-Mô? Chamei ele.
-Oi! Ele se virou pra mim.
-Deixa eu... Me deixa dormir com você, por favor? Ele me olhava e parecia saber
o porquê.
-Deita ai!
Deitei na cama, ao lado dele, e ele nos cobriu, mas não me abraçou. A chuva continuava forte e a cada segundo ficava mais assustada. Virei pra ele, e ele estava de costas pra mim, cheguei mais perto dele, tinha que sentir, pelo menos, o cheiro dele, que me fez recordar mais ainda nossas noites de amor, me fazendo arrepiar.
Nos cobri após ela deitar e virei de costas pra ela fechando meus olhos com força, estar na mesma cama que ela nunca tinha sido tão torturante. Senti ela se aproximar e quando senti o calor do seu corpo minha pele inteira se arrepiou e apertei o cobertor com força. Me virei pra ela juntando todas as minhas forças e sabia que ela estava com medo. Passei meu braço em volta dela que colocou a cabeça sobre meu peito e fechei meus olhos.
Quando ele virou fiquei o olhando, ele passou os braços sobre mim e eu pousei minha cabeça sobre o peito dele, eu estava assustada precisava do abraço dele. Mais confesso que foi difícil por que senti o calor do corpo dele foi, pela primeira vez, torturante. Passei minha mão sobre a sua barriga e fiquei alisando sua perna com meu pé; ele se arrepiou e eu sorri.
-Será que o Dan não tá assustado?
Deitei na cama, ao lado dele, e ele nos cobriu, mas não me abraçou. A chuva continuava forte e a cada segundo ficava mais assustada. Virei pra ele, e ele estava de costas pra mim, cheguei mais perto dele, tinha que sentir, pelo menos, o cheiro dele, que me fez recordar mais ainda nossas noites de amor, me fazendo arrepiar.
Nos cobri após ela deitar e virei de costas pra ela fechando meus olhos com força, estar na mesma cama que ela nunca tinha sido tão torturante. Senti ela se aproximar e quando senti o calor do seu corpo minha pele inteira se arrepiou e apertei o cobertor com força. Me virei pra ela juntando todas as minhas forças e sabia que ela estava com medo. Passei meu braço em volta dela que colocou a cabeça sobre meu peito e fechei meus olhos.
Quando ele virou fiquei o olhando, ele passou os braços sobre mim e eu pousei minha cabeça sobre o peito dele, eu estava assustada precisava do abraço dele. Mais confesso que foi difícil por que senti o calor do corpo dele foi, pela primeira vez, torturante. Passei minha mão sobre a sua barriga e fiquei alisando sua perna com meu pé; ele se arrepiou e eu sorri.
-Será que o Dan não tá assustado?
-Não, eu passei por lá e ele dormia feito um anjo... Parece que ele tá zombando
de mim, por que eu to morrendo de medo e ele nem aí! Sorri.
-Ele é homem! Ele sorriu.
-É! E ainda bem que
corajoso, também! Olhei pra ele.
-Pois é! Deste pequeno!
-É...! Desculpa ter te feito
dormir aqui! Sentei na cama o olhando.
-Tudo bem! Ele sorriu
pousando o braço sobre a testa.
-Como foi os shows?
-Foram tranquilos. Sempre
cheios, graças a Deus!
A gente ficou se olhando parecia que os dois queriam o mesmo, mas nenhum tinha coragem. Deitei ao lado dele, novamente, e segurei a mão dele quando vi outro relâmpago.
-Que muié medrosa! Ele riu.
-É desde pequena, um primo
meu ficava me colocando medo...! Olhei pra ele.
-Tem alguma coisa que você
quer me dizer?
-Dizer, exatamente não...!
A olhei e mordi meus lábios aquilo já estava se tornando mais que torturante, sentei na cama ainda olhando-a e tirei a coberta de nós dois.
-Que foi? O olhei e meu corpo inteiro arrepiou.
Levantei ela fazendo-a se sentar e a beijei sem dizer nada. Fiz ela sentar em meu colo e alisava suas costas, tirei a parte de cima da camisola dela e comecei a beijar seu pescoço passando a língua e dando leves mordidinhas. A queria e não adiantava mais esconder e nem segurar aquele desejo.
