O nosso futuro estava inserto,
novamente. Muitas coisas boas aconteceram, ao mesmo tempo, e quando parecia que
tudo iria ser melhor... Algo de ruim tinha que acontecer? Tudo que é bom dura o
tempo necessário para que se torne eterno; eu esperava que esse não fosse o
fim.
Não percebi o caminho, não vi os minutos passarem, não percebi quando o Di chegou. Depois que o Diego destrancou o carro e me olhou com um sorriso, como se me desse apoio, que eu o vi sentado no mesmo lugar. Quando bati a porta do carro ele olhou pra trás, me olhou, e voltou o olhar para o mar. Respirei fundo me aproximando dele, para me preparar para o que estava por vir, sabia que não seria fácil.
-A gente pode conversar?
Não percebi o caminho, não vi os minutos passarem, não percebi quando o Di chegou. Depois que o Diego destrancou o carro e me olhou com um sorriso, como se me desse apoio, que eu o vi sentado no mesmo lugar. Quando bati a porta do carro ele olhou pra trás, me olhou, e voltou o olhar para o mar. Respirei fundo me aproximando dele, para me preparar para o que estava por vir, sabia que não seria fácil.
-A gente pode conversar?
-Como soube que estava aqui?
-Não é difícil presumir...!
-Ah! Ele continuou olhando para o
mar.
-Sua mãe ligou pra mim disse que
você não estava atendendo o celular e você não tinha ligado pra ela quando
chegou...! Sentei ao lado dele.
-É! Esqueci, de ligar pra ela.
-Já falou com ela agora? Perguntei
olhando pra ele.
-Quando... Chegar ao hotel ligo, o
que você disse a ela? Ele me olhou.
-Que você tinha chegado bem e que estava
lá no hotel... Só depois que eu pensei que estivesse aqui!
-Valeu!
-Tudo bem! Mais ela disse que
ligaria lá para o hotel... Acho melhor você pelo menos mandar uma mensagem, sei
lá! Assim ela não fica preocupada!
Peguei o celular do bolso respirando fundo e digitei a mensagem devagar, não sabia o que escrever. Meus pensamentos estavam embolados, minha cabeça passava mil coisas ao mesmo tempo sem saber o que pensar ao certo, quando enviei a mensagem guardei o celular no bolso e voltei a olhar pro mar.
-Quer que eu vá embora?
-Você quem sabe!
-Eu queria conversar com você, mas
to vendo que ainda está pensando... Lú eu só queria te dizer que eu fui errada
mais eu não esperava por isso...!
-Eu sei!
-Sabe? –Olhei pra ele. –Tá pensando
no que eu te falei?
-São dois anos Manuela! Ele me
olhou.
-Eu sei, mas eu volto... Tenho um
mês de férias, cada ano! Eu sei que não é muito mais ajuda, não é?!
-Você disse que não queria, e do
nada você quer ir!
-Eu sei, eu sei...! Mais é uma
oportunidade única, não é todo mundo que consegue! Eu pensei em não fazer, não
aceitar mais o Diego e minha mãe conversaram comigo... Eles me fizeram pensar e
eu percebi que eu tinha que seguir meu sonho. Essa oportunidade é pra poucos!
Eu preciso que entenda! –Segurei sua mão. –Vamos ver se dá certo?
-Não posso pedi que desista dele,
pelo que vi naquele cartão de resposta é uma oportunidade ótima pra você!
-Eu sei que não vai ser fácil pra
você e piorou pra mim, por que eu vou ficar longe da minha família, do meu
país, de você... Mais vamos tentar juntos? Se não der certo, nas minhas
férias... Você termina! Eu vou entender, já que você é homem e vive rodeado de
mulher... Amor não é o suficiente, meu pai me dizia isso! Continuei segurando
sua mão com os olhos fixos nos dele.
-Esse papo de viver rodeado de
mulheres não tem nada a ver!
-Tá, então esquece! Mais o que você
acha? Quer tentar? Comecei a tremer e meu coração disparou, estava com medo da
resposta dele.
-Quando você viaja?
-Viajo em Fevereiro! Sorri,
levemente.
Respirei fundo, voltando meu olhar para o mar e pensei que diante do tamanho do nosso amor poderíamos aguentar por dois anos, não poderia ser egoísta ao ponto de deixa-la desistir ou ir sozinha nessa, ela precisava de mim ao seu lado pra realizar esse sonho como ela sempre esteve ao meu. Segurei sua mão com mais força fechando meus olhos e sabia no fundo que estava fazendo a coisa certa mesmo sendo uma das coisas mais complicadas que iria fazer. Passei meu braço em volta do seu ombro e beijei sua testa.
-Vai tentar? Sorri pra ele, com lágrimas nos olhos.
