-É! Eles querem 250 mil, por
alguns danos causados na estrutura do palco e por seu atraso. Mais eu vou fazer
de tudo pra isso terminar bem, para os dois lados, prometo!
-Es... Espera, deixa ver se entendi! Você tá do lado dele e contra o seu marido
e pai do seu filho? É isso mesmo ou eu tô ouvindo coisa?
-Eu não estou ao lado de ninguém! Você sabe que seria antiético da minha parte
me envolver sentimentalmente com um caso... A lei é pra todos sem nenhuma restrição!
É meu trabalho, eu não posso negar... Me entende, por favor!
-Esses caras são loucos, eu atrasei apenas uma hora!
-Eu sei... Eu estudei o caso inteiro, eu tenho uma cópia pra você e pra mim,
manda o advogado da LS Music seguir o que eu coloquei e grifei lá. Ele vai se
sair bem, mas é inevitável... Você vai ter que reembolsar por algumas coisas
que danificaram no palco, na montagem da estrutura do show, o que eu duvido
muito, mas é preciso provar o contrário e pra isso precisa da autorização de um
juiz e você não quer que isso saia na mídia né?
-Que merda! Luan pegou celular e saiu do quarto.
Desci as escadas, enquanto discava o número do Anderson e fui pra área da piscina começando a explicar tudo o que aconteceu, assim como eu ele ficou surpreso pela Manuela, mais não falou nada, apenas mandou manter a calma, pois ele entraria em contato com o advogado da nossa equipe e que tudo iria acabar bem. Desliguei após longos minutos no celular com ele e liguei para o meu pai também lhe contanto, precisava contar e desabafar com ele e assim como eu e Anderson ficaram surpresos com a Manuela, mas preferiram ficar com sua opinião pra si. Assim que desliguei sentei na cadeira de sol na beira da piscina e respirei fundo.
-Amor não é culpa minha, eu não sabia de nada! Cheguei perto da cadeira onde ele estava e alisava meu braço, como se estivesse com frio.
Desci as escadas, enquanto discava o número do Anderson e fui pra área da piscina começando a explicar tudo o que aconteceu, assim como eu ele ficou surpreso pela Manuela, mais não falou nada, apenas mandou manter a calma, pois ele entraria em contato com o advogado da nossa equipe e que tudo iria acabar bem. Desliguei após longos minutos no celular com ele e liguei para o meu pai também lhe contanto, precisava contar e desabafar com ele e assim como eu e Anderson ficaram surpresos com a Manuela, mas preferiram ficar com sua opinião pra si. Assim que desliguei sentei na cadeira de sol na beira da piscina e respirei fundo.
-Amor não é culpa minha, eu não sabia de nada! Cheguei perto da cadeira onde ele estava e alisava meu braço, como se estivesse com frio.
-Eu sei, não tô te
culpando de nada! Ele falava olhando reto.
-Eu só queria chegar em casa
e matar a saudade que eu estava de vocês, mas ai acontece isso! Por mais que
você me diga isso, entre a gente vai ficar tudo estranho, fora que todo mundo
da equipe vai ficar me olhando torto...!
-O Anderson vai pagar a quantia que eles querem, o meu advogado vai entrar em
contato com você!
-Você pode pagar menos... Tudo bem! Eu vou esperar! Desculpa...! Virei às
costas e segui indo até a porta.
Respirei o mais fundo que podia olhando para o céu e percebi como o céu estava nublado. Passei as mãos no rosto pensando nessa situação e realmente não sabia o que pensar e fazer. Quando sempre estava tudo bem, algo ou alguém aparece e acabar com tudo.
Passamos o dia estranhos, um com o outro, comi na sala, enquanto assistia TV e ela na cozinha com o Dan. Ajudei a Maria a lavar as coisas e Dan me chamou pedindo colo. O peguei indo pra beira da piscina e fiquei brincando com ele, enquanto ela observava de longe com olhar triste. A campainha tocou e quando ela abriu Dagmar entrou com Anderson e meu pai.
-Oi! Cumprimentei eles, um pouco, envergonhada.
Respirei o mais fundo que podia olhando para o céu e percebi como o céu estava nublado. Passei as mãos no rosto pensando nessa situação e realmente não sabia o que pensar e fazer. Quando sempre estava tudo bem, algo ou alguém aparece e acabar com tudo.
