijei a testa do Dan, enquanto uma lágrima caia do meu olho e olhei pra Manu que assim como eu estava emocionada. 

O Daniel Brandão Santana era lindo, parecia muito comigo e tinha os traços também da Manu, bem poucos. Talvez tivesse mais com o tempo o que me deixaria bobo, por que ela era linda. A boca dele era igual à dela, porém o desenho era igual ao meu, seus olhos eram da cor do dela com o mesmo formato, mais sua mão gordinha e o nariz eram totalmente igual ao meu o que me deixou ainda mais bobo. Cheirei sua cabeça com carinho e fechei meus olhos ao senti aquele cheirinho bom de bebê, as mãozinhas dele eram macias e a vontade de permanecer ali segurando e protegendo meu filho era enorme.

CAPÍTULO CENTO E DEZESSETE.


Passei a noite zanzando pela casa. Desci comi algo que peguei na geladeira, observei a lua na área da cozinha, arrumei as almofadas no sofá, mas acabei deitada na cama olhando para o teto com saudade dele ao meu lado, me abraçando para dormir, em seus braços. Ele tinha dito que iria fazer de tudo para voltar para casa.

Três dias se passaram e o Luan não voltou pra casa como prometido o que não me fez bem, aquela agonia acabou me fazendo mal, e a falta de notícia dele me deixava preocupada todas as noites quando olhava para o meu lado e não o via, já estava acostumada com sua companhia e aqueles dias sem ele estavam sendo torturantes.

Não conseguia dormir e nem comer pensando nele. Imaginava ele entrando a qualquer hora pela porta de casa, todos os dias, mas não passava de imaginação. Todos já estavam preocupados e até ele mesmo. A mãe dele tinha ligado para o avisar sobre o meu estado e ele ficou preocupado e acabou me ligando. Conversamos por alguns minutos, mas ele não falou o que eu queria ouvir; ele não comentou nada sobre voltar pra casa.

Estava pensando em ir pra Salvador depois de uma passada na médica, para ver se o Dan estava bem, era a primeira ultrassom sem o Luan, o que contribuiu para que minha tristeza aumentasse. Já tinha ligado para minha mãe e estava arrumando minhas coisas. A Bruna me ajudava me olhando preocupada, mas eu tinha a tranquilizado dizendo que em Salvador em ficaria melhor. Depois que terminei com as malas a Bruna me ajudou a colocá-las na sala indo embora, em seguida. Eu subi para tomar banho e me arrumar para seguir viagem.

Pedi para que Dagmar me ajudasse a voltar pra casa. Tanto a Manu como eu, estávamos sofrendo com a distância. Quando o Anderson me disse que poderia voltar pra casa senti meu coração bater novamente de tanta alegria que estava sentindo, arrumei minhas coisas com ajuda de Marla e segui para o aeroporto onde entrei no bicuço que seguiu viajem pra Londrina. 

Cheguei morrendo de saudade dela e do meu filho, peguei meu carro que meu pai trouxe ao meu pedido e acelerei ao seu encontro, cheguei em casa rápido pela pista estar livre e estacionei em frente a nossa casa. Peguei minhas coisas e abri a porta da sala devagar vendo umas malas na sala, senti meu coração quase pular pra fora e senti meu corpo todo dá choques em mim.

Tomava banho depois de ter assistido uma pequena reportagem sobre um dos shows dele, no jornal. Sorri ao vê-lo cantar e brincar com as fãs, senti um pouco de inveja delas, elas estavam mais com ele que eu. Entrei no banho e demorei, um pouco, no banheiro passando o óleo em minha barriga, sentindo o Dan chutar e eu conversava com ele, sorrindo.

Fiquei segundos olhando aquelas malas e minhas pernas pareciam não responder meu comando, tanta coisa passou por minha cabeça que cheguei a ficar tonto. Subi as escadas pensando no por que ela iria me abandonar e um medo me dominou, não iria conseguir viver sem ela e sem nosso filho. Abri a porta do nosso quarto vendo-a passar o óleo na sua barriga.