Respirei fundo, voltando meu olhar para o mar e pensei que diante do tamanho do nosso amor poderíamos aguentar por dois anos, não poderia ser egoísta ao ponto de deixa-la desistir ou ir sozinha nessa, ela precisava de mim ao seu lado pra realizar esse sonho como ela sempre esteve ao meu. Segurei sua mão com mais força fechando meus olhos e sabia no fundo que estava fazendo a coisa certa mesmo sendo uma das coisas mais complicadas que iria fazer. Passei meu braço em volta do seu ombro e beijei sua testa.
-Vai tentar? Sorri pra ele, com lágrimas nos olhos.
-Vamos! Ele me olhou.
-Brigada! O abracei forte e beijei
seu ombro.
-Vou morrer de saudades!
-Eu também! Mais eu te amo muito!
Sorria abraçando ele forte, com os olhos fechados. Não conseguia acreditar
naquilo.
-Também te amo muito! Ele me
apertou no abraço.
-O convite ainda tá de pé? Olhei
pra ele.
-Sim, esta! Vim te buscar, meus
pais e Bruna já estão em São Paulo.
-Então, é bom nos apressarmos, por
que eu tenho uma mala pra arrumar, né?! Mais antes... –Sorri. –Me dá um beijo?
Sorri alisando o cabelo dela e me aproximei, sabia que estando ao lado dela ganharia mais do que perderia, iria ser complicado pra nós dois, mais seria uma prova de que nosso amor tudo suportaria. A beijei carinhosamente e senti um arrepio tomando todo meu corpo, só de pensar que ficaria dois anos sem aquele toque, sem vê-la... Mais preferi apagar tudo que estava se passando na minha cabeça e aproveitar cada segundo que tinha ao seu lado, podendo fazer momentos inesquecíveis como lembranças.
Sorri quando ele me beijou e senti um alívio muito grande quando ele decidiu ficar ao meu lado. Meu coração sentia felicidade e ao mesmo tempo tristeza. Estava feliz por ele está me apoiando com meu sonho e a tristeza estava se formando por que eu iria ficar muito tempo longe dele e da minha família. Mais eu queria curti todos os segundos, todas as horas e todos esses últimos dias com ele. Queria levar as melhores lembranças dele, comigo.
Após um longo beijo colei minha testa com a dela e fiquei alisando sua bochecha, enquanto olhava em seus olhos; como iria suporta tanto tempo sem ela e como seria minha vida sem sua presença?, pensei. Afastei mais uma vez aqueles pensamentos e logo levantamos seguindo para o carro, ela entrou e eu fiz o mesmo dando a partida, durante o caminho fomos em silêncio, talvez até ouvi a respiração um do outro naquele momento era de extrema importância pra nós dois.
Durante o caminho não sabia se olhava pra ele ou para a cidade, ficaria com saudades de tudo o que me rodeava e de todos que eu amava. Eu e ele fomos em silêncio e eu alisava seu rosto, por algumas vezes. Eu observava cada detalhe dele, cada mínimo detalhe da sua pele... Observei até o movimento do seu peito ao respirar.
Chegamos em sua casa e estacionei o carro, quando saímos tranquei o carro e seguimos pra sua casa de mãos dadas, quando entramos Diego nos olhos e sorriu como se não esperasse por aquilo, cumprimentei ele mais uma vez com aperto de mão e sabia que ele ficou feliz em apoia sua irmã nesse sonho dela.
Subi sorrindo, para arrumar minhas coisas. Estava tão atrapalhada com as minhas roupas, pela felicidade; só conseguia pensar na viagem e de como eu não iria desgrudar dele. Arrumei minhas roupas e a mala estava mais cheia do que ela podia suportar, ri sozinha olhando pra mala que não fechava.
Sorri alisando o cabelo dela e me aproximei, sabia que estando ao lado dela ganharia mais do que perderia, iria ser complicado pra nós dois, mais seria uma prova de que nosso amor tudo suportaria. A beijei carinhosamente e senti um arrepio tomando todo meu corpo, só de pensar que ficaria dois anos sem aquele toque, sem vê-la... Mais preferi apagar tudo que estava se passando na minha cabeça e aproveitar cada segundo que tinha ao seu lado, podendo fazer momentos inesquecíveis como lembranças.
Sorri quando ele me beijou e senti um alívio muito grande quando ele decidiu ficar ao meu lado. Meu coração sentia felicidade e ao mesmo tempo tristeza. Estava feliz por ele está me apoiando com meu sonho e a tristeza estava se formando por que eu iria ficar muito tempo longe dele e da minha família. Mais eu queria curti todos os segundos, todas as horas e todos esses últimos dias com ele. Queria levar as melhores lembranças dele, comigo.
