Quando
chegamos me senti mais à vontade, não fomos parados, mas alguns olhares
pousaram sobre nós. Fomos tranquilamente para a área VIP e pedi, dessa vez, uma
bebida. Ele estava mais à vontade comigo, então trocávamos carinhos, com mais
frequência.
Estava conversando com o Guto, de mãos dadas com o Luan, que conversava com o Rober e o Well, quando eu me distraí com um homem que tinha acabado de chegar na área VIP, fiquei olhando pra ele e sentia que já o conhecia de algum lugar. E o conhecia, sorri, lembrando que ele era um amigo de infância do Daniel e um grande amigo do meu tempo de escola. Ele estava mais bonito que da última vez que o encontrei e pareceu me reconhecer, também, retribuindo o sorriso.
Como estávamos mais à vontade trocamos carinho sem medo, dava selinhos nela e sorria alisando seu rosto com carinho. Comecei a conversar com o Rober e Well de mãos dadas com ela, enquanto ela conversava algo sobre alimentação com o Gutão. Senti o Rober me cutucar apontando pra Manu com a cabeça e reparei que ela encarava um homem, quando a vi sorrindo e o homem retribuindo senti uma raiva que não sabia como controlei me tomando por completo.
Soltei a mão do Luan e fui em direção ao Alex, sorrindo. Cheguei perto e o abracei forte. Ele brincou dizendo que eu era a única da turma que tinha se dado bem na vida. Ele não tinha deixado de ser brincalhão. Ficamos falando da época da escola e ele falava com tristeza da morte do Daniel, eles tinham sido grandes amigos.
Quando ela soltou minha mão indo em direção do cara senti meu rosto queimar de tanta raiva, fechei o punho da mão e Gutão me segurou pelo ombro me mantendo sentado. “Como ela teve coragem de fazer aquilo comigo?”, pensei. Respirei fundo mais senti o quanto minha respiração estava falha ao ver aquela cena patética dela aos sorrisos, com aquele cara.
Estava conversando com o Guto, de mãos dadas com o Luan, que conversava com o Rober e o Well, quando eu me distraí com um homem que tinha acabado de chegar na área VIP, fiquei olhando pra ele e sentia que já o conhecia de algum lugar. E o conhecia, sorri, lembrando que ele era um amigo de infância do Daniel e um grande amigo do meu tempo de escola. Ele estava mais bonito que da última vez que o encontrei e pareceu me reconhecer, também, retribuindo o sorriso.
Como estávamos mais à vontade trocamos carinho sem medo, dava selinhos nela e sorria alisando seu rosto com carinho. Comecei a conversar com o Rober e Well de mãos dadas com ela, enquanto ela conversava algo sobre alimentação com o Gutão. Senti o Rober me cutucar apontando pra Manu com a cabeça e reparei que ela encarava um homem, quando a vi sorrindo e o homem retribuindo senti uma raiva que não sabia como controlei me tomando por completo.
Soltei a mão do Luan e fui em direção ao Alex, sorrindo. Cheguei perto e o abracei forte. Ele brincou dizendo que eu era a única da turma que tinha se dado bem na vida. Ele não tinha deixado de ser brincalhão. Ficamos falando da época da escola e ele falava com tristeza da morte do Daniel, eles tinham sido grandes amigos.
Quando ela soltou minha mão indo em direção do cara senti meu rosto queimar de tanta raiva, fechei o punho da mão e Gutão me segurou pelo ombro me mantendo sentado. “Como ela teve coragem de fazer aquilo comigo?”, pensei. Respirei fundo mais senti o quanto minha respiração estava falha ao ver aquela cena patética dela aos sorrisos, com aquele cara.
Conversamos um pouco, ele me contou que tinha tentado fazer uma faculdade mais se deu bem com um amigo, Dj, e montaram uma boate, já tinham três em Salvador e ele estava pesquisando novos lugares para abrir outras, pelo país. Ele brincou dizendo que pra saber de mim era só era abrir uns sites de fofoca. Rimos um pouco, e me despedi dele sorrindo, dando um abraço nele e o desejando sorte com suas boates. Virei e me deparei com o olhar de raiva do Luan, o que fez meu sorriso sumir do meu rosto.
-Luan, calma ok? Rober me olhava.
Quando a vi se despedindo daquele cara, que ela nem me falou quem era, senti uma raiva maior ainda, que se misturou com ódio, e o ciúmes. Ela sorria de uma forma diferente e aquilo me irritou, ainda mais. Quando ela se virou pra mim desfez o sorriso e se aproximou sentando ao meu lado como se nada tivesse acontecido. Me afastei voltando a conversar com Rober que parecia saber o que estava prestes a acontecer.
