Passei a noite zanzando pela casa. Desci comi algo que peguei
na geladeira, observei a lua na área da cozinha, arrumei as almofadas no sofá,
mas acabei deitada na cama olhando para o teto com saudade dele ao meu lado, me
abraçando para dormir, em seus braços. Ele tinha dito que iria fazer de tudo
para voltar para casa.
Três dias se passaram e o Luan não voltou pra casa como prometido o que não me fez bem, aquela agonia acabou me fazendo mal, e a falta de notícia dele me deixava preocupada todas as noites quando olhava para o meu lado e não o via, já estava acostumada com sua companhia e aqueles dias sem ele estavam sendo torturantes.
Não conseguia dormir e nem comer pensando nele. Imaginava ele entrando a qualquer hora pela porta de casa, todos os dias, mas não passava de imaginação. Todos já estavam preocupados e até ele mesmo. A mãe dele tinha ligado para o avisar sobre o meu estado e ele ficou preocupado e acabou me ligando. Conversamos por alguns minutos, mas ele não falou o que eu queria ouvir; ele não comentou nada sobre voltar pra casa.
Estava pensando em ir pra Salvador depois de uma passada na médica, para ver se o Dan estava bem, era a primeira ultrassom sem o Luan, o que contribuiu para que minha tristeza aumentasse. Já tinha ligado para minha mãe e estava arrumando minhas coisas. A Bruna me ajudava me olhando preocupada, mas eu tinha a tranquilizado dizendo que em Salvador em ficaria melhor. Depois que terminei com as malas a Bruna me ajudou a colocá-las na sala indo embora, em seguida. Eu subi para tomar banho e me arrumar para seguir viagem.
Pedi para que Dagmar me ajudasse a voltar pra casa. Tanto a Manu como eu, estávamos sofrendo com a distância. Quando o Anderson me disse que poderia voltar pra casa senti meu coração bater novamente de tanta alegria que estava sentindo, arrumei minhas coisas com ajuda de Marla e segui para o aeroporto onde entrei no bicuço que seguiu viajem pra Londrina.
Cheguei morrendo de saudade dela e do meu filho, peguei meu carro que meu pai trouxe ao meu pedido e acelerei ao seu encontro, cheguei em casa rápido pela pista estar livre e estacionei em frente a nossa casa. Peguei minhas coisas e abri a porta da sala devagar vendo umas malas na sala, senti meu coração quase pular pra fora e senti meu corpo todo dá choques em mim.
Tomava banho depois de ter assistido uma pequena reportagem sobre um dos shows dele, no jornal. Sorri ao vê-lo cantar e brincar com as fãs, senti um pouco de inveja delas, elas estavam mais com ele que eu. Entrei no banho e demorei, um pouco, no banheiro passando o óleo em minha barriga, sentindo o Dan chutar e eu conversava com ele, sorrindo.
Fiquei segundos olhando aquelas malas e minhas pernas pareciam não responder meu comando, tanta coisa passou por minha cabeça que cheguei a ficar tonto. Subi as escadas pensando no por que ela iria me abandonar e um medo me dominou, não iria conseguir viver sem ela e sem nosso filho. Abri a porta do nosso quarto vendo-a passar o óleo na sua barriga.
Sorri conversando com o Dan, enquanto lavava minha mão na pia, para tirar o excesso de óleo da minha mão. Olhei pelo espelho e o vi parado a me olhar parecia assustado. Coloquei o roupão e abri um sorriso olhando pra ele, meu coração disparou e parecia ser um sonho ele, ali, novamente.
- Amor, aquelas malas lá em baixo? É... Me escuta antes de qualquer coisa, por favor!
Três dias se passaram e o Luan não voltou pra casa como prometido o que não me fez bem, aquela agonia acabou me fazendo mal, e a falta de notícia dele me deixava preocupada todas as noites quando olhava para o meu lado e não o via, já estava acostumada com sua companhia e aqueles dias sem ele estavam sendo torturantes.
Não conseguia dormir e nem comer pensando nele. Imaginava ele entrando a qualquer hora pela porta de casa, todos os dias, mas não passava de imaginação. Todos já estavam preocupados e até ele mesmo. A mãe dele tinha ligado para o avisar sobre o meu estado e ele ficou preocupado e acabou me ligando. Conversamos por alguns minutos, mas ele não falou o que eu queria ouvir; ele não comentou nada sobre voltar pra casa.
Estava pensando em ir pra Salvador depois de uma passada na médica, para ver se o Dan estava bem, era a primeira ultrassom sem o Luan, o que contribuiu para que minha tristeza aumentasse. Já tinha ligado para minha mãe e estava arrumando minhas coisas. A Bruna me ajudava me olhando preocupada, mas eu tinha a tranquilizado dizendo que em Salvador em ficaria melhor. Depois que terminei com as malas a Bruna me ajudou a colocá-las na sala indo embora, em seguida. Eu subi para tomar banho e me arrumar para seguir viagem.