Ele me levantou e eu me encaixei no corpo dele. Ele tirou minha blusa e, enquanto ele beijava meu pescoço meu corpo, inteiro, arrepiou. Eu o queria. Eu queria sentir tudo aquilo de novo. Beijei dele intensamente, e beijava seu pescoço, queria sentir o cheiro dele, que logo iria ser substituído por nosso cheiro.
A deitei com delicadeza e apesar daquele todo desejo entre nós dois, queria fazer tudo devagar para matarmos a saudade com muito prazer. Queria fazer amor com ela. Tirei a parte debaixo da camisola dela e, logo depois, minha bermuda entrando entre suas pernas. A beijei novamente e alisei sua coxa indo até a cintura onde apertei com força. Encaixei nossos corpos formando um só, e sussurrei em seu ouvido mordendo sua orelha.
Quando ele se encaixou a mim meu corpo arrepiou senti que éramos um só. Ele sussurrou em meu ouvido me fazendo sentir ainda mais vontade dele. Ele fazia tudo devagar, par que sentíssemos tudo com mais intensidade e prazer. Estávamos fazendo amor, como sempre fazíamos quando ele voltava de suas viagens.
Fazia leves movimentos, porém muito prazerosos, apertava sua coxa com vontade e lhe beijava com carinho. Nossos corpos estavam quentes e ambos começamos a suar fazendo nosso suor se misturar da forma que gostávamos. Ela gemia baixinho em meu ouvido me deixando ainda mais louco de vontade dela.
Ele fazia movimentos leves, me deixando louca, e sentia nossos corpos suor se misturar, me dava ainda mais prazer. Não resista aos toques dele, ele apertava minha coxa forte, porém delicadamente. Gemia em seu ouvido, baixinho, o fazendo arrepiar. Passava suavemente as minhas unhas sobre suas costas e a cada movimento dele, sobre mim, eu queria mais.
Lhe dei um selinho demorado e sentei devagar trazendo ela comigo, encaixei nosso corpo novamente e a ajudava fazer leves movimentos. Estávamos totalmente suados e o desejo, prazer e amor tomavam conta daquele quarto nos deixando, ainda mais, apaixonados um pelo outro. A beijei na boca novamente alisando suas costas e segurei firme em sua nuca inclinando, um pouco, de sua cabeça pra trás e passei minha língua até chegar em sua boca onde mordi e puxei seu lábio a beijando em seguida.
Quando ele se sentou me levando junto a ele, me encaixei, ainda mais firme, nele. Ele e eu estávamos tomados de tanto desejo, que transparecia em nosso cheiro que inundou todo o quarto. O quarto estava como a gente, sempre, deixava; bagunçado, com nossas roupas espalhadas por todo o chão. E eu amava ver tudo aquilo, de novo.
Passamos a noite assim nos amando sem vontade de sair dali e congelar aquele momento pra sempre. Era maravilhoso tê-la em meus braços entregue a mim, e ter a certeza de que naquele momento ela era só minha. Quando nossos corpos se deram por satisfeitos, deitamos na cama com ela pousando a cabeça sobre meu peito. Beijei sua cabeça respirando acelerado assim com ela e sorri.
-Amor...! –Subi indo até sua orelha. –Faltou uma coisa...! Sussurrei e mordi levemente a orelha dele.
A olhei e mordi meus lábios aquilo já estava se tornando mais que torturante, sentei na cama ainda olhando-a e tirei a coberta de nós dois.
-Que foi? O olhei e meu corpo inteiro arrepiou.
Levantei ela fazendo-a se sentar e a beijei sem dizer nada. Fiz ela sentar em meu colo e alisava suas costas, tirei a parte de cima da camisola dela e comecei a beijar seu pescoço passando a língua e dando leves mordidinhas. A queria e não adiantava mais esconder e nem segurar aquele desejo.
Ele me levantou e eu me encaixei no corpo dele. Ele tirou minha blusa e, enquanto ele beijava meu pescoço meu corpo, inteiro, arrepiou. Eu o queria. Eu queria sentir tudo aquilo de novo. Beijei dele intensamente, e beijava seu pescoço, queria sentir o cheiro dele, que logo iria ser substituído por nosso cheiro.
