A olhei respirando fundo e deixei que minha mochila caísse no
chão, tirei o gelo da boca afastando minha mão e a olhei fixamente nos olhos,
ela parecia arrependida e eu queria lhe mostrar que aquilo não era dengo e que
realmente havia ficado chateado.
Cheguei perto dele e olhei o lábio dele, estava machucado, mas não muito. Peguei o pano que ele segurava e joguei o gelo na pia, passando só a parte úmida em sua boca limpando o local machucado.Quando coloquei outro gelo, enrolado no pano, me deu vontade de beijar a boca dele, novamente, mas ele estava chateado comigo.
-Tá melhorando! Olhei para ele.
Não aguentei vê-la daquele jeito mais tava tão fofinha com aquela cara de culpada, que me deu vontade de abraçá-la e esmagar ela. Segurei o sorriso, enquanto ela cuidava de mim e permaneceria assim, mas dessa vez por dengo.
-Valeu!
Cheguei perto dele e olhei o lábio dele, estava machucado, mas não muito. Peguei o pano que ele segurava e joguei o gelo na pia, passando só a parte úmida em sua boca limpando o local machucado.Quando coloquei outro gelo, enrolado no pano, me deu vontade de beijar a boca dele, novamente, mas ele estava chateado comigo.
-Tá melhorando! Olhei para ele.
Não aguentei vê-la daquele jeito mais tava tão fofinha com aquela cara de culpada, que me deu vontade de abraçá-la e esmagar ela. Segurei o sorriso, enquanto ela cuidava de mim e permaneceria assim, mas dessa vez por dengo.
-Valeu!
-Tá doendo, ainda? Perguntei preocupada.
-Não, tudo bem! Eu tenho que ir, a Dada não perdoa atrasos!
-Me dá um abraço antes? O olhei pegar a mochila.
-Claro!
A abracei forte e fechei os olhos ao senti que ela me apertava como se me pedisse pra ficar ali com ela; o que na verdade eu queria. Alisei seu cabelo com carinho e parecia que ela não queria me soltar pelas minhas tentativas.
-Fica comigo? -O olhei nos olhos. -Divide comigo esses momentos que você ainda tem aqui?! Alisei seu rosto.
A abracei forte e fechei os olhos ao senti que ela me apertava como se me pedisse pra ficar ali com ela; o que na verdade eu queria. Alisei seu cabelo com carinho e parecia que ela não queria me soltar pelas minhas tentativas.
-Fica comigo? -O olhei nos olhos. -Divide comigo esses momentos que você ainda tem aqui?! Alisei seu rosto.
-Pra eu brincar com você e você me morder?
-Não! Pra eu poder me desculpar, por tudo o que eu te causei...! Sorri.
-Eu preciso ir, tenho coletiva... Ele desvio o olhar.
-Luan... Pára vai! Vem aqui! -Virei o rosto dele pra mim. -Quero ficar com
você!
-Eu sei, mas eu tenho coletiva agora não posso ficar!
-Não to falando pra você ficar, eu sei que tem seus compromissos... Quero ficar
bem com você, só isso! Desculpa, pelo o que eu te fiz, se te machuquei só
queria que fosse tudo perfeito, pra gente lembrar depois e sorri!
-Tá tudo bem! Ele beijou minha testa.
-Ok! Sua boca tá melhor agora! Olhei pra ele.
-Preciso ir, se cuida! E... Se a gente não se ver mais eu te ligo! Ele pegou a
mochila indo em direção da porta.
Encostei na pia, vendo ele sair e quando a porta bateu foi como um despertar, para que toda a realidade caísse sobre mim. Ele iria para o hotel e no final do dia iria em bora, com toda a minha felicidade, com ele. Respirei fundo e vi a Bia se aproximar me olhando.
-Nem diz nada! É você estava certa! Olhei pra ela impaciente e fui para o quarto.
Saí do apartamento dela com coração apertado, mas não voltei. Entrei no elevador respirando fundo e assim que cheguei ao terreio pedi para que o porteiro pedisse um táxi pra mim, assim que chegou o agradeci entrando e seguir para o hotel. Dagmar já me esperava na frente com Roberval, entrei com ela me dando algumas dicas. Subi para o meu quarto e comecei a me arrumar olhando diversas vezes para o meu celular, mas tirei aquela ideia da cabeça descendo e indo pra coletiva.