Após um longo beijo colei minha testa com a dela e fiquei alisando sua bochecha, enquanto olhava em seus olhos; como iria suporta tanto tempo sem ela e como seria minha vida sem sua presença?, pensei. Afastei mais uma vez aqueles pensamentos e logo levantamos seguindo para o carro, ela entrou e eu fiz o mesmo dando a partida, durante o caminho fomos em silêncio, talvez até ouvi a respiração um do outro naquele momento era de extrema importância pra nós dois.
Durante o caminho não sabia se olhava pra ele ou para a cidade, ficaria com saudades de tudo o que me rodeava e de todos que eu amava. Eu e ele fomos em silêncio e eu alisava seu rosto, por algumas vezes. Eu observava cada detalhe dele, cada mínimo detalhe da sua pele... Observei até o movimento do seu peito ao respirar.
Chegamos em sua casa e estacionei o carro, quando saímos tranquei o carro e seguimos pra sua casa de mãos dadas, quando entramos Diego nos olhos e sorriu como se não esperasse por aquilo, cumprimentei ele mais uma vez com aperto de mão e sabia que ele ficou feliz em apoia sua irmã nesse sonho dela.
Subi sorrindo, para arrumar minhas coisas. Estava tão atrapalhada com as minhas roupas, pela felicidade; só conseguia pensar na viagem e de como eu não iria desgrudar dele. Arrumei minhas roupas e a mala estava mais cheia do que ela podia suportar, ri sozinha olhando pra mala que não fechava.
-Amor! Diego! Me ajudem aqui! Chamei os dois.
-Que foi? Diego apareceu com Luan
da porta.
-Me ajuda a fechar a mala? Ri.
-Cara o que é isso? –Diego riu.
–Você tem duas malas e colocou tudo em uma só? Boa essa sua matemática!
-É que eu pensei que iria caber
tudo nessa... Mais se eu sentar, em cima, ela fecha! Me ajuda! Ri olhando para
o Diego.
-Amor, dividi e leva as duas, essa
mala não vai fechar, fora que as roupas tão saindo! Luan se aproximou.
-O Luan tem razão!
-É, né?! –Ri. –Pega, ali, a outra,
em cima do guarda roupa, Di? Olhei pra ele.
Diego foi pegar a mala e eu me encostei à porta cruzando os braços, vê-la arrumando a mala me fez adiantar meus pensamentos quanto a sua viajem. Sabia que ela não estaria com aquele sorriso, mas estaria feliz por dentro, ela estaria realizando o sonho de ser uma grande advogada e isso, de certa forma, me fazia ficar orgulhoso dela. Abaixei a cabeça brincando com meus pés e me imaginei sem ela, durante esse tempo todo. Fechei e abri rapidamente meus olhos e a olhei rindo com Diego arrumando suas coisas, sentiria falta de cada detalhe dela. Imaginei se o Dan estivesse vivo, com certeza ele apoiaria ela, e estaria feliz por ela, não que eu não estivesse; estava sim e muito. Mais naquele momento ainda não sabia como iria lidar com a distância o que me fazia viajar toda vez que olhava aquele sorriso com a incerteza se isso tudo daria certo.
-Pára Diego, que coisa! –Bati no braço do Diego, quando ele soltou outra piadinha, pra mim, por eu não ter pensado em colocar em outra mala, antes. –Fechou! Sorri, fechando a mala.
Diego foi pegar a mala e eu me encostei à porta cruzando os braços, vê-la arrumando a mala me fez adiantar meus pensamentos quanto a sua viajem. Sabia que ela não estaria com aquele sorriso, mas estaria feliz por dentro, ela estaria realizando o sonho de ser uma grande advogada e isso, de certa forma, me fazia ficar orgulhoso dela. Abaixei a cabeça brincando com meus pés e me imaginei sem ela, durante esse tempo todo. Fechei e abri rapidamente meus olhos e a olhei rindo com Diego arrumando suas coisas, sentiria falta de cada detalhe dela. Imaginei se o Dan estivesse vivo, com certeza ele apoiaria ela, e estaria feliz por ela, não que eu não estivesse; estava sim e muito. Mais naquele momento ainda não sabia como iria lidar com a distância o que me fazia viajar toda vez que olhava aquele sorriso com a incerteza se isso tudo daria certo.
-Pára Diego, que coisa! –Bati no braço do Diego, quando ele soltou outra piadinha, pra mim, por eu não ter pensado em colocar em outra mala, antes. –Fechou! Sorri, fechando a mala.
-Se fosse loira entenderia mais...
Diego riu.
-Chato! Ri e olhei para o Luan na porta,
desfazendo o sorriso. Fiquei olhando pra ele, que brincava com o pé, eu sabia o que ele estava pensando e eu também estava; na minha viagem. Eu sabia que, no fundo, ele estava feliz e orgulhoso por mim, mas eu e ele estávamos tristes pela distância, pelos quilômetros que nos separariam. Olhei para o Diego que piscou pra mim, parecia saber, também, o que se passava na minha cabeça e na do Luan.
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