Deitei de
lado, mas de frente pra ele, fechei meus olhos e fiquei quieta. Como ele ficou
calado eu fiquei também, tudo o que eu queria é que ele me abraçasse e deixasse
de ser orgulhoso; queria sentir o abraço dele.
Comecei a dar leves tapinhas na minha barriga, tentado sair daquele clima. Ela estava virada de frente pra mim e não resisti em deitar ficando a sua frente, também, apesar dela estar de olhos fechados. Passei a mão em sua cintura e sabia que somente eu poderia acabar com aquele clima desnecessário que estava entre nós dois. Ela não teve culpa, como mesmo disse foi pega de surpresa e estava apenas cumprindo seu papel, como advogada. Respirei fundo cogitando todas as possibilidades possíveis e percebi que ficar naquele clima não ajudaria e sim atrapalharia nossa relação.
Ele virou pra mim, ao se mexer na cama. Quando ele passou a mão na minha cintura, sorri levemente, era uma demonstração que ele queria quebrar aquele clima. Me aproximei mais dele e senti seu cheiro era muito bom.
-Eu posso perder tudo nessa vida, menos você! Ele falou baixinho alisando minha bochecha.
Não falei nada, apenas me encostei ao seu corpo, colocando meu rosto em seu pescoço. Me senti mais aliviada quando ele me falou aquilo, sabia que o nosso amor iria falar mais alto e iria passar, por cima, do orgulho dele. Era bom saber que ele não estava mais me evitando, como foi durante todo o dia. Eu precisava dele ao meu lado.
-Você entende, né?
Comecei a dar leves tapinhas na minha barriga, tentado sair daquele clima. Ela estava virada de frente pra mim e não resisti em deitar ficando a sua frente, também, apesar dela estar de olhos fechados. Passei a mão em sua cintura e sabia que somente eu poderia acabar com aquele clima desnecessário que estava entre nós dois. Ela não teve culpa, como mesmo disse foi pega de surpresa e estava apenas cumprindo seu papel, como advogada. Respirei fundo cogitando todas as possibilidades possíveis e percebi que ficar naquele clima não ajudaria e sim atrapalharia nossa relação.
Ele virou pra mim, ao se mexer na cama. Quando ele passou a mão na minha cintura, sorri levemente, era uma demonstração que ele queria quebrar aquele clima. Me aproximei mais dele e senti seu cheiro era muito bom.
-Eu posso perder tudo nessa vida, menos você! Ele falou baixinho alisando minha bochecha.
Não falei nada, apenas me encostei ao seu corpo, colocando meu rosto em seu pescoço. Me senti mais aliviada quando ele me falou aquilo, sabia que o nosso amor iria falar mais alto e iria passar, por cima, do orgulho dele. Era bom saber que ele não estava mais me evitando, como foi durante todo o dia. Eu precisava dele ao meu lado.
-Você entende, né?
-Pra ser sincero quando soube me doeu muito, mais eu entendi!
-Eu sei... Eu fiquei triste, quando eu soube que seria você, fiquei pensando em
como te contaria e na sua reação. Eu fiquei péssima!
-Imagino o quanto deve estar sendo difícil pra você, até mais do que pra mim.
Mais você é uma ótima advogada, profissional leva essa fácil!
-É a primeira vez que eu não quero ganhar! –Olhei pra ele e sorri. –Esse
advogado de vocês é bom, mas nem tanto... É bem capaz de ele não pegar muitos
detalhes no processo. Você pode pagar menos, se ele for bom mesmo. Eu preciso
que ele me deixe sem saída e tenha que concordar com tudo o que ele propor! Não
quero que você pague 250 mil reais pra aquele nojentinho...!
-Se for pra me livrar desses caras eu pago! Se é isso que eles querem, deixa
pra lá. Hoje eles tiram de mim, mas amanhã alguém que vai tirar deles!
-Ok! Acho que você está certo...! Mais aposto que o Anderson vai querer ganhar
de mim. O jeito que ele me olhou quando ele entrou aqui em casa...!
-Deixa
ele e a Dagmar comigo, sei lidar com eles!
-Ok, patrãozinho! Sorri.
-Agora dá beijo! Ele sorriu roçando seus lábios nos meus.
Mordi o lábio dele, levemente, e o beijei delicadamente, queria aquele beijo desde quando havia chegado em casa. O beijei suavemente para sentir o gosto do seu beijo, que era único, ninguém teria igual.
