Vi o
pai dele entrar e o olhar dele, sobre mim, me fez decifrar o que ele estava
sentindo. Não queria causar uma briga entre os dois, muito menos que o Luan
ficasse triste, por conta disso. A Marizete levantou indo atrás do marido e eu
fui ver como o Luan estava, enquanto a Bruna estava assistindo TV.
Saí para a área da piscina e o ver ali tristonho fez meu coração ficar pequeno. Me aproximei dele e o abracei por trás, enquanto ele permanecia sentado. Beijei o pescoço dele e fiquei calada, por instantes, agachei ao lado dele e o olhei.
-Desculpa, eu não queria que acontecesse isso! Não queria que você e seu pai brigassem... Era disso que eu estava com medo!
Saí para a área da piscina e o ver ali tristonho fez meu coração ficar pequeno. Me aproximei dele e o abracei por trás, enquanto ele permanecia sentado. Beijei o pescoço dele e fiquei calada, por instantes, agachei ao lado dele e o olhei.
-Desculpa, eu não queria que acontecesse isso! Não queria que você e seu pai brigassem... Era disso que eu estava com medo!
-Não é culpa sua!
-Eu deveria nem ter te contado... Iria ser menos complicado pra você!
-Não se sinta culpada, tá tudo bem! Ele me abraçou beijando minha testa.
-Não tá tudo bem! Eu vi o olhar do seu pai... Eu não queria provocar isso!
-Ele ficou decepcionado... Ele abaixou a cabeça.
-É! Mais eu tenho certeza que ele não vai deixar de te apoiar... Ele é seu pai!
–Sentei na cadeira ao lado dele e o olhei. –É melhor eu ir, não acha?
-Não você fica! Marizete se aproximou.
-É melhor eu ir Dona Marizete, não quero provocar mais nada...! Levantei e a
olhei.
-O Amarildo só esta assustado com a notícia, o que é normal querida. Não se
preocupe!
-Mais
vai ser melhor se eu... Se eu não estiver aqui é melhor para vocês, se
entenderem!
-Vai ficar tudo bem, vem você precisa descansar, afinal de contas está
carregado meu netinho! Marizete sorriu pra mim me ajudando a levantar.
-Tudo bem! Olhei para o Luan e segui com ela.
Ela me levou até o quarto do Luan, me fazendo lembrar que a primeira vez que fui vê-los ela não deixou que eu e o Luan dormíssemos no mesmo quarto. Ela me deu uma toalha e disse que eu poderia ficar à vontade sem me preocupar com nada, que tudo iria se resolver. Tomei um banho e, depois que me vesti deitei na cama do Luan. Eu estava sonolenta, então, junto ao cheiro dele no lençol, me fizeram dormir, levemente.
Fiquei lá na cadeira sentado, enquanto pensava em mil coisas, abaixei a cabeça respirando fundo e nunca pensei que meu pai teria uma atitude daquela, estava sem jeito diante da Manuela e de mim mesmo. Sei que tinha sido um acidente mais estava feliz e pensasse que ele fosse entender e perceber que com ela era tudo diferente.
Fechar os olhos e tentar dormir, foi um erro. Meus pensamentos estavam nele e em seu pai, deu para perceber nos olhos do Luan o quanto ele estava triste por está daquele jeito com o pai. Eu sabia que eu tinha que ir, mas ao mesmo tempo eu queria ficar para ajudar o Luan, de algum jeito.
Sentei na cama e fiquei perdida olhando seu quarto, tudo tinha o jeitinho dele e o cheiro, o que fazia daquele lugar ainda mais encantador. Quando eu era fã sempre sonhei em como seria o quarto dele, mas eu estava na cama dele, no quarto dele, na casa dele e a Bruna era a minha cunhada, de verdade. Sorri e lembrei as loucuras que eu tinha feito por ele, não sabia por que eu estava pensando aquilo, mas algo me dizia que era para eu provar ao pai dele o quanto eu e o Luan nos amávamos.
Levantei da cama indo até a porta, vi o pai dele fazer algo no corredor e eu respirei fundo, para tomar coragem para o que eu estava prestes a fazer. Saí do quarto do Luan e me aproximei dele.
-Seu Amarildo, eu posso falar com o senhor? Perguntei a ele.
Ela me levou até o quarto do Luan, me fazendo lembrar que a primeira vez que fui vê-los ela não deixou que eu e o Luan dormíssemos no mesmo quarto. Ela me deu uma toalha e disse que eu poderia ficar à vontade sem me preocupar com nada, que tudo iria se resolver. Tomei um banho e, depois que me vesti deitei na cama do Luan. Eu estava sonolenta, então, junto ao cheiro dele no lençol, me fizeram dormir, levemente.
Fiquei lá na cadeira sentado, enquanto pensava em mil coisas, abaixei a cabeça respirando fundo e nunca pensei que meu pai teria uma atitude daquela, estava sem jeito diante da Manuela e de mim mesmo. Sei que tinha sido um acidente mais estava feliz e pensasse que ele fosse entender e perceber que com ela era tudo diferente.
Fechar os olhos e tentar dormir, foi um erro. Meus pensamentos estavam nele e em seu pai, deu para perceber nos olhos do Luan o quanto ele estava triste por está daquele jeito com o pai. Eu sabia que eu tinha que ir, mas ao mesmo tempo eu queria ficar para ajudar o Luan, de algum jeito.
Sentei na cama e fiquei perdida olhando seu quarto, tudo tinha o jeitinho dele e o cheiro, o que fazia daquele lugar ainda mais encantador. Quando eu era fã sempre sonhei em como seria o quarto dele, mas eu estava na cama dele, no quarto dele, na casa dele e a Bruna era a minha cunhada, de verdade. Sorri e lembrei as loucuras que eu tinha feito por ele, não sabia por que eu estava pensando aquilo, mas algo me dizia que era para eu provar ao pai dele o quanto eu e o Luan nos amávamos.
Levantei da cama indo até a porta, vi o pai dele fazer algo no corredor e eu respirei fundo, para tomar coragem para o que eu estava prestes a fazer. Saí do quarto do Luan e me aproximei dele.
-Seu Amarildo, eu posso falar com o senhor? Perguntei a ele.
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