-Sua missão não só foi essa, foi
ensinar a cada um que está ao seu lado às lições que essa doença nos dá. Ao seu
lado a gente aprendeu a valorizar muito mais o que a gente não estava
acostumado a valorizar e a não ficar reclamando de tudo e todos. Dan você é um
anjo, uma pessoa muito especial, iluminada, que chegou em minha vida
completando ela e me dando forças, me ensinando o que é cumplicidade e
respeito, um amor tão puro... Agora eu quero que fique quietinho, que hoje você
se cansou demais, tá?! Estava com os olhos cheios de lágrimas, o olhando.
-Você foi a única mulher que amei!
Ele alisou meu rosto e com sorriso nos lábios Luan saiu de mansinho.
-E você foi o único que me ensinou
o que é amar! Sorri alisando seu rosto.
-Obrigado... –Ele pegou minhas
mãos com dificuldade enquanto lágrimas caíam do seu olhar. – Obrigado por ter
ficado do meu lado até o fim!
-Amor, você tá bem? O olhei e
parecia que eu sentia o que iria acontecer.
-Agradece ao Luan por tudo e... –Ele
parou pra respirar devagar. –O ame, ame com todo seu coração, ame e nunca o
abandone mesmo com as dificuldades que possam vir. Eu... Eu te amei de verdade
Manu, desde primeira vez que te vi e é bom olhar pra você e saber que esta
feliz ao lado de outra pessoa que a ama como merece!
-Amor, não faz isso! Olha pra mim,
olha pra mim Dan... Você é forte, eu sei que é! Não me deixa aqui...! Lágrimas
caíam, incontrolada mente, e eu alisava o seu rosto, desesperada.
-Eu te amo Manu, me perdoa se não
pude te dá um futuro que prometi, me perdoa por não ter casado e te dado filhos,
mais acredite eu tentei! Ele respirava devagar em meio às falas.
-Não é culpa sua... Mais não vai
agora, por favor! Meu coração estava disparado e ao mesmo tempo parecia que uma
parte dele estava morrendo, junto ao Dan.
-Meus pais... Chama os meus pais,
por favor! Ele deixou mais lágrimas caírem.
-Tá bom... Fica ai quietinho!
Saí do quarto, desesperada, chorando muito, quando cheguei até a sala e falei com os pais dele, o pai dele tinha acabado de chegar do trabalho. Eles me olharam e saíram andando, rápido, para o quarto do Dan. Olhei para o Luan e o abracei forte, deixando mais lágrimas caírem.
-O que aconteceu? Luan me olhou sem entender.
Saí do quarto, desesperada, chorando muito, quando cheguei até a sala e falei com os pais dele, o pai dele tinha acabado de chegar do trabalho. Eles me olharam e saíram andando, rápido, para o quarto do Dan. Olhei para o Luan e o abracei forte, deixando mais lágrimas caírem.
-O que aconteceu? Luan me olhou sem entender.
-Ele tá morrendo... Ele vai embora,
pra sempre! O abracei mais forte.
Quando Luan ia dizer algo ouvimos o grito de sua mãe me fazendo aperta ainda mais o Luan fechando meus olhos, Luan beijou minha cabeça e assim como eu deixou a emoção falar mais alto.
Parecia que o meu coração tinha perdido uma parte muito importante, parecia que tinha perdido, um pouco da sua força por que um dos motivos para que ele batesse tinha partido. Tudo o que a gente viveu passou, por minha cabeça junto com todos os planos que fizemos juntos, de um futuro que tinha acabado de ir embora. Tudo pareceu vazio, tudo pareceu sem graça. Agora, uma parte da minha felicidade iria está longe de mim, bem longe.
-Meu filho, volta pelo amor de Deus! Ouvíamos os gritos da sua mãe do quarto e a cada minuto apertava mais o Luan em mim.
Quando Luan ia dizer algo ouvimos o grito de sua mãe me fazendo aperta ainda mais o Luan fechando meus olhos, Luan beijou minha cabeça e assim como eu deixou a emoção falar mais alto.
Parecia que o meu coração tinha perdido uma parte muito importante, parecia que tinha perdido, um pouco da sua força por que um dos motivos para que ele batesse tinha partido. Tudo o que a gente viveu passou, por minha cabeça junto com todos os planos que fizemos juntos, de um futuro que tinha acabado de ir embora. Tudo pareceu vazio, tudo pareceu sem graça. Agora, uma parte da minha felicidade iria está longe de mim, bem longe.
-Meu filho, volta pelo amor de Deus! Ouvíamos os gritos da sua mãe do quarto e a cada minuto apertava mais o Luan em mim.
-Ele foi pra um bom lugar! Luan
falava tentando ser forte e me consolar.
-Eu sabia que isso iria acontecer,
mas... Mais a dor é insuportável! Chorava.
-Eu sei, eu sei! Olhamos na direção
da escada e o pai dele desceu calado, os olhos estavam avermelhados e olhou pra
mim.
Olhei pra ele e esperei que ele dissesse algo, por que eu não conseguia fazer nada a não ser chorar, ao perceber sua tristeza. Luan me soltou devagar e o pai dele veio em minha direção, ele me abraçou forte e chorou feito uma criança me fazendo chorar mais ainda, e o apertei pra mim apertando sua blusa com força.
