Fiquei preocupada com ele, era perceptível
que ele estava cansado. Continuei vendo o filme com a Bruna, enquanto comíamos
o brigadeiro, preferi não atrapalhar o sono dele. Depois de um tempo o Amarildo
passou na nossa casa para pegar a Bruna e perguntou do Luan. Conversamos, um
pouco, e logo eles foram embora.
Arrumei algumas coisas e subi para o nosso quarto. Entrei devagar para não acordá-lo e, como sempre, tudo dele estava espalhado pelo chão, essa mania dele já estava me irritando. Juntei todas as coisas dele e o observei dormir, a carinha dele amassada no travesseiro fazia se formar um bico, perfeito, em seus lábios me fazendo sorri. Me assustei quando ouvi ele falar algo, quando ele estava cansado, demais, ele falava dormindo. Ele se mexeu, enquanto eu guardava o tênis dele na parte do guarda-roupa onde só ficavam seus sapatos, não percebi mais ele me observava quieto.
Assim que peguei no sono sonhei com nós dois casando, ela estava linda com barrigão entrando na igreja, todos inclusive eu a admirava entrando com o Diego e seu sorriso era contagiante. Abri meus olhos vendo-a arrumar a bagunça que tinha feito, me mexi na cama e ainda com os olhos pouco aberto a observava calado.
Terminei de organizar suas coisas e ao fechar a porta do guarda-roupa, me olhei no espelho à barriga já estava enorme e eu sorri a alisando. O olhei pelo espelho e ele ainda estava quietinho, mas percebi que me observava, então me aproximei dele, sentando ao seu lado, e alisei o cabelo dele.
-Quer alguma coisa amor? Perguntei.
Arrumei algumas coisas e subi para o nosso quarto. Entrei devagar para não acordá-lo e, como sempre, tudo dele estava espalhado pelo chão, essa mania dele já estava me irritando. Juntei todas as coisas dele e o observei dormir, a carinha dele amassada no travesseiro fazia se formar um bico, perfeito, em seus lábios me fazendo sorri. Me assustei quando ouvi ele falar algo, quando ele estava cansado, demais, ele falava dormindo. Ele se mexeu, enquanto eu guardava o tênis dele na parte do guarda-roupa onde só ficavam seus sapatos, não percebi mais ele me observava quieto.
Assim que peguei no sono sonhei com nós dois casando, ela estava linda com barrigão entrando na igreja, todos inclusive eu a admirava entrando com o Diego e seu sorriso era contagiante. Abri meus olhos vendo-a arrumar a bagunça que tinha feito, me mexi na cama e ainda com os olhos pouco aberto a observava calado.
Terminei de organizar suas coisas e ao fechar a porta do guarda-roupa, me olhei no espelho à barriga já estava enorme e eu sorri a alisando. O olhei pelo espelho e ele ainda estava quietinho, mas percebi que me observava, então me aproximei dele, sentando ao seu lado, e alisei o cabelo dele.
-Quer alguma coisa amor? Perguntei.
-Deita aqui do meu lado...
-Deito! –Sorri e me deitei ao lado dele. –Senti
muito a sua falta!
A abracei respirando fundo e sorri cheirando seu pescoço, como ela fazia falta no meu dia a dia, como era complicado as noites que não tinha o calor do corpo dela pra me embalar em um sono profundo. Sentia saudade de cada detalhe dela e do nosso pequeno que ainda nem havia nascido mais já o amava mais que tudo. Entrelacei nossas mãos sobre sua barriga e encostei meu rosto sobre o dela fechando meus olhos.
-Também sinto a sua, tão bom poder tá aqui assim agarradinho com você!
A abracei respirando fundo e sorri cheirando seu pescoço, como ela fazia falta no meu dia a dia, como era complicado as noites que não tinha o calor do corpo dela pra me embalar em um sono profundo. Sentia saudade de cada detalhe dela e do nosso pequeno que ainda nem havia nascido mais já o amava mais que tudo. Entrelacei nossas mãos sobre sua barriga e encostei meu rosto sobre o dela fechando meus olhos.
-Também sinto a sua, tão bom poder tá aqui assim agarradinho com você!
-O Dan também sentiu, papai! Sorri depois
que o Dan chutou.
-Ele chutou! Luan sorriu beijando minha
bochecha.
-Chutou sim! –Sorri. –Amor essa rotina tá
pesando pra você, se você quiser adiar o casamento, tudo bem... Você está se
sacrificando demais!
-Não, nem pensar! Tô acostumado amor,
relaxa! Semana que vem tá mais tranquilo...
-Tem certeza? É que eu fico preocupada com
você!
-Só tem mais três shows antes do casamento,
fica tranquila, agora vamos dormi vai, sentindo seu cheirinho durmo mais
tranquilo!
-Então, abraça bem forte, que eu quero
sentir seu calor! Sorri.
A abracei forte e não demorou muito pra que
pegasse no sono, o cheiro dela me embalou pra um sono profundo e maravilhoso. Só
de estar ali com ela, abraçando-a e sentindo meu filho, dormia como não fazia à
semanas. Foi uma noite tranquila e por estar tão cansado não sonhei com
nada.
