terça-feira, 2 de outubro de 2012

CAPÍTULO TRINTA E DOIS.


-Quer que eu conte o segredo agora? Sorri o olhando.
-Claro! Qual é? Ele sorriu alisando meu rosto.
-Eu já sabia de tudo! Ri.
-Sabia de tudo o que? Ele me olhou sem entender.
-Do que você ia fazer... Do anel, e tal! Sorri.
-Tá de brincadeira, né? Ele me olhou e pareia triste.
-Não... Ai desculpa, sério! Desculpa amor, é que eu sempre sou uma curiosa, idiota,... Mais foi tudo perfeito! Melhor do que eu imaginei e mesmo sabendo foi como se eu não soubesse, por que eu fiquei mil vezes mais nervosa... Ai desculpa! Alisei seu rosto, com cara de arrependida.
-Tudo bem, nunca consigo fazer uma surpresa de verdade, você sempre descobre antes! Ele sorriu amarelo.
-Não fica assim, vai, por favor! Nossa! Como eu sou idiota! Desculpa! Dei um selinho demorado nele.
-Luan, a mãe esta nos procurando, quer fazer um churrasco a noite! Bruna apareceu nos assustando.
-Claro, estamos indo!
-Não demora! Bruna sorriu e saiu andando devagar.
-Desculpa eu? Sorri.
-Tudo bem, não fiquei chateado! –Ele sorriu beijando minha testa. –Vem, vamos para o churrasco! Ele levantou me ajudando e seguimos.

Voltamos para o churrasco e todos nos cumprimentaram. Como eu estava bem à vontade, sorri e conversei com todos. Tudo correu bem, o Luan tocava e cantava algumas músicas com a ajuda do seu pai, enquanto nós, as mulheres conversavam. A mãe dele se mostrou curiosa em saber sobre mim e eu a entendi, afinal ela não me conhecia, só pelas histórias que o Luan falava.

Durante todo o resto do dia foi assim; sorrisos e muitas brincadeiras, dos meninos. Já tinha conquistado a confiança de seus pais e da Bruna, que já parecíamos amigas, conversávamos sem parar. Tudo correu bem e ver o sorriso nos lábios de nossas mães foi o melhor.

-Então Manu, esse é o quarto que você vai ficar! Quando chegou a noite Marizete estava nos mostrando o quarto onde ficaria e me acomodaria.

-Mãe...! Luan protestou.
-Nem pensar Luan! Ela o olhou e ele fez bico.
-Tudo bem, Dana Marizete, está ótimo aqui! Olhei para o Luan, séria.
-Fica à vontade tá querida? A casa é sua!
-Boa noite amor! Luan falava dengoso.
-Brigada Dona Marizete! –Sorri pra ela olhando para o Luan. –Boa amor! Dei um selinho nele.
-Passa Luan! A Marizete o olhou.
-Mãe...!
- Luan, passe na minha frente, agora! –Ela o olhou, séria. –Boa noite querida! Ela sorriu e Luan passou emburrado.

Eu ri do jeito dele e entrei no quarto, tudo era aconchegante e logo fui tomar banho. Depois deitei na cama e tudo o que eu vive naquele dia passou na minha cabeça, fazendo um sorriso enorme brotar em meus lábios.

Passei chateado com minha mãe e entrei no meu quarto, peguei meu violão e fui pra área da piscina começando a dedilhar alguma melodia, enquanto olhava fixamente pra algo. Aquele dia tinha sido especial e tudo na minha vida estava dando certo. Eu amava a Manuela e senti que ela também me amava era combustível pra seguir em frente. Continuei ali quietinho e comecei a tocar sem perceber "Sempre com Você".

Estava na cama deitada com meus pensamentos, quando o ouvi tocar e cantar. Fui até a varanda e o vi sentado na área da piscina, e estava lindo. Ele estava sozinho e parecia com a cabeça longe. Saí do quarto, percebendo que todos estavam nos seus quartos, talvez dormiam, e fui ao encontro dele, vestida com um casaco por que estava frio.