Sorri conversando com o Dan, enquanto lavava minha mão na pia, para tirar o excesso de óleo da minha mão. Olhei pelo espelho e o vi parado a me olhar parecia assustado. Coloquei o roupão e abri um sorriso olhando pra ele, meu coração disparou e parecia ser um sonho ele, ali, novamente.

- Amor, aquelas malas lá em baixo? É... Me escuta antes de qualquer coisa, por favor!
-Calma! Relaxa! Eu ia pra Salvador, mas não consegui te avisar, pensei em deixar uma mensagem pra você quando estivesse saindo daqui... Só isso! Ri.

Respirei aliviado quase caindo no chão e fui em sua direção a abraçando-a, beijei sua barriga com cuidado e senti o Dan mexer me fazendo sorri, pensei que ela fosse me deixar pela distancia e sorri ao ouvi-la dizendo que iria passar uns dias em Salvador. Me levantei alisando seu rosto e sorri beijando-a, estava com saudade do seu gosto e naquele momento o beijo dela era de tudo que precisava.

-Pensou que eu fosse embora foi? –Sorri. –Passou isso pela minha cabeça, mas seu filho fez birra! Alisei o rosto dele sorrindo.
-Jura que você pensou isso? Ele fez uma carinha triste.
-Claro que não meu amor! –Sorri. –É! Minha vigem pra Salvador, fica pra depois! Vou ficar com o meu marido!
-Não sei viver sem você! Ele me abraçou.

Passamos o dia juntos e não tivemos nem coragem de guardar minhas coisas no nosso quarto. Ficamos grudados matando a saudade que sentíamos. Estar com ele de novo era muito bom.

Os dias se passaram e ele ia sempre pra casa não passava mais que duas noites fora, até por que o ritmo de shows estava diminuindo para ele ficar em casa me acompanhando no último mês de gestação. Minha barriga já estava enorme e eu já não aguentava fazer tanta coisa, na maioria das vezes eu ficava deitada, descansando.
Em uma de suas folgas fomos novamente para o sítio, só que dessa vez toda sua família estava presente o fez ser um churrasco e tanto, com roda de viola e muitas outras coisas. Fiquei sentada recebendo os carinhos das primas dele que babavam o Dan que chutava e os tios do Luan brincava dizendo que ele já era safado reconhecendo os toques de mulheres que nem o pai nos fazendo ri. 

Ficamos no sítio durante dois dias, nunca mais havia me divertido tanto, nadei com o Luan na piscina e relaxei durante aqueles dias, ninguém me deixava fazer nada e agradecia, pois qualquer coisa estava me deixando cansada. Voltamos pra Londrina e Luan ainda tinha um dia de folga o que me deixou feliz, passamos o dia na nossa casinha, agarradinhos da forma que gostávamos. 

No final de semana, enquanto Luan viajava o Di veio com minha mãe me visitar, passaram o final de semana comigo curtindo minha gravidez que já estava nos meses finais. Diego comprou umas roupinhas lindas que me fez babar assim como minha mãe. Ele e a Carol haviam ficado noivos e era nítido sua felicidade, parecia um menino ao ganhar seu brinquedo.

