-Ah! Luan, que saco! Voltei para o quarto.
-Manuela... –Ele veio atrás de mim. –Vem cá!
-Não enche! É incrível como você consegue, sempre, estragar tudo! Olhei pra ele
séria.
-Pára! Ele me abraçou.
-Não dá, sério!
-Vamos esquecer isso tudo, eu errei com você de novo, não te perguntei as
coisas antes de explodir. Desculpas!
-Tá! Tanto faz! Agora não começa com esse papinho de novo! Pais separados... Só
se você aprontar uma coisa muito séria! Cruzei os braços.
-E se você aprontar também! Ele sentou na cama.
-Tá! Direitos iguais. Sei bem como é isso!
-Já liguei para os meus pais avisando da nossa ida!
-Tá! –Sentei ao lado dele. –Ah! Eu odeio ficar assim! Sorri e fui pra cima dele
com tudo, fazendo ele deitar, e o beijei arrancando uma de suas risadas
gostosas, que me faziam ri, também.
-Amor, o nosso filho! Ele ria.
-Ele deve tá sacudidinho, aqui dentro! Ri.
-Quer comer alguma coisa? Não tá com fome?
-To com fome, sim! Sabe de quê? Sorri, deitando ao lado dele.
-De quê? Ele me olhou pegando em minha mão beijando de leve.
-Do seu beijo! Sorri.
-Acho que posso matar essa sua fome! Ele riu se aproximando e me beijou.
-Acho que minha vontade... É maior que o mundo! Sorri mordendo o lábio dele,
levemente.
-É? Ele sorriu alisando minha nuca.
-É sim! Sorri.
-É sim! Sorri.
-Então deixa eu matar nossa fome! Ele me beijou só que dessa vez mais intenso.
Eu segurei firme na nuca dele, assim como ele fez comigo, e deixamos o beijo mais quente. O gosto dele me fazia bem e eu queria, mais uma vez ser dele por inteira.
-Quero você pra sempre! Sussurrei em seu ouvido.
Eu segurei firme na nuca dele, assim como ele fez comigo, e deixamos o beijo mais quente. O gosto dele me fazia bem e eu queria, mais uma vez ser dele por inteira.
-Quero você pra sempre! Sussurrei em seu ouvido.
-Eu sou seu pra sempre! Ele mordeu minha orelha, em seguida deu uma lambida em
meu pescoço.
Me arrepiei ou sentir ele morder minha orelha e senti meu corpo inteiro relaxar. Me entreguei a ele e senti que ele havia percebido e alisava meu corpo da mesma forma, de sempre, delicadamente. Tirei a blusa que ele vestia, enquanto aranhava as costas dele, suavemente, fazendo ele arrepiar.
Tirei sua blusa com carinho, enquanto beijava seu ombro e logo em seguida me livrei de seu sutiã, o corpo dela era incrivelmente lindo mesmo com a barriguinha já aparecendo. Beijei levemente seu ombro indo até a barriga onde abri seu short e tirei com delicadeza jogando no chão. Entrei entre suas pernas voltando a beijá-la na boca e alisei sua coxa que estava presa na minha cintura, enquanto levemente mordia seus lábios sorrindo.
Quando ele se encaixou em mim, prendi minhas pernas em sua cintura o prendendo a mim. Queria ser dele e dessa vez, mais uma vez, seria especial para nós dois. Nossos corpos se encaixaram perfeitamente e o movimento que ele fazia sobre mim me deixava com mais prazer a cada segundo. A respiração falha dele, juntamente com nosso suor me faziam gemer.
Fazia leve movimentos pra que aquele momento não terminasse tão cedo, alisava sua coxa apertando com vontade e beijava seu pescoço sorrindo de leve sentindo sua pele arrepiar, adorava quando isso acontecia, mostrava o quanto ela estava entregue aquele momento tanto quanto eu.
Tudo estava do jeito que nós gostávamos, tudo estava do nosso jeito; o quarto, totalmente, bagunçado e o nosso cheiro espalhado, por todo ele. Passava minhas unhas, suavemente, por suas costas, o fazendo arrepiar, mas por algumas vezes arranhei ele. Nossas respirações falhas não acompanhavam nosso desejo, que ficava, cada vez maior, com o passar do tempo.
Quando nossos corpos se deram por satisfeito a beijei delicadamente, adorava fazer isso após lhe amar como nunca fiz com qualquer outra mulher. Enquanto, a beijava alisava sua perna com cuidado indo até a cintura, sua pele estava suada e adorava isso. Sua pele era macia e minha mão deslizava com facilidade sobre ela. Mordi seus lábios levemente e sorri beijando seu queixo e testa.
Adorava, quando ele me beijava delicadamente, depois de fazermos amor. Nossos corpos estavam cansados, mas quentes e suados o que me fazia alisar sua pele, macia. Logo, quando nossos corpos se deram por satisfeitos, desprendi ele das minhas pernas, ele alisou minha coxa até minha cintura, me fazendo arrepiar. Ele me beijou e sorriu.
-Amo você! Sussurrei ainda com a respiração falha.
-Casa comigo?
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