-Amor o
que foi? Cara é essa? Olhei pra ele.
-Quer comer alguma coisa? Ele se sentou ao meu lado alisando minha barriga.
-Luan o que foi? Virei o rosto dele pra mim.
-Amor, por favor, promete ficar calma? Por mim, pelo nosso filho?
-Desse jeito eu vou ficar nervosa! Fala...!
-O Diego... Ele sofreu um acidente de carro, mas olha ele tá bem amor!
-O Diego o que? –Olhei pra ele e meu coração disparou. –Ele tá bem mesmo? Ele
tá aonde Luan? Fala logo tudo de uma vez! Pedi a ele com os olhos cheios de
lágrimas e eu tremia de medo.
-Calma meu amor, por favor! Ele foi para o hospital, a Bruna não me explicou
muito bem... Mais ele esta sendo operado nesse momento!
-Operado? E você diz que ele tá bem? –Levantei da cama, andando de um lado a
outro. –Foi culpa minha! Eu sei disso! Se acontecer alguma coisa com o Di... Eu
quero ver meu irmão, eu quero ir ao hospital! Olhei para o Luan.
-Manuela, calma! Você não pode ficar assim, nos vamos para o hospital mais pra
isso você precisa ficar calma!
-Eu só vou ficar calma quando ver ele, quando eu saber que ele está bem! Me
leva lá agora, amor?!
-Levo meu amor, vem!
Quando eu ouvi aquilo do Luan meu coração pareceu pequeno, eu não aguentaria perder outra pessoa que eu amava. Eu estava assustada, parecia que aquele dia iria ser perfeito eu estava doida pra contar a minha mãe e ao Di, talvez fazer as pazes com ele.
O Luan me guiava, segurando minha mão, ele perguntou a Bruna onde o Diego estava e quando ela disse ela me abraçou me falou algumas coisas que eu não consegui compreender, por que meus pensamentos estavam ocupados no Diego. Seguimos para o hospital e meu coração parecia querer saltar pela boca.
Durante o caminho eu tentava me acalmar pelo meu filho, mas eu não conseguia. Onde passávamos eu lembrava o Di, da conversa que a gente tinha tido mais cedo. Lembranças boas passavam em minha cabeça; lembrei quando ele apareceu lá em casa, das nossas risadas, das broncas que ele me dava, do colo, dos carinhos... As lágrimas caíam, a todo o tempo. O Luan me olhava se mostrava preocupado, mas não adiantava ele segurar na minha mão, naquele momento faltava um pedaço de mim e eu estava preocupado com ele.
Quando chegamos, saí do carro rápido e fui ao encontro da minha mãe em uma sala de espera que uma enfermeira nos guiou, ela não tinha informações do Diego o que me deixou nervosa. Assim que vi minha mãe a abracei forte.
-Como ele tá? Alguém falou como foi? A olhei nervosa.
Quando eu ouvi aquilo do Luan meu coração pareceu pequeno, eu não aguentaria perder outra pessoa que eu amava. Eu estava assustada, parecia que aquele dia iria ser perfeito eu estava doida pra contar a minha mãe e ao Di, talvez fazer as pazes com ele.
O Luan me guiava, segurando minha mão, ele perguntou a Bruna onde o Diego estava e quando ela disse ela me abraçou me falou algumas coisas que eu não consegui compreender, por que meus pensamentos estavam ocupados no Diego. Seguimos para o hospital e meu coração parecia querer saltar pela boca.
Durante o caminho eu tentava me acalmar pelo meu filho, mas eu não conseguia. Onde passávamos eu lembrava o Di, da conversa que a gente tinha tido mais cedo. Lembranças boas passavam em minha cabeça; lembrei quando ele apareceu lá em casa, das nossas risadas, das broncas que ele me dava, do colo, dos carinhos... As lágrimas caíam, a todo o tempo. O Luan me olhava se mostrava preocupado, mas não adiantava ele segurar na minha mão, naquele momento faltava um pedaço de mim e eu estava preocupado com ele.
Quando chegamos, saí do carro rápido e fui ao encontro da minha mãe em uma sala de espera que uma enfermeira nos guiou, ela não tinha informações do Diego o que me deixou nervosa. Assim que vi minha mãe a abracei forte.