Passamos o dia estranhos, um com o outro, comi na sala, enquanto assistia TV e ela na cozinha com o Dan. Ajudei a Maria a lavar as coisas e Dan me chamou pedindo colo. O peguei indo pra beira da piscina e fiquei brincando com ele, enquanto ela observava de longe com olhar triste. A campainha tocou e quando ela abriu Dagmar entrou com Anderson e meu pai.
-Oi! Cumprimentei eles, um pouco, envergonhada.
-Manuela esse é o Doutor Humberto, nosso advogado! Anderson falou firme.
-É! Eu conheço! O
cumprimentei, apertando sua mão.
-Então... Vamos resolver isso? Dagmar falou fria comigo.
-Vamos! –Falei triste com o modo que eles me tratavam, mas eu tinha que ser
profissional. –Mais eu preferia que fosse no escritório, não gosto de misturar
trabalho com a minha vida pessoal, pode ser? Olhei pra eles, enquanto falava firme.
-Claro! Amanhã nos encontramos no escritório! Amarildo propôs e parecia mais calmo.
-Tudo bem! Vocês querem alguma coisa? Sogrinho o Dan está na piscina com o Luan, se você quiser ir lá,... Sabe que é sua casa né? –Sorri. –Dagmar, Anderson e Humberto podem sentar, querem água ou outra coisa? Os tratei normalmente.
-Claro! Amanhã nos encontramos no escritório! Amarildo propôs e parecia mais calmo.
-Tudo bem! Vocês querem alguma coisa? Sogrinho o Dan está na piscina com o Luan, se você quiser ir lá,... Sabe que é sua casa né? –Sorri. –Dagmar, Anderson e Humberto podem sentar, querem água ou outra coisa? Os tratei normalmente.
-Não Manu, já estamos indo! Obrigado! Dagmar saiu com Anderson e Humberto.
-Eu estou indo também, vou passar no escritório,
depois conversamos ok? E olha... Sobre sua atitude, te admiro por isso. Você é
uma mulher maravilhosa! Amarildo sorriu beijando minha testa.
-Brigada sogrinho! Sorri.
-O Luan ele vai te
entender, fica calma que tudo se acerta!
-Espero que seja logo!
Brigada mesmo, me sinto mais segura sabendo que me entendeu!
-Vou sempre estar aqui! Ele sorri saindo e eu fechei a porta.
Respirei fundo e fiquei mais alivia ao saber que o Amarildo tinha me entendido. Afinal, não foi culpa minha eu não sabia de nada, mas isso não importava tinha que me mostrar firme, sem misturar minha vida pessoal com meu trabalho; tinha que mostrar que eu era uma das melhores advogadas de Londrina e essa seria minha grande chance.
Decide dá tempo ao Luan não fiquei no pé dele em nenhum momento e eu fiquei quieta no meu canto lendo alguns outros papeis do escritório. Ele só me deu o Dan, quando o Dan pediu meu colo e eu dei sopinha a ele, depois que a Maria foi embora. Da cozinha eu vi, enquanto dava sopa para o Dan, o Luan olhar os papeis que eu lia, curioso.
Respirei fundo e fiquei mais alivia ao saber que o Amarildo tinha me entendido. Afinal, não foi culpa minha eu não sabia de nada, mas isso não importava tinha que me mostrar firme, sem misturar minha vida pessoal com meu trabalho; tinha que mostrar que eu era uma das melhores advogadas de Londrina e essa seria minha grande chance.
Decide dá tempo ao Luan não fiquei no pé dele em nenhum momento e eu fiquei quieta no meu canto lendo alguns outros papeis do escritório. Ele só me deu o Dan, quando o Dan pediu meu colo e eu dei sopinha a ele, depois que a Maria foi embora. Da cozinha eu vi, enquanto dava sopa para o Dan, o Luan olhar os papeis que eu lia, curioso.
Li alguns dos papeis que ela havia deixado em cima do sofá e respirei fundo deixando tudo onde estava subindo para o quarto. Tomei um banho demorado e desci pra jantar, a ajudei a limpar a cozinha e novamente subi calado sem dizer nenhuma palavra. Tirei a camisa e deitei na cama ligando a TV começando a assistir.
-Lú fica com o Dan, rapidinho, pra eu tomar um banho, pode ser? Entrei no quarto com o Dan olhando curioso o brinco que eu usava.
-Claro! Vem cá para o papai! Dan se jogou pro Luan que beijou a bochecha dele.
Tirei minha roupa, ali mesmo e peguei minha toalha e entrei no banheiro. Tomei um banho demorado e pensei nesse clima que estava entre a gente, estava me sentindo péssima, com isso, mas me mantive do mesmo jeito; não iria forçar nada.
