-Amei! Sorri e o abracei.
-Tem um tempinho que não
saímos assim, só nós dois pra namorar!
Passei meu braço em volta do seu ombro e saímos andando até o local onde costumávamos sentar. O tempo em Salvador estava lindo o que contribuiu para aproveitarmos sem medo. Sentei colocando ela entre minhas pernas e beijei sua bochecha olhando para o mar.
Está com ele ali de novo, depois de muito tempo foi incrível. Realmente há tempo não saíamos só nós dois e nunca mais tínhamos ido até o nosso lugar. Ali nos beijamos pela primeira vez, brigamos, fizemos as pazes, terminamos... Aquele lugar era especial, para nós dois e marcante.
-Me sinto bem aqui, com você tudo fica perfeito! Sorri.
Passei meu braço em volta do seu ombro e saímos andando até o local onde costumávamos sentar. O tempo em Salvador estava lindo o que contribuiu para aproveitarmos sem medo. Sentei colocando ela entre minhas pernas e beijei sua bochecha olhando para o mar.
Está com ele ali de novo, depois de muito tempo foi incrível. Realmente há tempo não saíamos só nós dois e nunca mais tínhamos ido até o nosso lugar. Ali nos beijamos pela primeira vez, brigamos, fizemos as pazes, terminamos... Aquele lugar era especial, para nós dois e marcante.
-Me sinto bem aqui, com você tudo fica perfeito! Sorri.
-Sonhei que você me dava à
notícia do nosso segundo filho aqui! Ele me olhou alisando minha bochecha e
sorriu.
-Sério? Já? Quer que ele se
torne real? Sorri.
-Ainda não, deixa nos sonhos.
O Dan tá muito pequenininho! Ainda temos muito pra cuidar dele ainda! –Ele beijou
meu pescoço. –Vamos treinando, é gostoso!
-Tá rejeitando o filho Luan
Rafael? Sorri.
-Jamais meu amor! Só acho
que tudo tem seu tempo!
-Só que esse não quis
esperar o tempo...! Peguei a mão dele e coloquei sobre minha barriga.
-Vo... V... Voc... Você... T... Tá... Falando... Sé... Sério? Ele me olhou.
-Calma mô, não enfarta! Ri.
-Iss... Isso é sé...
Sério?
-Assim... –Levantei. –Só queria ver sua reação! Ri.
-Ai amor! Luan respirou
fundo deitando num espaço que tínhamos ali.
-Calma! Eu amo treinar...! Sorri sentando ao lado dele.
Passamos o dia daquele jeito, juntos no nosso lugar. Brincamos de pega-pega pelo estacionamento e sorrimos para alguns turistas do Brasil ou de fora do país que reconheceram o Luan e pediram fotos. Fomos para a casa do Di, não podíamos demorar por que o Dan tinha que mamar.
Os dias passaram e o Luan viajou duas vezes para shows, mas voltava sempre, seríamos padrinhos do casamento do Di. Quando o grande dia chegou e a Carol foi nervosa para o salão. A casa ficou movimentada o Di não parava quieto ele estava nervoso e eu fiquei para acalmá-lo e lembrá-lo de tudo.
-Amor, você esqueceu de dá a papa do Dan e eu fiz creme de abacate pra ele, até que gostou! Luan apareceu segurando Dan nos braços que estava com a boca toda melada de creme de abacate.
Passamos o dia daquele jeito, juntos no nosso lugar. Brincamos de pega-pega pelo estacionamento e sorrimos para alguns turistas do Brasil ou de fora do país que reconheceram o Luan e pediram fotos. Fomos para a casa do Di, não podíamos demorar por que o Dan tinha que mamar.
Os dias passaram e o Luan viajou duas vezes para shows, mas voltava sempre, seríamos padrinhos do casamento do Di. Quando o grande dia chegou e a Carol foi nervosa para o salão. A casa ficou movimentada o Di não parava quieto ele estava nervoso e eu fiquei para acalmá-lo e lembrá-lo de tudo.
-Amor, você esqueceu de dá a papa do Dan e eu fiz creme de abacate pra ele, até que gostou! Luan apareceu segurando Dan nos braços que estava com a boca toda melada de creme de abacate.
-O que? Luan você é doido? Eu dei a papinha dele! Olhei para o Luan, assustada.
-Ele disse que tava com fome! Luan riu passando a frauda na boca do Dan que
sorriu.
