sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

CAPÍTULO CENTO E CINQUENTA E DOIS.


Continuei beijando seu pescoço, depois que ele tirou minha blusa. Ele me carregou até a cama e antes de deitar o corpo sobre o meu, tirou a blusa. Sentei na cama o olhando nos olhos e beijei da sua barriga até a sua boca, arrancando dele arrepios.

Quando senti seus beijos sobre minha barriga senti um frio na espinha me fazendo arrepiar dos pés a cabeça. Tirei seu short, enquanto passava a língua dando sugadas em sua barriga e joguei no chão quando consegui tirar. Voltei a beijar sua barriga e passei a língua subindo até seus seios onde tirei seu sutiã olhando seus olhos e abria um sorriso.

Ele me deitou na cama beijando minha barriga, me arrancando um arrepio que percorreu todo o meu corpo. Fechei meus olhos sentindo seus beijos percorrerem meu corpo e quando ele tirou meu short ele me olhou e sorriu. Ele voltou a beijar minha barriga e eu fechei, novamente, meus olhos quando ele passou a língua sobre a minha pele, que queimava de desejo. Ele tirou meu sutiã, enquanto eu beijava seu pescoço e mesclava mordidas.

-Gostosa! Luan sussurrou em meu ouvido mordendo minha orelha e apertou minha cintura.

Ao ouvir ele sussurrar aquilo, em meu ouvido, sorri mordendo, levemente, sua orelha. Beijei do seu pescoço até sua boca, mordendo seu lábio e o puxando pra mim, o olhando fixamente nos olhos.

-Sua gostosa! Sorri.

Sorri lhe dando um selinho e aos poucos fui tirando sua calcinha que em segundos já estava no chão, a beijei de uma forma provocante e encaixei meu corpo ao seu e ela mordeu meu queixo dando um beijo logo em seguida começando leves movimentos sobre o corpo dela, que fazia ambos fechar os olhos. Tudo estava intenso entre nós dois, nossos corpos pegavam fogo e aquele momento era nosso.
Quando ele começou a fazer movimentos intensos sobre mim, arranhei, suavemente, suas costas com minhas unhas. Fechamos os olhos sentindo nossos corpos conversarem, silenciosamente, só nossas respirações ofegantes que ouvíamos. Esqueci o mundo, novamente, nos braços dele, com ele me desejando daquela forma, nada mais importava. Me arrepiava a cada segundo, com os beijos dele e as caricias dele, que apertava minha cintura e coxa de uma forma que me dava ainda mais prazer.

Beijava seu pescoço, orelha, queixo, ombro, enquanto continuava nosso movimento preferido. Estava tudo gostoso, e pra melhorar nosso suor começou a se misturar formando apenas um assim como estava nosso corpo e alma naquele momento. Passei de leve minha língua sobre seus lábios e ela sugou de uma forma provocante fazendo com que eu aumentasse aquele movimento sobre nossos corpos.

Nossos corpos estavam em uma química perfeita, era impossível de controlar aquele desejo só aumentava. Nosso suor começou a se misturar, formando um só e isso me deixou com mais vontade de fazer aquele momento se prolongar. Ele passou a língua sobre meus lábios e eu a suguei a colocando dentro da minha boca, o olhando fixamente nos olhos. Ele aumentou o movimento sobre meu corpo me fazendo ficar, ainda mais mole e sentir ainda mais prazer. Apertei com força o lençol da cama e, enquanto ele beijava meu ombro gemia em seu ouvido.

Passei minha mão em sua cintura e desci até sua coxa onde apertei com força mordendo levemente seu pescoço, aquela vontade só aumentava e isso estava nos deixando loucos de prazer. Quando ela começou a gemer em meu ouvido senti meu coração acelerar de uma forma extraordinária. Aumentei ainda mais o movimento e o calor dos nossos corpos aumentava, cada vez mais, assim como o clima do quarto.

Ele aumentou a intensidade dos movimentos, ainda mais, me fazendo enlouquecer de prazer. Apertei ainda mais forte o lençol da cama e meus gemidos ficaram mais altos. O Luan não resistiu e me olhou, depois me beijou intensamente, me fazendo cravar minhas unhas na pele dele, nas costas.

Nosso quarto estava completamente tomado por aquele momento, nosso cheiro estava no ar e tudo estava espalhado pelo chão, do jeito que eu gostava de ver. Mais dessa vez era diferente. Tudo estava mais intenso que antes, tudo estava melhor do que das últimas vezes; esse momento superou o nosso encontro em Nova York.

A beijei intensamente, enquanto sentia suas unhas arranharem minhas costas me fazendo sorri enquanto a beijava. Alisava sua coxa e às vezes puxava com força fazendo o nosso movimento ficar mais profundo. Não parei aquele beijo e não queria que acabasse, quando ficávamos sem fôlego ficávamos dando selinhos até recomeçar, mais uma vez, aquele beijo quente e gostos que trocávamos. Aquele momento com certeza havia superado todos que tínhamos vivido desde então.