Entrei no quarto olhando tudo a minha volta. Tudo estava desarrumado, ainda me arrancando um sorriso, relembrando tudo o que tinha acontecido, na noite anterior. Sentei na cama e cheirei o lençol que ainda estava com o nosso cheiro. Levantei tomei um banho e saí procurando o meu vestido, que ele gostava de me ver vestida, não o encontrando, me irritei e fui até a sala.
-Bia cadê aquele meu vestido tubinho preto, em? Olhei pra ela, que me olhou assustada.
-Tá na suas coisas, eu não peguei! E olha, não vem com esse estresse pra cima
de mim não. Não tenho culpa de você ter brigado com o Luan!
-Relaxe! Olhei pra ela revirando os olhos.
Voltei para o quarto, jogando todas as minhas roupas do guarda roupa em cima da cama, encontrando o vestido. Me maquiei e passei pela sala, colocando o casaco e a sapatinha, tropeçando no tapete, batendo a porta, atrás de mim. Cheguei ao hall do prédio e pedi que o porteiro pedisse um táxi pra mim, e assim ele fez. Entrei no táxi com esperanças de consegui entrar na coletiva e mesmo se eu não entrasse eu iria voltar a ser fã, iria ficar ao lado de fora do hotel pra tentar ver ele.
Sentei onde me indicaram junto ao Tiaguinho e começaram a perguntar várias coisas inclusive sobre o lançamento do meu novo CD. Ao saber do sucesso que minhas musicas estavam fazendo fora do Brasil deixei um sorriso escapar e estava ficando animado com aquela coletiva.
Cheguei ao hotel e respirei fundo ciando coragem para voltar a fazer loucuras, como fazia quando era fã. Eu entrei no hotel e procurei a sala que a coletiva estava sendo feita, quando encontrei, a porta estava rodeada de seguranças e de alguns fotógrafos que não tinham conseguido entrar, vi que seria difícil entrar. Até que um segurança se ocupou com um fotógrafo que tentou entrar e eu aproveitei a falha dele, me abaixei, e passei por ele, ficando no fundo da sala.
-Bom Luan, ontem você foi visto aos beijos com Manuela Pontes sua ex namorada, foi somente uma recaída ou voltaram com o namoro? Um dos jornalistas lhe perguntou.
Ouvi aquela pergunta e meu coração disparou. Fiquei nervosa e ansiosa só em pensar no que ele responderia. Dei um passo à frente e me esbarrei em um fotógrafo que quase derrubou outro, chamando a atenção de alguns jornalistas pra mim. Eu desejei que ninguém me reconhecesse, mas os olhares deles sobre mim já me diziam tudo.
-Desculpa! Pedi ao fotógrafo e fui saindo devagar, dali.
Voltei para o quarto, jogando todas as minhas roupas do guarda roupa em cima da cama, encontrando o vestido. Me maquiei e passei pela sala, colocando o casaco e a sapatinha, tropeçando no tapete, batendo a porta, atrás de mim. Cheguei ao hall do prédio e pedi que o porteiro pedisse um táxi pra mim, e assim ele fez. Entrei no táxi com esperanças de consegui entrar na coletiva e mesmo se eu não entrasse eu iria voltar a ser fã, iria ficar ao lado de fora do hotel pra tentar ver ele.
Sentei onde me indicaram junto ao Tiaguinho e começaram a perguntar várias coisas inclusive sobre o lançamento do meu novo CD. Ao saber do sucesso que minhas musicas estavam fazendo fora do Brasil deixei um sorriso escapar e estava ficando animado com aquela coletiva.
Cheguei ao hotel e respirei fundo ciando coragem para voltar a fazer loucuras, como fazia quando era fã. Eu entrei no hotel e procurei a sala que a coletiva estava sendo feita, quando encontrei, a porta estava rodeada de seguranças e de alguns fotógrafos que não tinham conseguido entrar, vi que seria difícil entrar. Até que um segurança se ocupou com um fotógrafo que tentou entrar e eu aproveitei a falha dele, me abaixei, e passei por ele, ficando no fundo da sala.
-Bom Luan, ontem você foi visto aos beijos com Manuela Pontes sua ex namorada, foi somente uma recaída ou voltaram com o namoro? Um dos jornalistas lhe perguntou.
