Meu coração estava acelerado, não
queria ter brigado com ele e estava me xingando por pensamento. Estava com medo
do que poderia acontecer com ele. Ele estava em alta velocidade, quando saiu do
restaurante. Eu olhava pelas ruas e esquinas a sua procura e não conseguia ver
nada, nem pensar em nada.
Não queria ter brigado com ela, uma raiva dominava meu ser naquele momento por ter desconfiado dela, mas foi inevitável, vê-la rindo com outro cara e também por que não sabia quem era ele. Parei o carro aonde nos beijamos pela primeira vez e desci travando o carro, sentei onde ficamos sentados na última vez e fiquei olhando o mar, enquanto pensava em mil coisas na mesma hora.
Nada passava na minha cabeça, nenhuma ideia da onde ele poderia ter ido. Pensei no hotel, mas quando ele vinha para Salvador, ele tinha passado a dormir em minha casa. Até que vi um outdoor com a imagem da baía de Todos os Santos, e eu lembrei nosso primeiro beijo.
-Que burra! Bati em minha testa, assustando o Diego.
Não queria ter brigado com ela, uma raiva dominava meu ser naquele momento por ter desconfiado dela, mas foi inevitável, vê-la rindo com outro cara e também por que não sabia quem era ele. Parei o carro aonde nos beijamos pela primeira vez e desci travando o carro, sentei onde ficamos sentados na última vez e fiquei olhando o mar, enquanto pensava em mil coisas na mesma hora.
Nada passava na minha cabeça, nenhuma ideia da onde ele poderia ter ido. Pensei no hotel, mas quando ele vinha para Salvador, ele tinha passado a dormir em minha casa. Até que vi um outdoor com a imagem da baía de Todos os Santos, e eu lembrei nosso primeiro beijo.
-Que burra! Bati em minha testa, assustando o Diego.
-Que foi? Diego falou enquanto
dirigia.
-Eu sei pra onde ele foi! Di vira,
na próxima rua! Falei com meu coração acelerado, esperançoso.
-Tá! Ele acelerou e fez o que
mandei.
Não demorou para chegarmos, no Solar do Unhão, e eu pedi para o Diego ir devagar. O Di me deixou lá, e o ver sentado vendo o mar, deixou meu coração aliviada. Me aproximei dele e fiquei ao seu lado.
-Posso sentar? O olhei.
Não demorou para chegarmos, no Solar do Unhão, e eu pedi para o Diego ir devagar. O Di me deixou lá, e o ver sentado vendo o mar, deixou meu coração aliviada. Me aproximei dele e fiquei ao seu lado.
-Posso sentar? O olhei.
-Pode! Ele disse ajeitando o boné
sem olhar pra mim.
-Desculpa... Fui uma idiota lá!
Sentei olhando pra ele.
-Não queria ter desconfiado de
você, mas chegar ao restaurante e ver você rindo à toa com um cara que nunca vi
foi estranho pra mim!
-É, eu também reagiria assim! Eu só
pensei em mim na hora, desculpa! Mais tem um tempo que eu queria te contar...!
-Desculpa pela falta de tempo, essas
semanas foram complicadas! Ele falava olhando para o mar.
-Tudo bem, eu entendo! Mais e ai?
Vai deixar que esse lugar fique assim sem graça? Por que ele significa muito,
pra mim!
-Como assim? Ele me olhou.
-Nem acredito! Esqueceu? Sorri.
-Esqueceu o que Manu? Ele me olhava
sem entender.
-Deixa eu te lembrar, então! –Sorri
chegando mais perto dele e o beijei. –Lembrou agora? Mordi o lábio dele,
levemente.
-Agora eu lembrei! Ele sorriu e me
beijou de uma forma quente, porém delicada.
-Te amo! É ruim demais brigar com
você! Alisei seu rosto.
-Desculpa, não devia ter feito
aquele show!
-Não foi show! Foi interpretação de
uma cena muito conhecida em filmes e novelas, vida real também; ciúmes!
-Só um pouquinho de ciúmes! Ele sorriu
me dando selinho.
-Só um pouco? Nem quero ver quando
for um monte! Ri.
-Me conta como descobriu esse irmão!
Me ajeitei sentando entre suas pernas e lhe contei tudo, como o Diego apareceu, como pegamos amizade e como ele era um bom irmão e amigo. Luan me escutava atentamente e logo começou a me contar das suas semanas corridas. Ri de algumas loucuras dos fãs e assim que começou a fazer frio voltamos para o carro aonde ele acelerou de volta pra casa.
Chegamos e ele estacionou o carro, descemos e ele pegou sua mochila, entramos de mãos dadas e Diego assistia TV quando nos viu entrando levantou rápido do sofá olhando para o Luan.
-Calma Di! Sorri olhando pra ele.
-Oi! Luan respondeu envergonhado.
-Oi! Diego respondeu rápido.
-Cara queria me desculpar pelo show
que fiz lá na frente do restaurante sei que não tinha necessidade mais é que...
Você sabe!
-Sei sim, relaxa! Faria o mesmo que
você!
-Pronto! Tá tudo resolvido? Então,
apertem as mãos como duas crianças comportadas! Brinquei e ri.
