Quando ele me beijou senti todo o
meu corpo sendo renovado, sabia que ali era uma despedia, mas sabia também que
era a confirmação do nosso amor. Ficar sem ele seria saudade demais, talvez nem
coubesse em meu peito, mas teria que ser forte.
Uma lágrima dele desceu e pareceu causar inveja nas minhas que caíram dos meus olhos deixando nosso beijo ainda mais molhado. Senti o seu gosto, pela última vez, foi uma das sensações mais feliz e triste ao mesmo tempo. Sermos um só, não poderíamos mais misturar nosso gosto pedíamos e era isso que estávamos fazendo, esquecendo o mundo.
Não queria parar aquele beijo e pra lhe ser sincero queria roubá-la pra mim, jogar ela dentro daquele carro e fugi pra longe dali onde nada, nem ninguém, pudesse tirá-la de mim. Após alguns minutos nos beijando afastei lhe dando um longo selinho, a abracei forte parecendo que iria esmagá-la e beijei seu ombro, e pescoço.
-Se cuida lá, por favor! Não esquece em nenhum momento do quanto eu te amo! Ele segurou meu rosto entre suas mãos.
Uma lágrima dele desceu e pareceu causar inveja nas minhas que caíram dos meus olhos deixando nosso beijo ainda mais molhado. Senti o seu gosto, pela última vez, foi uma das sensações mais feliz e triste ao mesmo tempo. Sermos um só, não poderíamos mais misturar nosso gosto pedíamos e era isso que estávamos fazendo, esquecendo o mundo.
Não queria parar aquele beijo e pra lhe ser sincero queria roubá-la pra mim, jogar ela dentro daquele carro e fugi pra longe dali onde nada, nem ninguém, pudesse tirá-la de mim. Após alguns minutos nos beijando afastei lhe dando um longo selinho, a abracei forte parecendo que iria esmagá-la e beijei seu ombro, e pescoço.
-Se cuida lá, por favor! Não esquece em nenhum momento do quanto eu te amo! Ele segurou meu rosto entre suas mãos.
-Assim não vale, eu que falei te vivo primeiro! –Ele riu sem jeito. –Não me
deixa sem notícia sua, sempre que puder me ligar, e quando não puder atender
sempre vai ter alguém com meu celular e me passa o recado dai retorno!
-Tá bom! –Sorri e me afastei dele. –É, acho que chegou a hora, mas não
esquece... –Andava de costas, me distanciando dele. –Eu te amo Luan Rafael!
Sorri gritando no meio do aeroporto, chamando a atenção de todos, soltando um
beijo pra ele com os olhos cheios de lágrimas.
-Te vivo! Ele fez coração com as mãos sorrindo e logo desfez colocando as mãos no bolso da calça.
Respirei fundo me afastando dele, virei para os meus pais e sequei as lágrimas, eu sabia que iria ser assim, e se eu olhasse pra trás eu iria sair correndo para os braços dele, novamente. Se ele queria assim, eu não poderia fazer nada. Talvez ele estivesse certo; melhor doer agora do que depois. Pensando pelo lado dele, iria ser mais doloroso se passássemos os dias juntos.
Me despedi dos meus pais, da mãe dela, do Diego e segui viajem para onde teria show. Teria que continuar minha rotina, esta com meus fãs e fazer o que amava me deixava tranquilo e de certa forma esquecia todos meus problemas em cima do palco. Cheguei em Minas Gerais sozinho e Roberval estranhou mais não me questionou, segui pra rádio local onde faria um das primeiras entrevistas daquele dia.
Cheguei em casa e tudo o que eu via era um quarto vazio, minhas coisas já estavam em malas e o meu clima era de despedida. Estudava entre momentos de solidão, que eram extintos quando o Diego ou minha mãe me davam colo.
Ficar sem ele era ruim, também, e piorava quando eu pensava em tudo o que havíamos passado na viagem; tudo foi intenso. A gente se falava, mas parecia que ele tinha escolhido se acostumar com minha ausência. Ele não me ligava como antes e nem passava horas comigo no celular, ele apenas queria saber como eu estava e a conversa terminava com um simples "tchau", que nós sabíamos que era muito mais do que uma simples despedida. Queríamos ficar perto, um do outro, mas a dor seria maior...
