Subimos
com ela ainda envergonhada mais fiz algumas brincadeiras pra descontrair e ela
sorria parecia gostar. Quando chegamos ao quarto a coloquei no chão devagar e
depois de fechar a porta, que estava atrás da gente, a beijei, estava morto de
saudade dela e aquele beijo mostrava o quanto à saudade e o desejo dominava
aquele momento. Tirei sua camisola, enquanto sorria ainda beijando-a e a
encostei na parede, foi quando ela me deu um leve empurrão fugindo de
mim.
-Vai fugi? A olhei sorrindo e tirei a blusa.
-Vai fugi? A olhei sorrindo e tirei a blusa.
-Me dá um motivo pra não fugir! Sorri o olhando fixamente.
-Tenho dois! Tô morrendo de saudade e quero matá-la podendo de te amar! Ele fez
uma carinha fofa me olhando enquanto se aproximava em passos leves.
Sorri pra ele me aproximando e quando ele foi pegar em minha cintura eu fugi dele de novo, me afastando andando de costas, sorrindo. Ele ficou me olhando com uma carinha linda, me ajoelhei na cama e ainda sorrindo me deitei.
-Então vem matar a saudade, vem! Mordi meu lábio o olhando.
Quando fui pegar em sua cintura ela fugiu de mim andando de costas, já estava ficando maluco com aquela pirraça e meu corpo estremecia só de imaginá-la sendo minha. Ela se ajoelhou na cama me olhando e eu sorri tirando minha calça, ela deitou na cama me chamando com o dedo, enquanto mordia os lábios e fui andando até ela. Deitei meu corpo sobre o dela e a beijei entrando entre sua perna, aquela saudade estava matando mais antes dela me matar de vez eu acabaria com ela.
Ele deitou sobre mim e meu corpo inteiro estremeceu, só de imaginar ele me tocar, novamente, daquele jeito, que só ele sabia. Comecei a beijá-lo intensamente, sentindo ele tocar meu corpo, me arrancando arrepios. Logo, estávamos completamente sem nada e os movimentos dele sobre mim, me levavam a loucura.
Nos amamos sem limite para o prazer. Nossos corpos estavam suados, e coração acelerado, mas o desejo aumentava ainda mais nos deixando fora do controle. Estava tudo intenso, não queríamos desgrudar um do outro e pela gente passava o resto do dia ali. Beijava todo seu corpo e quando encostava minha língua sobre sua barriga sentia ela estremecer me fazendo sorri dando leves mordidas. Queria senti o gosto dela, o nosso cheiro e saber que aquele momento ela era somente minha e só eu poderia lhe dá prazer.
Estava tudo muito intenso e nosso suor a se misturar me dava ainda mais vontade de ficar ali com ele. Ele beijava meu corpo me dando ainda mais prazer e quando ele passava a língua em minha barriga minha respiração falhava e meu corpo estremecia. Ele voltou a beijar minha boca e, logo, foi para o meu pescoço, aumentando o movimento do seu corpo sobre mim. Eu gemia de prazer, nossos corpos pareciam não se importar com a falta de fôlego, por que não se cansavam.
Não cansava de senti e lhe dá prazer, estava tudo gostoso entre nós dois e eu alisava todo seu corpo, enquanto aumentava, cada vez mais, o movimento entre nossos corpos. Sussurrava em seu ouvido e mordia ao mesmo tempo que sorria, aquele clima entre nós dois a cada dia melhorava e isso me fazia explodi de felicidade.
Tudo entre a gente estava melhor e a saudade nos ajudava. Quando ele estava fora eu me dedicava ao Dan e sempre mandava mensagem para ele perguntando se ele estava bem e o mandando comer, quando ele voltava eu contava os minutos para que a gente se trancasse em nosso quarto para que ele me levasse para outro mundo; nosso mundo.
Nossos corpos estavam com saudades um do outro e essa saudade parecia insaciável, a cada segundo nos queríamos mais. Ver ele e o sentir me desejando e com prazer de me dar prazer me fazia sorrir. Fazia carinho por seu corpo, ele estava a cada dia mais lindo e mais forte, amava ficar entregue em seus braços.
-Te amo! Que saudade do nosso cheiro em você! Cheirava o pescoço dele.
Sorri pra ele me aproximando e quando ele foi pegar em minha cintura eu fugi dele de novo, me afastando andando de costas, sorrindo. Ele ficou me olhando com uma carinha linda, me ajoelhei na cama e ainda sorrindo me deitei.
-Então vem matar a saudade, vem! Mordi meu lábio o olhando.
Quando fui pegar em sua cintura ela fugiu de mim andando de costas, já estava ficando maluco com aquela pirraça e meu corpo estremecia só de imaginá-la sendo minha. Ela se ajoelhou na cama me olhando e eu sorri tirando minha calça, ela deitou na cama me chamando com o dedo, enquanto mordia os lábios e fui andando até ela. Deitei meu corpo sobre o dela e a beijei entrando entre sua perna, aquela saudade estava matando mais antes dela me matar de vez eu acabaria com ela.