A tarde toda foi assim, nos amando, matando a saudade e tentando matar tudo aquilo que estava estragando e querendo acabar com nosso casamento. Aquela tarde serviu pra nos mostrar o quanto nós dois nos amávamos e quando estava vivo tudo aquilo. Quando finalmente nos damos por satisfeito tirei meu corpo de cima do dela e deitei ao seu lado totalmente suado e com a respiração ofegante e falha ao mesmo tempo.

Quando nossos corpos se deram por satisfeitos ele deitou ao meu lado. Eu tentava recuperar meu fôlego, por que minha respiração estava falha. Fechei meus olhos e sorri lembrando tudo aquilo, aquele momento serviu para confirmarmos que nada estava acabando entre a gente. Olhei pra ele sorrindo e alisei o seu rosto.

-Eu te amo! Ele disse com dificuldade em meio à respiração.
-Te vivo! Sorri, ainda respirando rapidamente.
-Foi maravilhoso! Ele me deu um selinho.
-E gostoso! Mordi meu lábio.
-Muito! Ele me beijou mais dessa forma mais delicada.
 -Mô que horas são? Olhei pra ele mordendo seu lábio.
-Não sei, por quê? Ele alisava minha bochecha.
-Reunião amor! Sorri.
-A reunião agora é entre eu, você o amor e o prazer! Ele mordeu meu lábio puxando pra ele.
-Opa! Gostei! Por mim não terminava nunca, essa reunião! Sorri.
-Vamos tomar um banho juntinhos? Tanto tempo não fazemos isso... Ele beijava meu pescoço.
-Vamos! Me carrega? Sorri.
-Ê muié! Ele me pegou sorrindo e entramos no banheiro.

Ele me carregou em seu colo e eu comecei a beijar ele, de novo, ele me colocou no chão quando já estávamos dentro do box. Abri o chuveiro e ele me puxou pra mais perto. Enquanto a água escorria por nossos corpos nos beijávamos. No banho foi tudo menos intenso e muito mais carinhoso. Nos tocávamos de uma forma suave e trocávamos declarações, baixinho, ao pé do ouvido. Eu já tinha esquecido o quanto era bom tomar banho daquele jeito, mas sempre lembrava aqueles momentos.

Sorríamos a todo instante, das brincadeiras do jeito atrapalhado dele, durante o banho. Quando terminamos, ele me ajudou a secar meu corpo, ele estava delicado e não desconectávamos nossos olhares. O ajudei a secar o cabelo e brinquei com ele, bagunçando o cabelo dele, que o irritava.

-Mô posso falar uma coisa? Sorri abraçada a ele por trás o olhando ajeitar o cabelo no espelho, do banheiro.
-Pode minha vida!
-Não quero estragar o clima, mas eu to sentindo falta do Dan...! Ele não chorou, não atrapalhou... Sei lá! Parece que falta algo! Sorri, com medo do que ele iria falar.
-Ele gosta da Maria, você sabe disso. Mais também senti! Ele se virou pra mim já com cabelo arrumado.
-Eu sei disso... Mais senti falta! Alisei o rosto dele.
-Quer descer?
-Não vai ficar chateado? Eu subo com ele!
-Não, não vou! Já tive minha tarde com você, agora é a vez dele. É isso que eu estava querendo te dizer, entendeu? Saber dividir as coisas amor!
-Então me ajuda fazer isso, me dá uns toques mô... Tá? Vou descer e trazer ele... –Ouvi ele chorar. –Ele deve tá com fome, vou aproveitar e dar a ele comida e eu subo com ele depois, por ele deve tá com saudade do pai! Sorri.
-Só não demora por que a saudade dói muito! Ele me deu um selinho demorado.
-Não demoro, não, prometo! Sorri.

Me arrumei, enquanto ele beijava meu pescoço e eu sorria. Saí do quarto descendo a escada vendo o Dan comer com a Maria no sofá. Quando ele me viu ficou me chamando e eu dei a ele as verduras, amassadas. O Dan se melou todo, por que ele colocou a mão na comida e melou todo o rostinho, tentando chupar os dedinhos melados da comida. Subi com ele no colo ainda chupando os dedos melando toda a roupa. Entrei no quarto dele com ele achando aquilo tudo divertido, rindo.

-Amor vem ver o que o seu filho aprontou! Chamei o Luan e o Dan sorriu.
-Que foi... ?! –Luan começou a ri. –Que isso filhão? Dan pulou no meu colo dando um grito.
-Ele meteu a mão na comida e se melou todo! –Coloquei o Dan no berço. –Pega os lencinhos dele?
-Pego! Luan pegou rindo e me entregou.

Tirei a roupa que o Dan vestia que estava toda suja. Ria das caretas que ele fazia quando eu tirava os dedinhos dele da sua boca, limpando-os com o lenço umedecido. Ele ria quando eu fazia cócegas nele e ficava nos olhando curioso, parecia querer saber o que havia acontecido, para o sumiço de nós dois.