Saí do banho escovando os dentes e depois fui para o quarto pegando uma camisola. Me vesti na frente dele, não pra provocar, mas já era um hábito. Quando virei vi o Dan puxar o cabelo dele, enquanto ele me olhava, até que o Dan puxou forte o cabelo dele que fez ele voltar a tenção ao filho. Saí do quarto pra beber água, na cozinha.
Me perdi quando ela começou a se vesti na minha frente, como ela conseguia ser linda e arrancar de mim toda minha atenção. O Dan puxou meu cabelo fazendo minha atenção voltar a ele e o coloquei sobre meu peito alisando suas costas devagar que começou a lutar contra o sono mais assim que lhe dei um bico ele fechou os olhos dormindo e eu fechei meus olhos continuando com o carinho em suas costas.
Tirei minha roupa, ali mesmo e peguei minha toalha e entrei no banheiro. Tomei um banho demorado e pensei nesse clima que estava entre a gente, estava me sentindo péssima, com isso, mas me mantive do mesmo jeito; não iria forçar nada.
Saí do banho escovando os dentes e depois fui para o quarto pegando uma camisola. Me vesti na frente dele, não pra provocar, mas já era um hábito. Quando virei vi o Dan puxar o cabelo dele, enquanto ele me olhava, até que o Dan puxou forte o cabelo dele que fez ele voltar a tenção ao filho. Saí do quarto pra beber água, na cozinha.
Me perdi quando ela começou a se vesti na minha frente, como ela conseguia ser linda e arrancar de mim toda minha atenção. O Dan puxou meu cabelo fazendo minha atenção voltar a ele e o coloquei sobre meu peito alisando suas costas devagar que começou a lutar contra o sono mais assim que lhe dei um bico ele fechou os olhos dormindo e eu fechei meus olhos continuando com o carinho em suas costas.
Antes de voltar para o quarto eu arrumei
a sala que estava com os brinquedos do Dan, espalhados. Subi as escadas,
passando no quarto do Dan ajeitando o berço dele, depois entrei no nosso
quarto. Assim que entrei o Dan me olhou e estendeu a mão como se me chamasse.
Ele estava sobre a barriga do Luan, que o fazia carinho nas costas, com os
olhos fechados. Me aproximei da cama, sem pegar o Dan por está com o pai,
sentando na cama. O Dan me olhou e me chamando começou a chorar fazendo o Luan
abrir os olhos.
-Que foi filho? Quer sua mãe?
-Que foi filho? Quer sua mãe?
-Pronto! Mamãe pegou! Acabou, passou!
Peguei o Dan que se jogou pra mim e ficou quietinho em meus braços, depois que
pousou a cabecinha em meu ombro.
Ela pegou Dan dos meus braços e eu respirei fundo continuando a ver TV com as mãos sobre a barriga, estava sem sono e dormi aquela noite daquele jeito com ela seria complicado. Mudei de canal diversas vezes e acabei encontrando um que passava sobre música sertaneja.
Deitei com o Dan sobre mim, ainda com a cabecinha no meu ombro. Ele se irritou com a chupeta e jogou ela longe, pousando o bracinho, esticado, sobre mim, como se me abraçasse. Ele ficou quietinho, parecia sentir meu cheiro, e eu olhava para o Luan diversas vezes, queria que aquele clima acabasse.
-Lú ele dormiu? Perguntei baixo ao Luan.
Ela pegou Dan dos meus braços e eu respirei fundo continuando a ver TV com as mãos sobre a barriga, estava sem sono e dormi aquela noite daquele jeito com ela seria complicado. Mudei de canal diversas vezes e acabei encontrando um que passava sobre música sertaneja.
Deitei com o Dan sobre mim, ainda com a cabecinha no meu ombro. Ele se irritou com a chupeta e jogou ela longe, pousando o bracinho, esticado, sobre mim, como se me abraçasse. Ele ficou quietinho, parecia sentir meu cheiro, e eu olhava para o Luan diversas vezes, queria que aquele clima acabasse.
-Lú ele dormiu? Perguntei baixo ao Luan.
-Dormiu, quer que coloque ele no berço?
-Se importa?
-Claro que não!
