-Luan Santana? Ergui minha
sobrancelha com o coração disparado.
-Ele e toda a equipe irresponsável dele!
-Espera! A equipe dele e ele são extremamente... –Respirei fundo. –Creio que
não quer que isso tenha grande repercussão, não é? Olhei pra ele com medo da
resposta.
-Dependendo da reação deles, se não aceitarem nossa proposta ele pode dá adeus
a carreira dele!
-Tá! Vamos acalmar os ânimos... Se isso cair na mídia irá prejudicar a sua
empresa, até por que o Luan é muito querido e vão dizer que você quer ganhar
fama em cima dele, e dinheiro também. E não é isso o que queremos, não é? Vamos
resolver tudo da melhor forma. Tenho certeza que ele e a equipe irão querer
resolver tudo da melhor forma, eles também não vão querer ficar expostos! Então
creio que será fácil convencê-los, mas precisamos de calma, ok? Falei firme
tentando segurara meus sentimentos.
-Tudo bem, você tem razão!
-Ok! Como o meu escritório é em Londrina, eu vou aproveitar que o dele também é
para marcar uma reunião com o representante dele. Se você quiser vou amanhã,
mesmo! Falava mais aliviada.
-Pode ser! Gostamos de você...!
-Só quero resolver tudo da melhor forma, para os meus clientes! Então, vou
amanhã mesmo para Londrina e vou mantendo vocês informados sobre tudo,
principalmente da reunião de acordos para resolver isso sem precisar que
tenhamos que enfrentar um tribunal!
-Ótimo! Obrigado!
-É meu trabalho! Então senhores sintam-se à vontade, eu já vou resolver minha
vagem! Bom jantar! Levantei os deixando sozinhos."Onde eu fui me meter?", pensei. Saí do restaurante atordoada, como eu iria olhar na cara do Luan, como eu iria contar a ele. Fui para o hotel e quando cheguei demorei no banho, pensando em como contá-lo.
Revirava na cama e não conseguia pregar o olho pensando no Luan e em toda a equipe. Levantei e trabalhei no caso a noite inteira, depois de ter marcado minhas passagens para o começo da manhã. Via todos os pontos a favor e contra ao Luan, trabalhei por dois; eu iria ter que ser muito profissional naquele momento.
Acordei cedo com o Dan em cima de mim apertando meu nariz e puxando meu cabelo. Dei banho dele o arrumando e logo desci pra ele comer alguma coisa. Maria me ajudou a lhe dá algo enquanto eu comia, ele insistia em querer a maçã então decidi raspa com a colher e lhe dei, ele pareceu gostar com as caretas que ele fazia tirando risadas minhas e da Maria.
Liguei o DVD de umas galinhas que a Manu havia comprado e fiquei cantando junto com ele que batia as mãozinhas dando gritinhos como se quisesse cantar junto com o DVD. Ria a todo o momento e mantinha ele em pé segurando com firmeza pra que ele pudesse criar coragem e logo começasse andar.
Acordei cedo e desci com minhas malas, liguei pra casa e avisei a Maria que já estava voltando ouvindo os gritinhos do Dan, me fazendo sorrir. Fui para o aeroporto e meu coração estava apertado, sabia que o Luan iria brigar comigo, mas eu não tinha culpa eu não sabia.
Quando cheguei em Londrina,
resolvi pegar um táxi e a minha vontade de ver o Dan só aumentava. Sentir o
cheirinho dele e o ver rindo, seria a minha força para enfrentar o Luan, quando
o dissesse o que eu iria fazer.
Quando cheguei em frente a nossa casa meu coração bateu forte, abri a porta e vi o Dan brincar com o pai me fazendo sorrir; meu filho estava bem e ria do jeito que eu queria encontrá-lo.
-Mamãe chegou! Sorri quando ele me olhou e deu uma gargalhada gostosa. Ele ficou agitado e pulava no colo do Luan.
Quando cheguei em frente a nossa casa meu coração bateu forte, abri a porta e vi o Dan brincar com o pai me fazendo sorrir; meu filho estava bem e ria do jeito que eu queria encontrá-lo.
-Mamãe chegou! Sorri quando ele me olhou e deu uma gargalhada gostosa. Ele ficou agitado e pulava no colo do Luan.
-Mamã! Ele batia as
mãozinhas e estendeu os braços pra que eu o pegasse.
-Vem cá meu amor! Que
saudade do meu amor! Peguei ele e o abracei cheirando seu pescoço.
-Ama mamã! Ele sorriu segurando meu rosto com as duas mãozinhas.
-Ama? Mamãe também ama muito, esse pequeno! –Cheirei o pescoço dele o fazendo
ri. –Oi amor! Olhei para o Luan.
-Oi amor!
-Preciso falar com você,
pode ser? O Dan deitou a cabecinha em meu ombro.
-Claro! Ele se levantou.
-Oi Maria! Ele acordou, muito cedo hoje? O Dan continuava quietinho.
-Oi Dona Manuela, bom dia! Pouquinho, mesmo horário que o pai!
-Então é por isso que tá quietinho! –Sorri pra ela e comecei a embalar o Dan. –Tava
com saudade do colinho da mamãe meu amor? Amor eu vou colocar o Dan pra dormir,
depois a gente pode conversar?
-Tudo bem!
Subi com o Dan, quietinho e parecia cheirar meu pescoço; ele estava com saudade, assim como eu estava dele. Deitei ele em meu colo e comecei a embalar ele, em um movimento gostoso, do meu corpo. Ele me olhava e eu sorria vendo ele brigar com o sono, até que dormiu. Mesmo com ele dormindo, continuei a ninar ele e cheirava a cabecinha dele, estava com saudade de tê-lo em meus braços. O coloquei no berço e fiquei olhando ele e me perguntando como eu contaria ao Luan sobre o caso que o juiz me deu.
-Ele dormiu? Luan apareceu no quarto.
Subi com o Dan, quietinho e parecia cheirar meu pescoço; ele estava com saudade, assim como eu estava dele. Deitei ele em meu colo e comecei a embalar ele, em um movimento gostoso, do meu corpo. Ele me olhava e eu sorria vendo ele brigar com o sono, até que dormiu. Mesmo com ele dormindo, continuei a ninar ele e cheirava a cabecinha dele, estava com saudade de tê-lo em meus braços. O coloquei no berço e fiquei olhando ele e me perguntando como eu contaria ao Luan sobre o caso que o juiz me deu.
-Ele dormiu? Luan apareceu no quarto.
-Ele tava cansado, não dormiu a noite direito... Sentiu sua falta!
-E eu a dele, por isso o jantar ontem. Eu consegui o jantar com o representante
da empresa pra voltar cedo pra casa... Se não só iria vê-lo, hoje de tarde!
Olhei para o Luan.
-Ah! Desculpa por ontem!
-Tudo bem! Vem pra o nosso
quarto, preciso te falar uma coisa séria...! Cheguei mais perto dele.
-Amor antes de tudo eu
preciso que você entenda que eu não sabia de nada desse caso... Quando eu
cheguei em São Paulo, no jantar que eu soube de tudo. Preciso que você acredite
em mim, por favor! O olhei nos olhos.
-Do que você tá falando Manuela?
-O caso é contra a LS Music... Contra você! Falei baixo e baixei a cabeça.
-O... O que?
Nenhum comentário:
Postar um comentário