-Maninho tá ficando sério mesmo, casando e tudo! Ri sentando, com dificuldade no sofá devido ao barrigão.
-Nunca pensei que fosse me prender tão cedo! Ele riu.
-É! E eu pensei que nunca veria isso! –Ri. –O Dan tá inquieto demais! Respirei fundo alisando a barriga.
-Isso é saudade do pai, o Luan tá acostumando esse menino mal desde barriga! Minha mãe falou me dando um copo de água.
-Deve ser, mesmo! Sorri, me ajeitando no sofá bebendo um pouco de água.
-O casamento tá bem filha? Minha mãe se sentou ao meu lado alisando minha barriga.
-Tá! Tá tudo ótimo! Sorri fazendo careta pelos chutes que o Dan dava.
-Você tá bem? O Di se aproximou.
-To! O Dan tá chutando muito só isso! Fechei os olhos.
-Quer subir pra descansar? É bom repousar!
-Tudo bem! Acho melhor, mesmo. Mais antes faz um favor? Coloca o CD do Luan pra tocar pra ver se ele fica quieto primeiro. Eu faço isso e funciona na maioria das vezes...! Sorri olhando para o Di.
-Tá bom! Aqui mesmo ou no quarto?
-Aqui mesmo! Fechei os olhos respirando fundo.
-Prontinho! Di colocou o CD do Luan baixinho pra tocar e eu sorri.
-Prontinho filho, fica quietinho! Alisava minha barriga e o Dan parecia se acalmar.
-Tá funcionando? Di perguntou baixinho.
-Tá! Sorri, mas senti uma pequena dor.
-Quando eu digo...! Minha mãe riu.
-Mãe?! –Ri. –Ai! Senti uma pontada.
-Que foi? Diego e ela se aproximaram falando juntos.
-Senti uma pontada! O Dan tá calmo, mas e essa pontada?! Olhei pra minha mãe assustada.
-Respira fundo, e se novamente a pontada acontecer são as contrações!
-Contração? Mais ainda não tá na hora e o Luan não tá aqui! Olhei pra minha mãe assustada.
-Respira fundo querida... Vai!
-Mãe mais não tá na hora e...! Senti uma dor mais forte e fechei os olhos.
-São as contrações! Diego liga para os pais do Luan, depois vai lá em cima pega as coisas do bebê e desce rápido!
-Tá mãe! Ele pegou celular e correu para o quarto, enquanto ligava.
-Filha respira, seu neném tá chegando!
-Mãe tá doendo! –Apertei forte a mão dela. –O Luan, liga pra ele! Respirava fundo.
-Calma, eu vou ligar, calma! –A vi pegando celular discando o número dele e respirei fundo sentindo mais uma contração. –Luan?

Estava gravando uma entrevista e quando terminei estava perturbando o Rober, enquanto voltávamos para o hotel. Enquanto, ria vi meu celular tocar e vi no visor o número dela e sorri.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

CAPÍTULO CENTO E DEZESSEIS.


Quando ele me puxou meu corpo arrepiou e eu o beijei intensamente. Ele beijava meu pescoço quando Dan começou a chutar forte, parecia pedir que o Luan se afastasse, mas ele apenas deu leves beijos na minha barriga, subindo até minha boca onde me beijou, mais uma vez, intensamente.

Meu corpo arrepiava a cada toque que ele me dava. Me encaixei no corpo dele e tirei a blusa que ele vestia beijando seu pescoço, depois levantei meus braços para que ele tirasse a minha blusa. Ele tirou minha blusa, delicadamente, sem perder a oportunidade de acariciar meu corpo. O Dan continuava a chutar o que fazia a gente ir com mais calma e sorrir.

Tirei sua blusa com cuidado alisando seu rosto e sorri ao perceber a agitação do Dan. Em alguns minutos já estávamos sem nada e era incrível que mesmo com aquele barrigão ela continuava linda me fazendo desejar ela a cada segundo. Quando ela se encaixou a mim ambos fecharam os olhos sentindo e sorríamos nos olhando.  Comecei a fazer leves movimentos com nosso corpo e mordi os lábios dela puxando pra mim sugando com vontade, teria que extravasar meu desejo de alguma forma que não a machucasse.

Mesmo grávida eu queria muito mais ele, queria muito mais sentir o calor dele. Quando o nossos corpos se ligaram, o olhei nos olhos e sorri fechando meus olhos, suavemente, sentindo o meu desejo por ele aumentar.

Ele começou a me ajudar no movimento do meu corpo, sobre ele, o que me fez gemer, em seu ouvido, de prazer. Ele alisava meu corpo, delicadamente, e apertava minha coxa, enquanto mordia meu lábio. O Dan pareceu se acalmar, mas ainda chutava o que nos fazia sorrir, mas nós nos queríamos muito e os chutes do Dan serviam como alerta para que fossemos devagar.

Quando ouvi ela gemer em meu ouvido minha vontade de tê-la só fez aumentar, senti meu corpo ficar rígido e se arrepiar todo quando ela mordeu minha orelha, apertei a coxa dela com força tentando extravasar aquele prazer. Senti o Dan chutar e sorri tentando ir com mais calma, mais os nossos movimentos estavam intensos e muito gostosos. Mordi o queixo dela beijando-a na boca logo em seguida e fiz com o que os movimentos ficassem mais intensos nos fazendo começar a suar.