-Obrigado por ter feito meu filho o homem mais feliz desse mundo! Ele falava em meio aos soluços.
-Ele que me fez feliz! Chorava.
-A... A última palavra dele foi
seu nome! O pai dele falava em meio ao choro.
O abracei mais forte, após ter ouvido suas palavras e a imagem do Dan olhando pra mim, sorrindo, e me chamando; falando meu nome. Meu coração disparou e eu não podia controlar as lágrimas.
-Eu... Eu tenho que ir resolver o velório, cuida dela pra mim? Ele olhou pro Luan que acenou com a cabeça.
Sentei no sofá e quando o pai do Dan saiu o Luan sentou ao meu lado. Eu fiquei olhando para lugar algum fixamente, parecia que eu tinha sido pega de surpresa, tudo estava bem o dia tinha sido perfeito, ele estava sorrindo, alegre e de repente... Tudo perdeu o sentido.
-Manu... Você vai ter que ser forte! E eu vou esta aqui do seu lado!
O abracei mais forte, após ter ouvido suas palavras e a imagem do Dan olhando pra mim, sorrindo, e me chamando; falando meu nome. Meu coração disparou e eu não podia controlar as lágrimas.
-Eu... Eu tenho que ir resolver o velório, cuida dela pra mim? Ele olhou pro Luan que acenou com a cabeça.
Sentei no sofá e quando o pai do Dan saiu o Luan sentou ao meu lado. Eu fiquei olhando para lugar algum fixamente, parecia que eu tinha sido pega de surpresa, tudo estava bem o dia tinha sido perfeito, ele estava sorrindo, alegre e de repente... Tudo perdeu o sentido.
-Manu... Você vai ter que ser forte! E eu vou esta aqui do seu lado!
-Eu quero ir pra casa... Quero
ficar sozinha! Olhei pra ele, me assustei quando ele falou comigo.
-Tudo bem, eu te levo. Mais a mãe
dele tá lá em cima sozinha...!
-Eu não vou conseguir olhar pra
ele...! Balancei a cabeça negativamente.
-Vem vou te levar! Luan me ajudou
levantar e me guiou até o carro.
-Se importa se eu for sozinha?
Parei quando chegamos ao carro.
-Tudo bem...!
Saí andando e quando vi um táxi fiz sinal para que parasse, entrei sem olhar pra trás. A dor era grande demais, eu não queria ver e nem falar com ninguém, eu queria sumir.
O Dan ocupava um espaço muito grande em minha vida, ele foi o protagonista da minha história, por diversas vezes. Ele representou papeis importantes, foi o primeiro que eu me entreguei, o primeiro que me fez sentir algo a mais do que imaginava, o primeiro que me amou.
Cheguei em casa e abri a porta, me vi sozinha minha mãe não estava em casa, e achei melhor assim. Subi e tomei um banho demorado, parecia que eu estava em estado de choque, fazia tudo involuntariamente. Deitei na cama me encolhendo e quando abracei o travesseiro as lágrimas caíram, novamente.
A olhei ficar distante e me encostei ao carro passando a mão no rosto, o Dan não merecia esse fim, ele era uma boa pessoa e ainda não acreditava naquilo. Lembrei à tarde que passamos no hospital e o deixei ganhar por diversas vezes. Queria ficar ao lado da Manuela mais tinha que respeitar a dor dela naquele momento, sabia que nada amenizaria a não ser a volta do Daniel o que seria impossível.
Senti um aperto enorme no peito, entrei no carro e deixei o vento bater de leve em meu rosto enquanto seguia para o hotel, queria ficar para o enterro dele, queria esta ao lado dela e a ajudar no que preciso fosse.
Quando minha mãe chegou ela subiu correndo para me ver, ela soube da morte do Dan pela mãe dele que ligou para ela perguntando como eu estava. Quando a vi entrar no quarto, a deixei me por em seu colo, e ela ficou a me embalar em seus braços por um bom tempo.
As lágrimas e a dor consumiram todas as minhas energias e eu acabei dormindo. Sonhei com o Dan, com tudo o que eu tinha sonhado em passar ao lado dele e no sonho ele parecia tão real, que senti seus carinhos em meu rosto; ele tinha o mesmo brilho no olhar. Ele me olhou alisando meu rosto e disse; "Eu te amo, muito, mas não se esqueça de ser feliz!"
Acordei no outro dia, com minha mãe me chamando, com carinho, para que eu comesse algo, mas só um suco desceu. Eu não estava sentindo vontade de nada. Contei a ela sobre o sonho e ela disse que era para eu ser forte e ser feliz como o Dan queria que eu fosse. Ela me falou sobre o velório e disse que não sairia do meu lado.
Nos arrumamos para o enterro e eu fui calada no carro, não conseguia pensar e nem falar nada, a dor ainda insistia. Quando chegamos abracei a mãe dele forte e acabamos chorando juntas, por um tempo, ela me agradeceu por tudo o que eu tinha feito por ele e eu a agradeci por ter o dado a vida.
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