Dia seguinte acordei sentindo o sol batendo de leve no meu rosto, abri os olhos com dificuldade e não a encontrei mais do meu lado, sentei na cama mexendo no cabelo e peguei meu celular olhando o horário, já passava do meio dia. Fui ao banheiro, escovei os dentes, tomei um banho e desci vendo ela deitada, enquanto Diego fazia carinho em seu cabelo e barriga. Senti meu coração ficar pequeno diante daquela cena, eu deveria estar ali, mais sabia que quando estava longe era no colo do Diego que ela tinha carinho, atenção e amor. Passei por eles indo até a cozinha de cabeça baixa e cumprimentei minha sogra que estava terminando de arrumar a mesa para o almoço.
Ajudava a mãe dela na cozinha a separar os copos como ela havia me pedido quando a vi se aproximar com o Diego, me virei pegando os pratos e coloquei sobre a mesa quando novamente ela chegou perto falando comigo, a olhei e disfarcei minha tristeza lhe dando um selinho. Ela não sabia mais doía muito vê-la recebendo carinho de outra pessoa que não fosse eu, se vacilasse o nosso pequeno reconhecia mais o toque do Diego que o meu o que me deixava ainda mais com ciúmes.
Dia seguinte acordei sentindo o sol batendo de leve no meu rosto, abri os olhos com dificuldade e não a encontrei mais do meu lado, sentei na cama mexendo no cabelo e peguei meu celular olhando o horário, já passava do meio dia. Fui ao banheiro, escovei os dentes, tomei um banho e desci vendo ela deitada, enquanto Diego fazia carinho em seu cabelo e barriga. Senti meu coração ficar pequeno diante daquela cena, eu deveria estar ali, mais sabia que quando estava longe era no colo do Diego que ela tinha carinho, atenção e amor. Passei por eles indo até a cozinha de cabeça baixa e cumprimentei minha sogra que estava terminando de arrumar a mesa para o almoço.
Ajudava a mãe dela na cozinha a separar os copos como ela havia me pedido quando a vi se aproximar com o Diego, me virei pegando os pratos e coloquei sobre a mesa quando novamente ela chegou perto falando comigo, a olhei e disfarcei minha tristeza lhe dando um selinho. Ela não sabia mais doía muito vê-la recebendo carinho de outra pessoa que não fosse eu, se vacilasse o nosso pequeno reconhecia mais o toque do Diego que o meu o que me deixava ainda mais com ciúmes.
-Bom dia amor! Dormiu bem?
-Bom dia! Dormi sim!
-Por que essa carinha?
-Fome! Ele sorriu.
-Tá, bom! –Olhei pra ele e me virei para o Di. –Di eu menti, quando eu
disse que o Dan não chutou naquela hora, que você perguntou se ele queria
sair... Você é besta mesmo, né? Sorri olhando para o Diego.Ouvi aquilo dela fez meu corpo todo estremecer, me sentei na cadeira colocando um pouco de suco pra mim e tomei quieto sem falar uma palavra. Não era ciúmes o que estava sentindo, na verdade eu queria poder estar presente em todos os momentos dela, queria ter acompanhado cada mês da gestação, queria estar ao seu lado lhe fazendo carinho, recebendo seus mais belos sorrisos. Respirei fundo brincando com a borda do copo e continuei ouvindo sua conversa com o Diego. O Dan já o reconhecia apenas pela voz e como isso era totalmente ao contrário o que me causava, de certa forma, um vazio enorme no coração.
Almoçamos e o Luan continuou estranho o
observava, enquanto o Di brincava e perturbava pela cara fechada que o Luan
fazia. Depois que comi fiquei o olhando e procurava uma justificativa para
aquele jeito dele.
Durante o almoço fiquei calado, estava triste com o que estava acontecendo, queria poder ser mais presente na vida dela e sabia que quando meu filho nascesse o Diego seria mais presente que eu o que me deixava ainda mais arrasado. Ajudei a tirar a mesa com a mãe dela e me ofereci a lavar as louças.
-O que você tem, em? O abracei por trás beijando suas costas, enquanto ele lavava os pratos.
Durante o almoço fiquei calado, estava triste com o que estava acontecendo, queria poder ser mais presente na vida dela e sabia que quando meu filho nascesse o Diego seria mais presente que eu o que me deixava ainda mais arrasado. Ajudei a tirar a mesa com a mãe dela e me ofereci a lavar as louças.
-O que você tem, em? O abracei por trás beijando suas costas, enquanto ele lavava os pratos.
-Nada não! Besteira minha...!
-Não é besteira senão você não estaria
assim! Fiquei ao lado dele e cruzei os braços.
-Manu, olha que irado que comprei para o
moleque! Diego me chamou.
-O que? Olhei pra ele.
-Um macacão do Bahia! Ele vai ter que sair
da maternidade com vestido assim! Quer ver? Chega aqui pra ver se encostando
ele já não chuta! Diego riu.
-Claro que ele vai chutar! É bahêa já, tá
no sangue! Me empolguei com o presente do Di e me aproximei dele.