Ele deitou sobre mim e meu corpo inteiro estremeceu, só de imaginar ele me tocar, novamente, daquele jeito, que só ele sabia. Comecei a beijá-lo intensamente, sentindo ele tocar meu corpo, me arrancando arrepios. Logo, estávamos completamente sem nada e os movimentos dele sobre mim, me levavam a loucura.
Nos amamos sem limite para o prazer. Nossos corpos estavam suados, e coração acelerado, mas o desejo aumentava ainda mais nos deixando fora do controle. Estava tudo intenso, não queríamos desgrudar um do outro e pela gente passava o resto do dia ali. Beijava todo seu corpo e quando encostava minha língua sobre sua barriga sentia ela estremecer me fazendo sorri dando leves mordidas. Queria senti o gosto dela, o nosso cheiro e saber que aquele momento ela era somente minha e só eu poderia lhe dá prazer.
Estava tudo muito intenso e nosso suor a se misturar me dava ainda mais vontade de ficar ali com ele. Ele beijava meu corpo me dando ainda mais prazer e quando ele passava a língua em minha barriga minha respiração falhava e meu corpo estremecia. Ele voltou a beijar minha boca e, logo, foi para o meu pescoço, aumentando o movimento do seu corpo sobre mim. Eu gemia de prazer, nossos corpos pareciam não se importar com a falta de fôlego, por que não se cansavam.
Não cansava de senti e lhe dá prazer, estava tudo gostoso entre nós dois e eu alisava todo seu corpo, enquanto aumentava, cada vez mais, o movimento entre nossos corpos. Sussurrava em seu ouvido e mordia ao mesmo tempo que sorria, aquele clima entre nós dois a cada dia melhorava e isso me fazia explodi de felicidade.
Tudo entre a gente estava melhor e a saudade nos ajudava. Quando ele estava fora eu me dedicava ao Dan e sempre mandava mensagem para ele perguntando se ele estava bem e o mandando comer, quando ele voltava eu contava os minutos para que a gente se trancasse em nosso quarto para que ele me levasse para outro mundo; nosso mundo.
Nossos corpos estavam com saudades um do outro e essa saudade parecia insaciável, a cada segundo nos queríamos mais. Ver ele e o sentir me desejando e com prazer de me dar prazer me fazia sorrir. Fazia carinho por seu corpo, ele estava a cada dia mais lindo e mais forte, amava ficar entregue em seus braços.
-Te amo! Que saudade do nosso cheiro em você! Cheirava o pescoço dele.
-Eu te amo, tanto, tanto, tanto! Ele me dava selinhos a cada palavra dita.
-Saudade
mata sabia? Sorri, respirando rápido.
-Mais é muito gostoso matar depois, não é? Ele me olhou e sorriu com a
respiração falha tanto quanto a minha.
-Muito! Mordi o lábio dele.
-O convite para o banho ainda tá de pé? Ele sorriu beijando meu pescoço
enquanto alisava minha perna apertando com força.
-Claro! Sorri me arrepiando.
-Vem comigo! Ele sorriu me colando em sua cintura e me levou para o
banho. Entramos no box e liguei o chuveiro enquanto a beijava, a água molhava nosso corpo e mesmo assim eles continuavam quentes de desejo e amor que estava intenso. Nos amamos, mais uma vez, mais dessa vez com mais tranquilidade, o que tornou tudo ainda mais gostoso. Fazia algumas brincadeiras que nos fazia sorri, eu amava estar com ela, poder te dar prazer e se senti amada.
Quando terminamos o banho saímos abraçados, nos vestimos enquanto trocávamos selinhos e ríamos de eu ser às vezes tão atrapalhado. Descemos encontrando o Dan sentado no sofá assistindo o desenho animado e ele sorriu quando nos viu.
A noite chegou e o Diego, Carol e a mãe da Manu chegaram deixando aquela casa ainda mais alegre, o Dan adorava o tio e se divertia bastante com ele. Carol e Manuela subiram e eu fiquei conversando com minha sogra, era um amor de pessoa e adorava demais tê-la sempre em nossa casa.
Quando o Di, a Carol e a minha mãe chegaram eu fui abraçá-los com força, estava morrendo de saudade. O Dan ao ver o tio não queria desgrudar mais. Conversamos, um pouco, e eu logo subi com a Carol para colocarmos a conversa em dia e mostrá-la onde ela ficaria com o Di. Conversamos de tudo um pouco; sobre o trabalho, nossos casamentos e ela parecia interessada muito mais que antes, no Dan.
Nenhum comentário:
Postar um comentário