-Não, não
está! Você tem noção do que aconteceu ontem? Eu sei que estava preocupada com o
Dan pelo que tinha acontecido e eu mesmo te dei as opções, mas pensei que fosse
pedi pra ficar!
-Desculpa! Eu só estava com medo do Dan... Lú desculpa, eu não queria de novo,
olha você tem todos os motivos pra está chateado, me deixei levar por meu
instinto de mãe, de novo!
-De verdade Manuela, de todo meu coração eu não quero dá um tempo novamente, eu
não iria consegui tanto pelo Dan como por você. Mais, pensa bem no que anda
acontecendo com nós dois, e lembra bastante como era antes, até mesmo quando
você já estava grávida. No dia que você viajou naquela porta, enquanto nos
despedíamos você só mandou instruções para o Dan, pra cuidar dele, pra ficar de
olho nele, nos horários dele. E eu? Nada!
-Desculpa, mas eu pedi pra se cuidar, também. Depois que eu fui embora eu
liguei perguntei do Dan e de você... Na hora que eu estava contando, toda feliz
que eu tinha conseguido um jantar pra voltar pra casa mais cedo... Poxa! Eu fiz
de tudo pra voltar pra casa o mais rápido possível e quando você ia saber de
tudo, simplesmente bateu o telefone na minha cara! Falei firme.
-Eu fiquei com ciúmes, ao contrario de você que não sente nem um pingo de mim!
Ele me olhou.
-Não sinto? Eu sinto sim! Quando sai por aquela porta pra viajar para fazer
seus shows eu fico imaginando as mulheres que ficam ao seu redor, que vão
tentar dar em cima de você... Mais eu, a idiota aqui, engulo tudo, sabe por
quê? Por que eu confio em você e por que eu te amo, demais! E outra acho essas
coisas pequenas demais pra nos ocupar com isso!
-Enfim... Eu quero melhoras no nosso casamento!
-Ok! Mais espero que você também me ajude! Levantei.
-Vai me deixar aqui sozinho? Eu to conversando com você!
-Pensei que já tinha parado de me cobrar às coisas! Olhei pra ele.
-Quer saber? Cansei! Ele saiu na minha frente.
-Cansou de quê? Não foi você que pediu para conversar? Termina! Puxei ele pelo
braço.
-Fui eu sim, mas já disse o que queria, e você tem algo a dizer? Ele me olhou e
falava furioso.
-Tenho! Que eu sozinha não consigo, que eu preciso de você sempre abrindo meu
olho. Não preciso de você furioso comigo, depois de guardar tantas coisas... Eu
preciso que me ajude para que possa ajudar a gente! Luan eu preciso que me fale
quando eu te incomodei, quando e o que eu fiz você não gostou... Preciso que
você me fale o que está sentindo independentemente da hora ou do lugar, pra eu
ver meu erro e me concertar! Falei calma e o olhando nos olhos.
-Não adiantaria. Você só tem olhos para o Dan!
-Claro que adiantaria! Quando foi que eu deixei de te escutar? Olha eu aqui,
novamente, quando você pede pra conversar comigo eu escuto...!
-Escuta e entender entende? Ele aumentou o tom de voz.
-Entendo...
Quando você vem conversar comigo, não gritar comigo! A gente melhorou da última
vez, não foi? Só por uma conversa!
A olhei impaciente, como ela conseguia manter a calma daquele jeito, isso me deixava extremamente boquiaberto. A olhei profundamente e respirei fundo tentando manter a calma. Olhei a sua boca que parecia chamar pela minha e não resistir em encostá-la à parede e a beijar de uma forma que nunca mais tínhamos feito.
Me mantive calma por que eu queria que ele percebesse o quanto ele estava grosso e sem paciência. Ele tinha ciúmes do filho, mesmo não assumindo, mas eu precisava dele ao meu lado pra me ajudar a enxergar no que eu estava errando. Quando ele me encostou à parede me beijando daquela forma, que nunca mais tínhamos nos beijado, meu corpo inteiro se arrepiou. Beijei ele intensamente e segurei sua nuca firme e nossas respirações falhavam. Explorava a boca dele, extraindo todos os gostos daquele beijo, que só ele tinha, com minha língua.
A beijei com vontade, apertava sua cintura colando o máximo que conseguia seu corpo contra o meu e brincava com sua língua sugando e dando leves mordidas. Coloquei minha outra mão em sua nuca e respirei fundo, enquanto ainda a beijava, não queria que aquele momento acabasse. Tinha muito tempo que não nos beijávamos assim, como antigamente. A boca quente dela estava me deixando completamente fora de mim e a vontade de tê-la aumentava a cada segundo mais.
O beijava e não me importava com o fôlego que eu tinha ou deixava de ter, o importante era não interromper aquele beijo. Um beijo cheio de saudade e desejo eu queria continuar aquilo, queria continuar sentindo ele me tocar, me beijar. Ele me imprensava, ainda mais, contra a parede e o corpo dele estava quente; o calor dele me fazia o querer, ainda mais.