Pedi para que Dagmar me ajudasse a voltar pra casa. Tanto a Manu como eu, estávamos sofrendo com a distância. Quando o Anderson me disse que poderia voltar pra casa senti meu coração bater novamente de tanta alegria que estava sentindo, arrumei minhas coisas com ajuda de Marla e segui para o aeroporto onde entrei no bicuço que seguiu viajem pra Londrina.
Cheguei morrendo de saudade dela e do meu filho, peguei meu carro que meu pai trouxe ao meu pedido e acelerei ao seu encontro, cheguei em casa rápido pela pista estar livre e estacionei em frente a nossa casa. Peguei minhas coisas e abri a porta da sala devagar vendo umas malas na sala, senti meu coração quase pular pra fora e senti meu corpo todo dá choques em mim.
Tomava banho depois de ter assistido uma pequena reportagem sobre um dos shows dele, no jornal. Sorri ao vê-lo cantar e brincar com as fãs, senti um pouco de inveja delas, elas estavam mais com ele que eu. Entrei no banho e demorei, um pouco, no banheiro passando o óleo em minha barriga, sentindo o Dan chutar e eu conversava com ele, sorrindo.
Fiquei segundos olhando aquelas malas e minhas pernas pareciam não responder meu comando, tanta coisa passou por minha cabeça que cheguei a ficar tonto. Subi as escadas pensando no por que ela iria me abandonar e um medo me dominou, não iria conseguir viver sem ela e sem nosso filho. Abri a porta do nosso quarto vendo-a passar o óleo na sua barriga.
Sorri conversando com o Dan, enquanto lavava minha mão na pia, para tirar o excesso de óleo da minha mão. Olhei pelo espelho e o vi parado a me olhar parecia assustado. Coloquei o roupão e abri um sorriso olhando pra ele, meu coração disparou e parecia ser um sonho ele, ali, novamente.
- Amor, aquelas malas lá em baixo? É... Me escuta antes de qualquer coisa, por favor!
-Calma! Relaxa! Eu ia pra Salvador, mas não consegui te
avisar, pensei em deixar uma mensagem pra você quando estivesse saindo daqui...
Só isso! Ri.
Respirei aliviado quase caindo no chão e fui em sua direção a abraçando-a, beijei sua barriga com cuidado e senti o Dan mexer me fazendo sorri, pensei que ela fosse me deixar pela distancia e sorri ao ouvi-la dizendo que iria passar uns dias em Salvador. Me levantei alisando seu rosto e sorri beijando-a, estava com saudade do seu gosto e naquele momento o beijo dela era de tudo que precisava.
-Pensou que eu fosse embora foi? –Sorri. –Passou isso pela minha cabeça, mas seu filho fez birra! Alisei o rosto dele sorrindo.
Respirei aliviado quase caindo no chão e fui em sua direção a abraçando-a, beijei sua barriga com cuidado e senti o Dan mexer me fazendo sorri, pensei que ela fosse me deixar pela distancia e sorri ao ouvi-la dizendo que iria passar uns dias em Salvador. Me levantei alisando seu rosto e sorri beijando-a, estava com saudade do seu gosto e naquele momento o beijo dela era de tudo que precisava.
-Pensou que eu fosse embora foi? –Sorri. –Passou isso pela minha cabeça, mas seu filho fez birra! Alisei o rosto dele sorrindo.
-Jura que você pensou isso? Ele fez uma carinha triste.
-Claro que não meu amor! –Sorri. –É! Minha vigem pra
Salvador, fica pra depois! Vou ficar com o meu marido!
-Não sei viver sem você! Ele me abraçou.Passamos o dia juntos e não tivemos nem coragem de guardar minhas coisas no nosso quarto. Ficamos grudados matando a saudade que sentíamos. Estar com ele de novo era muito bom.
Os dias se passaram e ele ia sempre pra casa não passava mais que duas noites fora, até por que o ritmo de shows estava diminuindo para ele ficar em casa me acompanhando no último mês de gestação. Minha barriga já estava enorme e eu já não aguentava fazer tanta coisa, na maioria das vezes eu ficava deitada, descansando.
Em uma de suas folgas fomos novamente para o sítio, só que
dessa vez toda sua família estava presente o fez ser um churrasco e tanto, com
roda de viola e muitas outras coisas. Fiquei sentada recebendo os carinhos das
primas dele que babavam o Dan que chutava e os tios do Luan brincava dizendo
que ele já era safado reconhecendo os toques de mulheres que nem o pai nos
fazendo ri.
