sexta-feira, 28 de setembro de 2012

CAPÍTULO VINTE E SETE.


-Tá bom? Perguntei a ele.
-Muito bom! Ele sorriu.
-Mesmo? Nossa! Peguei o que tinha! Ri.
-Eu gostei! –Ele sorriu e beijou minha mão. -Obrigado amor!
-De nada! Sorri e dei um selinho nele.
-Com esse beijinho no final ficou melhor ainda! Ele sorriu.
-Bobo! Sorri.
-Sério mô! Ele fez biquinho beijando minha bochecha.
-Quer assistir um filme? Olhei pra ele.
-Não, quero carinho!
-Quer carinho, é? Brinquei com seu nariz.
-Quero... Ele sorriu se aproximando.
-Então vem pra o sofá! Sorri indo para o sofá sentando.

Segui ela me sentando no sofá e logo deitei colocando minha cabeça sobre seu colo macio, fechei meus olhos e senti o carinho dela, era tão delicada, carinhosa e me dava beijinhos no rosto me fazendo delira e sair do ar.

-Pára de ser fofo vai! Sorri dando um selinho nele.
-Eu não fiz nada, só to sentindo seus carinhos! Ele falou com voz sonolenta.
-Tá com soninho? Perguntei fazendo carinho no cabelo dele.
-Pouquinho! Ele fez biquinho ainda de olhos fechados.
-Vou pegar os lençóis, pra você, antes que você durma! Sorri.
-Tá bom! Ele sorriu.

Subi e peguei os lençóis e um travesseiro para ele. Quando desci o vi me esperar, concentrado na TV assistia a um programa, onde uma menina falava sobre ele, ela era fã. Era uma reportagem, falando sobre ídolo e fã, ele sorria feito bobo enquanto a sua fã falava. Sentei ao seu lado e ele colocou a cabeça sobre o travesseiro, que estava em meu colo. Assistimos e logo depois mudamos para outro canal.


-Nossa! Só faltou babar na sua nega, agora! Sorri.
-Fico tão emocionado com o carinho delas!
-E é por isso que elas te amam tanto! Sorri.
-E você? Me ama? Ele me olhou profundamente.
-Lú eu... Não sei, não sei te falar! Não parei pra pensar... Você me faz bem, gosto de ficar com você, de conversar, gosto do seu jeito, de como me faz ri... Mais, não sei se já amor! O olhei meio sem jeito.
-Eu perguntei como ídolo! Ele me olhou confuso mais percebi uma tristeza em seu olhar.
-Ah! Como ídolo amo! –Respondi sem graça. –Desculpa... Não queria, enfim, acho que eu vou dormir!
-Boa noite!

Levantei e lhe dei um beijo na bochecha e fui para meu quarto, antes de subir o vi deitando no sofá e se cobrindo por completo, fiquei sem graça pelo o que aconteceu e quando deitei na cama, abracei o Rafa.
Não consegui dormir, direito, as lembranças do Dan e as coisas que ele me pediu, quanto ao Luan, invadiram a minha mente. Já era tarde quase duas horas, da manhã, e eu resolvi levantar para beber água, na verdade ver como ele estava.

Desci e o vi dormindo e como ele era lindo dormindo. A carinha amassada no travesseiro fez um biquinho se formar em sua boca. Sorri o olhando e cheguei perto beijei sua bochecha e o cobri direito.

Eu sabia que tinha mais uma vez me precipitando em pergunta aquilo pra ela, antes mesmo de ouvi sua resposta já sabia o que ela iria falar, mais ouvi da boca dela foi muito pior do que imaginei. Mudei de assunto para o clima não ficar tenso mais tanto eu como ela não conseguimos esconder que ficamos totalmente sem graça. 


Após ela me dar um beijo e subir, me enrolei por completo, queria fechar meus olhos e quando abrisse estivesse no colo da minha mãe pra poder senti os carinhos dela e poder conversar com a Bruna. Sabia que ela gostava de mim, mais saber que não era como eu gostava, doía muito. 

Não demorou muito pra ser embalado em um sono profundo, sonhei com o Dan me dando conselhos sobre e ela e riamos demais quando ele falava de alguma mania engraçada dela, o sonho parecia real e fazíamos careta um do outro com algo que conversávamos. Senti algo gelado beijar minha bochecha e devagar abri meus olhos vendo ela me olhando e me cobrindo direito.

