quarta-feira, 28 de novembro de 2012

CAPÍTULO OITENTA E QUATRO.


-Eu ficava imaginando sua carinha sabia? Chegava a chorar...! Acariciava seu cabelo.
-Sério?
-Sério! Sorri.
-Se for menina vai ser linda que nem a mãe!
-Se for menino vai ser gostoso que nem o pai! Ri.
-Vai mesmo, seduzi que nem eu! Ele riu beijando minha barriga.
-Não dá pra te dar moral, né?! Ri.
-Só concordo com o que você fala!
-Ok! –Ri. –Sim, você ainda não me deu um beijo bem demorado! Sorri.
-Verdade! Ele sorriu me dando um selinho e me beijou.
-Te amo! Mordi o lábio dele, levemente.
-Ama mesmo? Ele beijava meu pescoço, enquanto vagarosamente levantava minha blusa.
-Amo muito! Me arrepiei.
-Muito mesmo? Ele começou a morder de leve dando, leves sugadas.
-Muito!

Sorri subindo do pescoço até o queixo dela e novamente a beijei, meu corpo pedia pelo dela mais confesso que estava assustado com essa nossa nova etapa, não sabia como lidar e isso estava me deixando tenso. A beijava mais parei de fazer os carinhos, não queria forçar a barra.

Eu o beijei, mas percebi que ele estava inseguro. Percebi que ele queria tanto quanto eu e o ajudei, intensifiquei o beijo e o acariciei. Eu queria sentir ele e não iria deixar que o medo tomasse conta dele.

-A gente pode fazer amor... Relaxa! Sussurrei em seu ouvido, mordendo, levemente.
-E se machucar o bebê?
-Ele tá protegidinho, bebê!

Sorri e mesmo com medo fui fazendo as coisas devagar até mesmo pra senti cada toque. Estávamos com saudade um do outro e isso só nos fez querer ainda mais um ao outro. Beijei novamente sua boca, enquanto levantava sua blusa com carinho, alisava sua cintura e sorri entre o beijo alisando delicadamente sua barriga.

Sorri quando ele voltou a me beijar e o ajudei a tirar minha blusa, logo depois eu tirei a sua. Ele me acariciava, devagar, e isso fazia com que meu coração disparasse e meu corpo gritasse pelo dele. Ele acariciou minha barriga e sorrimos, logo o dei um beijo mais intenso.

Tirei seu short com cuidando beijando sua coxa e joguei no chão, enquanto me ajeitava entre suas pernas voltando a beijar sua boca. Alisava cada milímetro do seu corpo, enquanto a beijava e podia senti sua pele arrepiar. Tirei minha bermuda jogando também ao chão e com cuidado já estamos sem nada. Queria fazer leves movimentos para que pudéssemos sentir tudo com muito amor e prazer o que aconteceu quando nossos corpos começaram a virar apenas um.


Eu o beijei ainda mais intensamente quando ele colocou o corpo dele sobre o meu. Sentir o calor dele foi um combustível a mais para eu querer ser dele ainda mais. Ele fazia movimentos leves para que sentíssemos tudo com mais intensidade e para que gravássemos em nossas lembranças.

Apertava sua coxa, enquanto fazia movimentos prazerosos, nossos corpos estavam tão quentes que começava a suar fazendo nosso suor virar um só. Era maravilhoso estar ali com ela, entregue em meus braços, dizendo que me ama, e que era minha, somente minha. Fechei meus olhos, enquanto beijava seu pescoço e mordia fazendo nosso prazer aumentar ainda mais.

Enquanto nosso suor se misturava eu me arrepiava e fechava meus olhos para que eu sentisse com mais prazer cada movimento do seu corpo. Eu beijava seu pescoço e lhe dizia palavras de carinho, enquanto gemia, o fazendo arrepiar.

Nos amamos durante toda aquela tarde em seu quarto. Nossos corpos estavam com saudade um do outro e isso era claro a cada vez que nos arrepiávamos. Aquele quarto continha nosso cheiro e isso só nos deixava, ainda mais apaixonados. Quando nos demos por satisfeito ficamos trocando leves beijos, enquanto ainda fazia movimentos, leves, sobre seu corpo.

Meu quarto estava todo bagunçado, como sempre deixávamos. Nossos corpos suados e mesmo cansados, ainda nos queríamos. Eu apertava forte o lençol da cama, enquanto ele ainda fazia leves movimentos sobre mim. Nossas respirações estavam falhas e mesmo sem fôlego, nos queríamos a cada segundo mais.

-Você é tudo pra mim! Ele sussurrou em meu ouvido.
-E você é meu mundo! Minha voz falhava.

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