-Um
menino, amor! Sorri com lágrimas nos olhos o olhando.
-Não acredito cara! Meu menino cara! Meu Deus cara! Luan sorria andando por
toda sala passando a mão no rosto.
O olhei com os olhos brilhando e sorri, quando ele começou a andar pela sala passando a mão no rosto. Ele estava tão feliz e eu também estava, era uma felicidade sem tamanho. Não cabia em nós dois, era uma parte nossa, era fruto de nosso amor, era nosso filho. Sorri o olhando e fechei meus olhos e lágrimas caíram, lembrei o Dan e repirei profundamente, abrindo, novamente meus olhos.
-Lú vem cá! Calma! Ri o olhando.
-Ainda tem o coraçãozinho papai, calma! A médica sorriu o olhando.
Quando soube do sexo senti uma alegria inexplicável, meu coração parecia que iria pular pela boca e minhas pernas estavam bambas. Ali mesmo, comecei a imaginar ensinando ele jogando bola, brincando de bicicleta, e entre outras coisas que ele iria aprender com o tempo. Saí andando pela sala tentando extravasar aquela minha alegria e ainda não acreditava. Ouvi a Manuela me chamar e me aproximei dela sorrindo, segurei sua mão beijando sua lágrima que caia naquele momento e respirei fundo olhando pra médica.
-Amor, calma! Olhei pra ele sorrindo.
A médica ligou o aparelho para que a gente escutasse as batidas do coração do nosso pequeno. Quando aquele som invadiu aquela sala pareceu para mim música. O coração do meu filho, tão pequeno e frágil era forte e dava pra sentir que ele estava mais que vivo, ele queria viver; ele estava forte e saudável. Minhas lágrimas continuaram escorrendo e eu segurei firme a mão do Luan, que estava ao meu lado todo bobo. O olhei e alisei o seu rosto, sorrindo.
Não sabia o que dizer e nem o que senti ao ouvi aquele som, foi o som mais lindo que já escutei na minha vida. Senti as lágrimas descerem molhando meu rosto e sorri. Era tão acelerado e dava pra perceber como ele era saudável, alisei o cabelo da Manu beijando sua testa logo em seguida e prestei atenção novamente naquele som que fazia meu peito se derreter.
-Vou deixar vocês sozinhos, vou ali gravar pra vocês e já volto! A médica saiu da sala.
Quando soube do sexo senti uma alegria inexplicável, meu coração parecia que iria pular pela boca e minhas pernas estavam bambas. Ali mesmo, comecei a imaginar ensinando ele jogando bola, brincando de bicicleta, e entre outras coisas que ele iria aprender com o tempo. Saí andando pela sala tentando extravasar aquela minha alegria e ainda não acreditava. Ouvi a Manuela me chamar e me aproximei dela sorrindo, segurei sua mão beijando sua lágrima que caia naquele momento e respirei fundo olhando pra médica.
-Amor, calma! Olhei pra ele sorrindo.
A médica ligou o aparelho para que a gente escutasse as batidas do coração do nosso pequeno. Quando aquele som invadiu aquela sala pareceu para mim música. O coração do meu filho, tão pequeno e frágil era forte e dava pra sentir que ele estava mais que vivo, ele queria viver; ele estava forte e saudável. Minhas lágrimas continuaram escorrendo e eu segurei firme a mão do Luan, que estava ao meu lado todo bobo. O olhei e alisei o seu rosto, sorrindo.
Não sabia o que dizer e nem o que senti ao ouvi aquele som, foi o som mais lindo que já escutei na minha vida. Senti as lágrimas descerem molhando meu rosto e sorri. Era tão acelerado e dava pra perceber como ele era saudável, alisei o cabelo da Manu beijando sua testa logo em seguida e prestei atenção novamente naquele som que fazia meu peito se derreter.
-Vou deixar vocês sozinhos, vou ali gravar pra vocês e já volto! A médica saiu da sala.
-É lindo né? Olhei pra ele.
-Demais amor, nossa! Ele sorria passando a mão no rosto.
-Sem palavras e nem explicação! –Sorri. –Amor me ajuda alimpar isso na minha
barriga?
-Ajudo meu amor!Comecei a ajudar a tirar aquele gel da sua barriga e quando terminamos lhe dei um selinho demorado, a felicidade que Manuela estava me proporcionando era enorme e a cada dia ela me surpreendia de um jeito. Nosso filho estava bem assim como ela o que me deixava tranquilo e aliviado, pois mesmo longe tentava de todas as formas esta ao seu lado. Seguimos pra sala aonde a médica nos entregou o DVD e nos deu alguns avisos.
Seguimos para o hotel após matar a vontade dela de comer no MC, compramos durante o caminho, estávamos sozinhos e preferimos comprar e indo comendo. Fomos conversando e ainda sentia uma emoção enorme em ter ouvido o coração do meu filho, nunca pensei que fosse tão emocionante e aquele momento iria ficar marcado em mim pra sempre.
Chegamos
ao hotel e subimos, enquanto conversamos e combinávamos como seria o quarto do
nosso filho, chegamos ao nosso quarto e entramos, ela se sentou na cama e eu
tirei a blusa, estava muito calor e ficar com aquela blusa quente estava
insuportável. Alguém bateu na porta e eu abri dando de cara com Bruna que parecia
assustada com algo.
-Lú, eu preciso falar com você!
-Lú, eu preciso falar com você!
-Pode! Que foi piroca? A olhei assustado.
-Vem cá! Ela me puxou me fazendo sair do quarto.
-Que foi? Saí do quarto com ela, parando no corredor.
-Aconteceu uma coisa muito séria e... Eu vou precisar da sua ajuda pra contar a
Manuela!
-O que aconteceu Bruna, fala! Você está me assustando!
-O Diego, ele sofreu um acidente de carro!
-Como assim? A Manu... Ela não pode passar por uma emoção forte, assim! Passei
a mão no cabelo, preocupado.
-A mãe
dela ligou pedindo pra que a avisasse. Ele esta nesse momento entrando na sala
de cirurgia. É grave Lú!
-Meu Deus! Eu vou tentar falar com ela, mas... Eu to com medo de sei lá!
Respirei fundo.
-Pedi pra que o Rober fosse ficar com a mãe dela, fiz mal?
-Não, não! É bom uma pessoa ficar com a mãe dela... Eu vou tentar falar pra
ela, agora, da melhor forma possível!
-Tá, eu vou para o meu quarto... Qualquer coisa me chama!
-Tá bom! Brigada piroca! Respirei fundo e procurei força para contar a Manu.Vi a Bruna entrando em seu quarto e passei a mão no rosto, o dia estava tão bem e do nada acontece uma coisa horrível dessa. Entrei no quarto fechando a porta e fechei meus olhos com força ainda de costas pra ela, não saberia como contar e nem como iria começar a falar, senti meu coração apertado e com medo de sua reação.
-Amor o que a Bruna queria? Alguma coisa grave? Falava distraída com a TV.
Senti meu coração ficar menor ainda quando ela me perguntou aquilo, não saberia como contar, e sabia que ela iria ficar nervosa e se sentiria culpada pelo acidade, de certa forma. Ela sentiria a sensação de perder mais uma pessoa que ama e iria fazer mal a ela, continuei de costas pra porta tentando pensar em como falar e respirei o mais fundo que consegui virando e a encarando.
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