-Filho, mostra a sua dança pra mamãe, aquela que te ensinei! Luan colocou a musica "Eu quero Tchu eu quero Tcha" no celular e Dan ficou em pé no berço começando a dançar.
-É isso que você ensina a seu filho é? Ri.
-A piscadinha filho! Dan dançava e piscava os dois olhos descendo e subindo, enquanto gritava parecendo que cantava a música.
-Luan Rafael... Olha isso! Olhei pra o Luan rindo e o empurrei, levemente.
-Ai, dança pra caramba! Luan gargalhou olhando ele que bateu as mãozinhas e colocou sobre a boca soltando beijos gritando logo em seguida.
-Pega uma roupa pra ele, vai! Sorri olhando para o Luan.
-Pego meu amor, pego tudo, inclusive você! Ele me deu juntada me dando um selinho.
-Gostei disso! Sorri mordendo o lábio dele e o Dan nos olhou sorrindo.
-Eu te amo! Ele colou sua testa na minha.
-Te amo, muito mais! Sorri passando meus braços por trás do pescoço dele.
-Mamã?! O Dan colocou um dos dedinhos na boca e olhou feio para o Luan.
-Sentiu o cheiro do ciúme? –Luan sorriu me olhando. –É meu amor, você tem dois homens ciumentos ao seu lado, não é filho?
-Senti o cheiro... Um dia os dois vão me deixar doida! Sorri olhando para o Dan que ainda olhava feio para o pai.
-Vem cá campeão! –Luan o pegou beijando sua bochecha e se aproximou de mim. –Não sei se você entende o que eu falo, mas quero que saiba que a única pessoa que divido sua mãe é com você, tá bom? Ela é nossa e de mais ninguém, beleza? Bate aqui na minha mão!
-Mamã! O Dan se jogou pra mim, e sorriu para o pai do meu colo.
-Mô acho que nem com você ele quer me dividir! Ri e o Dan colocou a cabecinha sobre meu ombro.
-Assim papai fica triste! Luan fez bico e voz de choro.
-Mais eu faço questão de me dividir com você! Me aproximei do Luan e o dei um selinho.

Depois que vestimos o Dan descemos pra sala, brincamos um pouco com o Dan e logo fomos nos arrumar, a reunião estava próxima e Dagmar odiava atraso. Enquanto me arrumava passava mil coisas na minha cabeça, mais não deixava nada me abater, depois daquela tarde não queria mais brigar e nem discutir com ela, a amava demais pra isso.

Ajudei ela a arrumar o Dan, Manu não queria deixar ele com a Maria, não por falta de confiança, mas por querer levar ele pra passear um pouco. Quando estávamos prontos, ajeitei a cadeirinha do Dan no carro e seguimos juntos. No carro foi silêncio, ela ia lendo uns papeis e eu prestava atenção no caminho pensando em como seria tensa essa reunião. Chegamos e o Dan foi no meu colo mordendo o mordedor dele quietinho.

Me vesti com uma roupa social e fiz uma maquiagem leve, colocando um salto. Preferi que fossemos com o Dan pra que ele saísse, um pouco, de casa. Durante o caminho fui concentrada em minhas anotações, enquanto o Luan prestava atenção no caminho. Assim que chegamos saí e o ajudei a tirar o Dan da cadeirinha. O Dan foi no colo do pai babando todo o mordedor.

Subimos e me preparei para enfrentar os olhares de todos do escritório. Assim que entramos no escritório cumprimentei todos e alguns me cumprimentaram de volta, achei que fosse por que o Luan vinha, logo, atrás de mim. O pior foi entrar na sala de reunião e encontrar com os olhares penetrantes da Dagmar e do Anderson, mas para o meu alívio o seu Amarildo me olhava com aquele olhar doce que ele tinha. O Luan deixou o Dan com o Roberval e a Patrícia e entrou, logo, em seguida.

-Boa tarde! Luan entrou cumprimentando todos que respondeu.
-Pensei que fosse se atrasar novamente! Um dos meus clientes o provocou.

-Sem provocações ok? Eu resolvo! –Olhei pra ele impaciente. –Então, podemos começar? Olhei para o Anderson.
 -É impressão minha ou vocês usam alianças iguais?

3 comentários:

  1. Caraca amoor , voce sumiu mais quando voltou foi com tudo hein !!?? hahaa , amei os posts de hoje ! posta mais amanha , quuero ver como essa reuniao vai acabar ! tenso demais !
    Silvana

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  2. aaaaaaaaaaaaaaaaah q curiosaaa ele vai descobrir q eles são casadooos, oq ele vai fazer ? =c some mais nao moor haaha

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  3. Eita porra foi pro pau! e agora?? amore ó faz mais isso ñ, num some, quase morri d curiosidade!rsrsrs postaaa maaais

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