A aproximei mais de mim, enquanto a beijava e alisava seu braço, como era bom senti o gosto dela. Nosso beijo era calmo, aproveitávamos cada segundo o que fez o beijo ficar cauteloso e gostoso. Sorri mordendo os lábios dela reiniciando o beijo quando ouvimos o choro do Dan, não era um choro normal, havia desespero.
Quando eu ouvi aquele choro do Dan fiquei preocupada, não era um choro normal e sim um que misturava dor e desespero. Levantei rapidamente da cama e saí ao seu encontro, com o Luan, logo atrás de mim. Quando entrei em seu quarto meu coração disparou ao vê-lo no chão, peguei ele no colo e o apertei contra mim. O balançava em meus braços para tentar acalmá-lo e ele foi ficando mais calmo, meu coração ainda batia acelerado.
-Como ele conseguiu cair desse berço? Luan olhava ao redor do berço.
Mordi o lábio dele, levemente, e o beijei delicadamente, queria aquele beijo desde quando havia chegado em casa. O beijei suavemente para sentir o gosto do seu beijo, que era único, ninguém teria igual.
A aproximei mais de mim, enquanto a beijava e alisava seu braço, como era bom senti o gosto dela. Nosso beijo era calmo, aproveitávamos cada segundo o que fez o beijo ficar cauteloso e gostoso. Sorri mordendo os lábios dela reiniciando o beijo quando ouvimos o choro do Dan, não era um choro normal, havia desespero.
Quando eu ouvi aquele choro do Dan fiquei preocupada, não era um choro normal e sim um que misturava dor e desespero. Levantei rapidamente da cama e saí ao seu encontro, com o Luan, logo atrás de mim. Quando entrei em seu quarto meu coração disparou ao vê-lo no chão, peguei ele no colo e o apertei contra mim. O balançava em meus braços para tentar acalmá-lo e ele foi ficando mais calmo, meu coração ainda batia acelerado.
-Como ele conseguiu cair desse berço? Luan olhava ao redor do berço.
-Sei lá! –O Dan estava mais calmo, mais ainda soluçava. –Pega água pra ele mô!
Aqui ele não dorme hoje! Fui para o nosso quarto.
Desci pra cozinha e meu coração parecia que passeava por toda parte do meu corpo por senti-lo pulsar forte pelo susto. Bebi um pouco de água, também, e peguei pra Manu, coloquei água na mamadeira do Dan e subi devagar. Entrei no nosso quarto e vi Manu fazer carinho nele deitada na cama com ele ao seu lado, ele estava mais calmo e parecia ter sido só um susto.
-Mô será
que ele não estava tentando ficar em pé? Olhei para o Luan.
-Deve ter sido amor, ele já quer andar!
-Toma
bebe essa água! Ele sentou ao meu lado beijando minha testa enquanto Dan mordia
com força o seu mordedor.
-Nossa! Que susto! –Bebi um pouco da água. –A gente tem que colocar alguma
coisa no chão pra ele não cair mais desse jeito...!
-Tem que colocar proteção na escada, na piscina, agora que ele estar nessa fase
de querer a andar. As coisas vão ter que mudar. Ainda bem que o berço dele é
baixo, por que se fosse alto quero nem pensar...!
-Nem eu!
Mais ele não vai querer dormir tão cedo, agora. Olha a cara dele de sapeca!
Sorri olhando o Dan que mexia as perninhas, enquanto mordia o brinquedo.
-Coloca aquele DVD das galinhas malucas que você comprou, ele curte! Luan riu.
-Não fala isso das galinhas, elas são bonitinhas! –Ri do comentário do Luan.
–Mais ele vai querer ficar dançando, com o DVD... O seu ele fica vidrado
olhando você já viu? Parece que ele fica se perguntando: "o que meu pai tá
fazendo ali?" Ri.
-A Bruna me mostrou o vídeo, ele fica bobinho! Luan riu todo bobo e Dan chutou
o braço dele.
-Coloca ai pra você ver! Sorri vendo o Dan chupar a boquinha olhando para o
cabelo do pai, parecia está pensando algo.
-Vou colocar! Levantei pegando o a capa do DVD que estava dentro do guarda-roupa e coloquei pegando o controle, deitei na cama beijando a barriga do Dan que sorriu e dei play. Manuela colocou ele sentado e quando começou a tocar a primeira música o Dan parecia hipnotizado olhando. Ele batia as mãozinhas dando leves gritinhos e levantava as mãos para o alto.
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