Quando eu mordi a orelha dele senti ele se arrepiar e isso pareceu ter dado a ele mais vontade de continuar, eu sorri quando ele mordeu meu queixo e aumentei a intensidade do movimento que eu fazia sobre ele. O Dan chutou e o Luan alisou, mais uma vez a minha barriga. 

O movimento que eu fazia, encaixada a ele, fez com que meu corpo começasse a suar e ele acariciava as minhas costas e apertava minha coxa, me fazendo arrepiar. Beijava seu pescoço e quando senti nosso cheiro nele, sorri.

A beijei delicadamente novamente na boca e mordi seus lábios, enquanto sorria, era tão bom estar ali com ela entregue em meus braços. Beijei sua barriga, enquanto a ajudava com os movimentos e mordi levemente seu pescoço fazendo ela apertar minha nuca com força. Ficamos assim durante minutos, estávamos suados mais não cansados o que nos dava vontade de permanecer ali pra sempre entregue um ao outro.

-Te amo! Sussurrei com a voz falha no seu ouvido.
-Te amo muito mais! Ele sorriu passando a língua em meu pescoço próximo a orelha.

Me arrepiei ao senti a língua dele passar por meu pescoço. Apertei com mais força a nuca dele e beijei o pescoço dele o cheirando, para sentir nosso cheiro misturado que estava em seu corpo. Nosso suor se misturava e isso fazia com que nosso prazer aumentasse. Nossas respirações estavam falhas mais nada nos fazia cansar de desejar um ao outro.

-Acho que o Dan tem ciúmes de mim! Ele riu.
-Ele não tá acostumado...! Sorri.
-Espero que não demore pra ele se acostumar...! Ele riu mordendo meus lábios.
-Eu também espero! Sussurrei em seu ouvido.
-Agora é a vez dele receber carinho! Ele sorriu.
-É? Sorri.
-É! Ele sorriu se aproximando.
A deitei, com carinho, na cama e comecei a alisar e beijar sua barriga, o Dan se mexeu apenas uma vez e pareceu, logo depois, dormir tranquilamente, assim como a mãe que quando olhei dormia lindamente com um sorriso discreto nos lábios. Beijei seu pescoço com cuidado para não acordá-la e deitei ao seu lado, ainda alisando sua barriga e fiquei o resto da noite ali observando-a dormi feito um anjo.

A nossa lua de mel foi perfeita a cada dia estávamos mais apaixonados e quando nos amávamos o mundo parecia não existir. Os dias que passamos naquele lugar foram maravilhosos, bem calmos e era tudo o que estávamos precisando. 

Quando voltamos para Londrina todos nos esperavam e queriam saber como tinha sido tudo. Não demorou, para que o Luan voltasse a fazer shows, mas ele não passava mais que uma noite fora de casa. Estávamos cada vez mais próximos e nos dando bem e o Dan assim como eu ficava com saudade do pai.


Passou um mês e eu já estava com oito meses e ansiosa para que o Dan chegasse. O Luan reorganizou os horários de show dele e os shows acabavam mais cedo para que ele pudesse voltar para casa. Em uma das voltas dele, ele chegou animado e arrumou nossas malas para irmos ao sítio, para passarmos os três dias que ele tinha de folga, lá sozinhos.

Sorria, enquanto ele dirigia empolgado e me contava as coisas que ele pensou quando o Dan nascesse, ele estava a cada dia babão, com o filho. O Dan quando o pai chegava ficava agitado e eu que sofria com os enjoos pela a movimentação do Dan.

Chegamos ao sítio pela tarde e Luan parecia uma criança animada, seguimos para a casa onde ele levou nossas coisas para o quarto e ele me levou para o lago junto com seus objetos de pesca, sentei em baixo de uma árvore que tinha lá na sombra e o observei, enquanto fazia carinho na minha barriga, ele me chamou pra me aproximar e ele começou a conversar com minha barriga "ensinando" ao filho como pescar me arrancando risadas.