-Amor se der a seu filho comida a cada segundo ele come! Já não sabe?! O creme
é muito doce pra ele... Se ele ficar com dor de barriga é você quem vai trocar
a frauda!
-Mais ele gostou amor. Não gostou campeão? Dan bateu as mãozinhas sorrindo.
-Claro! Era doce! Luan, antes de fazer alguma coisa, pensa que ele ainda é
pequeno e me pergunta, se pode!
-Tá amor, desculpa!
-Tudo bem! Eu tenho que ficar mais esperta para
as minhas duas crianças! Ri o dando o selinho e o Dan segurou minha blusa.Luan voltou a olhar o Dan, enquanto ajudava o Diego que estava uma pilha, parecia uma criança e chegou a pedi pra conversar com o Luan umas 20 vezes. A noite chegou e os pais do Luan chegaram pela tarde. Amarildo conversou com o Di o deixando mais calmo e isso me aliviou bastante.
Começamos a nos arrumar e antes de tudo ajudei ao Diego com seu terno, ele estava lindo e muito charmoso mais seu nervosismo chegava a ser engraçado. Segui para o quarto que estava com Luan e a mãe dele o ajudava com a gravata. Luan estava perfeito e minha vontade era poder ficar admirando, a sua beleza. Arrumei o Dan com um terno que mandei fazer pra ele, quando terminei de colocar a gravata bem folgadinha Marizete chegou a chorar, Daniel estava uma gracinha com aquele terno e de sapato social.
Depois que o Dan chamou mais atenção do que o próprio noivo, seguimos para a Igreja. Tudo estava lindo e a Marizete ficou com o Dan, por que eu e o Luan ficaríamos no altar e a minha mãe entraria com o Di, na Igreja. Quando soube que o Di tinha pedido a minha mãe para entrar na Igreja com ele fiquei emocionada.
O Di estava muito nervoso e o Luan tentava o acalmar fazendo comentários sobre o que ele estava sentindo, também, quando estava no lugar do Di, me esperando. Quando anunciaram que a Carol havia chegado o Di ficou mais tranquilo e, logo depois, da entrada dos padrinhos, entrou com minha mãe cumprimentando todos os convidados presentes.
O Di estava lindo e o olhar dele era de pura alegria. Me deixei levar pelo momento e me emocionei lembrando o nosso pai e da mãe dele que já não estavam mais entre nós, mas com certeza estavam felizes e orgulhosos, por ele ter se tornado o homem que se tornou.
Quando a Carol apareceu com o seu pai a conduzindo para o altar, todos se levantaram, ao som da marcha nupcial. Ela estava linda e os olhos brilhavam. Achei lindo ao ver que os dois fixaram os olhares e não interromperam por nada. Lembrei o meu casamento e sorri para o Luan; desejava que meu irmão fosse muito feliz como eu e o Lú éramos.
O casamento seguiu tranquilo, a todo momento a Carol deixava lágrimas caírem e o Di secava com o lenço que estava em seu terno. Luan cantou na voz e violão para os noivos e deixou todos que estavam na igreja emocionados, realmente a voz dele era abençoada e qualquer música o tom de sua doce voz iria ficar perfeita. A troca das alianças foi mais lindo ainda, tanto o Diego como a Carol, choraram enquanto se declaravam um para o outro.
Quando a cerimônia acabou seguimos pra recepção que estava simples mais muito linda. O Di dançou a valsa com a Carol e era lindo a forma que eles se olhavam, demonstravam amor, carinho, respeito e compreensão. Luan e eu decidimos dar uma viagem de lua de mel perfeita pra eles, ainda não tínhamos dado e quando finalmente decidimos presenteá-los com uma viajem pra Nova York a Carol chorou feito criança.
Tivemos que voltar para casa mais cedo por causa do Dan, que já estava muito cansado e dormiu, no meu colo. Como a Carol e o Di, passariam a noite deles em um hotel, no qual as malas deles já estavam lá; foi surpresa do pai dela para eles. Eu e o Luan fomos para a casa deles tranquilos e eu estava radiante pelo Di e por minha amiga.
Chegamos e eu arrumei o Dan para dormir, o colocando em um becinho improvisado que o Di fez questão de arranjar. Fui tirando meu vestido, enquanto o Luan me observava sentado na cama tirando, atrapalhado, o sapato.
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