-Quer ver? –Diego encostou o macacãozinho
na minha barriga. -E ai tio, chuta ai se você vai ser Bahêa...! Quando Diego
terminou de falar ficamos em silêncio esperando e senti o Dan mexer.
-Ah! Amor perdeu! É bahêa porra! Ri olhando
para o Luan.
-O moleque já tem bom gosto desde pequeno!
Di beijou minha barriga sorrindo e novamente senti o Dan chutar.
Vendo ela animada daquele jeito com o Diego
me fez senti uma ponta de inveja dele, eu queria estar ali alisando sua barriga
e fazendo meu filho chutar. A olhei mais uma vez e subi sem falar nada, peguei
a chave do carro, meus documentos e desci novamente atrás do meu chinelo que
não me lembrava onde tinha colocado.
Desfiz o sorriso quando ele não veio brincar com o Di e defender o time dele. Respirei profundamente, não achando mais graça nenhuma na brincadeira quando o vi subir. Continuei vendo o macacão com o Di fazendo carinho em meu cabelo percebendo minha tristeza, por causa da atitude do Luan.
Ele desceu as escadas de boné, com a chave do carro na mão e parecia procurar algo, presumir que fosse o chinelo dele. Me aproximei dele e o observei atenta.
-Vai pra onde? Perguntei séria.
Desfiz o sorriso quando ele não veio brincar com o Di e defender o time dele. Respirei profundamente, não achando mais graça nenhuma na brincadeira quando o vi subir. Continuei vendo o macacão com o Di fazendo carinho em meu cabelo percebendo minha tristeza, por causa da atitude do Luan.
Ele desceu as escadas de boné, com a chave do carro na mão e parecia procurar algo, presumir que fosse o chinelo dele. Me aproximei dele e o observei atenta.
-Vai pra onde? Perguntei séria.
-Vou dá uma volta, saudade de dirigir!
-Tá! Quando voltar eu quero conversar com
você!
-Beleza! Não volto pra jantar vou na casa
do Rober!
-Luan... Eu também queria ficar com você,
um tempo, sabia? Obrigada, por se importar comigo! Virei às costas.
-O Di, esta ai do seu lado o tempo todo,
não precisa de mim! Ele falou alto e o Diego se virou olhando-o.
-Mais eu quero você ao meu lado! Poxa!
Custa alguma coisa o pai do meu filho, meu futuro marido ficar cinco minutos em
casa sem esta de cara emburrada? Cara, eu estava com saudade de você! O Di é
meu irmão e não pode fazer a metade das coisas que você faz... Luan eu estou
querendo matar a saudade de você, entende isso!
-Não é o que parece! Você nem foi me acordar
como de costume. Ficou ai no colinho do Di! –Ele fazia careta enquanto falava e
o Diego levantou. –Até meu filho só chuta com ele, reconhece tudo que vem dele,
e eu? Você não faz ideia de como me sinto culpado de não poder estar todos os
dias com você te dando atenção, carinho, amor. Dói Manuela! Dói muito, ver meu
filho crescer ai dentro e eu longe sem poder acompanhar cada momento da sua
gestação. Ver outro cara que não seja eu lhe dando carinho, apoio. Eu sei que
você não tem culpa, fui eu que escolhi essa vida, mas eu juro que tô me
esforçando o máximo que posso pra estar sempre perto de você mais o Diego
sempre esta mais presente que eu, sempre!
-Fala baixo! –Falei firme com ele. –Ninguém
tem culpa, realmente, e eu sei o quanto se esforça. Agora você já parou pra me
perguntar se eu não faço você presente na vida dele? Não, né? Todos os dias
quando você me liga eu colo no viva voz, todos os dias eu ligo o som e coloco
seu CD... Te manto fotos o tempo todo e se desse, a cada segundo! Você não fica
longe dele em nenhum momento! E quem te disse que ele não te reconhece? Foi
você me dá "bom dia" que o Dan se mexeu, quando você me toca, não
importa o lugar, nosso filho se mexe... Quando você vem dormir em casa ele não
pára quieto aqui dentro! Olhava pra ele ainda séria e firme no que tinha
falado.
-Não é a mesma coisa, eu queria acompanhar
ao vivo, poder te dar colo, carinho... Mais quando não estou o Diego toma meu
lugar e se sente o pai né? Por que é o que parece!
-Luan, cala a boca, na boa! Diego falou
firme pegando em sua gola da blusa.
-Diego pára com isso! Gritei com ele.
-Ele não tem o direito de falar assim com
você, olha seu estado!
-Tá! Mais larga ele! Que saco! Eu to uma pilha aqui por que eu estou
vendo as coisas para o casamento, eu to grávida e ainda tenho que aturar vocês
dois brigando? –Os olhei séria e impaciente. –Luan se você não gosta desse
jeito, larga a sua carreira e vem ser um "pai ao vivo" para seu
filho! Agora saiba de uma coisa; seu lugar não é tomado muito menos ocupado por
ninguém! Quer ir atrás do Rober vai, tudo bem, agora olha a sua volta e pensa
bem antes de sair falando merda, ok?!
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