Luan me ajudou a fazer um macarrão e fizemos uma bagunça sem fim na cozinha, acabamos nos melando de farinha de trigo e depois que terminamos de preparar o macarrão tomamos banho juntos. Ensinei o Luan passar óleo de amêndoas na minha barriga e ele passava com carinho, enquanto conversava com o filho que respondia em chutes na minha barriga.

Almoçamos em meio a olhares e sorrisos que nem nós dois mesmo compreendíamos. Ele levou os pratos cantando a musica de "Escrava Isaura" me arrancando gargalhadas. Ajudei ele a secar os pratos e seguimos pra sala onde colocamos um filme de comédia romântica pra assistir.

A tarde Luan preparou um piquenique lindo pra nós dois em baixo da árvore enorme que tinha lá no sítio, ele tinha trazido um pouco de tudo, e isso me deixou mais boba que o normal. Ele me sentou entre suas pernas alisando minha barriga e ficamos em silêncio curtindo aquele nosso momento em família.

Aqueles dias passaram voado, quando percebemos já estávamos arrumando nossas coisas pra voltar. Fomos pra casa de seus pais e lá passamos uma tarde linda, a Bruna não parava um minuto de alisar minha barriga e o Dan parecia reconhecer o toque da tia me fazendo sorri.

Luan voltou a viajar e dessa vez ele não poderia voltar todas às vezes, estava se esforçando pra poder consegui uma folga longa e curti o filho quando ele nascer. Sentia saudade e ficava agoniada nas noites que olhava para o meu lado e ele não estava.

Em mais uma das noites sem ele, eu não consegui dormir, estava preocupada com o show e queria esperar ele me ligar e dizer que estava tudo bem. Alisava minha barriga e o Dan parecia ter dormido, estava quieto. Peguei o travesseiro do Luan e o abracei para sentir o cheiro dele que ficava preso na fronha. 


Quando menos esperava recebi uma mensagem sua avisando que o show tinha acabado e que ele estava bem, me desejando boa noite ao final. Não resisti e liguei pra ele.

-Mô? Falei assim que ele atendeu.
-Oi meu amor, não te liguei pensando que já estava dormindo. Tá tudo bem? Quem estar ai contigo?
-Ah! Não consegui dormir, senti sua falta! Tá tudo bem, o Dan tá dormindo! Sorri.
-A Bruna estar ai contigo?
-Tá! Mais ela tá dormindo! E você como tá ai?
-Tô cansadão amor! O show hoje foi lindo aqui, foram mais de 80 mil pessoas!
-Que massa! Então vai descansar mô! Te amo tá? To com saudade! Falei dengosa.
-Também tô com muita saudade, prometo que amanhã faço o possível pra ir te ver!
-Tá, bom! Vida, se cuida tá?
-Se cuida também meu amor, e cuida do nosso pequeno. Te amo muito!

Nos despedimos rápido, Luan tinha acabado de chegar no hotel e ouvi gritaria das fãs que esperavam ele lá. Foi difícil pegar no sono e pra tentar me manter calma coloquei seu DVD, ouvi sua voz me fez adormecer.

Dia seguinte saí com a Bruna pra comprar algumas coisas para o Dan, me animei com ela pela tarde e matei meu desejo de comer na MC. O Luan me ligou durante a tarde, parecia ter acabado de acordar e babei sua voz de soninho. Ele me pediu perdão por não ir poder essa noite pra nossa casa, o show seria em um lugar distante e seria muito complicado se ele voltasse pra Londrina.

Passei mais uma noite acordada escutando seu CD, para que o Dan se acalmasse ao ouvir a voz do pai, por que ele parecia reclamar, também, a falta do pai. Acabei dormindo, mas foi um sono leve, por que acordei com a mensagem que ele me mandou, eu não liguei pra ele queria que ele descansasse.

CAPÍTULO CENTO E QUINZE.