-Prazer Luan, sou o Diego irmão da
Manuela por parte de Pai! Diego estendeu a mão e Luan apertou.
-Prazer Diego, sou Luan!
-Tá ligado que só pode namorar com
minha permissão, né? Diego brincou e nós rimos.
-Então... Tô autorizado?
-Não deveria, mais... Vou deixar!
Eles riram.
-Já que tá autorizado... Amor vai
dormir comigo né? Sorri.
-Autorizei o namoro não de dormir
no mesmo quarto, Manuela! Diego nos olhou sério.
-Sério? Mais é que ele vai dormir
aqui, assim, no sofá? É judiação maninho! Fiz voz manhosa.
-Ele dorme no meu quarto e eu aqui
na sala, sem problemas! Diego deu um sorriso e Luan concertou o boné.
-Que chato! Bem que me disseram que
ter irmão mais velho é chato! Continuei fazendo manha e virei às costas,
sorrindo, fui pegar água na cozinha.
-Então cara, me conta ai como é
essa rotina de mulheres gostosas atrás de você! Diego conduziu Luan até o sofá
e começaram a conversar.
-Diego...! Virei pra ele.
-Oi! Ele me olhou junto com Luan.
-Não gostei desse seu assunto! Tem
tantas outras coisas pra você conversar...! Luan Rafael, pra cozinha agora!
Olhei séria para o Luan.
Diego gargalhou da cara de Manuela
e eu levantei sorrindo, levantei lhe dando um selinho e a abracei, ainda não
tinha feito isso e senti o calor de seu corpo me arrancou um arrepio que me fez
a aperta mais fechando meus olhos.
-Não quero você conversando essas
coisas com meu irmão! –Beijei o pescoço dele. –Quando ele dormir, eu posso
fazer uma visita a alguém...! Sussurrei em seu ouvido.
-É melhor ir para o hotel amor, não
quero incomodar!
-Ah! Não! E eu vou ficar aqui
morrendo de saudade? Fiz bico.
-Vem comigo ué!
-E o chato do Diego vai deixar?
Cruzei os braços.
-Até por que amanhã a senhora tem
aula! Diego entrou na cozinha pegando uma maçã e rindo, enquanto jogava para o
alto.
-O que me impede de acordar na hora
da minha aula, mesmo? Olhei pra ele o enfrentando.
-O Diego tem razão, você não pode
ficar faltando aula!
-Dorme aqui Luan, deixa de bobagem
cara!
-Tudo bem eu fico!
-Meu quarto é grande, relaxa! Diego
sorriu.
-Grande mesmo? Sorri.
-Tão grande que dá nós dois! Ele
riu e Luan acabou sendo contagiado por estar tão sem graça.
-Certo vou dormir, com o quarto
trancado, não quero ver ninguém, por que amanhã eu tenho aula! Sorri olhando
para o Luan e saí da cozinha.
-Ela é estressada assim mesmo! –Diego
olhou para o Luan rindo. –Quer comer alguma coisa?
-Não cara, to sem fome! Quero mesmo
tomar banho, pra relaxar!
-Cuidado viu Di, o Luan pode me
encontrar no corredor! Quer ficar de vigia também não?! Falei alto pra ele
ouvir e ri.
-Vai lá cara, você deve saber aonde
fica as coisas, né? Qualquer coisa chama a mim ou a Manu!
-Me chamar? E pode? Tem certeza? Ri
aparecendo na cozinha.
-Pode, claro! Acompanha ele lá e
coloca as coisas no quarto!
-Evoluímos! –Ri. –Vem mô! Olhei pra
o Luan sorrindo, o puxando pela mão.
Luan pegou a mochila que estava em cima do sofá e subimos as escadas devagar, entramos no quarto do Diego e ele colocou suas coisas por cima da cama abrindo a mochila pra pegar algo, tirou a blusa quadriculada que estava vestido e me olhou.
-Que foi?
Luan pegou a mochila que estava em cima do sofá e subimos as escadas devagar, entramos no quarto do Diego e ele colocou suas coisas por cima da cama abrindo a mochila pra pegar algo, tirou a blusa quadriculada que estava vestido e me olhou.
-Que foi?
-Nada! Só to olhando! Sorri.
-Sua mãe, cadê?
-No quarto dormindo! Fechei a
porta, do quarto.
-Nossa, ela dormi cedo, né? Ele
falava de costas pra mim tirando uma roupa da mochila.
-É! –Me aproximei. –Vai colocar que
roupa? Olhei para a mochila e ele me olhou desconfiado.
-Essa aqui...
-Legal! Mais sabe o que eu queria?
Peguei a roupa da mão dele e coloquei na mochila, novamente.
-Amor seu irmão...
-Só um beijo! Sorri e me aproximei,
mais ainda.
-Só um? Ele sorriu.
-Quantos você quiser! Sorri e o beijei.Nos beijamos com intensidade, porém com delicadeza. Estávamos morrendo de saudades um do outro e tudo o que eu queria, que nós queríamos, era sentir o gosto do outro e relembrar o quanto o nosso beijo se encaixava perfeitamente.
Ri d++ com o Luan ciumento, kkkkkkkkkkk mas depois fiquei com dó!
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