A semana passou rápida, e quando dei por mim o dia de viajar já havia chegado, Diego desceu com minha mala pondo no carro e tomamos café juntos, aproveitei cada mínimo detalhe daquele momento, queria levas um pouco deles comigo também. Quando terminamos, seguimos para o aeroporto, minha mãe já chorava e eu fazia de tudo pra que ela se sentisse segura quanto a mim. Encontramos com a Bia e seus pais no aeroporto, foi uma despedida complicada onde rolou muitas lágrimas. Diego me olhou sorrindo, e me abraçou, o apertei como se fosse esmagá-lo.
-Se cuida maninha, vou senti muito sua falta!
-Tá! Mais se cuida...! E olha... –Olhei pra ele. –Cuida da minha mãe, direito!
Sorri com lágrimas escorrendo por eu rosto.
-Tá, eu tenho que ir? Olhei pra ele e minha mãe.
-Sucesso minha querida! Minha mãe me deu um último abraço.
-Eu te amo! Abracei ela forte.
-Também te amo, muito!
Abracei o Diego mais uma vez e segui junto com a Bia pra fazer o check in, entrei no avião e me sentando percebi que estava indo pra longe da minha família, dos meus amigos e do Luan. Encostei minha cabeça na poltrona olhando o avião pegar atitude e respirei fundo, sabia que minha vida iria mudar, só não saberia se era pra melhor ou pior.
Cheguei ao aeroporto de São Paulo e sentamos em uma espécie de sala, Bia falava sem parar, sua animação era tanta que parecia que estava num carnaval, não compreendia quase nada que ela falava, coloquei meu fone no ouvido e fui escutar uma das primeiras musicas que tocou no meu coração; meteoro. Lembrei tudo, desde começo, dos fracassos que sofri, de tudo até chegar ao meu objetivo; o abraço dele.
O engarrafamento estava horrível em São Paulo, eu decidi de última hora ir me despedir dela, estava com saudades e não poderia deixá-la ir antes de dizer que a amava mais que tudo. Assim, que o transito liberou Roberval acelerou mais e finalmente conseguimos chegar, sua mãe me ajudou me passando o número do voo e o horário, voei contra o tempo e assim que cheguei ao aeroporto antes de descer coloquei meu boné, óculos escuro e um casaco com capuz por cima.
Desci com Roberval e seguimos para procurar informação, a mulher nos disse onde era a sala e assim seguimos, nos chocamos com algumas pessoas que pra nossa sorte não nos reconheceu, cheguei na sala e quando estava pra entrar um segurança me esbarrou.
-Você não pode entrar aqui!
-Também te amo, muito!
Abracei o Diego mais uma vez e segui junto com a Bia pra fazer o check in, entrei no avião e me sentando percebi que estava indo pra longe da minha família, dos meus amigos e do Luan. Encostei minha cabeça na poltrona olhando o avião pegar atitude e respirei fundo, sabia que minha vida iria mudar, só não saberia se era pra melhor ou pior.
Cheguei ao aeroporto de São Paulo e sentamos em uma espécie de sala, Bia falava sem parar, sua animação era tanta que parecia que estava num carnaval, não compreendia quase nada que ela falava, coloquei meu fone no ouvido e fui escutar uma das primeiras musicas que tocou no meu coração; meteoro. Lembrei tudo, desde começo, dos fracassos que sofri, de tudo até chegar ao meu objetivo; o abraço dele.
O engarrafamento estava horrível em São Paulo, eu decidi de última hora ir me despedir dela, estava com saudades e não poderia deixá-la ir antes de dizer que a amava mais que tudo. Assim, que o transito liberou Roberval acelerou mais e finalmente conseguimos chegar, sua mãe me ajudou me passando o número do voo e o horário, voei contra o tempo e assim que cheguei ao aeroporto antes de descer coloquei meu boné, óculos escuro e um casaco com capuz por cima.
Desci com Roberval e seguimos para procurar informação, a mulher nos disse onde era a sala e assim seguimos, nos chocamos com algumas pessoas que pra nossa sorte não nos reconheceu, cheguei na sala e quando estava pra entrar um segurança me esbarrou.
-Você não pode entrar aqui!
-Cara, por favor, deixa eu entrar! Olhei para o segurança.
-Não pode, só que tem a passagem e creio eu que você não tem, certo?
-Não, não tenho! Mais cara eu preciso... eu preciso me despedir de uma
pessoa... É muito importante!
-Cara ele é o Luan Santana! Roberval se manifestou.
-Sério? Sou paquito da Xuxa!
-Cara deixa eu passar! Tirei o óculos, e o capuz do casaco, revelando meu
rosto.