Ouvi aquela pergunta e meu coração disparou. Fiquei nervosa e ansiosa só em pensar no que ele responderia. Dei um passo à frente e me esbarrei em um fotógrafo que quase derrubou outro, chamando a atenção de alguns jornalistas pra mim. Eu desejei que ninguém me reconhecesse, mas os olhares deles sobre mim já me diziam tudo.
-Desculpa! Pedi ao fotógrafo e fui saindo devagar, dali.
-Manuela! Dagmar me puxou pelo braço.
-Oi! Olhei pra ela e os jornalistas continuaram a me olhar.
-Fica aqui comigo, não sai!
-Sério que vocês viram? -Luan riu. -Então, cara terminamos de uma forma
amigável e ontem rolou da gente ficar!
-E voltaram a namorar?
-Não! Ele foi firme em responder.
-Não, não vou ficar! Aliás foi loucura eu ter vindo aqui...! Me afastei da
Dagmar, quando ouvi a resposta dele.
Alguns fotógrafos começaram a tirar fotos minhas e alguns jornalistas me seguiram, chamando a tenção de todos e criando um tumulto, grande, a sala de imprensa. Eu apenas, tentava, chegar até a porta o que se tornou impossível com os fotógrafos em minha frente.
-Licença, por favor gente! Olhei pra eles e como eu já esperava foi em vão.
Olhei aquele tumulto e percebi que ela estava lá, levantei rápido saindo da onde estava e segui na direção dela. Passei por alguns fotógrafos que estavam em cima dela e a puxei com ajuda do Well de impedi eles chegarem mais perto, levei pra uma sala onde estava mais calmo a e olhei.
-Me deixa ir, por favor?! E obrigada do me machucar me puxando! Alisava meu braço.
Alguns fotógrafos começaram a tirar fotos minhas e alguns jornalistas me seguiram, chamando a tenção de todos e criando um tumulto, grande, a sala de imprensa. Eu apenas, tentava, chegar até a porta o que se tornou impossível com os fotógrafos em minha frente.
-Licença, por favor gente! Olhei pra eles e como eu já esperava foi em vão.
Olhei aquele tumulto e percebi que ela estava lá, levantei rápido saindo da onde estava e segui na direção dela. Passei por alguns fotógrafos que estavam em cima dela e a puxei com ajuda do Well de impedi eles chegarem mais perto, levei pra uma sala onde estava mais calmo a e olhei.
-Me deixa ir, por favor?! E obrigada do me machucar me puxando! Alisava meu braço.
-Você tá louca? Olha o tumulto que você causou! Ele falava olhando pra trás.
-E eu com isso? Não queria, mas eu não tive culpa, tive? Ah! Desculpa Luan!
Olhei pra ele sorrindo ironicamente.
-Não tem condições de você sair daqui agora, você é maluca cara! -Ele falava
irritado. -Se machucou?
-Machuquei, graças a sua educação! Obrigada! Falei irritada.
-Desculpa, só tava tentando ajudar! Deixa eu ver! Ele se aproximou de mim.
-Não pedi ajuda e nem quero que você veja nada! Virei às costas.
-Tá, tudo bem! Ele se sentou no sofá calado.
-Acha que vai demorar muito, por que eu estou com pressa! Cruzei os braços.
Não a respondi, fiquei olhando para o ponto fixo pensando em algumas coisas, ainda estava tentando digeri tudo que havia acabado de acontecer. A olhei calado e levantei devagar sem tirar os olhos dela, fui em sua direção e a abracei forte, não queria ficar naquele clima com ela e ir embora pra ter ficar tanto tempo longe com aquelas últimas lembranças.
-Ah! Te odeio!
O abracei forte, tanto eu quanto ele, não queríamos ficar brigados e nem naquele clima. Cheirei o pescoço dele para guardar o cheiro dele pra mim, por que o nosso cheiro já estava na minha lembrança. Fechei os olhos e respirei fundo, tentando esquecer que ele iria embora e que eu iria ficar mais, um bom tempo sem vê-lo, novamente.
-Também te odeio muito!
Não a respondi, fiquei olhando para o ponto fixo pensando em algumas coisas, ainda estava tentando digeri tudo que havia acabado de acontecer. A olhei calado e levantei devagar sem tirar os olhos dela, fui em sua direção e a abracei forte, não queria ficar naquele clima com ela e ir embora pra ter ficar tanto tempo longe com aquelas últimas lembranças.