A deitei com delicadeza e apesar daquele todo desejo entre nós dois, queria fazer tudo devagar para matarmos a saudade com muito prazer. Queria fazer amor com ela. Tirei a parte debaixo da camisola dela e, logo depois, minha bermuda entrando entre suas pernas. A beijei novamente e alisei sua coxa indo até a cintura onde apertei com força. Encaixei nossos corpos formando um só, e sussurrei em seu ouvido mordendo sua orelha.
Quando ele se encaixou a mim meu corpo arrepiou senti que éramos um só. Ele sussurrou em meu ouvido me fazendo sentir ainda mais vontade dele. Ele fazia tudo devagar, par que sentíssemos tudo com mais intensidade e prazer. Estávamos fazendo amor, como sempre fazíamos quando ele voltava de suas viagens.
Fazia leves movimentos, porém muito prazerosos, apertava sua coxa com vontade e lhe beijava com carinho. Nossos corpos estavam quentes e ambos começamos a suar fazendo nosso suor se misturar da forma que gostávamos. Ela gemia baixinho em meu ouvido me deixando ainda mais louco de vontade dela.
Ele fazia movimentos leves, me deixando louca, e sentia nossos corpos suor se misturar, me dava ainda mais prazer. Não resista aos toques dele, ele apertava minha coxa forte, porém delicadamente. Gemia em seu ouvido, baixinho, o fazendo arrepiar. Passava suavemente as minhas unhas sobre suas costas e a cada movimento dele, sobre mim, eu queria mais.
Lhe dei um selinho demorado e sentei devagar trazendo ela comigo, encaixei nosso corpo novamente e a ajudava fazer leves movimentos. Estávamos totalmente suados e o desejo, prazer e amor tomavam conta daquele quarto nos deixando, ainda mais, apaixonados um pelo outro. A beijei na boca novamente alisando suas costas e segurei firme em sua nuca inclinando, um pouco, de sua cabeça pra trás e passei minha língua até chegar em sua boca onde mordi e puxei seu lábio a beijando em seguida.
Quando ele se sentou me levando junto a ele, me encaixei, ainda mais firme, nele. Ele e eu estávamos tomados de tanto desejo, que transparecia em nosso cheiro que inundou todo o quarto. O quarto estava como a gente, sempre, deixava; bagunçado, com nossas roupas espalhadas por todo o chão. E eu amava ver tudo aquilo, de novo.
Passamos a noite assim nos amando sem vontade de sair dali e congelar aquele momento pra sempre. Era maravilhoso tê-la em meus braços entregue a mim, e ter a certeza de que naquele momento ela era só minha. Quando nossos corpos se deram por satisfeitos, deitamos na cama com ela pousando a cabeça sobre meu peito. Beijei sua cabeça respirando acelerado assim com ela e sorri.
-Amor...! –Subi indo até sua orelha. –Faltou uma coisa...! Sussurrei e mordi levemente a orelha dele.
-O que falta? Ele me olhou sorrindo.
-Te amo...! Beijei o pescoço dele.
-Te vivo! Ele me deu vários selinhos, finalizando com um demorado.
Sorria, pra ele, enquanto continuava a dar nele selinhos, por todo o rosto. Estávamos começando de novo e ainda mais apaixonados, isso eu tinha certeza. O Dan começou a chorar e eu ri da cara que o Luan fez.
-Vai você ou eu? Olhei pra ele.
Sorria, pra ele, enquanto continuava a dar nele selinhos, por todo o rosto. Estávamos começando de novo e ainda mais apaixonados, isso eu tinha certeza. O Dan começou a chorar e eu ri da cara que o Luan fez.
-Vai você ou eu? Olhei pra ele.
-Os dois! Ele sorriu.
-Tá! Levantamos e nos vestimos e fomos abraçados até o quarto do Dan e quando ele nos viu se acalmou. Peguei ele no colo e o Luan continuou abraçado a mim, por trás. Ele cantava baixinho, para o Dan e ele nos observava e parecia não está com sono.
Que bom que eles se resolveram. Agora espero que Manu não o deixe mais de lado por causa do filho. E que eles contratem alguém pra ajudar Manu, até porque não tem lógica Luan rico e não ter uma empregada em casa.
ResponderExcluirYana
Q bom q eles fizeram as pazes!
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