A coloquei na altura da minha cintura ainda encostada à parede, aquele beijo estava gostoso e nele continha todos os nossos sentimentos guardados durante todo o tempo que não dedicávamos a nós dois. Mordi o lábio dela puxando pra mim dando uma leve sugada olhando em seus olhos e lhe dei um selinho demorado. Os nossos olhos queimavam um no outro e os lábios dela pareciam me hipnotizar me fazendo recomeçar um beijo ainda mais intenso.
Ele me colocou na altura da sua cintura e eu o prendi entre minhas pernas, ficando sentada no ar, apenas presa em sua cintura e encostada à parede. Ele mordeu meu lábio me olhando nos olhos, nossos olhos queimavam de desejo, ele voltou a me beijar com mais intensidade e meu corpo arrepiou, por inteiro.
Caprichei nesse beijo, mesclava mordidas, e sugadas em seus lábios. Brincava a todo tempo com sua língua e fazia com que a minha passeasse por toda sua boca extraindo dela todos os gostos possíveis. Nunca mais tínhamos dado um beijo daqueles e isso estava totalmente me tirado o ar, me trazendo todas as nossas lembranças à ativa.
Tanto eu quanto ele estávamos entregues aquele momento, que nos trouxe recordações do passado. Queria ser dele, novamente, queria fazer como antes, queria fazer melhor que antes. Estava completamente tomada por aquele desejo. Comecei a beijar o pescoço dele, sentindo o seu cheiro que me fazia enlouquecer.
-Quero ser sua...! Sussurrei, quase sem ar, em seu ouvido o mordendo, levemente, me seguida.
-Você é minha! Ele tirou minha blusa jogando no chão e me beijou me levando em
sua cintura até o quarto onde trancou a porta e foi em direção da cama.A olhei impaciente, como ela conseguia manter a calma daquele jeito, isso me deixava extremamente boquiaberto. A olhei profundamente e respirei fundo tentando manter a calma. Olhei a sua boca que parecia chamar pela minha e não resistir em encostá-la à parede e a beijar de uma forma que nunca mais tínhamos feito.
Me mantive calma por que eu queria que ele percebesse o quanto ele estava grosso e sem paciência. Ele tinha ciúmes do filho, mesmo não assumindo, mas eu precisava dele ao meu lado pra me ajudar a enxergar no que eu estava errando. Quando ele me encostou à parede me beijando daquela forma, que nunca mais tínhamos nos beijado, meu corpo inteiro se arrepiou. Beijei ele intensamente e segurei sua nuca firme e nossas respirações falhavam. Explorava a boca dele, extraindo todos os gostos daquele beijo, que só ele tinha, com minha língua.
A beijei com vontade, apertava sua cintura colando o máximo que conseguia seu corpo contra o meu e brincava com sua língua sugando e dando leves mordidas. Coloquei minha outra mão em sua nuca e respirei fundo, enquanto ainda a beijava, não queria que aquele momento acabasse. Tinha muito tempo que não nos beijávamos assim, como antigamente. A boca quente dela estava me deixando completamente fora de mim e a vontade de tê-la aumentava a cada segundo mais.
O beijava e não me importava com o fôlego que eu tinha ou deixava de ter, o importante era não interromper aquele beijo. Um beijo cheio de saudade e desejo eu queria continuar aquilo, queria continuar sentindo ele me tocar, me beijar. Ele me imprensava, ainda mais, contra a parede e o corpo dele estava quente; o calor dele me fazia o querer, ainda mais.
A coloquei na altura da minha cintura ainda encostada à parede, aquele beijo estava gostoso e nele continha todos os nossos sentimentos guardados durante todo o tempo que não dedicávamos a nós dois. Mordi o lábio dela puxando pra mim dando uma leve sugada olhando em seus olhos e lhe dei um selinho demorado. Os nossos olhos queimavam um no outro e os lábios dela pareciam me hipnotizar me fazendo recomeçar um beijo ainda mais intenso.
Ele me colocou na altura da sua cintura e eu o prendi entre minhas pernas, ficando sentada no ar, apenas presa em sua cintura e encostada à parede. Ele mordeu meu lábio me olhando nos olhos, nossos olhos queimavam de desejo, ele voltou a me beijar com mais intensidade e meu corpo arrepiou, por inteiro.
Caprichei nesse beijo, mesclava mordidas, e sugadas em seus lábios. Brincava a todo tempo com sua língua e fazia com que a minha passeasse por toda sua boca extraindo dela todos os gostos possíveis. Nunca mais tínhamos dado um beijo daqueles e isso estava totalmente me tirado o ar, me trazendo todas as nossas lembranças à ativa.
Tanto eu quanto ele estávamos entregues aquele momento, que nos trouxe recordações do passado. Queria ser dele, novamente, queria fazer como antes, queria fazer melhor que antes. Estava completamente tomada por aquele desejo. Comecei a beijar o pescoço dele, sentindo o seu cheiro que me fazia enlouquecer.
-Quero ser sua...! Sussurrei, quase sem ar, em seu ouvido o mordendo, levemente, me seguida.
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