-Cara eu... Eu não posso. Desculpas!
Olhei para o segurança e voltei meu olhar para o Roberval, fechei e abri meus olhos rapidamente sem acreditar naquilo, a única esperança era me despedir por telefone e lhe desejar boa viajem como havia lhe dito, apenas ouvindo sua voz. Peguei o celular e demorei um pouco pra discar seu número, assim que começou a chamar meu coração disparou.
Estava ouvindo música esperando o horário do voo, quando o meu celular tocou. Quando vi quem era, pelo visor, meu coração disparou, mas eu pensei muito antes de atender; eu não queria sofrer. A Bia olhou pra mim e viu quem era e empurrou o celular para que eu atendesse. Não sei por que pensei tanto, antes de atender, eu queria ouvir ele e ouvir o que ele tinha para me dizer.
-Oi amor!
Olhei para o segurança e voltei meu olhar para o Roberval, fechei e abri meus olhos rapidamente sem acreditar naquilo, a única esperança era me despedir por telefone e lhe desejar boa viajem como havia lhe dito, apenas ouvindo sua voz. Peguei o celular e demorei um pouco pra discar seu número, assim que começou a chamar meu coração disparou.
Estava ouvindo música esperando o horário do voo, quando o meu celular tocou. Quando vi quem era, pelo visor, meu coração disparou, mas eu pensei muito antes de atender; eu não queria sofrer. A Bia olhou pra mim e viu quem era e empurrou o celular para que eu atendesse. Não sei por que pensei tanto, antes de atender, eu queria ouvir ele e ouvir o que ele tinha para me dizer.
-Oi amor!
-Amor, aonde você tá? Ainda estar no aeroporto?
-To! Por quê? Onde você tá? Levantei da cadeira.
-Eu quero te ver!
-Como? Onde você tá amor? Saí andando e a Bia me acompanhou com o olhar e eu
fiz um gesto para que ela ficasse no mesmo lugar.
-Olha pra trás!
-Luan...!
Virei e o vi, atrás do vidro da porta, meu coração apertou e eu não conseguiria sair dali, se eu saísse eu iria perder a passagem, mas eu queria abraçar ele. Me encostei no vidro e fiquei olhando pra ele. O Luan se aproximou do vidro e colocou a mão onde a minha estava.
Sorri ao ver ela se aproximando e coloquei minha mão sobre o vidro, ela fez o mesmo e tirei o óculos pra olhar em seus olhos com nada pra nos empatar, já bastava aquele maldito vidro, queria abraçar ela e senti seu cheiro pela última vez, não sabia quando iria vê-la, novamente.
-Te amo! Falei pelo vidro e lágrimas inundaram meus olhos.
Virei e o vi, atrás do vidro da porta, meu coração apertou e eu não conseguiria sair dali, se eu saísse eu iria perder a passagem, mas eu queria abraçar ele. Me encostei no vidro e fiquei olhando pra ele. O Luan se aproximou do vidro e colocou a mão onde a minha estava.
Sorri ao ver ela se aproximando e coloquei minha mão sobre o vidro, ela fez o mesmo e tirei o óculos pra olhar em seus olhos com nada pra nos empatar, já bastava aquele maldito vidro, queria abraçar ela e senti seu cheiro pela última vez, não sabia quando iria vê-la, novamente.
-Te amo! Falei pelo vidro e lágrimas inundaram meus olhos.
-Eu quero te abraçar!
-Eu também, muito!
-Mais pelo visto não pode, né? Então... Boa viajem e se cuida lá. Não esquece
do que prometeu e me liga ou manda mensagem dizendo que chegou bem. E, por
favor, não esquece que te vivo! Ele deu meio sorriso.
-Não! Espera! Confia em mim! Sorri, levemente.
Olhei para o segurança e me aproximei dele. Olhei nos olhos dele e deixei que as lágrimas caíssem, eu tinha que ser muito atriz pra fazer o que eu ia fazer.
-Posso falar com o senhor?
-Olha o que o senhor iria fazer se
a pessoa que o senhor mais ama na vida fosse embora pra um lugar distante,
muito longe mesmo e não conseguisse chegar a tempo no aeroporto para dar um
último abraço, nessa pessoa, que você não vai ver durante dois anos?
-Você tá se referindo aquele
rapaz o... Luan Santana?
-To! Deixa ele entrar ou eu sair,
por favor! Olhei com lágrimas escorrendo por meu rosto.
