Encostei meu rosto sobre sua testa percebendo que sua
temperatura não estava normal e senti meu coração ficar apertado, sabia que
aquilo não era normal. Fui com ele até meu quarto e peguei meu celular discando
o número da minha mãe, não queria acordar a Manu e preocupá-la caso fosse coisa
da minha cabeça. Liguei pra minha mãe e ela atendeu na quarta chamada.
-Mãe?
-Mãe?
-Oi filho! Aconteceu alguma coisa? Marizete atendeu com voz
de sono.
-Desculpa te acordar, é que a Manu tá dormindo e o Dan
começou a chorar. E quando eu peguei ele no colo percebi que ele tá meio
quentinho, e não é a temperatura normal. O que eu faço?
-Filho, calma tá? Pega o termômetro e coloca debaixo do
bracinho dele e espera ele apitar, você olha a temperatura. Se estiver com mais
de 36,5 você dá o remedinho pra ele. Olha, acho que a Manu guarda tudo na
primeira gaveta da cômoda dele. Mais fica calmo tá?
-E que remédio é mãe? Ele tá chorando muito.
-Calma, Lú! Você vai ter que chamar a Manu, filho, pra te
ajudar!
Me mexi no sofá e percebi que ele não estava ao meu lado. Ouvi o choro do Dan e contatei que o Luan tinha ido ver o filho. Sentei no sofá e prestei atenção no choro do Dan, não estava normal. Levantei e subi as escadas, rápido, cheguei da porta e vi o Luan o embalando nos braços e falando com alguém no celular.
-Mô o que foi? Cheguei perto.
Me mexi no sofá e percebi que ele não estava ao meu lado. Ouvi o choro do Dan e contatei que o Luan tinha ido ver o filho. Sentei no sofá e prestei atenção no choro do Dan, não estava normal. Levantei e subi as escadas, rápido, cheguei da porta e vi o Luan o embalando nos braços e falando com alguém no celular.
-Mô o que foi? Cheguei perto.
-Mãe, ela chegou aqui agora, ligo dando notícias. Brigado! –Ele
desligou o celular. –Amor pega o termômetro pra mim?
-O que ele tem? Olhei pra ele, enquanto pegava o termômetro.
Mesmo com uma vontade enorme de cuidar do Dan, deixei ele fazer.
-Ele tá quentinho, parece que tá com febre!
-Toma! Põe debaixo do bracinho dele! O entreguei o
termômetro.
Deitei o Dan na cama, devagarzinho, enquanto fazia carinho nele e coloquei o termômetro em baixo do braço dele esperando dá o tempo que minha mãe havia dito. Quando vi o termômetro apitar tirei do braço dele olhando quanto estava a febre dele e estava 37,4. Olhei pra Manu que estava parada apenas observando e gostei daquela atitude dela, queria mostrar que também sabia cuidar do nosso filho e ela me deu essa chance. Peguei o remédio dele em gotas e confesso que foi um pouco difícil dele abri a boca, mas depois de algumas tentativas consegui e o peguei no colo, novamente, embalando com carinho, enquanto cantava algo pra ele.
O observei atentamente, enquanto ele cuidava do nosso pequeno. Ele era desengonçado para algumas coisas e, confesso que tive que controlar o meu impulso de mãe, para não pegar o Dan dos braços dele.
Era a primeira febre dele e eu, apesar de preocupada, deixei que o Luan o desse o remédio, assim que o termômetro nos indicou a temperatura dele. Depois que ele deu o remédio, o Dan pareceu se incomodar com o gosto e ficou inquieto. O Luan o carregou no colo para acalmá-lo e ninou ele cantando baixinho. O Dan, logo, ficou calmo e começou a brincar com um mordedor que ele segurava. Eu sorri e percebi que o Dan não iria dormir fácil com o pai. Cheguei perto e abracei o Luan observando nosso pequeno, que pareceu me reconhecer e ficou vidrado me olhando.
-Mô, eu sou um bom pai? Ele me olhou ainda ninando o Dan.
