segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

CAPÍTULO CENTO E DEZ.


Quando ele entrou eu entrei em seguida e tranquei a porta, olhei pra ele e era perceptível que ele estava sem graça. Fui até ele sorrindo e ele ainda parecia tenso, pelo o que eu tinha feito, eu estava com vontade de rir mais não podia. Quando cheguei perto dele o dei um empurrão, franco, o fazendo cair sentado na minha cama, o olhei nos olhos e deixei o meu short cair e tirei minha blusa, ficando, somente, de lingerie; a que ele gostava.

-Pronto, sou sua! Sorri.
-Vem cá, vem! Ele sorriu.

Sorri mordendo o meu lábio e fui em sua direção e sentei, encaixada, no colo dele. Comecei a beijá-lo e alisava a sua nuca, o fazendo arrepiar. Dessa vez até eu queria, eu desejava ele, eu queria ficar nos braços dele, queria ser amada por ele.

Sorri, enquanto a beijava e a ajeitei em meu colo me encostando à cabeceira da cama, não deixei o beijo parar em nenhum momento. Alisava suas costas e fechei meus olhos sentindo os beijos dela me meu pescoço, retribuir os beijos e em questão de minutos já estávamos sem nada que nos impedisse nos amar.

Ele me ajeitou sobre seu corpo, mas não paramos o beijo em nenhum instante. A mão dele percorria todo o meu corpo e, por algumas vezes, ele apertava minha cintura e minha coxa. Quando ficamos sem nada, que nos atrapalhasse, sentir o calor do corpo dele sobre minha pele provocando, em mim, arrepios, que percorreram todo o meu corpo.

-Me faz sentir muito mais prazer...! Sussurrei em seu ouvido, dando-lhe uma leve mordida, quando nossos corpos se encaixaram formando apenas um.
-Faço! Ele sorriu mordendo os lábios sentindo nosso corpo se encaixar.

A beijei novamente ajudando-a com os leves movimentos que fazíamos e mordia seus lábios brincando com sua língua, enquanto ela sorria de olhos fechados sentindo cada toque meu sobre sua pele macia. Não sei como mais o prazer estava enorme, entre nós dois. Nossos corpos já estavam completamente soados. Alisava suas costas beijado seu pescoço e ouvi os sussurros dela ao meu ouvido só me fez a desejar mais ainda.

Enquanto, eu fazia leves movimentos, encaixada a ele, a cada movimento e toque dele o desejo parecia aumentar. Nossos corpos estavam suados e parecíamos cansados, nossas respirações estavam falhas. Nossos corações batiam acelerados e eram incontroláveis. Não conseguíamos conter o desejo estava insaciável.

Passamos minutos assim um entregue ao outro, nossos corpos estavam num encaixe perfeito e nosso suor havia se tornado um só. Quando ambos estavam satisfeitos deitamos um de frente para o outro e trocávamos carinhos, enquanto nos olhávamos nos olhos e sorríamos feito bobos. Beijei sua barriga e senti o nosso pequeno chutar nos fazendo sorri.

-Te vivo! Sorri.
-Eu que vivo você! Ele sorriu me dando um selinho.

Após aquela tarde linda que tivemos nos amando, não queríamos mais desgrudar um do outro, deixando o Diego terminar de arrumar minhas coisas no carro. Desci vestida em uma blusa sua rindo com ele e fizemos uma pipoca com brigadeiro bagunçando toda cozinha por seu jeito desastrado de ajudar. Voltamos para o quarto e assistimos a um filme, agarradinhos, enquanto ele fazia carinho em minha barriga, o nosso pequeno Daniel estava agitado talvez pela tarde que nos animamos.

Dia seguinte acordamos e fomos logo cedo para o aeroporto, Diego e minha mãe já iriam com a gente para os últimos preparativos do casamento. Nossa casa era em um condomínio fechado próximo ao do seus pais e nossa casa estava quase pronta. O quarto do Daniel era lindo, todo azul, com cadeira de balanço e mural de fotos minha e do Luan durante cada mês de gestação.

Chegamos em Londrina e fomos direto pra casa do seus pais que nos receberam com um forte abraço. Dessa vez até a Carol foi e ela mais Bruna viraram amigas de cara. Fomos visitar nossa casa que estava faltando poucos detalhes e minha mãe amou cada pedacinho do nosso canto. Era bem nossa cara e eu e o Luan sorríamos a cada cômodo que olhávamos, realmente havia ficado da forma que queríamos.