Me sentei ao lado dele, e sabia que eu não deveria ter me afastado dele sem antes o avisar. Ele levantou e foi conversar com o Rober que me olhou como um aviso que não estava nada bem. Me levantei e o puxei pela mão, ele resistiu mais veio. O levei até um canto e ele me olhava impaciente. Alisei seu rosto e sorri.
-Desculpa, eu não deveria ter me afastado sem avisar. Era um amigo meu de escola e um amigão de infância do Dan...! Olhei pra ele.
-Pelo jeito o papo estava bom, por que só se via sorrisos! Ele tirou minha mão
do seu rosto.
-Amor, eu não o via há um tempo. A gente andava na mesma galerinha na escola.
Só estávamos conversando sobre o que a gente está fazendo, hoje em dia!
-Tá! Posso voltar a conversar com o Rober ou tem mais algo a me dizer?
-Desculpa
vai! –Me aproximei dele. –Você fica lindo com essa carinha emburrada! Beijei o
pescoço dele.
-Nada disso! Ele fez bico.
-Não mô? Poxa! –Sorri. –Sou sua! Sussurrei no ouvido dele mordendo, levemente,
sua orelha.
-Por que não me levou junto com você e me apresentou como seu marido?
-Fui por impulso, desculpa! Quer ir lá agora? Mais vou logo te avisando ele
sabe que eu tenho meu marido e um filho, também. Foi à primeira coisa que ele
comentou!
-Eu quero conhecer ele!
-Então, vem! Sorri segurando a mão dele.
Fui guiando ele entre as pessoas, com os olhares curiosos e atentos do Rober, Well e do Guto. O Alex estava no bar, pegando uma bebida e conversava com um dos donos da boate, quando me viu sorriu, novamente.
-Fala Manuzinha! Ele me olhou.
Fui guiando ele entre as pessoas, com os olhares curiosos e atentos do Rober, Well e do Guto. O Alex estava no bar, pegando uma bebida e conversava com um dos donos da boate, quando me viu sorriu, novamente.
-Fala Manuzinha! Ele me olhou.
-Alex, meu marido Luan! Sorri.
-Prazer cara! Gosto das suas músicas, do seu trabalho, e não to puxando o saco
não! Comentei com a Manu de quando vocês forem para Salvador aparecerem em uma
das minhas boates, vão ser convidados e muito bem vindos! Ele sorriu estendendo
a mão para o Luan.
-Prazer cara! Que massa, pode deixar que quando formos para Salvador aparecemos
por lá! Pra meu alívio Luan foi gentil e o cumprimentou bem.
-Vai ser um prazer! Ah! A Manu te contou que eu era amarradão na dela? Pedi até
em casamento, no terceiro ano, lembra disso Manu? O Alex sorriu.
-Verdade! Tinha esquecido isso! Ri.
-Nossa, que massa! Luan sorriu forçadamente e apertou minha mão com força.
-Mais ela
não aceitou, fiquei triste com você... Fiquei parecendo um idiota sofrendo
pelos cantos! Ele riu.
-Ah! Pára com isso, que você teve um apoio muito bom! A Renatinha foi logo te
oferecer o ombro amigo dela! Ri.
-É! Mais meu coração queria você! –Ele piscou e eu fiquei sem graça. –Cara de
sorte você Luan! Casar e ter um filho dela... Cara de sorte! Ele olhou para o
Luan.
-É, ao contrário de você ela aceitou casar comigo e ainda me deu um filho,
legal né?
-Muito! Cuida bem dela, por que vai ter sempre um cara disposto a cuidar de uma
mulher linda como ela, mesmo com um filho... E eu não to falando só de mim!
–Ele apontou com a cabeça alguns homens atrás de nós. –Foi bom te ver Manu!
Você tem sorte cara, não vacila! Ele me deu um beijo na testa e bateu de leve
no ombro do Luan, saindo.
Respirei o mais fundo que conseguia e fechei meus olhos tentando relaxar meus músculos que estavam rígidos. Na minha imaginação naquele momento se passava; Eu me afastando da Manuela indo em direção daquele cara e quebrando toda sua cara com minhas próprias mãos. Cheguei ainda a dá um passo pra frente e Manu segurou minha mão, parecia não ter percebido minha raiva. A puxei pelas mãos subindo de volta para o camarote e sentei com tudo no puff.
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