Acordei mais cedo que ela e ajeitei todas as nossas coisas, queria surpreender ela com uma linda bandeja de café da manhã, pedi ajuda de Bruna que foi logo cedo com a Camila uma de minhas primas e me ajudou em cada detalhe. Agradeci a elas que nos desejaram boa sorte e seguiram pra casa, enquanto subi em direção do nosso quarto. Abri a porta com o pé e coloquei a bandeja sobre a cama, me aproximei dela lhe dando um selinho e sorri ao ver ela se mexer com sorriso lindo nos lábios.

-Bom dia mô! Me espreguicei, na cama, abrindo os olhos devagar.
-Bom dia minha neném! Bom dia filho! Ele beijou minha barriga.
-Nossa! Pra mim? –Sentei na cama vendo a bandeja. –Assim vou ficar mau acostumada! Sorri.
-Sim, é pra você! Ele sorriu.
-Te amo! Sorri e o dei um selinho.
-Também te amo muito, mas agora se alimenta direitinho!
-Vou! Mais você já comeu? Peguei uma fruta da bandeja.
-Vou comer aqui com você; bandeja pra três! Ele sorriu colocando suco pra nós dois.
-Tá, bom! Sorri.

Tomamos café da manhã entre sorrisos e brincadeiras que o Luan fazia me arrancando boas risadas. Eu ainda não acreditava que nós dois estávamos ali, em nosso quarto, na nossa cama, casados e esperando nosso filho.

-Melou aqui! Ele sorriu passando a língua em meus lábios.
-Melou mesmo? Sorri.
-Melou sim! Ele sorriu mordendo os lábios.
-Então tá bom! Sorri.
-Dá beijo? Ele fez biquinho.
-Dou! Sorri e o dei um beijo.

A beijei delicadamente, enquanto sorria. Senti o Dan mexer como se pedisse pra me afastar da mãe dele e ri me afastando após dá um selinho demorado nela e um beijo em sua barriga. Peguei um morango dando em sua boca lhe roubando um beijo e passamos a manhã assim, entre beijos, sorrisos e lembranças do nosso casamento. 

Quando terminamos lavamos os pratos juntos, Luan era um bagunceiro e jogava água pela cozinha toda nos fazendo gargalhar parecendo duas crianças. Seguimos para nosso quarto e terminamos de nos arrumar. Ele pegou nossas malas e entramos no carro que Well nos esperava para seguir para o aeroporto. 

Quando chegamos fomos direto para o bicuço, tinha alguns fãs nos desejando felicidade e assim como o Luan agradeci a todos que estavam ali pra nos ver. Entramos no jatinho e sentamos. Luan durante a viajem toda ficou conversando com minha barriga, o que me arrancava sorrisos bobos observando aquela cena linda. Achava lindo ele conversando que nem bobo com o filho e o Dan correspondia com pequenos chutes que dava. Conversamos, durante a viagem sobre o que a gente iria fazer, mas o Luan insistiu que eu tinha que descansar que não era para eu me cansar demais.

Quando chegamos entramos em outro carro que seguiu pra Búzios, não demoramos muito durante o caminho dormi no ombro do Luan que alisava meu cabelo e meu braço. Quando abri meus olhos estava nos braços do Luan sendo levada para o quarto e estava com certa dificuldade de abri os olhos. Ele me colocou com carinho sobre a cama descendo e voltando logo em seguida com nossas malas e eu me sentei na cama sorrindo pra ele que estava terminando de colocar as coisas no cantinho.

-Amor deita aqui comigo? Falei e ele se assustou.
-Te acordei? Desculpa!
-Não! Na verdade quando você me pegou no colo eu já estava acordada! Sorri.
-Mais rapaz, a muié me fazendo de besta! Ele riu sentando ao meu lado.
-Não amor, longe de mim isso! É que seu colo é bom! Sorri.
-É bom? Ele sorriu me dando selinho.
-Muito! Mordi o lábio dele.
-Bom saber isso, vem cá então, deita aqui pra te encher de carinho!
-Agora! Ri.