Os dias foram se passando e junto com ele a data do nosso casamento chegava, nossa casa ficou pronta e com a ajuda de minha sogra, Bruna, Carol e de minha mãe arrumamos a maioria das coisas. Realmente, nossa casa havia ficado linda e eu mais as meninas sorrimos quando percebemos que já tínhamos arrumado tudo.

Quando terminamos de decorar a casa eu fiz questão de ir com o Luan, nós dois juntos em nosso cantinho curtindo cada detalhe. Ele e eu percorremos toda a casa vendo tudo e ele ficava narrando a sua imaginação; eu cozinhando pra ele, nosso filho correndo pela casa, nós dois cuidando do Dan juntos... Quando chegamos em nosso quarto deitamos na cama e trocamos carinhos e beijos.

Nas semanas próximas ao nosso casamento eu estava tão agitada e nervosa, com tudo, que ninguém deixava eu fazer nada, eu só fazia olhar tudo e experimentar meu vestido, escolher minha maquiagem e ir visitar os convidados com o Luan, quando íamos entregar os convites.

-Nossa! Esse doce é bom demais! Experimenta amor! Fazíamos a ultima prova dos doces e salgados para a festa.
-Bão mesmo! Ele sorriu dando uma mordida no doce.
-Cara! Eu não aguento mais comer e olhar as coisas, eu queria fazer algo, mas ninguém deixa! Olhava o restante dos doces.
-Nem pensar mocinha! Fique quietinha! Luan beijou minha bochecha alisando minha barriga. 

Mais dias se passaram e era incrível como conseguia ficar mais ansiosa, fui com o Diego e a Carol ver os últimos ajustes de sua roupa e ele havia ficado mais lindo do que já era, a Carol babava aquela cena me fazendo ri e lembrar de como o Luan ia ficar lindo de terno no altar me esperando. Voltamos pra casa e não encontrei o Luan mais seu pai, Marizete havia me dito que eles tinham ido providenciar a aliança e eu sorri imaginando as caras do Luan escolhendo algo do meu gosto.

Durante a tarde não me senti muito bem, o Dan estava mexendo demais e isso estava me deixando enjoada e tonta, fiquei o resto do dia deitada e Luan quando chegou e soube subiu desesperado pra saber como eu estava. Ele não saiu um minuto do meu lado durante a tarde e ficou fazendo carinho em minha barriga o que de certa forma funcionou e o nosso pequeno pareceu se acalmar.

Com os dias passando mais rápido estava faltando apenas uma semana para o grande dia, e os preparativos estavam de vento e polpa. Luan voltou a sua corrida rotina de show e quase não tinha tempo de me ligar, ele havia começando a fazer dois shows por dia pra adquirir folga pra nossa "Lua de Mel". Ele queria descansar ao meu lado e do nosso pequeno o que me deixava feliz de poder tê-lo só pra mim mesmo que fosse por alguns dias.

Ele chegou de viajem em uma noite de domingo após um show que ele fez, estava na sala com a Bruna comendo brigadeiro quando ouvimos alguém entrar pela porta da sala, virei o rosto sorrindo vendo-o entrar e sorri automaticamente. Levantei devagar indo até ele e o abracei forte lhe dando um selinho. Era nítido seu cansaço e seus olhos estavam com olheiras o que me deixou totalmente preocupada.

-Amor quer alguma coisa pra comer? Sobe e eu te levo! Vai tomar um banho e descansar! Alisei seu rosto.
-Não amor! Não precisa! Vou dormir, tô com muito sono! Sua carinha demonstrava cansaço e aquilo partiu meu coração.
-Tudo bem! Vai, você precisa!

Beijei sua testa demoradamente, falei com a Bruna e subi, estava cansado e meu corpo só pedia cama. Entrei em meu quarto tirando a blusa e fui diretamente para o banheiro, tomei um banho e deixei que a água levasse todo estresse, e preocupação para o ralo. Saí já vestido com uma bermuda e me deitei na cama de bruços, parecia que estava carregando uma carreta nas minhas costas, assim que encostei minha cabeça no travesseiro o sono veio me fazendo dormi profundamente.

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