Levantei devagar pegando o Dan com cuidado que se mexeu se ajeitando em meus braços e fui em direção a seu quarto, coloquei ele no berço, com cuidado, e o enrolei devagar lhe dando um beijo na testa. Deixei apenas um abajur acesso e sai encostando a porta. Entrei novamente no nosso quarto e fechei a porta. Tínhamos babá eletrônica caso o Dan chorasse. Deitei na cama voltando a olhar a TV e respirei fundo me enrolando.
-Boa noite! Virei de costas pra ele e fechei meus olhos os apertando forte, como se meu sono fosse chegar mais rápido.
Não a respondi e assim como ela virei de costas após desligar a TV, respirei fundo me cobrindo por completo e a vontade de abraçar ela e fazer se senti protegida em meus braços era enorme.
Por mais que eu quisesse eu não iria ceder, não queria forçar a ele nada, nem encher ele de explicações que eu sabia que ele não ouviria. Permaneci de olhos, bem fechados, me ajeitando na cama. Meu pé passou pela perna dele, sem querer e eu o afastei rápido.
Senti seu pé passar por minha perna e minha pele, imediatamente, se arrepiou. Abri meus olhos olhando pra ela que estava de costas e fiz bico. O cheiro do cabelo dela estava maravilhoso e me embriagava de uma forma única. Sentei na cama por não consegui dormir e passei as mãos no rosto.
Senti ele se mexer na cama, mas permaneci na mesma posição, queria que ele mesmo percebesse que nada daquilo era culpa minha e que ele não falasse nada da boca pra fora; ele estava me culpando, por dentro, sendo contrário as suas palavras.
Levantei da cama andando pelo quarto e me perguntava por que aquilo estava acontecendo. Sentei na poltrona do quarto e entrei no twitter respondendo alguns Fã Clubes. Olhei pra Manu que parecia dormir tranquila e desci pra sala, sentei no sofá ligando a TV e deitei de qualquer jeito pegando no sono com o tempo.
Sentei na cama respirando fundo, estava insuportável aquele clima. Saí do quarto passando para ver o Dan, que dormia feito anjo, e desci o vendo dormir no sofá, desengonçado, e com o celular na barriga. Me aproximei colocando o celular na mesinha e alisei seu cabelo.
-Lú vem pra cama! Chamava ele.
-Hum...? Ele disse ainda de olhos
fechados fazendo biquinhos.
-Vem pra cama, você tá todo torto
aqui...!
-Tá! Ele abriu os olhos devagar
encontrando com os meus.
-Tá com o rosto todo marcado...! Alisei
a bochecha dele.
-É...! Não desconectávamos o olhar.
-Vem pra cama? Ainda mantínhamos os
olhares fixos, um ao outro.
-Tá! Ele se sentou no sofá ainda com
olhar firme em mim.
-Então vem! Estendi minha mão pra ele.
-Bora! Peguei em sua mão.
Subimos de mãos dadas, calados, segui em sua frente e percebi que aquele era o início para que tudo voltasse ao normal, mas tínhamos que conversar, mas não iria enchê-lo com isso, esperaria ele tocar no assunto.
Entramos no nosso quarto e ela fechou a porta que estava atrás da gente, deitei na cama de barriga pra cima e logo ela se deitou ao meu lado nos cobrindo, aquela situação tava estranha, é como se ela fosse uma estranha na qual não podia tocar, beijar e nem fazer carinhos.
Subimos de mãos dadas, calados, segui em sua frente e percebi que aquele era o início para que tudo voltasse ao normal, mas tínhamos que conversar, mas não iria enchê-lo com isso, esperaria ele tocar no assunto.
Entramos no nosso quarto e ela fechou a porta que estava atrás da gente, deitei na cama de barriga pra cima e logo ela se deitou ao meu lado nos cobrindo, aquela situação tava estranha, é como se ela fosse uma estranha na qual não podia tocar, beijar e nem fazer carinhos.
OMG eles vao ficar assim ate quando ? Oo Continua amor
ResponderExcluir:( mais
ResponderExcluirAwinn posta maisss, ta mto bom!
ResponderExcluirAcho que eles vão acabar se entendendo. E acho que o Dan poderia dar uma forcinha. Ela não tem culpa, é o trabalho dela.
ResponderExcluirYana
Ainnnnn posta mais uns 4 pelo amor de Deus!!!! To loca pra saber como isso vai acabar!!
ResponderExcluirComplicada essa situação,mas ele poderia pelo menos para de ser frio com ela e ainda não permitir que a Dagmar ou Anderson trata-se ela daquela forma! Sacanagem
ResponderExcluiramor me passa por favor o link da sua primeira fanfic aqui.
ResponderExcluir