Ficamos no sítio durante dois dias, nunca mais havia me divertido tanto, nadei com o Luan na piscina e relaxei durante aqueles dias, ninguém me deixava fazer nada e agradecia, pois qualquer coisa estava me deixando cansada. Voltamos pra Londrina e Luan ainda tinha um dia de folga o que me deixou feliz, passamos o dia na nossa casinha, agarradinhos da forma que gostávamos.
No final de semana, enquanto Luan viajava o Di veio com minha mãe me visitar, passaram o final de semana comigo curtindo minha gravidez que já estava nos meses finais. Diego comprou umas roupinhas lindas que me fez babar assim como minha mãe. Ele e a Carol haviam ficado noivos e era nítido sua felicidade, parecia um menino ao ganhar seu brinquedo.
-Maninho tá ficando sério mesmo, casando e tudo! Ri sentando, com dificuldade no sofá devido ao barrigão.
Ficamos no sítio durante dois dias, nunca mais havia me divertido tanto, nadei com o Luan na piscina e relaxei durante aqueles dias, ninguém me deixava fazer nada e agradecia, pois qualquer coisa estava me deixando cansada. Voltamos pra Londrina e Luan ainda tinha um dia de folga o que me deixou feliz, passamos o dia na nossa casinha, agarradinhos da forma que gostávamos.
No final de semana, enquanto Luan viajava o Di veio com minha mãe me visitar, passaram o final de semana comigo curtindo minha gravidez que já estava nos meses finais. Diego comprou umas roupinhas lindas que me fez babar assim como minha mãe. Ele e a Carol haviam ficado noivos e era nítido sua felicidade, parecia um menino ao ganhar seu brinquedo.
-Maninho tá ficando sério mesmo, casando e tudo! Ri sentando, com dificuldade no sofá devido ao barrigão.
-Nunca pensei que fosse me prender tão cedo! Ele riu.
-É! E eu pensei que nunca veria isso! –Ri. –O Dan tá inquieto
demais! Respirei fundo alisando a barriga.
-Isso é saudade do pai, o Luan tá acostumando esse menino mal
desde barriga! Minha mãe falou me dando um copo de água.
-Deve ser, mesmo! Sorri, me ajeitando no sofá bebendo um
pouco de água.
-O casamento tá bem filha? Minha mãe se sentou ao meu lado
alisando minha barriga.
-Tá! Tá tudo ótimo! Sorri fazendo careta pelos chutes que o
Dan dava.
-Você tá bem? O Di se aproximou.
-To! O Dan tá chutando muito só isso! Fechei os olhos.
-Quer subir pra descansar? É bom repousar!
-Tudo bem! Acho melhor, mesmo. Mais antes faz um favor?
Coloca o CD do Luan pra tocar pra ver se ele fica quieto primeiro. Eu faço isso
e funciona na maioria das vezes...! Sorri olhando para o Di.
-Tá bom! Aqui mesmo ou no quarto?
-Aqui mesmo! Fechei os olhos respirando fundo.
-Prontinho! Di colocou o CD do Luan baixinho pra tocar e eu
sorri.
-Prontinho filho, fica quietinho! Alisava minha barriga e o
Dan parecia se acalmar.
-Tá funcionando? Di perguntou baixinho.
-Tá! Sorri, mas senti uma pequena dor.
-Quando eu digo...! Minha mãe riu.
-Mãe?! –Ri. –Ai! Senti uma pontada.
-Que foi? Diego e ela se aproximaram falando juntos.
-Senti uma pontada! O Dan tá calmo, mas e essa pontada?!
Olhei pra minha mãe assustada.
-Respira fundo, e se novamente a pontada acontecer são as
contrações!
-Contração? Mais ainda não tá na hora e o Luan não tá aqui!
Olhei pra minha mãe assustada.
-Respira fundo querida... Vai!
-Mãe mais não tá na hora e...! Senti uma dor mais forte e
fechei os olhos.
-São as
contrações! Diego liga para os pais do Luan, depois vai lá em cima pega as
coisas do bebê e desce rápido!
-Tá mãe! Ele pegou
celular e correu para o quarto, enquanto ligava.
-Filha respira,
seu neném tá chegando!
-Mãe tá doendo! –Apertei forte a mão dela. –O Luan, liga pra
ele! Respirava fundo.
-Calma, eu vou ligar, calma! –A vi pegando celular discando
o número dele e respirei fundo sentindo mais uma contração. –Luan?
Estava gravando uma entrevista e quando terminei estava
perturbando o Rober, enquanto voltávamos para o hotel. Enquanto, ria vi meu
celular tocar e vi no visor o número dela e sorri.
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