-Como ele tá? Alguém falou como foi? A olhei nervosa.
-Tá sendo operado ainda, a Carol... Também estava com ele!
-E ela? Como ela está? Ai meu Deus! Respirava fundo.
-Ela só quebrou o braço, mais nada. Ela estar com a mãe lá dentro, e ela me
disse que o Diego parecia transtornado, acho que brigou com alguém, ela tá nervosa
não conseguiu falar direito!
-Foi comigo! Ele brigou comigo, ele está chateado comigo... Mãe foi minha culpa!
Comecei a chorar.
-Filha calma meu amor, ele vai ficar bem. Você precisa ficar calma, seu filho
querida, pensa nele!
-Amor, bebe um pouco de água!
-Eu quero o Diego, não quero água! Eu quero saber como foi... Onde a Cal tá?
-Estar no quarto 234 filha. Quer ir vê-la?
-Quero! Olhei pra ela.
-Quero! Olhei pra ela.
-Quer que eu vá contigo? Luan se aproximou de mim.
-Não! Quero ir sozinha! Não vou precisar de ninguém! O olhei séria.
-Tudo bem...! Ele se afastou.
Olhei pra ele impaciente e fui atrás da Carol. Eu tinha que saber dela como tinha sido, o que ele tinha e o porquê da briga deles. Eu fui procurando o quarto dela e quando achei bati na porta e entrei pedindo licença. Assim que ela me viu ela deixou mais lágrimas caírem. Eu cumprimentei os pais dela, que se mostraram solidários comigo e, logo, eles nos deixaram sozinhas. Fui na direção dela e a abracei forte, ela chorou e me pediu desculpas pelo Di, mas eu não liguei, ela não tinha por que pedir desculpas.
-Amiga eu preciso saber como foi e o por que ele estava daquele jeito! Olhei nos olhos dela.
-Foi tudo muito rápido amiga, ele apareceu lá em casa falando coisa com coisa e
minha mãe ficou agoniada demais com a forma que ele estava falando comigo,
disse que tinha brigado contigo e que queria alugar um apartamento pra morar
junto. Eu disse a ele que precisávamos conversar melhor sobre isso por ser um
passo importante mais ele disse que não tinha mais ninguém invés de mim, por
que você tinha abandonando ele pra ficar com o Luan e os pais dele havia já
falecido. Dai ele me chamou pra dá uma volta e eu aceitei, ele estava estranho
e só falava de você, que estava com raiva da suas atitudes, que você tinha
esquecido ele, que nunca mais pararam pra conversar e quando ele olhou pra
frente um carro que veio do lado dele bateu em nós! –Ela colocou uma das mãos
no rosto aumentando o choro. –Foi horrível ver o Diego desmaiado ao meu lado,
foi a pior sensação da minha vida, eu o amo demais pra ter que viver sem ele
amiga, eu não consigo!
Eu ouvia ela e a cada palavra dela eu me sentia mais culpada; eu tinha errado com ele. Eu ficava imaginando ele daquele jeito e o carro vindo na direção dele, ele desmaiado... Me senti tonta, dei um passo pra trás e olhei em minha volta, eu queria que o Di saísse daquele estado pra eu dizer a ele o quanto ele significava pra mim, eu nunca o deixaria, nunca.
-Amiga ele vai sair dessa, eu prometo, tá?! –Olhei pra ela. –Agora eu preciso sair daqui, por causa do meu filho!
Saí do quarto dela, muito tonta e parei no corredor me encostando à parede deixando as lágrimas escorrerem dos meus olhos. Eu queria o Diego, ali, ao meu lado pra me dizer o que eu tinha que fazer, me dando apoio, mas ele estava em uma sala de cirurgia e meu mundo parecia ter "caído".
)': posta maaaaaaaaaaaaaaaaaais
ResponderExcluir@AmorComLuanRafa ;*
ow my good continuaa @vdluan
ResponderExcluirjesus maria e josé :o acho que a manu tem que tomar um banho de sal grosso porque tadinha só acontece coisa ruim se não é o gabriel é a distancia e agora é o irmão dela :x só espero que ele e ela fiquem bem :)
ResponderExcluirPosta Maaaaais (:
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