-Diego o que...? –Olhei para o Luan caído no chão e fiquei na
frente do Diego para que ele não fizesse mais nada. –Calma! Olhei pra ele.
-Eu vou te matar Luan, eu juro! Você não tem o direito de falar assim da minha
irmã! Ele se afastou de mim indo pra cima do Luan que se rastejou se afastando
dele.
-Diego! Pelo amor de Deus! Deixa ele, esquece! Fiquei na frente dele de novo.
-Idiota, vai embora, some! Diego subiu as escadas furioso.
-Luan olha pra mim! Deixa eu ver como você está! Agachei para ver como o Luan
estava.
-Ta tudo bem! Ele passou a mão no canto da boca limpando o sangue.
-Não, tá! Tá sangrando! –Me aproximei dele para ver melhor. –Espera, eu vou
pegar algo pra limpar isso! Tá? Olhava a boca dele.
-Tá!
Levantei e fui até o meu quarto, rápido. Estava assustada com o que tinha acontecido, mas eu não me dei chance de sentir nada, a não ser, o coração disparado. Entrei no quarto e saí procurando alguns remédios e gaze para fazer o curativo. Eu estava meio perdida e atordoada e quase tropecei em umas sacolas que estavam no chão, em um canto. Olhei curiosa, não lembrava de nenhuma roupa ou coisa parecida que eu havia comprado para ter sacolas no meu quarto.
Peguei uma das sacolas e quando abri e vi o que tinha eu fiquei parada, sem reação. Eu tinha acabado de descobri o porquê dele e de o Diego terem saído juntos. Eram roupinhas e sapatinhos de bebê. Sorri e lembrei que ele estava lá em baixo depois de um soco, muito caprichado, do Diego. Desci com um sapatinho na mão, junto com as coisas que eu iria usar para estancar o sangue dele.
-Pronto! –Sentei ao lado dele, no sofá. –Deixa eu ver como tá! Virei o rosto dele pra mim.
Levantei e fui até o meu quarto, rápido. Estava assustada com o que tinha acontecido, mas eu não me dei chance de sentir nada, a não ser, o coração disparado. Entrei no quarto e saí procurando alguns remédios e gaze para fazer o curativo. Eu estava meio perdida e atordoada e quase tropecei em umas sacolas que estavam no chão, em um canto. Olhei curiosa, não lembrava de nenhuma roupa ou coisa parecida que eu havia comprado para ter sacolas no meu quarto.
Peguei uma das sacolas e quando abri e vi o que tinha eu fiquei parada, sem reação. Eu tinha acabado de descobri o porquê dele e de o Diego terem saído juntos. Eram roupinhas e sapatinhos de bebê. Sorri e lembrei que ele estava lá em baixo depois de um soco, muito caprichado, do Diego. Desci com um sapatinho na mão, junto com as coisas que eu iria usar para estancar o sangue dele.
-Pronto! –Sentei ao lado dele, no sofá. –Deixa eu ver como tá! Virei o rosto dele pra mim.
-Nem tá doendo!
-Ah! Não? –Sorri. –Então deixa eu limpar esse sangue, aqui! Passei a gaze
umedecida, com água, no canto da boca, onde estava machucado.
-Au! Devagar!
-Tá doendo, agora? Ri.
-Agora tá! Ele fez careta.
-Desculpa, por isso! –O olhei nos olhos. –Tá ardendo?
-Não, valeu!
-Foi isso que você foi fazer lá no shopping? Mostrei o sapatinho a ele.
-Foi!
-Achei lindo! Sorri.
-Comprei dessa cor por não saber o sexo... Ele falava olhando para o sapatinho.
-É...! Mês que vem que a gente... pode descobri! Claro, se você quiser...!
Olhei pra ele.
-Por que lá? Por quê?
-Não sei! Ele que armou isso... Não sei como ele descobriu! Falei baixo.
-No dia que você for ao médico, me liga? Eu quero acompanhar tudo!
-Você... vai embora mesmo?
-Você ama o Gabriel, não ama?
-Não! Eu amo você! –Segurei o rosto dele, com minhas mãos. –Olha pra mim, olha
no fundo dos meus olhos, ver o quanto eles estam implorando pra você ficar e
acreditar em mim! Eu te amo muito, eu te vivo! Meus olhos encheram de lágrimas.
-Ele... Te agarrou mesmo?
-Agarrou! Foi parecido com a última vez...! Foi horrível!
-Desculpa pelas coisas que lhe disse...
-Não precisa se desculpar meu amor! Sorri e lhe dei um selinho.
-Ainda não foi embora? Diego desceu as escadas e Luan se levantou rápido.
-Diego, calma! Levantei olhando pra ele.
-Diego, calma! Levantei olhando pra ele.
-Calma? Sai daqui Luan, agora! Ele alterou a voz.
-Diego é sério! Confia em mim! Olhei pra ele.
-Pára Manuela, vem! –Ele me puxou me colocando atrás dele e jogou a mochila do
Luan nele, que pegou me olhando. –Some daqui, quando a criança nascer a gente
faz questão de ter o exame de DNA, fica tranquilo!
Nenhum comentário:
Postar um comentário