O cobri, com cuidado, para não o acordar, não percebi que ele havia aberto os olhos e me virei colocando o controle, da TV, no lugar e me voltei para ir à cozinha, beber água, passando por ele no sofá.

-Manu... Ele falou baixinho com voz de sono.
-Oi! Te acordei? Olhei pra ele.
-Tá sem sono?
-To! E você? Quer água?
- Não brigado, é perdi um pouco do sono!
-Ah! –Fui até a cozinha e bebi água, voltei pra sala e ele havia sentado, no sofá, me observando. –A gente tem que acordar cedo né? Sentei ao lado dele. 
-É! Mais eu já tô acostumado a virar noite, você tem que descansar, pra aguentar!
-É, né?!... Lú, posso te pedir uma coisa? Virei pra ele, chegando, um pouco, mais perto.
-Pode! Ele me olhou.
-Dorme comigo? É que... Eu não vou consegui dormir, de jeito nenhum! Talvez com você, sei lá... Com você me sinto mais segura, sabe?! Mais se não... Se não quiser, tudo bem...! O pedi sem graça.
-Tudo bem! Ele sorriu.
-Sério? O olhei e senti meu rosto ficar quente, eu estava vermelha.
-Sim! Você tá vermelha! Ele riu apertando meu nariz.
-É... Senti meu rosto quente! –Sorri. –Vem comigo, então? Levantei e estendi minha mão par que ele segurasse.
-Vamos tomatinho! Ele riu pegando em minha mão.

O guiei até meu quarto e quando chegamos, ele, logo, deitou na cama. Fechei a porta e fui até a cama, quando deitei ao lado dele ele me cobriu e me abraçou, colocando o Rafa, com cuidado, ao meu lado. Achei aquela atitude dele, linda, e sorri.

-Vou ficar fazendo carinho em você até dormi, tá neném?
-Tá! Sorri.

Fiquei fazendo carinho nela e cantarolando minhas musicas no pé do seu ouvido, ela sorria de olhos fechados e aquela cena me fazia ir ao paraíso. A Manuela era linda e nos meus braços ainda mais, eu estava apaixonado e não tinha como negar, caso isso acontecesse meus olhos me denunciariam. Alguns minutos depois percebi que ela havia dormindo, apertei ela pra mim e fechei meus olhos desejando que aquele momento acontecesse por várias vezes. Beijei sua cabeça e fiquei ali acordado pensando em nós dois e de como seria daqui pra frente.

Dormir sentindo os carinhos dele foi maravilhoso. Ele cantarolava ao pé do meu ouvido, me ninando, fazendo me sentir mais segura e tranquila. Não demorou para que eu dormisse; com ele eu me sentia mais segura.


Pela manhã acordei com os beijos dele em meu pescoço, ele me chamava para me arrumar, para podermos viajar. Nos arrumamos e descemos. Tomamos café juntos e minha mãe me cobriu de recomendações, antes de se despedir de mim com um abraço apertado. O Roberval chegou em uma van, que nos levaria até o aeroporto, me dando um abraço desejando forças, quanto ao Dan, eu o agradeci e seguimos para o bicuço.

Durante o caminho rimos de algumas brincadeiras do Roberval, mas eu e o Luan estávamos em um clima de carinho. Sentei ao seu lado e, não sabia o porquê, não sentia vontade de desgrudar dele. Segurávamos a mão, um do outro, mesmo abraçados na van. Eu estava descobrindo o quanto era bom ficar em seus braços, todo o tempo.

Chegamos ao aeroporto e lá ele me apresentou empresário, a assessora e ao piloto e copiloto do jatinho. Entramos e eu me senti, um pouco sem graça com todos, no começo, mas, logo, a Dagmar me fez me sentir mais à vontade. Viajei ao lado dele e ouvindo o que a Dagmar lhe passava. Ele teria o dia livre, então, ela lhe recomendou que descansasse para o show que ele iria fazer pela noite.

Quando chegamos ao Rio de Janeiro, me surpreendi, era cedo então, não tinham fãs a espera dele, o que nos fez ficar à vontade sem precisar que eu saísse depois que ele do avião, já que nenhuma fã sabia sobre a nossa relação. Fomos para o hotel trocando carinhos.

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