-Ah! Te odeio!
O abracei forte, tanto eu quanto ele, não queríamos ficar brigados e nem naquele clima. Cheirei o pescoço dele para guardar o cheiro dele pra mim, por que o nosso cheiro já estava na minha lembrança. Fechei os olhos e respirei fundo, tentando esquecer que ele iria embora e que eu iria ficar mais, um bom tempo sem vê-lo, novamente.
-Também te odeio muito!
-Desculpa por ter causado isso tudo, não queria mesmo. Foi sem querer!
-Tudo bem! Só não confirmei nada por que realmente não conversamos sobre isso,
e você disse pra deixar rolar...
-É! Eu que sou maluca... -Me afastei dele. -É que eu tenho uma mania, tola, de
achar que você é meu e de mais ninguém...! Olhei pra ele, escondendo um
sorriso, que queria se formar.
-Você não é maluca! -Ele alisou meu rosto. -Eu sou seu, é que é preciso ter
cuidado com a impressa e meus fãs!
-É... eu sei! Então, é bom eu sair daqui né?!
-É! O Well vai te levar até onde estou hospedado, lá conversamos melhor,
preciso terminar a coletiva!
-Lá no hotel? -Arregalei os olhos. -É melhor eu ir...pra casa, não quero
incomodar. Fiz besteira demais, por hoje! Olhei para o chão.
-Tudo bem, se prefere assim! -Ele se afastou chamando seu segurança que entrou
com ele. -Well leva ela em casa com cuidado, tá? Não deixa o pessoal da
impressa ver!
-Pode deixar Luan!
-Luan..! Chamei.
-Oi! Ele me olhou.
-Se eu for você vai ir me ver? Por que se não... Eu vou atrás de você! Sorri.
-Assim que terminar aqui eu vou lá! Ele sorriu.
-Tá! Sorri e saí andando com o Wellington, que sorriu.
Assim que ela saiu respirei fundo me preparando pra volta a coletiva e com certeza perguntariam sobre a Manuela, fui andando com Dagmar me sentando novamente e um turbilhão de perguntas vieram pra cima de mim, respondia todas prontamente e com medo de dizer algo que não deveria. Quando a coletiva terminou fui almoçar com minha família e a Bruna tirava sarro da minha cara junto aos meus pais.
Quando terminei o almoço, subi pro meu quarto e me arrumei, me perfumei e olhei pro meu celular aonde continha uma foto minha com ela, dali do AP dela já iria direto pro aeroporto e a saudade já estava machucando. Coloquei celular no bolso descendo pro hall do hotel e após falar com meus pais seguir ao encontro dela.
Quando cheguei ao apartamento dei de cara com o olhar pesado da Bia e do Lucas e fui direto para meu quarto, saí apenas para comer algo. Quando eu estava assistindo TV, a Bia apareceu avisando que iria sair com o Lucas. Foi eles saírem que eu ocupei a casa, com meus passos e minha ansiedade pela chegada dele. Eu coloquei o CD dele, para ver se me acalmava e não resolvia, por que a saudade tomava conta de mim, junto com as nossas lembranças.
Sentei e levantei diversas vezes do sofá, meu coração estava disparado e a ansiedade de vê-lo era enorme, já estava morrendo de saudade e senti o beijo dele era tudo que mais queria. A campainha tocou e senti meu corpo inteiro se arrepiar, fui até a porta abrindo com sorriso nos lábios e assim que percebi que era meu sorriso se desfez.
-Oi! Gabriel me disse sem graça.
Assim que ela saiu respirei fundo me preparando pra volta a coletiva e com certeza perguntariam sobre a Manuela, fui andando com Dagmar me sentando novamente e um turbilhão de perguntas vieram pra cima de mim, respondia todas prontamente e com medo de dizer algo que não deveria. Quando a coletiva terminou fui almoçar com minha família e a Bruna tirava sarro da minha cara junto aos meus pais.
Quando terminei o almoço, subi pro meu quarto e me arrumei, me perfumei e olhei pro meu celular aonde continha uma foto minha com ela, dali do AP dela já iria direto pro aeroporto e a saudade já estava machucando. Coloquei celular no bolso descendo pro hall do hotel e após falar com meus pais seguir ao encontro dela.