-Tá ai quietinho! Cheguei ao lado dele o assustando.
-Que susto muié!
-Desculpa! Sorri.
-Pensei que já estivesse dormindo, nem insistiu a minha mãe pra dormi comigo, né?
-Você é doido ou tá ficando? Sua mãe não queria!
-Mais se você pedisse ela deixava sim! Ele fez bico.
-Eu não! Não quero ficar brigada com a sogrinha agora! Sorri sentando ao lado dele.
-Sei...! Ele voltou a dedilhar o violão devagar.
-Sério! Eu tava doida pra dormir com você agarradinhos, de conchinha... –Cheguei mais perto dele. –Fazer amor! Sussurrei em seu ouvido, dando uma leve mordida, em seguida, sentindo ele arrepiar.
-Não faz assim...!
-Então, me dá um beijo! Sorri, ainda sussurrando, em seu ouvido.
-Mô... Tem coragem de dá um mergulho no lago agora? Ele me olhou me dando selinhos.
-Agora mô? Tá frio e você pode ficar resfriado! O olhei.
-Vamos vai, não demoramos! Ele me deu outro selinho.
-Tá bom! Mais com uma condição! O olhei sorrindo.
-Qual?
-Que você vai me esquentar depois! Sorri levantando, tirando o casaco.
-Nossa! Ele sorriu me olhando e mordeu os lábios.
-Que foi? Desistiu? Sorri.
-Muito pelo contrario, vem! Ele levantou me puxando.

Seguimos depressa até o lago, Luan me abraçava por trás e beijava meu pescoço, enquanto andávamos. Chegamos lá e Luan tirou a blusa me puxando pra entrar com ele, estava muito frio e estávamos tremendo. Assim que entramos, ele me abraçou e ficou beijando com todo cuidado o meu pescoço até chegar à boca. Nos beijamos, por alguns minutos e ele logo me abraçou, estava muito frio, mas demos um jeito nos abraçando.

-Não sei por que eu concordei com isso! Falei abraçada a ele.
-Eu te amo!
-Também te amo muito! E essa é a prova; to congelando junto com você! Sorri o olhando.
-Vem cá, vou te esquentar! Ele me encostou, em uma das pedras, que ali tinha e me beijou, um beijo quente e carinhoso.

Senti ele me beijando me fez arrepiar, nãos mais de frio e sim de desejo. Desejo de sentir o seu gosto, naquele beijo e do seu calor, em meu corpo. Não queria sair dos braços dele, nunca mais.

-Amor é melhor a gente ir, você vai ficar doente! Mordi o lábio dele.
-Sério? Ele beijava meu pescoço, enquanto alisava minhas costas.
-Sério amor, pára! A gente continua em um lugar menos congelante! Ri tremendo de frio.
-Vem!

Ele me ajudou a sair e vesti sua blusa, ele me abraçava por trás, enquanto dávamos longos passos. Entramos na casa em silêncio, Luan me ajudou a subir sem fazer barulho e riamos baixinho de nós dois, ambos estavam, tremendo de frio, paramos em frente à porta do quarto dele e ele abriu, entramos e ele trancou se virando pra mim.

-Amor, é melhor a gente ficar quietinho, para não aborrecer sua mãe! O olhei, ainda com frio.
-Quer mesmo dormi sozinha nesse frio? Eu posso te esquentar, te encher de beijos, carinhos...
-Mô não provoca vai! Me ajuda! Sorri vendo ele se aproximar.
-Tá, já que é assim que você prefere, pode ir para o seu quarto! Ele tirou a bermuda molhada.
-Eu não disse que queria assim,...! Olhei pra ele e mordi meu lábio.
-E como você quer então? Ele se virou me olhando mexendo no cabelo que estava molhado e lhe deixava lindo.
-Ficar aqui com você, pra a gente...fazer amor! Sorri.
-Amei essa ideia! Ele sorriu e me deu uma juntada.
-É? Mais antes, vamo tomar banho e trocar essas roupas molhadas?
-Não, eu quero você, agora! Ele me beijou.

Deixei que ele me beijasse, mas aumentei a intensidade. Mordi, com carinho, seu lábio e alisava sua nuca. Ele me guiou até a cama, depois de ter tirado, delicadamente, a camisola, molhada, que eu vestia. Ele me tocava com carinho e levemente me fazendo arrepiar.

A cada toque meu em sua pele queria que ela sentisse sensações diferentes, queria que ela sentisse que era minha mulher e que em meus braços ela estaria protegida. A beijava delicadamente por todo corpo, aquele corpo molhado, macio no qual me deixava louco. Adorava senti ela se arrepiar pelos meus toques, isso só aumentava meu desejo por ela. Voltei a beija-la na boca e fazia leves movimentos, porém prazerosos. Apesar do frio nossos corpos estavam pegando fogo o que fez nossos suor se juntar formando um só. Adorava morder seu pescoço e senti sua unha passarem por minhas costas fazendo desejar ainda mais ela.

Um comentário:

  1. Morri de rir, dona Marizete brava kkkkkkkkkkkkkk! o fogo desses dois é quente hein!

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