Deitei o Dan na cama, devagarzinho, enquanto fazia carinho nele e coloquei o termômetro em baixo do braço dele esperando dá o tempo que minha mãe havia dito. Quando vi o termômetro apitar tirei do braço dele olhando quanto estava a febre dele e estava 37,4. Olhei pra Manu que estava parada apenas observando e gostei daquela atitude dela, queria mostrar que também sabia cuidar do nosso filho e ela me deu essa chance. Peguei o remédio dele em gotas e confesso que foi um pouco difícil dele abri a boca, mas depois de algumas tentativas consegui e o peguei no colo, novamente, embalando com carinho, enquanto cantava algo pra ele.
O observei atentamente, enquanto ele cuidava do nosso pequeno. Ele era desengonçado para algumas coisas e, confesso que tive que controlar o meu impulso de mãe, para não pegar o Dan dos braços dele.
Era a primeira febre dele e eu, apesar de preocupada, deixei que o Luan o desse o remédio, assim que o termômetro nos indicou a temperatura dele. Depois que ele deu o remédio, o Dan pareceu se incomodar com o gosto e ficou inquieto. O Luan o carregou no colo para acalmá-lo e ninou ele cantando baixinho. O Dan, logo, ficou calmo e começou a brincar com um mordedor que ele segurava. Eu sorri e percebi que o Dan não iria dormir fácil com o pai. Cheguei perto e abracei o Luan observando nosso pequeno, que pareceu me reconhecer e ficou vidrado me olhando.
-Mô, eu sou um bom pai? Ele me olhou ainda ninando o Dan.
-Claro que é! Sorri.
-Ele tá fechando os olhinhos! Ele sorriu cheirando a
cabecinha do filho.
-É sim, amor! Observei o jeito dele e sorri. O Dan estava
calmo e brigava com os olhos para não fechá-los.
Ninei o Dan durante mais alguns minutos e finalmente parecia que ele havia dormido, verifiquei sua temperatura, mais uma vez, percebendo que a febre havia baixado e o coloquei no berço com carinho enrolando ele e lhe dando um beijo na testa. Ele era tão pequenininho, e enquanto o admirava dormir sabia que tinha o deve de proteger ele e a mãe de tudo e todos. Alisei o rostinho dele com carinho percebendo que ele fazia biquinhos e sorri, ele se parecia realmente comigo e isso me deixou mais bobo do que já era bem antes dele nascer.
Quando o Dan dormiu o Luan o colocou no berço, com cuidado, e o enrolou, dando um beijo em sua testa. O observava de longe, deixei que pai e filho ficassem, um pouco, a sós. Depois me aproximei mais aliviada pela febre do Dan ter passado, e o ajeitei no berço, colocando-o na posição que a pediatra havia me dito.
-Amor, vou para o nosso quarto, tá? O avisei, depois de ter beijado a cabecinha do Dan.
-Tô indo logo, em seguida!Ninei o Dan durante mais alguns minutos e finalmente parecia que ele havia dormido, verifiquei sua temperatura, mais uma vez, percebendo que a febre havia baixado e o coloquei no berço com carinho enrolando ele e lhe dando um beijo na testa. Ele era tão pequenininho, e enquanto o admirava dormir sabia que tinha o deve de proteger ele e a mãe de tudo e todos. Alisei o rostinho dele com carinho percebendo que ele fazia biquinhos e sorri, ele se parecia realmente comigo e isso me deixou mais bobo do que já era bem antes dele nascer.
Quando o Dan dormiu o Luan o colocou no berço, com cuidado, e o enrolou, dando um beijo em sua testa. O observava de longe, deixei que pai e filho ficassem, um pouco, a sós. Depois me aproximei mais aliviada pela febre do Dan ter passado, e o ajeitei no berço, colocando-o na posição que a pediatra havia me dito.
-Amor, vou para o nosso quarto, tá? O avisei, depois de ter beijado a cabecinha do Dan.
Saí do quarto o deixando sozinho com o Dan e fui para o nosso, sorrindo. Deitei em nossa cama, me enrolando, e pensei em tudo o que havia acontecido. Eu sabia que tinha feito às coisas certas, e eu estava disposta a não falhar, quanto a recuperar o nosso casamento. Acabei pegando no sono, mas o Luan continuava com o filho, decidi o deixar, para ele aproveitar, um pouco mais do filho.
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