Quando cheguei ao apartamento dei de cara com o olhar pesado da Bia e do Lucas e fui direto para meu quarto, saí apenas para comer algo. Quando eu estava assistindo TV, a Bia apareceu avisando que iria sair com o Lucas. Foi eles saírem que eu ocupei a casa, com meus passos e minha ansiedade pela chegada dele. Eu coloquei o CD dele, para ver se me acalmava e não resolvia, por que a saudade tomava conta de mim, junto com as nossas lembranças.
Sentei e levantei diversas vezes do sofá, meu coração estava disparado e a ansiedade de vê-lo era enorme, já estava morrendo de saudade e senti o beijo dele era tudo que mais queria. A campainha tocou e senti meu corpo inteiro se arrepiar, fui até a porta abrindo com sorriso nos lábios e assim que percebi que era meu sorriso se desfez.
-Oi! Gabriel me disse sem graça.
-O que você tá fazendo aqui? Tem como voltar depois, não? Olhei pra ele já
pensando em um possível encontro dele com o Luan.
-A gente precisa conversar! Ele entrou.
-Gabriel, tem como ser depois não? Sério mesmo! É que eu to esperando uma
pessoa! Olhei pra ele, sem fechar a porta.
-Eu me arrependi de ter terminado assim do nada, desculpa! Ele se aproximou me
puxando pra ele e me beijou.
Desci do táxi agradecendo ao motorista e o porteiro ao me conhecer me deixou subir. Entrei no elevador e olhei o relógio, teria que brigar feio com as horas que insistiam em passar rápido. Quando à porta do elevador se abriu respirei fundo andando em direção ao apartamento dela e quando cheguei à porta vi algo que fez meu corpo inteiro estremecer.
-Tá maluco? Empurrei o Gabriel com força, esfregando minha boca com a mão.
Quando a vi beijando o Gabriel meu coração pareceu parar de bater e bombear sangue para o eu corpo, senti um calafrio me fazendo arrepiar e engoli a seco. Saí dali sem falar nada e apertei o botão do elevador na esperança de que chegasse o mais rápido possível. Estava me achando um idiota em me iludir achando que ela sentia algo por mim, só não entendia compreender o porquê ela queria me falando aquelas palavras durante nossas noites que eu pensava que tivesse amor envolvido.
-Eu não quero perder! Ele falava com sorriso nos lábios e voltou o olhar pra mim após tirar os olhos da porta.
-Mais já perdeu acorda...! Quem estava na porta? Fala, agora! Fui até a porta
olhando pra ele com medo de ter sido o Luan.
-Ele já foi, se é isso que você quer saber!
-Eu nem acredito! Garoto, você mexeu com a pessoa errada! –Fui até o sofá,
peguei meu casaco e olhei para o Gabriel sorrindo. –Isso não é nem a metade do
inferno que eu vou fazer com sua vida se ele tiver ido embora! Dei um tapa
forte na cara dele, fazendo o rosto dele virar.
O elevador demorou o que me pareceu um século, pra chegar, quando abriu a porta agradeci por ter chegado, entrei ajeitando o boné e por dentro parecia que estava tudo destruído. Cheguei ao térreo olhando para o porteiro que parecia entender o recado e foi pedi um táxi pra mim, enquanto esperava no hall olhando as pessoas passarem.
O elevador demorou o que me pareceu um século, pra chegar, quando abriu a porta agradeci por ter chegado, entrei ajeitando o boné e por dentro parecia que estava tudo destruído. Cheguei ao térreo olhando para o porteiro que parecia entender o recado e foi pedi um táxi pra mim, enquanto esperava no hall olhando as pessoas passarem.
Eles estavam tão bem. Gabriel mostrando as garras. Espero que a Manu consiga alcançar Luan e que eles conversem. Mas bem que o Gabriel merecia mais quem um tapa da Manu, merecia um soco do Luan também.
ResponderExcluirYana
[AAA] na credito ela tem que resolver esse mal entendido =x
ResponderExcluirDroga tinha que ter um idiota pra estragar tudo né? ¬¬ Espero que eles se acertem logo :)) awwwwn fizeram amoor seem camisinha esperoo que ela engravide *-*
ResponderExcluirAmoor passa o link da fanfic Incondicional Please :))
@PiradinhaNoLuan
Gabriel filho da mãe, tomara q de tempo da Manu esclarecer tudo!
ResponderExcluirFaz os dois se reconciliarem porfavor? Eh MUITO sofrimento pra mim :/
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