Quando o Luan me olhou uma lágrima caiu dos seus olhos e eu sorri pra ele e o disse que o amava muito. Mais meu corpo começou a demonstrar que o Dan estava com fome e ele foi ficando inquieto nos braços do pai.
-Ele tá ficando com fome papai! A enfermeira o alertou e o
Luan pareceu triste.
-Posso levar ele até a minha esposa?
-Claro! Cuidado! A enfermeira sorriu.
Levantei devagar segurando firme o Dan, não queria que nada de mal acontecesse com meu filho e muito menos a Manu, era minha família e sentia o dever de protegê-los até o fim. Entreguei com cuidado o Dan a Manu que o pegou devagar e a enfermeira se aproximou lhe mostrando como dá a primeira mama para o nosso pequeno.
Segurei o Dan com cuidado e a enfermeira me ajudou a dar mamar a ele. Eu o observava mamar e cheirava sua cabecinha, ele parecia estar com muita fome. Sorria vendo ele se alimentar e via o olhar do Luan emocionado. Era incrível como o Dan ficava calmo em nosso colo e incrível a ligação mãe e filho. Ele acabou dormindo depois de mamar e a enfermeira me mostrou como alisar as costas dele para ele arrotar. O Luan observava tudo atento o que fazia ele formar caretas lindas. A enfermeira colocou o Dan em uma espécie de berço ao lado da minha cama e saiu, nos deixando sozinhos.
-Doeu pra dá de mamar?
Levantei devagar segurando firme o Dan, não queria que nada de mal acontecesse com meu filho e muito menos a Manu, era minha família e sentia o dever de protegê-los até o fim. Entreguei com cuidado o Dan a Manu que o pegou devagar e a enfermeira se aproximou lhe mostrando como dá a primeira mama para o nosso pequeno.
Segurei o Dan com cuidado e a enfermeira me ajudou a dar mamar a ele. Eu o observava mamar e cheirava sua cabecinha, ele parecia estar com muita fome. Sorria vendo ele se alimentar e via o olhar do Luan emocionado. Era incrível como o Dan ficava calmo em nosso colo e incrível a ligação mãe e filho. Ele acabou dormindo depois de mamar e a enfermeira me mostrou como alisar as costas dele para ele arrotar. O Luan observava tudo atento o que fazia ele formar caretas lindas. A enfermeira colocou o Dan em uma espécie de berço ao lado da minha cama e saiu, nos deixando sozinhos.
-Doeu pra dá de mamar?
-Não meu amor! Sorri.
-É tão pequenininho! Luan sorriu observando.
-E lindo! É nosso filho! Sorri.
-Amor... –Ele me olhou alisando meu cabelo. –Obrigado!
-Obrigada você por me ajudar a realizar esse sonho de ser
mãe, a sentir esse amor...! Olhei nos olhos dele.
-Prometo que vou ser presente na vida de vocês dois, eu te
amo muito!
-Eu sei que vai fazer seu melhor! Eu te amo mais! Sorri.
-Será que a mamãe que receber um beijo do papai mais feliz
do mundo?
-Claro que a mamãe mais feliz do mundo quer receber muitos
beijos do papai mais feliz do mundo! Sorri.
Sorri me aproximando dela e a beijei cariosamente, como se ela fosse algo quebrável. A felicidade que estava dentro de mim parecia que a qualquer momento fosse explodir, meu filho e minha mulher estavam ali cheios de saúde, e bem. Mordi levemente seus lábios recomeçando o beijo e sorri quando finalizamos com vários selinhos.
-Te amo, te amo, te amo, te amo...! Dava selinhos nele.
Sorri me aproximando dela e a beijei cariosamente, como se ela fosse algo quebrável. A felicidade que estava dentro de mim parecia que a qualquer momento fosse explodir, meu filho e minha mulher estavam ali cheios de saúde, e bem. Mordi levemente seus lábios recomeçando o beijo e sorri quando finalizamos com vários selinhos.
-Te amo, te amo, te amo, te amo...! Dava selinhos nele.
-Te vivo! Ele me deu um selinho demorado.
-Opa casal! Diego entrou falando baixinho.
-Oi Di! Olha que lindão seu sobrinho! Olhei pra ele sorrindo.
-Luan, seus pais tão lá fora te chamando!
-Ah, tudo bem! Já volto amor! Ele beijou minha testa saindo.
-Cara ele é lindão! Diego falava baixinho pegando na mão do
Dan que dormia tranquilamente.
-É sim! Parece com quem? O que você acha?
-O nariz de boi amassado é do Luan! Ele riu.
-Besta! Ri.
-Já viu ele de olhos abertos? Não é zarolho que nem o pai
não, né?
-Pára Diego! Não, não é, tá?! E se fosse iria ser lindo que
nem o pai! E outra tem tratamento, quando é pequeno, ok?!
-Parei! –Diego riu e respirou fundo tentando se segurar. –Pelo
menos a sobrancelha é igual a minha!
-É igual a nossa! Sorri.
-Cunha! Bruna entrou sorrindo.
-Oi meu amor! Sorri a olhando.
-Cadê ele? Ela fechou a porta devagarzinho.
-Aqui titia chorona! Diego brincou rindo e Bruna se
aproximou.
-Ai! Meu Deus! Como ele é lindo! Parece demais com o Luan que
saco!
-Nossa! Por que todo mundo é contra parecer com o pai? Olhei
pra ela rindo.
-Por que foi você que aguentou o Danzinho na barriga
durante nove meses! Diego disse e Bruna concordou.
-Tá! Ele vai crescer gente calma! Ri.
-Meu pai vai ir registrar ele com o Luan, ele tá lá fora
todo babão! Bruna riu.
-Ah! Por que não entrou pra ver o Dan?
-Só pode entrar de dois em dois!
-Então vamos sair Bruninha pra eles poderem entrar! O Di a
chamou.
-Claro! –A Bruna sorriu. –Cunha eu volto viu?
-Ok! Volta mesmo! Sorri.Diego beijou minha testa e saiu acompanhado de Bruna fechando a porta, não demorou muito pra Seu Amarildo entrar com Dona Marizete e minha mãe. E era realmente incrível como o Daniel parecia cm o Luan até dormindo, fazia biquinhos e mexia a mão colocando perto da cabeça que nem ele, me fazendo sorrir. Eles não demoraram muito, Amarildo foi com Luan e Diego registrá-lo e Marizete foi em casa com minha mãe, enquanto Bruna ficava comigo no quarto, ela era um amor de menina, me ajudou em tudo que precisava.
Meu anjinho acordou mais uma vez e mamou e recebeu o mimos da tia que não parava de admirá-lo, sorria observando-a e percebi que ela seria uma ótima mãe assim como tia. Quando o Dan dormiu ela disse que me faria carinho pra dormi e foi o que aconteceu. Estava tão cansada que peguei rapidamente no sono.
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