Me ajeitei com ela que colocou a cabeça em meu colo em cima do travesseiro e fiquei fazendo carinho em seu cabelo, enquanto ouvíamos os pássaros cantar. Aquele lugar era lindo, só que chovia muito em Búzios o que contribuiu pra ficarmos na cama em baixo das cobertas. Alisava sua barriga junto com seu cabelo e sorria quando a olhava. O sorriso dela era encantador, seu rosto parecia ter sido desenhado a mão de um artista muito talentoso, seus olhos eram penetrante e dava vontade de passar a vida ali admirando-os.

Ficamos deitados, enquanto ele me fazia carinho e eu fechava os olhos para senti-los melhor. Ouvia a chuva lá fora e ele sussurrava declarações ao pé do meu ouvido. O Dan estava quieto os carinhos que o Luan dava em minha barriga pareceu ter embalado ele ao sono. Eu alisava a mão dele e sorria o dizendo que amava.

Passamos o dia assim; deitadinhos trocando carinhos. Contratamos uma senhora que morava perto da onde estávamos e ela preparou nosso almoço que estava uma delicia. A Manu estava faminta e eu ria da forma que ela comia sem dá intervalo pra me olhar ou pra falar algo. Após o almoço sentamos na rede que tinha na varanda e ficamos observando o mar, era daquilo que precisávamos; sossego. 

A noite Manu foi tomar um banho e eu como já havia tomado fiquei na cama assistindo TV, passava um programa engraçado e eu ria com as palhaças que o caras faziam imitando algumas pessoas famosas inclusive me imitando.

Tomava um banho relaxante, era incrível como precisávamos daquele clima e ambiente, que nos transmitia calma. Eu estava mais relaxada e aquele banho quente me ajudou ainda mais. Saí do banheiro, já vestida, e o vi rindo com algo que passava na TV, sorri ao vê-lo rindo; a gargalhada dele era gostosa. Fiquei o observando feito boba e o Dan chutou forte, parecia ter acordado com a gargalhada do pai.


-Ai! Daniel! Alisei minha barriga e o Luan me olhou.
-Que foi amor? Sentiu algo? Luan se levantou vindo até mim.
-O Dan chutou forte! Olhei pra ele.
-Vem cá deita aqui!
-Acho que você acordou ele rindo! Sorri indo até ele.
-Prometo fazer silêncio filho, perdoa papai! Ele beijou minha barriga.
-Dan agora chuta o seu pai, por que não foi eu quem te acordou! Ri.
-Quando ele nascer ele me chuta! Luan riu beijando meu pescoço.
-Quando ele nascer você vai babar mais do que agora! Sorri.
-Pode ter certeza, não vou querer desgrudar um segundo de vocês!
-E eu vou amar ter você que nem agora, só pra mim! Sorri.
-Vou adorar mimar você e nosso pequeno, só espero que você não se canse de mim! Ele riu.
-Me cansar de você? Nunca!
-Ótimo! Ele sorriu me dando selinho.
-Sabe quando eu vou me cansar de você? Sorri.
-Quando mô? Ele me olhou sorrindo.
-Quando o frajola pegar o piu-piu! Ri.
-Que declaração linda neném! Ele riu.
-Maravilhosa! Ainda bem que eu não componho música, que ai já viu, né? Ri.
-Ia fazer mais sucesso que eu!
-Oxe! Enorme sucesso, só o chuveiro ia me aplaudir! Ri.
-E eu não conta? Ele riu e me deu um selinho demorado puxando meu lábio pra ele.
-Conta! Claro que conta! E conta também o beijinho e... Mô?! Olhei nos olhos dele mordendo o lábio dele.
-Hum...? Ele me olhou alisando meu rosto.
-Eu quero fazer amor! Sussurrei no ouvido dele.
-Tem certeza? Ele beijava meu pescoço.
-Muita certeza! Mordi a orelha dele.
-Vem cá, então! Ele sorriu.

A puxei para o meu colo, com cuidado, e a beijei delicadamente, estava com vontade dela desde que chegamos em Búzios mais me segurei por ela estar grávida. Alisava suas costas, enquanto beijava seu pescoço e mordia, levemente, arrancando dela arrepios. O Dan se mexeu chutando forte e a comecei a dar leves beijos em sua barriga subindo até sua boca aonde beijei com mais fervor.