-Eu sigo ordens aqui... –Ele concertou o paletó respirando fundo. -Espera aqui!
O vi indo na direção do portão onde Luan estava e não demorou muito que ele o colocasse
pra dentro.
Quando vi o segurança vindo em minha direção segurei o sorriso, não queria cantar vitória antes do tempo. Assim que ele me liberou pra entrar dei meu casaco, e óculos pro Roberval que não podia entrar e fui rápido em sua direção, assim que a vi a abracei forte e tirei seus pés do chão.
-Te amo, meu amor! Abracei ele forte.
Quando vi o segurança vindo em minha direção segurei o sorriso, não queria cantar vitória antes do tempo. Assim que ele me liberou pra entrar dei meu casaco, e óculos pro Roberval que não podia entrar e fui rápido em sua direção, assim que a vi a abracei forte e tirei seus pés do chão.
-Te amo, meu amor! Abracei ele forte.
-Também, muito! Ele me apertou mais.
-Queria te levar na mala! Sorri e o olhei.
-Mais vai ter que levar só aqui! –Ele apontou pro meu coração. –Vou morrer de
saudades de você, vou pensar a todo o momento em todas as lembranças e momentos
que estive do seu lado! Ele alisava meu rosto.
-Eu também! Precisava desse
abraço antes de ir...!
-Eu te amo! Ele sorriu e me beijou
sem se importar com quem estava ali.
Ao sentir o beijo dele, meu coração pareceu se acalmar, eu precisava daquele último beijo. O beijei com cuidado para que eu sentisse o gosto dele e lembrasse ele a todo o tempo.
-Te amo, te vivo...! Vou lembra tudo, de todos os momentos juntos por que vão ser eles que vão me dá forças para continuar lá! Alisei seu rosto.
Ao sentir o beijo dele, meu coração pareceu se acalmar, eu precisava daquele último beijo. O beijei com cuidado para que eu sentisse o gosto dele e lembrasse ele a todo o tempo.
-Te amo, te vivo...! Vou lembra tudo, de todos os momentos juntos por que vão ser eles que vão me dá forças para continuar lá! Alisei seu rosto.
-O senhor precisa sair...
-Amor não vai, vem comigo! Luan segurou minha
mão.
-Eu...eu não posso! Lágrimas caíram.
-O senhor tem que sair...
-Amor... Segurança o puxou me afastando aos
poucos dele.
-Eu te amo...! Não esquece de nada, por favor! Me afastei dele e as lágrimas
molhavam o meu rosto.
Naquele eu tinha razão; se despedir depois doeria mais, doía muito, e eu estava comprovando. Era a pior coisa, meu coração parecia que ia parar de bater, ver ele sair dali e não ir com ele... Não ir com ele? O que eu estava fazendo ficando ali, eu não queria ir.
-Toma! –Ele jogou algo e eu peguei. –Meu amor por você só vai acabar quando essa flor morrer!
Peguei a rosa, linda, vermelha que ele havia jogado pra mim. Quando ele falou o porquê dela ser de plástico sorri e o olhei.
-Não vou te esquecer, nenhum dia em nenhum segundo!
Naquele eu tinha razão; se despedir depois doeria mais, doía muito, e eu estava comprovando. Era a pior coisa, meu coração parecia que ia parar de bater, ver ele sair dali e não ir com ele... Não ir com ele? O que eu estava fazendo ficando ali, eu não queria ir.
-Toma! –Ele jogou algo e eu peguei. –Meu amor por você só vai acabar quando essa flor morrer!
Peguei a rosa, linda, vermelha que ele havia jogado pra mim. Quando ele falou o porquê dela ser de plástico sorri e o olhei.
-Não vou te esquecer, nenhum dia em nenhum segundo!
O segurança me tirou daquela sala e mesmo assim o agradeci pela força, peguei minhas coisas na mão do Roberval e coloquei novamente pra não ser reconhecido, olhei pelo vidro e lá estava ela conversando e bebendo água com a Bia, abaixei a cabeça respirando fundo e o Rober me puxou por algumas pessoas já terem me reconhecido.
[AA] q tristii, se eu foce ela ficava :"(
ResponderExcluirPoosta maais amoor ! *---*
ResponderExcluirCara agora eu chorei!
ResponderExcluirnosssssssa! maaaaaaaaaais e maaaaaaaaaais! ela tem que voltar pelo amor de Deus!
ResponderExcluirChorei demais! =''( eles não merecem sofrer tanto...
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